Selecção semanal
5 achados que vão mudar sua rotina Descobrir

Mulheres Falam mal uma das outras

Cerca de 276659 frases e pensamentos: Mulheres Falam mal uma das outras

Algumas fotos pertencem à pessoa que as tirou, outras são da pessoa que aparece.

Há pessoas que querem puxar o seu tapete, pois além de serem má, não querem te ver bem.

Há outras que, por serem boas, até te querem ver bem, mas nunca melhor que elas.

Mas, ainda, existem outras que estão dispostas a lhe estender o tapete vermelho, e se alegrar por você estar,
e se manter de pé. - Por serem de Deus!

Essas vidas que imitam umas às outras,Amores intensos que me deixam sem saída,Seu toque me deixa sem saída. seu corpo me deixa sem saída, preciso que a instiga a mestiça mística,Metida da minha vida,Ela sabe que consegue me provocar,E ainda inovar,mulher perfeita,Sem ecoar a sua pedida ela adivinha,Pede que eu meta mais,Ame mais,Transe mais e viva mais.

Chame outras pessoas para imaginar coisas extraordinárias com você.

⁠Pessoas vêm
Pessoas ficam
Pessoas sentem
Pessoas sofrem (outras mentem),
Algumas insistem (outras cansam)
Muitas desistem,
Pessoas vão.

__Amizades são como flores, umas frágeis outras nem tanto. Todas requerem de carinho... amor... dedicação... E um cuidado todo especial...
É regando e cuidando que mantemos nosso jardim florindo!...

Rosely Meirelles🍃

⁠ Não se pode vangloriar tanto com certos tipos de gestos nobre de algumas pessoas, outras não estão para te ajudar, estão a procurar maneiras de falar Asneiras a teu respeito.
Daniel Perato Furucuto

No coração da noite residem os sonhos. Umas vezes são coloridos como as flores. Outras, pássaros negros dançando nas trevas como fantasmas.

Paulina Chiziane
Niketche: Uma história de poligamia. São Paulo: Companhia das Letras. 2004.

⁠Gradualmente nos tornaremos indiferentes ao que se passa na mente de outras pessoas quando adquirirmos um conhecimento da natureza superficial de seus pensamentos, a estreiteza de seus pontos de vista e da quantidade de seus erros. (...) Aquele que dá muito valor às opiniões dos outros presta-lhes muita honra.

Arthur Schopenhauer
The Wisdom of Life (1851).

⁠Algumas gangues se nomeiam gangues (...). Outras se nomeiam corporações multinacionais. Outras se nomeiam governos.

Marshall B. Rosenberg
Speak Peace in a World of Conflict (2005).

⁠E pensar que um dia eu não os quis,
Tinha vários planos,
Outras coisas pra fazer,
Aí derrepente, tão rapidamente,
Minha vida que era calma e serena,
Se transformou em multidão e alvoroço,
E mesmo em meio a toda essa mudança
Hoje não vejo minha vida sem amar vocês!

Eu admiro muito as estrelas, pois elas não permitem que o brilho das outras apague o seu⁠.

⁠As vezes louca e impaciente, outras doce e gentil, brincalhona ou estressada mas sempre cheia de si e sem sentir vergonha de deixar isso bem claro. Depois que aprendeu a sorrir pra vida, nunca mais parou, já caiu várias e várias vezes, mas sempre levanta muito mais forte, ela é sou eu! Ela é cada uma de nós!

⁠" Tem pessoas que cheiram como flor e por onde passam deixam o perfume de amor, tem outras que tem cheiro de ódio, e exalam sofrimentos, picuinhas, inveja, falsas alegrias.
Tem as girassóis, que giram de acordo com o sol, as vezes pra cá,as vezes pra lá.
E tem pessoas que nem cheiro tem."

⁠Você não pode mudar a maneira como as outras pessoas pensam e agem, mas você tem total controle sobre você. Quando se trata disso, a única questão que importa é a seguinte: se nada no mundo mudar, que tipo de pessoa você será?

Eu nunca deixei de pensar em você. Todos os dias você vem... às vezes em forma de memória, outras vezes como o lembrete silencioso de que você é (e sempre será) o amor da minha vida. ❤️‍🩹

Sobre gafanhotos, borboletas, música, violão, vinhos e outras coisas…


Numa tarde de céus que se adiantam ao anoitecer, o Gafanhoto irrompeu no meu jardim – curador de batimentos alheios com mãos de cirurgião que domam arritmias com a delicadeza de um sussurro, mas que descompassaram o meu coração com um olhar gentil, que promete tudo sem falar nada.
Logo no primeiro voo cruzado, ele não esperou o ritmo das horas: “quer me ver Amanhã?”, perguntou como um inseto faminto por luz, pulando cercas invisíveis com a teimosia de quem sabe que o coração não obedece calendários. Ri, recordando a personagem de um livro guardado na alma: “Calma, gafanhoto!”. E assim o apelido floresceu, leve como pena inquieta ao vento, afetuoso como o jeito dele de se fazer presente mesmo no silêncio.
Ele me devolveu o encanto, batizando-me Borboleta, e, como aquilo balançou as minhas asas!
Meu Gafanhoto tocava como ninguém: dedos que, de dia, salvam vidas em salas brancas e auditórios cheios de olhares ávidos, à noite se rendiam ao violão, dedilhando notas que acalentavam minha alma e coração.
Uma noite de taças rubras, erigiu um palco só para mim: uma apresentação solo no breu acolhedor da sala, onde as cordas gemiam chorinho com a ternura de um abraço e bossa nova com a suavidade de quem sabe pausar o tempo.
Fechei os olhos e me entreguei: uma daquelas raras noites que se inscrevem na memória, especiais por sua natureza e inesquecíveis, onde a música não era só som, mas ponte entre almas que se reconhecem no improviso de uma noite qualquer.
Mas sombras sem nome, medos que pulam antes do compasso, razões tecidas de fios invisíveis e frágeis, nos guiaram para um recuo suave, que pesam como uma pausa no solo. Dói? Como corda esticada ao limite, vibrando com o eco do que foi. Mas o Gafanhoto se faz presente em Mensagens que chegam como notas avulsas, leves e persistentes: um “como vc está minha borboleta?” camuflado de gracejo, outra “beijos, beijos. Borboleta!” que carregam o aroma de noites passadas. É o jeito dele de se fazer eco, de curar o afastamento com a mesma paciência que dedica a batimentos errantes e alunos inquietos – teimoso, afetuoso, como quem sabe que saltos verdadeiros não caem em esquecimento.
E eu, Borboleta de retalhos coloridos, remendada pela brisa das boas melodias, guardo o violão na memória tátil, o pulsar na veia aberta, e sorrio para o refrão que insiste em voltar.. Porque encontros como o nosso são breves na forma,mas eternos no ritmo…

LRFN

No embuste dançar labial, anciã a escutar e por vezes sorrir outras chorar, o estampe vestido de notícia.

O meu pensamento voa,
às vezes sem direção.
Outras com objetivo,
nas asas da emoção.
Voa, voa, numa boa,
e jamais se atordoa,
com qualquer desilusão.


Voa em busca de espaço,
pousa num ponto escolhido.
Olha tudo ao seu redor,
um segundinho medido.
Não encontra o que queria,
volta e ver onde não via,
a perda por ter saído.

Algumas pessoas vão embora por causa das palavras, outras por causa do silêncio!