Mulheres Falam mal uma das outras

Cerca de 276955 frases e pensamentos: Mulheres Falam mal uma das outras

Seremos assim unidos sem nunca termos nos juntado. Uma especie de paradoxo, um segredo mal guardado ou de todo revelado, uma realidade que simplesmente nos permite sermos exatamente do jeito que somos, sendo este nosso sentir espontâneo e único que só pertence a nós.

Inserida por LucianaHeros

Meu corpo estava gelado mal sentia meus braços e pernas, parecia uma boa aquecer a mente com aquele calibre 12 ao lado da garrafa de whisky...

Inserida por GabrielDorr

É impossível uma pessoa ser feliz desejando o mal ao outro. É impossível uma pessoa ter paz, enquanto propaga o desamor. É impossível uma pessoa ter a consciência tranquila enquanto não deixa o orgulho de lado e trata o outro com humildade.

Inserida por EdileneMatoso

Às vezes, uma realidade mal feita pode destruir todo um sonho construído.

Inserida por josiells

Não penses mal dos que faltaram a ética, ela é uma razão para julgar os equivocados.

Inserida por eliane_ferreira_1

Deixar para trás as coisas que te fazem mal, não é apenas uma alto superação, mais é saber que a vida tem diversos momentos, e mais uma vez você foi superior.

Inserida por mdemartins

Encontro

Mal saíra do Hotel Meridien, onde seus amigos paulistas o convidaram para uma caipirinha. Quase uma da tarde. Nada demais, apenas o fato de ele não tomar caipirinha. Mas era uma amizade que vinha de longe, e não seriam algumas doses que iriam separá-los. Deglutira galhardamente três doses com alguns salgados e, após ouvir as indefectíveis piadas cuja validade havia expirado, despediu-se dos casais amigos e decidiu andar um pouco.
Colhido pelo bafo quente, olhou para a direita e viu o mar indecentemente azul, que em algum ponto lon¬gínquo engolia um céu de um azul mais claro, apenas manchado de algumas nuvens esparsas de algodão de um branco duvidoso. Andar um pouco pela Avenida Atlântica e olhar as beldades em uniformes de conquista não eram o ideal naquele momento. Tinha dei¬xado trabalho no escritório e, apesar de o celular não reclamar nenhuma atenção, no momento, sabia dis¬por de menos de meia hora antes de enfrentar o mundo além túnel.
Além do túnel, acaba a Cidade Maravilhosa, era o seu bordão predileto. As malditas doses haviam tor¬nado seu andar ligeiramente menos decidido que de costume. Na verdade, não sabia como matar a meia hora. Lá longe o Posto Seis e o Forte pareciam chamá-lo. Resistiu ao apelo e, muito a contragosto, decidiu andar um pouco pela Gustavo Sampaio. Um pouco de sombra, já que os prédios projetavam suas silhuetas no asfalto e lá também havia gente, muita gente andando sem muita pressa, com o ar tranquilo e um “xacomigo” zombeteiro estampado no rosto.
Relembrou a sessão de piadas. Achava que deveria haver algum dispositivo legal, ou pelo menos um acordo, que determinasse prazos além dos quais as anedotas seriam arquivadas e frequentariam somente as páginas das coletâneas ditas humorísticas. Ter de dar risadas ao ouvir pela centésima vez a mesma piada, ou variações sobre o mesmo tema, poderia ser perigoso para a paciência dos ouvintes, ou reverter em agressão física em detrimento de um contador desatualizado. Até que seria uma boa ideia colocar avisos nesse sentido. Ou, então, seguindo o exemplo das churrascarias rodízio, introduzir o cartão de dupla face, a verde autorizando a continuação e a vermelha decretando o final da sessão. Muito compli¬cado. Como fazer no caso de divergência? Decidir por maioria simples. Ou, devido à importância do assun¬to, haveria de ter a concordância de pelo menos dois terços dos ouvintes? Os desempates seriam decididos pelo voto de Minerva do criminoso, isto é, do conta¬dor. E se houvesse daltônicos na platéia?
Será que há exame médico para garçons de rodízio, eliminando os daltônicos?
Mas, na falta de regulamentação, como resistir à sanha do contador de “causos”? Não dar risada? Interromper? Contar a sua versão? Esses expedientes eram ainda piores. Olhar a paisagem do terraço, sim, e acompanhar a gargalhada dos outros foi a solução encontrada. Providencialmente. A regulamentação ficaria adiada, procrastinada, decidiu com uma risa¬dinha interior.
E tem aquela do português que chega em casa... E aquela outra da freira que... Ah, a melhor de todas, acabaram de me contar: o Joãozinho pergunta para a professora...
Afinal, era um bom passatempo, com a vantagem de observar fisionomias alegres. As reações eram muitas vezes mais engraçadas que as piadas.
Será que eles também conheciam TODAS aquelas anedotas, ou somente algumas?
Esbarrou num transeunte, balbuciou uma desculpa qualquer e teve direito a um bem humorado:
– Ô meu, olha só, estou na preferencial!
O peso pesado já estava se afastando e as ideias voltando a se agrupar depois da desordem causada pelo baque.
A ligeira dor de cabeça pedia uma parada numa farmácia. E farmácia era o que não faltava na rua.
Entrou e aguardou que a balconista o notasse. Entre ser notado e a pergunta:
– O que deseja? se passaram alguns intermináveis segundos.
– Duas passagens para Paris em classe executiva. E ante o misto de espanto e divertimento da moça, completou:
– Bom, já que não tem, qualquer coisa para a dor de cabeça. Poderia tomar aqui mesmo? Tomou o analgésico, agradeceu e, instantes mais tarde, estava de volta à calçada esburacada.
Olhou para o Leme Palace e resolveu voltar cami-nhando pela Atlântica.
Evitou o segundo esbarrão da meia hora de folga.
Em frações de segundos, os olhares se cruzaram. Era uma beldade, outonal, mas, apreciador de Vivaldi, as quatro estações são arrebatadoras, pensou.
O andar sinuoso, os pequenos sulcos rodeando os olhos, carimbos ainda piedosos no passaporte da vida, cabelos cortados Chanel, ombros e decote plena¬mente apresentáveis e não apenas um tributo pago ao calor daquele verão, pernas bonitas, e medidas ten¬dendo à exuberância. O rosto comum, tinha o olhar faiscante a valorizá-lo.
Naquele instante, o tempo parou, não o suficiente, porém, para que, da extrema timidez dele, brotasse algo mais inteligente do que um sorriso vagamente encorajador. “Pergunte algo, as horas, o caminho para algum lugar, o nome da rua, qualquer coisa”, rebelou-se dentro dele uma voz indignada por jamais ter sido ouvida no passado.
Continuou, como que petrificado, enquanto, sem deixar de olhá-lo, ela passou por ele longe o suficiente para não tocá-lo, e perto o bastante para deixa-lo sentir o perfume discreto que a envolvia.
Ele continuou imóvel e virou a cabeça, contemplando a desconhecida, que continuava andando, afastando-se aos poucos. Alguns passos depois, ela virou a cabeça e o olhar, mesmo àquela distância, lançou um convite mudo ou, pelo menos, assim pa-recia.
Sem reação, ele a acompanhou com o olhar. Ela deu mais alguns passos e novamente olhou para trás. A voz interior estava se desesperando. Ele mesmo não entendia o porquê da sua imobilidade. A desconhe¬cida estava se afastando cada vez mais, confundia-se no oceano de cabeças e, mesmo assim, pareceu-lhe que lá longe uma cabeça estava se virando uma última vez para trás.
Era um adeus. Sentiu que o que se afastava não era uma desconhecida. Era um pedaço de si mesmo, de uma juventude da qual não havia sabido desfrutar e agora lhe acenava de longe, mergulhada num misto de lembranças e saudade.

Inserida por celsocolunista

Sentir raiva e normal,
De quem você não gosta.
Mas não me leve a mal
Porque sentir ódio é uma bosta.

Pois meu ódio não é comum
Ele é forte e indistinto,
E não há lugar algum
Onde não tenha por quem eu sinto.

Sinto em casa, no trabalho
Sinto no metrô e na rua,
Nem adianta pegar atalho,
Eu deveria morar na lua.

Eu iria odiar São Jorge e seu cavalo,
Mas talvez não o dragão,
Eu iria aproveitar o embalo
E curtir a destruição.

Inserida por luiz_guilherme_campos

A vida é igual a uma novela, quando finalmente o bem vence o mal; Os capítulos chegam ao fim.

Inserida por DiegoScartony

O mal te faz sofrer uma vez só e vem contudo, já o bem parcela sua dor

Inserida por BIELCATTONI

Nunca deseje uma mal vida pra ninguém,porque depois você é quem passa viver mal.

Inserida por Cacio01

Estamos tão mal-acomodados com a rotina de nossas vidas,que quando muda uma pequena coisinha nos desestruturar totalmente.

Inserida por wanderson_miguel

A Felicidade uma dádiva tão almejada e procurada.
Mal sabiam que essa seria nossa bênção e nossa maldição.
Lembre-se a alma é aquela que não se aflinge diante sentimentos e nem à pensamentos.
E essa é a nossa maior dádiva.
- PODEMOS SER VAZIOS-

Inserida por edson_ariga

Se a verdade é uma mentira mal contada como muitos dizem por ai, quero dizer que para mim é também verdadeira a afirmação que diz que a mentira esta sim é de fato uma verdade que deixou de ser mentira.

Inserida por Maxwouters

Vivemos num mundo irreal, de faz de conta, uma história mal contada:- vão dizer os do futuro.
Quem chegar no futuro não irá acreditar no modo de vida que vivemos hoje, essa ponte que balança mas não cai, tempos que nos leva a imaginar que somos maiores do que o próprio Deus.
Os que sobreviverem a esse terremoto de maluquices terão compreendido que nossa existência se fundamenta apenas num detalhe: respirar e beber água.
Deus é isso: grande por ser o ar e a água, portanto a vida.

O resto o homem inventou para torná-lo esse ser sem sentido, que gira em torno de si próprio e descobre que no final das contas a primeira coisa que pede quando se perde num deserto é ÁGUA.

Inserida por rivaldoRribeiro

Só o que pode ser pior que uma paixão mal correspondida é uma paixão recolhida pelo medo de revela-la ao provável apaixonado ou pode ser por um motivo pior ainda, pelo medo de nem sequer ter existido tal paixão, pois o que existia de fato era a mais profunda ilusão sentimental pois ninguém pode se apaixonar por alguém que nem sabe da sua própria existência.

Inserida por Maxwouters

A gente mal brigou
E ela já postou uma foto
Em sua rede social
Com sorriso largo, maquiagem
Pra dizer que tá legal,
Que tá feliz sem mim
E na legenda diz
que é melhor assim.

Deixa eu curtir primeiro
Pra depois eu comentar
Vou dizer que tou solteiro
E pronto pra farrar
Deixa essa mulher aí
Libertei meu coração
Agora eu tou feliz
É só cerveja e paredão

Inserida por rutizat

Ainda a tempo de mudar seu
caminho !
Todo homem foi criado para
praticar o bem !
o mal é uma doença que precisa
ser tratada ... o homem não é mau
por matureza divina . Ele esta apenas
doente ! O mau não se propagara
é um mal necessário para a evolução
humana ! Sendo mau você é escravo
do mal é não sera feliz !
O homem mau busca inspiração no
mau que nada tem para dar !
Quando o homem deseja a cura
ela virá ! com o bem o homem tem
a verdadeira saúde , deixa de ser
escravo para ser livre , encontra
a paz verdadeira que a tamto tempo
procurava mais não compreendia .

Inserida por joaojoy

há uma luta contra o
bem e o mal , dentro
de nós , constantemente
estamos em evolução é
experimentando a vida...
O que é o mal ! E tudo
que afeta meu próximo
e não me faz evoluir ! a
evolução é natural , o mal
é passageiro , o bem é duradouro
caminha para frente não retroage !
experimentar a vida é natural!
comer ou não o fruto proibido !
ver o que outros não quer ver !
ter medo de ir por lugares , que
outros tem medo , você tem um
tesouro é esta sentado em cima ,
vigiando para ninguém pegar ...
ouse mais da vida , gaste um
pouco esse tesouro , com experiencia
vivida ...
O que adianta guardar esse tesouro ,
se não usar ! a ampulheta do tempo
esta correndo ... o universo esta em
constante movimento , você pertence
a ele !
Ganhe experiencia com todo esse
tesouro que o universo te deu ...

Inserida por joaojoy

Quando alguém falar mal de ti pelas costas,
não dês grande importância.
Entenda
que é uma pessoa
que faz da falsidade
o seu viés,
e sabe que se falasse na tua frente,
não teria argumentos
para dizer de ti
o que não és!

Inserida por EdeniceFraga