Mulher e Arte
É janeiro. Profunda sensação boa de começos, permite-nos observar a natureza e sua arte da jardinagem de verão. Com uma beleza desenfreada ao seu redor, faz com que acreditemos em dias melhores.
POR QUE JES SENTIU-SE TRAÍDO NO FIM DA SUA CARREIRA POLÍTICA?
A política, enquanto arte da boa governação e administração política e territorial, conduzir-nos-á para o auge. Mas, quando usada como meio de manipulação, levar-nos-á à decadência e ruína.
JES foi um dos presidentes em África que, durante a sua governação, o povo angolano teve prosperidade, através das relações diplomáticas que ele teve e manteve com outros países, tanto na África, América, Ásia e Europa. Essas relações fizeram com que ele fosse conhecido e aceite em outras partes do mundo, o que fez de Angola ser um dos países cobiçados pelos empresários e comerciantes internacionais. Por esta razão, durante a governação de JES, o povo teve: educação, saúde, emprego, bens e serviços. Não era dos melhores, mas era o melhor que ele fazia por Angola e pelos angolanos. Nunca se viu, na sua governação, o povo a mendigar o pão ou apanhar comida nos contentores de lixo. Foi mediador na reconciliação para se alcançar a paz em alguns países de África que estavam desavindos há anos. Enquanto estava no poder, era e foi constantemente elogiado e bajulado por aqueles que tiravam proveito da sua governação e outros que amavam riqueza e poder. Havia seguidores e grupos com opiniões e ideologias diferentes concernentes à governação de JES. Eles estavam divididos em cinco grupos, que eram: o partido, jornalistas, revolucionários, aproveitadores, fariseus e judaizantes. Todos eles apresentavam uma visão diferente da governação de JES. O partido anunciava que ele era amado e insubstituível, e os verdadeiros jornalistas publicavam os erros e a má gestão que muitos gestores públicos cometiam e faziam na sua governação, para que se corrigisse este mal e crime que se cometia na gestão pública. Revolucionários criticavam e denunciavam: roubos, peculatos, desvios e a desumanidade que muitos dirigentes, deputados, militares e gestores cometiam em pleno exercício das suas funções. Os aproveitadores, fariseus e judaizantes (Judas) criavam rebanhos e promoviam neófitos e gado com a finalidade de bajular e idolatrar a imagem de JES. Alguns foram até mais distantes, chegando ao ponto de fazer veneração à sua imagem. Vendo que isto não era suficiente para conter o fanatismo que alimentavam por JES, enquanto presidente e líder do partido no poder, compravam e corrompiam a mente de líderes religiosos e alguns pastores para incentivar seus membros (ovelhas) a fazerem culto de personalidade e até idolatria da imagem dele. Este grupo, como tinha relação, amizade e aproximação com ele, explorou a sensibilidade de JES, incentivando-o a perseguir os jornalistas, revolucionários e até políticos que eram a favor da justiça e da boa governação. Afirmando que ele governaria melhor e estaria livre se esses opositores, críticos, revolucionários e filósofos fossem eliminados. Os que eram contra a boa liderança e boa governação davam apoio e até conselhos para que ele seguisse. Mostravam, pelas suas atitudes, que estariam com ele até às últimas instâncias e circunstâncias. Mas, quando chegou o momento de ele se aposentar da carreira política, os aproveitadores, fariseus e judaizantes foram os primeiros a lhe abandonar, desprezar e humilhar. Esqueceram-se de todo o bem que JES lhes fizera enquanto presidente e líder do partido no poder (MPLA). Uns, mesmo sabendo que, sem JES, não gozariam de imunidade, mesmo assim lhe desprezaram. Em vez de gratidão, deram-lhe como agradecimento: ingratidão, desprezo e silêncio. Isto, no momento em que ele mais precisava do apoio, conselhos e aproximação deles. Apesar de todo apoio e generosidade que JES concedeu a eles, mesmo assim desprezaram-no. Vendo isto, JES sentiu-se traído, abandonado e humilhado por aqueles que ele ajudou, no momento em que eles mais precisavam. Por esta razão, JES preferiu passar o resto da sua vida na Espanha, distante do solo angolano e daqueles que o traíram. Ele tomou essa atitude para simbolizar o seu desapontamento e tristeza, porque viu e sentiu a dor de ser abandonado pelos seus amigos, colegas, camaradas e compatriotas. Chegou à conclusão de dar razão a Deus, dizendo: “Maldito o homem que confia no homem igual.” Se soubesse que o meu fim seria assim, não teria criado lobos, hienas e serpentes durante a minha governação, e muito menos teria convivido com eles. Numa reunião familiar, lamentando e chorando, disse aos seus filhos: “Nada é para sempre...”
"Sou apenas um livro ambulante, propenso na retórica de um idealista atraído pela arte de escrever."
"Ter uma vida com Deus não é uma técnica de exibição, método ou arte. É ter comunhão de caráter com a santidade de Cristo, mediante a prática cúltica de sua palavra."
"A leitura é uma arte não apreciada por muitos, que resulta em interpretações equivocadas por uma compreensão deturpada da razão."
"A arte do saber mais, torna você menos escravo de status... O coloca em um patamar acima da linha da arrogância e ignorância, além disso, liberta você de um sistema que o enxerga, apenas como um parafuso solto de uma engrenagem quebrada."
"A arte da reciprocidade é uma das minhas melhores qualidades. Cada gesto, palavra ou ação é uma pincelada na tela da minha resposta."
"Pratique a arte de parecer despretensioso, fazendo o complexo parecer instintivo e o extraordinário, ordinário."
"A essência do poder está na 'sprezzatura': a arte de realizar grandes feitos com aparente leveza, escondendo o esforço e revelando apenas o fascínio do resultado."
"O tempo se curva àqueles que dominam sua arte: a espera estratégica, a manobra tática e o ataque fulminante."
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