Mulher com Cara de Menina

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Cada mulher carrega sua própria história, traumas, sonhos, manias. Conheça-a. Descubra o que faz seus olhos brilharem e o que faz seu coração pesar.

Amar uma mulher não é apenas decifrar suas palavras ou antecipar seus gestos. É enxergar além, perceber as marcas que a vida deixou nela.

O primeiro passo para ser um Homem honrado, é saber honrar e respeitar a mulher.

"Recusamos a condição de meras espectadoras do nosso país. Quando a mulher negra se coloca como sujeito da sua própria história, a estrutura inteira precisa se mover."

"O trabalho da mulher negra sustentou o passado deste país; a consciência e a ação da mulher negra é o que vai emancipar o seu futuro."

Relacionamento. O papel da mulher é ser companheira do homem, e não o homem ser companheiro da mulher. A mulher independente não aceita isso, se sente só porque recusa ser companheira do homem cumprindo o papel dela. O companheiro deve ser a prioridade.

Dificilmente um homem que gosta de dinheiro e carros quer só uma mulher, boa parte pensa nessas coisas exatamente para atrair mais mulheres e as mais bonitas.

Manifesto: O Fim do Sufoco
É impossível aceitar ver uma mulher sofrendo e se humilhando por um homem 'pequeno'. Alguém que não merece ser chamado de homem e nem comparado aos animais, pois até um cachorro pode ser mais ético e afetuoso do que um ser que só pensa no próprio ego e vive de soberba.
É ridículo ver um homem que ridiculariza a companheira — seja ela esposa, noiva, namorada, mãe ou amiga. Homens que tentam rebaixar a mulher, controlando a roupa que ela usa ou exigindo que ela se troque, achando que, só por terem dinheiro, podem comprá-lo.
Mulher não é objeto, não é brinquedo. Mulher é preciosa.
Aquele que menospreza a dona de casa, dizendo que ela 'não faz nada', deveria tentar fazer o serviço sozinho para sentir o peso da rotina. É covardia fingir que não ouve quando ela fala, ou agir com indiferença. Nenhuma mulher deveria carregar o peso de um sobrenome ou o medo de ser livre. Ninguém merece ser humilhada ou desprezada justamente quando está doente ou vulnerável.
Se o homem está mal, que procure terapia, mas que não desconte suas frustrações em quem está ao seu lado. Mulher não nasceu para bancar vício de 'otário' nem para aceitar monstro camuflado de 'homenzinho'. Respeito não é opcional, é o mínimo.
"Peço desculpas aos homens de verdade, pais de família honestos e companheiros leais que lerem isso; sei que vocês existem e honram quem amam. Minha fala não é um ataque a todos, mas um desabafo necessário contra aqueles que usam uma máscara de decência para esconder o desrespeito"

QUERO SER UMA MULHER...
Que tem fé como Sara, para rir no futuro diante do impossível.
Corajosa como Ester, para se posicionar e vencer os gigantes com graça.
Sábia como Abigail, para agir com prudência e edificar onde há caos.
Leal como Rute, para honrar os laços verdadeiros e caminhar com firmeza.
Perseverante como Ana, para orar em silêncio até a promessa florescer.
E que sabe obedecer a Deus como Maria, entregando os passos Àquele que tudo governa.

O mérito e o reconhecimento são importantes, mas a mulher verdadeiramente valorosa e virtuosa sabe que o seu real valor não se perde. Ele está moldado na rocha da honestidade, alimentado pela empatia e solidariedade, e fortalecido pela união e pela força que carrega na alma

Uma mulher que conhece o seu valor não vive de justificativas, vive de conquistas.
Siga firme⁠
🙏💙💚

Vamos chocar a maioria da sociedade comigo?
É só uma mulher falar que quer se casar, ter mais de um filho e que filhos são uma bênção, e que o lugar que ela gosta de ficar é em casa e quer apenas dividir sua vida com uma pessoa, que muitas vão te dizer: “Nossa, isso não é liberdade”. Mas afinal, a liberdade não é exatamente o que você quer fazer, e não o que o outro acha que você deve fazer.

Certa vez, uma mulher pediu a Deus que colocasse um homem bom em sua vida, pois estava cansada de ser maltratada em seus antigos relacionamentos. Deus respondeu: “Não se preocupe, eu irei te enviar o amor da sua vida”. Passados alguns anos, essa mulher voltou a falar com Deus novamente: “Deus, você não me prometeu um homem bom? O que apareceu depois da sua promessa foram homens exatamente iguais aos que eu já tive”. Deus respondeu: “Eu te enviei o homem, sim... mas você escolheu ser apenas amiga dele”.

Um dia nas redes sociais,
Vi uma fotografia linda demais,
Uma mulher bonita sem igual,
De encanto e beleza natural,
Da adolescência a terceira idade,
Pessoa de essência e verdade,
Fizemos amizade de verdade,
Para durar para eternidade,
O nome dela é Sonia Martins,
Uma mulher de beleza sem fim.

Você será uma mulher tão bela
Quer vivi sempre na janela em um temporal de amor
Pois se vc ainda não tem dono
Eu quer vivo no abandono
Quero o seu amor
Veja se não serei inferior assim
Eu gosto de você e você nunca olhou para mim
Meus olhos são fontes de chorar de dor
Se amar é um pecado
Eu seria um pecador
Mas também sou um homem tenho direito ao seu amor
Wendel alves

Sei que você é uma mulher forte, e que o teu chão sumiu muitas vezes, sei também o quão é difícil.
Existe até o medo de amar e ficar dependente.
(Saul Beleza)

*Mulher, Poema Inteiro*

Faço poemas pois existe uma mulher,
desde a mãe que reza baixo ao pé da cama,
até a amada amante que acende a chama
com um só olhar de quem entende e quer.

A menina moça que carrega o mundo
no caderno aberto e no riso solto,
tropeça em sonhos, levanta em tumulto,
e escreve o futuro no segundo.

E a moça flor que desabrocha em calma,
tem pétala no gesto e raiz na alma,
perfuma a casa, a rua, a vida inteira
sem pedir licença pra ser primavera.

Faço poemas pois mulher é verbo:
nasce, cuida, luta, ama, inventa.
E quando o verso pensa que termina,
ela recomeça o ponto onde ele sentiu saudade.
(Saul Beleza)

Observei que havia uma mulher fechando a porta, eu corri ao encontro dela...


Enquanto eu corria, o segurança ficou sem entender nada, só olhando.


Mas, ao chegar perto dela, cansada, exausta de caminhar e faminta...


Perguntei "aqui é a assistência social?" Ela "sim".


Comecei contar a história...


Ela me olhou gentilmente e abriu a porta novamente.


Não perguntou mais nada.


Fez uma ligação, chamou uma combie e disse: "em 15 minutos, vocês vão ser encaminhados para um abrigo no Deus quer" ...


Em menos de 15 minutos, a combie chegou!!


Fomos levados para esse bairro, bem distante do centro.


Chegamos creio que 1 da tarde, lá!!


Nos acolheram, deram um quarto para nós com beliches, muito limpo, lençóis, creme dental, escova de dentes, sabonete e antitranspirantes.


Falaram que podíamos ir tomar banho e ir comer.


Foi a primeira refeição mais feliz da minha vida, e creio que a dos meus irmãos e da minha mãe também.


Finalmente estávamos livres, em paz e acolhidos. Sem violência, sem torturas...


Era um abrigo onde ficava mulheres que sofriam violência doméstica com os seus filhos.

Você, homem ou mulher, foi ensinado a temer o fim do mundo como se ele fosse um evento externo, espetacular, definitivo. Um clarão no céu, uma guerra final, um colapso irreversível. Desde cedo, você aprende a olhar para fora em busca de sinais de destruição, enquanto ignora o desgaste silencioso que acontece dentro. Toda vez que crises se acumulam, que conflitos armados explodem, que economias entram em colapso, alguém repete o mesmo anúncio antigo: agora é o fim. E você quase acredita, porque essa narrativa poupa você de olhar para a parte mais incômoda da verdade.



O mundo não está acabando. O que está em curso é outra coisa, mais lenta, menos cinematográfica e muito mais íntima. É a progressiva desconexão do ser humano consigo mesmo. É a normalização da indiferença, a substituição do pensamento pela reação automática, o abandono da responsabilidade pessoal em nome de sistemas, ideologias ou sobrevivência imediata. Você chama isso de caos global, mas o nome mais preciso é erosão interna.



A Terra permanece. Ela sempre permaneceu. Antes de você existir, ela já assistia a civilizações inteiras nascerem, prosperarem e desaparecerem. Ela viu impérios que se diziam eternos virarem ruínas turísticas. Ela testemunhou religiões dominantes se tornarem notas de rodapé na história. Nada disso a abalou. O planeta não depende da sua organização social, da sua moeda ou da sua narrativa de progresso. Quem depende é você.



Quando você diz que o mundo está acabando, você está falando, sem perceber, da falência de um modo de viver que já não se sustenta. Você está falando da exaustão de um modelo que exige produtividade sem sentido, relações descartáveis, competição constante e anestesia emocional. Você sente o peso disso no corpo, mesmo que não saiba nomear. Sente no cansaço crônico, na ansiedade difusa, na sensação de estar sempre correndo atrás de algo que nunca chega.



O anúncio do fim do mundo se repete porque ele funciona como uma válvula de escape psicológica. Se tudo vai acabar, então nada precisa ser profundamente revisto. Se o colapso é inevitável, você se isenta de responsabilidade. Você pode continuar vivendo no automático, repetindo padrões herdados, adiando escolhas difíceis. O apocalipse vira uma desculpa elegante para a inércia.



Mas observe com atenção. Geração vai, geração vem. Sempre houve guerras. Sempre houve fome. Sempre houve injustiça. O que muda não é a existência do conflito, mas a forma como você se relaciona com ele. Hoje, você consome o sofrimento como conteúdo. Você assiste à destruição em tempo real, entre um vídeo curto e outro, sem metabolizar nada. A dor vira ruído. A tragédia vira estatística. E você segue, cada vez mais distante da própria sensibilidade.



Esse distanciamento não acontece de uma vez. Ele é construído em pequenas concessões diárias. Você aceita um trabalho que te esvazia porque precisa pagar contas. Depois aceita silenciar valores para manter estabilidade. Em seguida, normaliza relações rasas porque não tem energia para profundidade. Quando percebe, você não sabe mais o que sente, apenas reage. Não é o mundo que está em ruínas. É o seu contato consigo.



A ideia de que o mundo vai acabar também carrega um desejo oculto. O desejo de que algo externo resolva o que você não quer enfrentar. Um colapso total dispensaria decisões individuais. Não seria mais preciso escolher com consciência, sustentar limites, rever prioridades. Tudo seria varrido de uma vez. Esse desejo não é consciente, mas ele existe. Ele nasce do cansaço de viver sem sentido.



Só que o mundo não colabora com essa fantasia. Ele continua girando, indiferente às suas previsões apocalípticas. Enquanto você espera o fim, a vida segue exigindo presença. O tempo continua passando. O corpo continua envelhecendo. As escolhas continuam acumulando consequências. Não há pausa cósmica para quem está confuso.



O que realmente está em crise é a forma como você foi ensinado a existir. Uma forma baseada em comparação constante, medo de ficar para trás e uma busca incessante por validação externa. Você mede valor por desempenho, sucesso por visibilidade, felicidade por aparência. Esse modelo adoece porque ignora algo básico: você não é uma máquina de produzir resultados. Você é um ser humano que precisa de coerência interna.



Quando essa coerência se rompe, tudo parece um fim. Relações desmoronam. Profissões perdem sentido. Crenças se mostram frágeis. Você chama isso de colapso civilizacional, mas é também um colapso de identidade. Quem sou eu sem os papéis que desempenho? Quem sou eu sem as promessas que me venderam? Essas perguntas assustam mais do que qualquer guerra distante.



O discurso do fim do mundo também mascara uma recusa em amadurecer. Enquanto você acredita que tudo está prestes a acabar, você se mantém numa posição infantil diante da existência. Espera que algo maior decida por você. Espera que líderes, sistemas ou catástrofes definam o rumo. A maturidade começa quando você aceita que não haverá resgate coletivo. Haverá apenas escolhas individuais feitas em contextos imperfeitos.



Isso não significa negar a gravidade dos problemas reais. Guerras matam. Crises econômicas destroem vidas. Sistemas são injustos. Tudo isso é concreto. Mas nada disso elimina a sua responsabilidade sobre como você vive, pensa e se relaciona. Você pode estar em um mundo caótico e ainda assim escolher lucidez em vez de anestesia. Pode escolher consciência em vez de cinismo.



A Terra não pede que você a salve. Ela não depende da sua angústia. Quem precisa de cuidado é você. Cuidado no sentido mais radical da palavra. Atenção honesta aos seus padrões. Às narrativas que você repete sem questionar. Às crenças que te mantêm pequeno enquanto fingem te proteger.



O verdadeiro apocalipse não vem com sirenes. Ele acontece quando você abandona a capacidade de sentir, refletir e agir com integridade. Quando você terceiriza sua consciência. Quando você se convence de que não há alternativa, mesmo sem ter explorado nenhuma profundamente. Esse fim não vira manchete, mas ele molda uma vida inteira.



Você não precisa esperar que o mundo melhore para começar a se reorganizar internamente. Essa espera é outra armadilha. A história mostra que o mundo raramente oferece condições ideais. Mesmo assim, pessoas lúcidas existiram em todas as épocas. Não porque eram otimistas, mas porque eram responsáveis por si.



Geração vai, geração vem, e a Terra permanece. O que muda é o nível de presença com que cada ser humano atravessa seu tempo. Você pode atravessar este momento repetindo o coro do fim, ou pode atravessá-lo como alguém que decidiu parar de fugir de si. Não é uma decisão confortável, mas é uma decisão adulta.



Este texto não existe para te acalmar. Existe para te lembrar de algo que você já sabe, mas evita encarar. O mundo não vai acabar para te poupar do trabalho interno. Ele vai continuar, exigente, indiferente, fértil. E você terá que escolher se vai seguir se perdendo em narrativas de desastre ou se vai recuperar o fio da própria consciência.



Não há promessa de redenção coletiva. Não há final épico. Há apenas a possibilidade diária de alinhar pensamento, ação e responsabilidade. Isso não salva o mundo. Mas impede que você desapareça de si mesmo enquanto ele segue existindo.



E talvez seja isso o que realmente importa.

Hoje sonhei com uma mulher negra e uma criança. Eu estava na África. Ela era artesã, e eu a chamava para vir para Barra do Corda, porque lá ela não tinha como vender nada, mesmo tendo muito talento.


Depois, sonhei com a vizinha daqui organizando um grande churrasco. Ela colocava convites do tamanho de duas folhas A4, pendurados em um cordão com prendedores de roupa. Estavam muito altos, praticamente na altura do céu.


Em seguida, sonhei com uma mulher árabe se escondendo de muçulmanos. Não entendi bem, já que era a mesma religião, mas ela tinha medo de que descobrissem que também era muçulmana. Eu a escondia.


Depois, sonhei com um homem que foi amarrado dentro de um carro e jogado em uma gruta cheia de outros carros, todos luxuosos.


No final, eu queria salvá-lo. Mas, de repente, eu era ele, tentando retirar as fibras que prendiam meu pé. Acabei me escondendo de uma pessoa que fazia parte de uma família muçulmana… e então acordei, kkkkk.