Mulher com Cara de Menina

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⁠Menina apaixonada
Com dedicação você se faz surtada
Surtada, mas é um surto bom
É um surto apaixonado... E um surto de coração
Em um curto momento o seu surto é preocupante
É um surto que dá susto
É um surto discrepante
Mas mesmo assim eu não me afasto
Sou todo esperança e ainda sou apaixonado
É um surto que dá susto, volto a repetir
Não consigo me encontrar sem seu surto nesse mundo
Mas menina apaixonada, seu surto é mesmo inevitável
E volto a dizer que ainda estou apaixonado!

Ainda existe em mim, uma menina pequenina e desarmada de riso fácil.
Mas eu para proteger essa menina, arranjei outra mulher corajosa, fria, combativa, desconfiada, que sabe que as coisas se conquistam palmo a palmo, que não acredita que, nos outros possa haver algo de gratuito e despojado. Uma mulher que cresceu, afirmou-se e impôs-se porque era inteligente.
Como todos os lutadores quero tudo simples, claro e prático, já sei o que é a verdade e o erro...mas no meio de tudo isso, ainda gosto de poesia, acredito em promessas e no amor.

Sorri, por entre as lágrimas, como a menina que fui, já não agarrada à mão da minha tão amada avó, mas para sempre, presa a ela, por lindas penas brancas a esvoaçar até ao Céu.

-'Chega de sonhar', ele me disse. 'Vê se cresce menina!'
Peguei uma canetinha preta e desenhei um ponto bem grande na cara dele.
Disse furiosa: 'Olha no espelho!'. Ele olhou. 'Mas o que é isso?' - perguntou curioso.
-'É um ponto. Tô dando um ponto final em você'.
Depois de uma pausa de ambos, continuei:
- 'mas i, olha lá - o ponto tá virando um buraco negro no universo e tá sugando você todinho para dentro dele'.

- isso é o que acontece com quem quer acabar com meus sonhos!

⁠Quem és tu bela menina
De sorriso cativante
De brilho no olhar
De carinho no abraçar
Quem és tu bela menina
Que tropeça e
Pernas tremem
Ao se levantar
Quem és tu bela menina
Que a alma gemi
Não de dor triste
Mas de alegria e contentamento
Quem és tu bela menina
Que quem a olha
Enxerga
A beleza dos teus olhos
A alma límpida
O coração puro
Enfim
O ser mais lindo de se vê

A Bela Brigeta no Caminho Florido
Era uma vez
Uma menina chamada Brigeta.
Ela amava flores.
Flores pequenas, grandes, coloridas.
Flores que dançavam com o vento
E sorriam para o sol.
Um dia, Brigeta ouviu falar
De uma trilha encantada,
Onde as flores nasciam
Como num sonho!
Curiosa, pegou seu chapéu,
Um sorriso e saiu a caminhar.
Logo na entrada,
Viu um lírio branco —
Tão puro quanto a neve!
Mais à frente,
Um narciso amarelo
Brilhava como o sol da manhã.
E, um pouquinho depois,
Uma hortênsia azul,
Azul como o céu lá no alto!
Brigeta abriu os braços e riu:
— Bem que diziam!
Neste caminho só mora a beleza!
Mas, assim que fechou a boca,
Seu olhar se encheu de encanto:
Diante dela, uma rosa vermelha,
Vermelha como o coração!
E então Brigeta pensou, suspirando:
“Como é linda a estrada da vida,
Com tantas flores
Colorindo o caminho.”

⁠Menina bonita, confusa, não sabe o que quer.... Tenho medo de amar...
O amor é uma assombração, medo de se perder... que vontade de correr....
Me dá, me entregar? Porquê? Para quem?
Isso me assusta e me dá insegurança, medo...
Não vou me entregar, me dar...
Vou lutar contra mim mesmo, porque não aprendi amar....

Coração de menina...
Tem a delicadeza dos anjos,dos sonhos de amor,dos contos de fada,e o desabrochar de uma flor,uma borboleta a sair do casulo,tem o dom da bondade,o jeito de princesa,é pura vaidade mas só na delicadeza,coração de menina é anjo vindo do céu para encantar nossa vida enviadas de Deus.

Aprendendo regular dopamina




Menina nascida na cidade do barulho, já com a vida cercada de muros.
Recebida não com colo, mas com sentença.
Chamaram-na excesso antes de ser presença.
Aprendeu cedo que amor, em certas casas, é moeda rara e grito frequente.


Cresceu calibrando o próprio pulso pelo humor de quem deveria cuidar e dar o exemplo,
lendo o clima como quem estuda tempestades para sobreviver.
Hiperalerta.
Hiperativa.
Hiperconsciente.


O sistema nervoso virou quartel.
O coração, radar.


Enquanto era chamada de vários nomes que podem ferir,
ela decifrava o mundo pela tela azul da madrugada,
internet discada como portal secreto,
ICQ piscando como farol de outro continente,
músicas baixadas em silêncio,
fitas gravadas como quem arquiva provas de que existe beleza.


Trancada, mas não pequena.
Sozinha, mas não vazia.


Ela estudava pessoas como quem estuda maré.
Observava. Comparava. Não engolia narrativas prontas.
Sua mente nunca coube em moldura doméstica.


Quando o portão abria,
virava oceano.
Skate no asfalto,
corrida na areia,
prancha rasgando a água,
dopamina como milagre bioquímico,
liberdade como direito ancestral.


O mar não gritava com ela.
O mar respondia.


Ali descobriu irmandade feminina,
descobriu biologia como idioma do planeta,
descobriu que justiça não é conceito e sim
instinto.


Desde criança defendia quem nem gostava,
porque desigualdade lhe doía na carne.
Onça quando preciso.
Silêncio quando estratégico.
Memória absoluta quando traída.


Ela não guarda ódio.
Ela arquiva.


Inteligente o bastante para liderar,
sensível o bastante para sentir antes de acontecer.
Sonhos lúcidos, pressentimentos,
um tipo de percepção que não cabe em manual clínico
nem em catecismo.


Chamaram-na intensa.
Era apenas desperta.


Confiou demais,
porque quem ama com verdade não imagina cálculo alheio.
Teve ideias roubadas,
amizades rasgadas,
lealdades quebradas.


E mesmo assim continuou oferecendo água num mundo que vende sede.


Há nela uma dualidade quase mitológica:
a menina que sobreviveu à casa em guerra
e a mulher que escolheu proteger águas e florestas.
Trauma e missão dividindo o mesmo corpo.


Ela se trata.
Regula a dopamina.
Aprende a dialogar com o próprio sistema nervoso como quem domestica um cavalo ferido sem quebrar sua força.


Não precisa mais viver em modo incêndio.
Pode viver em modo construção.


Às vezes o passado aciona alarmes invisíveis
e a tristeza senta ao lado.
Mas agora ela sabe nomear o que sente
e nomear é poder.


Há quem diga que ela carrega memórias de outras eras,
que já andou por sombras antigas
e retorna vida após vida tentando equilibrar a balança.
Talvez mito.
Talvez metáfora.
Talvez apenas a forma poética de explicar
por que alguém tão jovem carrega tanta responsabilidade.


Ela é virgem na análise,
áries no impulso,
escorpião na emoção,
tigre na defesa,
oceano na profundidade.


É abrigo para segredos.
É ombro firme.
É aquela que chega quando todos vão embora.


E, paradoxalmente,
ainda se pergunta por que foi rejeitada no início.


A resposta não está nela.
Nunca esteve.


Ela nasceu inteira demais
para caber em lugares rasos e pequenos.


Agora caminha com o aperto no peito de quem enxerga o mundo ruir, a
geopolítica em combustão,
a natureza saqueada,
os heróis sociais e ambientais tombando pela missão,
e mesmo assim escolhe plantar.


Porque há pessoas que vieram para consumir.
E há as que vieram para criar e cuidar.


Ela não é ingênua.
Ela é deliberadamente boa.


E isso exige mais coragem
do que qualquer guerra.

Não se engane com o calendário: há maturidade em quem tem 20 e uma alma de menina em quem já passou dos 30

Interesse


Meu interesse é viver uma paixão. Menina
Meu interesse é viver um grande amor. Menino


Meu interesse é muito raro não me desanima
É a paixão que dura um dia inteiro e a tarde termina
Meu interesse é longe distante de qualquer caminho
É o lenço que foge das lágrimas e chora sozinho


Meu interesse é viver uma paixão. Menina
Meu interesse é viver um grande amor. Menino


Meu interesse é um subir pra baixo descendo pra cima
É o punho girando o pandeiro dessa minha sina
Meu interesse não soma valor nem é levado em conta
É o sorriso no rosto menino depois que apronta
Meu interesse é entrar de cabeça na paixão menina
Não está escrito no bilhete aonde ela termina
Meu interesse é viajar na frente desse amor menino
Até que o samba alegre dessa vida chegue ao seu destino

Na época de escola
Eu gostava de uma menina
Hoje ela tem 56
E eu continuo gostando dela

Sou feita de travessias.


A menina de dezessete
ainda corre em mim
com folhas da Floresta da Tijuca
presas nos cabelos
e o gosto ácido de sonhos
na boca.


Mas hoje caminho mais devagar.
Carrego filhos nos braços,
culpas no peito,
e um espelho que às vezes
não me reconhece.


Entre o pão da pressa
e a fome que não é de comida,
procuro aquela que eu era —
não para voltar atrás,
mas para me reencontrar inteira.


Sou mãe,
sou mulher,
sou chama baixa que insiste.


Ainda quero o mundo.
Só estou aprendendo
a caber nele
sem deixar de caber em mim.

Menina borboleta
nunca percebeu
que o jardim morava dentro
carregava primavera nos olhos
vento nos cabelos
e um silêncio cheio de cor
aprendeu que crescer
não é deixar pétalas pelo chão
é criar asas
mesmo com medo
menina borboleta
abrindo o mundo devagar
sem pressa
só luz

⁠Acelera aí menina.... Foguete não tem ré e muito menos tem freio, Adiante! Só pare quando chegar no ponto final.

⁠Simplismente sorrio como forma de gratidão, a menina cresceu e hoje ela não chora mais em vão.
Chorar agora só se for de felicidade!

Era só uma menina
Lutando para vencer
Exemplo que ensina
Nunca desistir de ser
Insistência em ser feliz
Realizar seu maior prazer⁠

A menina na cozinha,
muitas louças pra lavar.
A casa inteira em desalinho,
muita coisa pra arrumar.
Se aproximou da pia,
começou a esfregar.
Mas no meio da rotina,
começou a imaginar.
Nada muito coerente,
mas ela estava contente.
Perdida nos próprios sonhos,
sorrindo docemente.
Enquanto lavava os pratos,
via estrelas no azulejo,
transformava o barulho da água
em música e desejo.
Entre espuma e porcelana,
criava mundos sem peso,
pintava cores no dia
e dançava no seu devaneio.
O tempo foi passando,
ligeiro como o vento.
E ela, feliz por dentro,
morava no pensamento.
Quando olhou para a pia,
já não havia o que lavar.
Suspirou, satisfeita:
“Consegui terminar.”
Mas ao virar-se devagar,
o coração deu um salto —
a casa ainda a esperava,
silenciosa no seu espaço.
Ela ficou parada.
Sorriu de canto.
Porque os sonhos são leves…
mas o chão
sempre está lá.

⁠Um homem tinha um casal de filhos. A menina se chamava BORA. E o menino, BILL.
Eles tinham que chegar rápido num determinado lugar. Estavam a pé!
O pai era rápido e deixava os filhos para trás. Até que ele parou, olhou para trás e disse: comé que é? BORA BILL!!!

🧙🏼‍♂️

Menina: Por que eu ainda sinto isso? Por que meu peito aperta toda vez que ele some?

Cérebro: Porque você insiste em se apegar ao que te faz mal. Não vê que isso só te destrói?

Coração: Porque sentir dói… mas também é o que me faz viver. Cada lembrança, cada sorriso, mesmo que distante, ainda vale.

Menina: Mas e se eu me machucar de novo? E se ele me deixar sozinha mais uma vez?

Cérebro: Vai se machucar, sim. E é justamente por isso que você deveria parar de se enganar. Amor não precisa ser sofrimento contínuo.

Coração: Machucar faz parte… Mas não significa que não valha a pena. Amar é se arriscar, mesmo com medo. Mesmo com cicatrizes.

Menina: Então… o que eu faço? Quem eu escuto?

Cérebro: Escute a lógica. Proteja-se. Pare de sofrer pelo mesmo erro.

Coração: Escute a esperança. Deixe-se sentir. O que é verdadeiro sempre encontra um jeito de voltar.

Menina: Eu… eu não sei se consigo.

Cérebro: Então se prepare para a dor, porque a vida não vai esperar.

Coração: E mesmo assim… não desista. O amor não é só dor. É também tudo que faz a vida ter cor.