Muito bom
É muito bom quando desfruto
de uma noite modesta,
entretanto, profusamente agradável
graças a uma taça calorosa
de simplicidade e bastante entusiasmo
à semelhança de um poema de poucos versos, mas de intensos significados.
Confesso que nunca fui muito bom em matemática, mas consegui aprender algumas coisas, pois quero que nossas felicidades sejam somadas,que possamos dividir um amor elevado ao quadro resultando na nossa reciprocidade,
subtraindo a tristeza um do outro,
vivendo juntos numa proporção de cumplicidade entre perdas e ganhos.
O futuro é sempre uma incógnita,
mas até lá, podemos seguir calculando, somando nossas vivências, multiplicando nossas histórias numa equivalência de sentimentos, de vontades, partilhando uma porcentagem de vitórias que seja superior a das adversidades.
Não existe uma fórmula exata para um relacionamento dar certo, porém, graças a Deus, podemos chegar no resultado mais próximo possível
e quanto ao resto, vamos aprendendo a lidar, és a mulher que quero acrescentar na minha vida, que eu possa também somar, portanto, minha querida, vem comigo calcular.
Tem uma coisa que eu sou muito bom, sou bom em não ser bom em nada... Ao admitir minhas incoerências e falhas, percebo que me curvo a uma verdade dolorosa, minha identidade se fragmentou quando meu corpo e minha mente falharam. Reconhecer essa “incapacidade” sem me ressentir é um ato de amor próprio que ainda carrego como ambiguidade, saber que posso “não ser bom” em qualquer coisa, mas ainda assim mereço existir.
O meu silêncio poderá ser a maior resposta: de algo muito bom ou que camsei de falar e desisti. O que anteceder será um dos maiores indícios.
Desde pequeno gosto de ser muito bom com todos aqueles que foram esquecidos, abandonados e se tornaram infelizes pelos caminhos. Sempre soube que os que muito precisam, são tão carentes que não conseguem ter agradecimento e reconhecimento, fácil. São os ossos da dor onde qualquer pequeno gesto de amor, carece. Mas a vida segue, e um dia eles percebem.
Os olhos condenam o Brasil mas o coração perdoa, afinal o povo é muito bom e tem por profissão a esperança.
É muito bom partir. Ir de encontro aos nossos planos, sonhos e desejos, porém, voltar é muito melhor. A volta revigora, nutre, preenche. Dá-nos a sensação de aconchego, de partida com gosto de chegada, de abraço apertado. A volta, é uma referência de que temos um paradeiro e isto nos conforta. Partir é bom, voltar é necessário.
Conexão é muito bom, quando é recíproco, mútuo, e especificamente quando essa pessoa é livre (não casada)
Lms
