Mude teus Conceitos
teus olhos verdes, uma floresta inteira e uma grama que se estende ao horizonte.
tuas palavras tão sábias, mas com tanta dor, querida.
você me fez entender o sentido, os motivos, os por quês e a profundidade humana.
teu coração tão sofrido, mas tão belo, meu anjo loiro.
meus braços se coçam para tocar os teus intimamente em cada abraço e pele.
quero me fundir com a tua.
te beijar lentamente até que tu se vá e você perceba que estar comigo é o seu lugar.
tua voz macia canta ao pé do meu ouvido.
tua feição relaxada enquanto dorme ao meu lado, me provoca arrepios.
meus dedos traçam cada pedaço do seu corpo com cuidado e atenção.
e não me canso nunca de te olhar.
de ver você lendo livros e livros, dançar pela casa, vibrar com cada novo trabalho
e eu fico aqui do outro lado te vendo sorrir e me sentindo o homem mais sortudo por te ter e por você ser tão minha e eu ser tão seu.
você me deixa sem palavras, e eu me pego pensando: como ter mais dela? como segurar ela de forma leve para que nunca se vá? como beijar os lábios mais docemente? como fazer amor com ela de uma forma que ela sinta meu amor entre os poros, entre cada curva, em cada verso? como fazer ela me encontrar na poesia que é vê-la?
Em labirinto de melancolia, eis-me cativa dos teus olhos castanhos, faróis de fulgor inolvidável, que, como archotes, espancam as trevas da minha alma.
Cabrobó-PE; 05/03/25.
Na penumbra do desejo, corpos a dançar,
Olhares que se cruzam, a chama a se acender.
Teus lábios, um convite, um doce a saborear,
No ritmo da sedução, deixamos o mundo esquecer.
A pele que se toca, um sussurro no ar,
O calor da respiração nos faz enlouquecer.
Dedos deslizando, um jogo a provocar,
Em cada toque ardente, o amor vem se fazer.
Teus olhos são labaredas que queimam de paixão,
Um mistério profundo que me faz querer mais.
A noite é nossa aliada, não há limitação,
Entre sombras e sussurros, somos só nós dois iguais.
O desejo é um mar revolto que nos quer afogar,
Mas juntos navegamos nessa onda de prazer.
Na dança da entrega, não há o que hesitar,
Pois quando estamos juntos, tudo pode acontecer.
Memórias póstumas.
Meu maior erro foi ter... gostado dos teus abraços, do tempo que passávamos juntos, do modo como seus dedos acariciavam meus cachos e me relaxavam. Meu maior erro foi ter aceitado o seu afeto, as suas flores e ter acreditado que suas intenções eram boas.
Na nossa penúltima noite, vi estrelas, ganhei flores e amores...
Na nossa última noite, bebi taças de vinho que me levaram ao óbito; as flores murcharam, e o que eram amores se tornaram dores. Eu precisava ser amada, e você nunca soube me amar. Onde nós erramos, eu não sei, mas a única certeza que tenho é que nada é como antes.
Em minhas memórias póstumas, após a nossa última noite, vi a taça quebrada e meu corpo gélido no chão. Meu coração se recusava a bater, e o eterno me puxava...
Eu acreditava em reencarnação e, por isso, pedia que, se eu fosse viver novamente, nossas ligações de alma fossem quebradas.
Nos teus braços, o tempo silencia,
e no teu beijo, o mundo se desfaz—
somos eternos no instante em que
me perco em ti e te encontro em mim.
Strimani, meu amor, você é um encanto,
Com seu jeito doce, me faz perder o pranto.
Teus olhos brilham mais que a luz do luar,
E seu riso, ah, esse me faz delirar!
Às vezes eu fico pensando na nossa história,
Como um filme de comédia, cheio de glória.
Te vejo dançando na sala, cheia de graça,
E eu só posso rir enquanto a vida passa.
Você é a rainha do meu coração bobo,
Com você ao meu lado, nunca fico em apuro.
Teus abraços são como cobertores quentinhos,
E suas piadas, ah, são como docinhos!
Se a vida é um circo, você é a palhaça,
Com seu jeito divertido que sempre me abraça.
Juntos somos uma dupla tão divertida,
Um amor que ri e dança pela vida.
Então vamos celebrar esse amor tão sincero,
Com risos e abraços, e talvez um bolinho de mero!
Strimani, meu amor, você é meu melhor par,
E juntos nessa comédia vamos sempre brilhar!
Oceano de Desejo
Teus olhos, astros fulgentes do éter,
órbitas etéreas de luz sideral.
Raiam, qual fênix em voo insurrecto,
céfiro ardente em fulgor imortal.
Teus cabelos, lianas de ébano puro,
selva indômita onde o tempo se perde.
São véus de sombra, crepúsculo escuro,
no qual minh’alma, rendida, se excerde.
Teu toque, centelha dos deuses arcanos,
sopro que anima matéria e razão.
És fogo sagrado, mistério profano,
qual Prometeu a inflamar-me a mão.
Teus lábios, nectário de rubra alvorada,
vertigem etérea, veneno e elixir.
São ânforas de ambrosia encantada,
onde minh’essência se deixa esvair.
Tua voz, ressonância de harpas celestes,
melopeia que embala os ventos do Sul.
És verbo em cadência de rimas modestas,
eco sublime em silêncio azul.
Teu abraço, brumas que envolvem colinas,
manto que cerra os abismos do eu.
Nele me encontro, nele me perco,
qual náufrago absorto no seio de Orfeu.
Teu perfume é a brisa dos campos elísios,
orvalho em pétalas do Éden antigo.
Aroma que embriaga, que ilude, que enlaça,
feito narcótico de um sonho bendito.
E quando me fitas, o cosmos se curva,
as órbitas tremem, os astros vacilam.
És caos e ordem, princípio e ruína,
o alfa, o ómega, que em mim se destilam.
Oh, que seja teu amor minha sina,
tormenta infinita de luz e torpor!
Pois se és oceano que tudo extermina,
eu sou o abismo que clama por dor.
Sóneto.
És meu primeiro amor, e único
Em cada gesto, um abraço sincero
Teus olhos guardam um universo
De sonhos que guardo,em verso doce e terno.
Te encontro nas tardes de sol radiante,
No perfume das flores, no canto dos pássaros,
Teus gestos, um abraço e abrigo constante,
Meu coração canta, em nossos doces momentos.
Lembro das tardes de domingo, na igrejinha,
A simplicidade de um olhar que diz tudo,
Numa história que vive em cada sentimento,
Um amor que floresce, no mútuo respeito.
E mesmo que as estações passem vorazes,
Que o mundo lá fora insista em mudar,
Nosso laço é forte, não é feito de fases,
És meu primeiro amor, vou sempre te amar.
Agora e sempre, no caminho que traçamos
Teu nome gravado em cada batida
Este amor é eterno, em versos e planos
Meu único amor, és minha poesia querida.
Seus olhos carregam a melhor e mais gentil conversa que eu possa ouvir; Teus labios atingem os laços mais divínos que posso alcançar; Os beijos que sinto, quando há vejo, são desumanos à humanidade daqueles que não podem sentir; E meus sentimentos me levam a algo que eu não possa suportar, te amar.
"Me olhei no espelho e perguntei; 'Quem és?'
E ele sussurrou: 'Teus passos me moldam, sou tuas escolhas.'"
A cidade está tão iluminada mas não se compara com o brilho que tens, a Luz dos teus olhos é tão radiante, o teu sorriso é tão impressionante nunca vi nada igual a isso, saudades dos teus abraços aconchegantes que no calor dão frio e no frio calor, quem vontade de ouvir a tua voz é como a brisa do amanhã que acalma o meu coração.
Teus olhos refletem a velha infância, Carinho puro, amor em constância. Teu sorriso, farol na escuridão, Guia-me sempre, és meu coração.
Nas cordas da vida, tocamos canções, Com vozes unidas, sem interrupções. Aliança e Velha Infância se fundem, enfim, Na dança do amor que não tem fim.
Nos contornos suaves do teu corpo,
Uma beleza que encanta e seduz,
Teus seios pequenos, como flores no campo,
Despertam em mim um amor que reluz.
Delicados como a brisa da manhã,
Cada curva é um verso em poesia,
Amo a forma como a luz se irradia,
E como em teus braços encontro a paz que eu anseio.
São pequenos tesouros que guardam segredos,
Histórias de amor e risos partilhados,
Em cada toque, um mundo de enredos,
E nos teus sorrisos, os sonhos abraçados.
Oh, minha musa, tu és pura inspiração,
Teus seios são parte da tua essência,
E ao te amar, sinto uma explosão
De carinho profundo e imensa presença.
Então deixemos que o amor floresça,
Celebrando tudo que somos em união.
Em cada detalhe, uma nova certeza:
A beleza está na alma e no coração.
Oh, doce luz que brilha em meu ser profundo,
Teus olhos, estrelas que guiam meu caminho,
Em cada suspiro, um amor fecundo,
Teu riso é a melodia que eu anseio.
Quando a noite envolve o mundo em seu véu,
E a brisa suave embala a solidão,
É em teus braços que encontro o meu céu,
Teu toque é a chama que arde em meu coração.
Mas ah! Que dor se abate quando distante,
Se o tempo se arrasta e a saudade aperta,
Como um pássaro preso em seu canto errante.
Porém, mesmo na sombra, amor é certeza;
Nos laços eternos que nunca se quebram,
Nossas almas dançam em eterna beleza.
Quando eu me perder no vasto céu e me transformar em estrela, feche teus olhos e me sinta como a brisa suave que acaricia tua pele. Quando a chuva descer, saiba que não são apenas gotas, mas minhas lágrimas se fazendo poesia, tocando teu ser com a serenidade de quem nunca se foi. Ao caminhar pela praia, pisar na fria e molhada areia do mar, beije uma rosa e lance-a às ondas, pois ela será meu reflexo, e tu, sem saber, estarás me trazendo de volta, mesmo que por um instante. Se uma borboleta vir à tua frente, feche os olhos e escuta, pois é o sussurro da minha alma. Quando o canto de um pássaro atravessar o silêncio, entenda que sou eu, vindo na forma etérea do vento para te tocar. E, se por acaso, meu perfume te envolver, e alastrar teu quarto, respira fundo, pois estarei em cada molécula, sorrindo na fragilidade do instante, pois neste mundo a felicidade nunca foi minha, mas a essência da minha ausência habita nas pequenas coisas que despertam o toque da alma. Estarei lá!
Posso observar todas as estrelas do céu, mas nem uma me encantará tanto quanto o brilho dos teus olhos.
Por que te amo?
Por que te amo tanto?
Por que não resisto aos teus beijos?
Acho que é por causa dos teus encantos,
Escondidos em teus segredos.
Segredos que tento desvendar,
Nessas observâncias que eu faço na vida,
Não tenho medo de lutar por seu amor,
Basta apenas que você não desista.
Uns dos meus métodos é amar,
O outro é ser fiel,
Seguindo a jornada até conquistar,
A vitória doce como mel.
Por que eu não desisto de você?
Por que Insisto em prosseguir?
Sem você já não tenho um porquê,
E sem esse porquê,pra quê existir.
A jornada é até o final,
E o final é ao teu lado findar,
Dos meus temperos tu és o principal,
E sem você, não tenho motivos pra continuar.
Lourival Alves
Quando as encarou de frente
O que as árvores e teus medos te disseram?
Quais são as verdades que o vento te sussurrou?
Quais murmúrios dos riachos você ouviu?
Quantos quilômetros contigo mesmo você caminhou?
Talvez o que tenhas ouvido não tenhas conseguido decifrar
Ou nem tudo lhe foi desvendado
Quem sabe achaste aquilo que nem ao menos procurou
E procurou aquilo que não se pode encontrar
Segue com Fé pelo Caminho
Assim, quando as tuas respostas chegarem
E tuas dúvidas se esvaírem num brisa
Te olhando de frente estarei aqui
Com os ouvidos e coração aberto
Para poder te escutar
E caminharmos juntos uma vez mais
E se o vento ainda soprar perguntas sem respostas
E os passos ainda ecoarem incertezas na trilha
Que a jornada te ensine a abraçar o desconhecido
Pois nem sempre é preciso entender
Às vezes é necessário apenas sentir
E saber que nunca nesta vida
Se caminha realmente só.
