Mude Devagar

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⁠ Devagar.
"Com certeza não foi o tempo,
Pois ele continua na sua caminhada, vagarosamente.
Tecendo histórias de vidas sem predileção, ele não tem eleitos ou protegidos, passa igualmente para todos.
Certamente fomos nós que não soubemos ocupar esse espaço de tempo no tempo...
Nos achamos e nos perdemos, no mesmo tempo e não ao mesmo tempo...
Meias palavras carregadas de segredos. E no meio do caminho, um desvio. Faltou pouco para nos perdermos em labirintos. Levemente respiramos a distância e quase desaparecemos no meio do nada. Escrevemos juntos o que transbordava, e assim, nos derramamos. É nessas horas que o vento te carrega para mais perto de mim. Agora, nossas mãos seguram o tempo... Somos versos de um poema indefinido, a espera do caminho de volta. Se me der a mão, seguiremos juntos. Seremos pouso. Seremos encontros."
(Faby Poesias & Ricardo Mellen)

⁠A alma que confia floresce devagar.
Hoje é dia de seguir com fé,
sob a proteção de Deus.

- Joelma S Souza

⁠"Dando passos silenciosos e devagar, logo estou evoluindo."

AMOR
Quando chegares
Venhas devagar
Leve
Sereno
Sem pressa ...
Faça dos meus meus versos
en-cantos
E das minhas ilusões ...
Flores ,emoções
As melhores intenções
Abra a janela do meu coração
me vista de boas sensações
Me acaricie os sentidos
com calma
com alma
Me eleve
Me leve a um mundo
Onde meus sonhos possam ser
reais , bonitos
profundos
E-ternos !

A Estrada

Ontem eu fui vê-la
e na estrada eu nao sabia o que dizer
Fui devagar, mas do que de costume

E ela era só minha,
não existia ninguém, nem nada
nem morto, nem vivo
nem morte, nem vida, só eu...

E na estrada eu pensava o que dizer
meu coração acho que nem batia
ao contrário do meu estômago
Que quase nao parava, só remexia

E ao ver aquela estrada
me lembrei do meu amor
que também era só minha,
Era, é, vai ser, nao sei....

“Eu já não tinha mais esperança no amor…

Mas você chegou como uma brisa suave.

Entrou devagar na minha vida.

E, quando percebi;

eu já estava inteiro, vulnerável, entregue e sonhando acordado com um futuro ao seu lado.”

- Priscila de Araújo

Ponto de Ignição


Silêncio súbito.
O mundo gira mais devagar.
No peito, um vulcão adormecido
Sente a primeira rachadura no ar.


Não é barulho, é pressão.
Algo antigo, denso, pesado,
No corpo já não cabe mais.
É tempo. É novo. É fado.


Um fio de luz no abismo
Toca o íris, queima a retina.
E o que era apenas abrigo
Ruge, rompe, desatina.


Não há volta no instante
Em que o ser, profundo e cru,
Sabe: a casca já é fenda.
É hora de abrir-se ao mundo.

Ele começou a suspirar devagar para não chorar. O suspiro é o choro da boca.

Fincar é bão!
Nesse friozinho.
Devagar, com carinho.
Olhares de carneiro,
profundos,
penetrantes.
O tempo não existe.

Minha avó anda devagar, pq ja viveu o suficiente pra saber qui a pressa nao leva a lugar nem um...

Mesmo que não seja agora, Não se apresse, Não se confunda, Acredite em si mesmo e continue devagar, E assim diria que o seu esforço mudou a sua personalidade, Continue assim até esse momento chegar

A amizade é algo mágico, não tem cor, não tem raça, não tem distância. Surge devagar e, quando percebemos, já faz parte de nós.

A amizade é como árvore centenária, nasce devagar, mas cresce, floresce e dá o conforto da sombra.

Está fazendo um ótimo papel - disse ele devagar - Mas aposto que está sofrendo mais do que deixa transparecer.

O tempo passa para todo mundo. Para uns passa depressa e para outros ele passa devagar.

Hoje eu quero um vinho e a sua presença...me abraça devagar,me beija e me faz esquecer...

“A Vida Possível”


Estou aprendendo, devagar, a doer do jeito comum,
sem catástrofe, sem desespero
apenas essa dor doméstica
que todos carregam e ninguém confessa.
E quando a chuva finalmente der trégua,
quando eu me acostumar a esse mal-estar que não mata,
talvez eu encontre o caminho de volta:
não para a vida de antes,
mas para a vida possível.


Isaac Ordous

O sábio caminha devagar, mas chega fundo.

Veem-me cinzento.
Mas não é por falta de cor —
é por não pintarem devagar.

Não sou o que mostro.
Sou o que seguro para não cair.
O que calei para não ferir.
O que deixei por dizer
quando me disseram que já não havia tempo.

Aprendi a vestir sombras
com a dignidade de quem sabe
que até a noite tem camadas.

Ergui castelos no ar
com mapas rasgados.
Com linhas tortas, sim,
mas desenhadas com silêncio aceso.

Procurei luz sem a pedir.
Preferi arder por dentro
a que me apontassem o fogo.

E quando me disseram que o mundo era
preto ou branco,
guardei as cores no bolso.
Não para esconder —
mas para que alguém as quisesse ver.

Sou feito de todas as coisas
que não se veem à primeira.
De silêncios que gritam.
De memórias que ainda não aconteceram.
De palavras que nasceram antes da boca.

Não preciso de ser lido.
Mas se me lerem, que não me distorçam.
Procurem a cor, não as trevas.
As que tremem.
As que resistem.
As que sou.

“Eu te quebro devagar, mas reconstruo do jeito que eu quiser.”


“Tiro a tua paz sem levantar a voz. É assim que começa a sedução.”


“Eu não minto… só conto a verdade no momento exato para te desarmar.”


“Se eu quiser, te prendo sem te tocar. Sedução não é toque, é controle.”