Mudar de Cidade
No sertão ou na cidade, uma multidão sem noção e racionalidade, vivendo uma incoerência, parecendo uma demência; querem a construção de um mundo melhor, mas não focalizam o bom e o melhor de verdade, viralizam alto e bom som o pior da humanidade.
Carregando minha sofrência, numa cidade eu caminhava, a divina providência uma surpresa me aprontava; com o meu coração em dor, fiz os meus lábios sorrir, pra abraçar meu grande amor , que também estava ali. Eu não dei demonstração, mas só Deus e o meu coração, sabem a dor que eu senti.
Por intento e pura maldade, proibiram nosso amor de verdade, nos trazendo sofrimento, amargura e saudade, mas o que é de Deus, ninguém segura, não consegue segurar, mesmo que separar, voltará o amor a se reencontrar, seja lá aonde for.
A flor do jardim, perfuma a cidade, a flor do capim, perfuma o sertão, a flor da nossa amizade perfuma o coração.
Aqui está um pouco da minha história, contada em verso e prosa, moro aqui na cidade maravilhosa. Esta cidade eu amo de coração, mas não me sai da memória os meus tempos de sertão: namorando ao luar com minha amada amante, tocando a boiada, tocando o meu berrante, cavalgando a aboiar nos verdes campos do lugar.
A amizade é agradável, o íntimo humano é insondável, em qualquer idade, na roça ou na cidade, você pode nunca saber quem gosta de você de verdade.
Cada amanhecer, na cidade ou no sertão, é a minha oportunidade de viver e amar com inspiração, trabalhar com suor e muito empenho, fazer o meu melhor, na condição que eu tenho.
Andar por uma cidade é como descrever caminhos pela vida, você terá que parar nos sinais para os 'carros' passarem, pois cada um tem sua vez de seguir em frente, e outras pessoas estarão esperando juntamente de você, porém, alguns se 'arriscam' e conseguem burlar sua vez, assim como outros acabam infelizmente perdendo a vez sendo 'ultrapassados' por outros, às vezes cansamos de esperar por um 'sinal' e ficamos entediados e ansiosos, muitas vezes até optamos por outros caminhos, mas uma hora abre para todos que o esperam, e assim fecha para outros que já o enxergavam aberto.
( A Paz é Jesus )
Poeta do evangelho chega fortemente armado, mensageiro da paz da cidade de Altos.
Vem vamos ouvi a letra desse som, vou disparando a rima porquê esse é meu dom.
Convido à todos vamos sê feliz, Jesus Cristo é a paz bairro são Luís.
Muitos no labirinto procurando uma saída, o diabo escravizando na vida bandida.
Tráfico, homicídio, roubo qualificado, Jesus Cristo é a paz bairro boca de barro.
Hoje minha luta não é contra a carne e sangue, e sim contra o inimigo que nos tenta a todo instante.
Já fui inguinorante andando como ateu, desobedecendo a lei de Deus.
Só Deus que é bom pecador ele nos ama, Jesus Cristo é à paz bairro jardim Betânia.
Ouvi bairro ciana a letra do poeta, sí esta preso no crime Jesus Cristo te liberta.
Alguns ficam brincando pensando que é brincadeira, em um vacilo que sê der o diabo te Passa a rasteira.
Acorda bairro trankeira é tudo ilusão, Jesus Cristo trás a paz ainda da à salvação.
Paz bairro mutirão, Baixão não vou esquecê, parte da minha infância foi morando em você.
Espero que entendam o que eu estou cantando, a paz é Jesus Cristo bairro alto franco.
Sevo de Jesus Cristo carrega sua cruz, vem também pra ele bairro santa luz.
Receba à palavra bairro matadouro, a paz é Jesus Cristo dono da prata e do ouro.
Que veio destruí as obras de Lúcifer, receba à paz também bairro boa fé.
Deixa o crime as drogas construa uma nova vida, à paz é Jesus Cristo bairro maravilha.
Inimigo traiçoeiro te oferece a ilusão, te apresento a verdade bairro batalhão.
Armadilha do mundão amor ao dinheiro, à paz é Jesus Cristo bairro bacurizeiro.
Quem avisa amigo é, estão cendo avisado, à paz é Jesus Cristo entenda bairro carrasco.
Creia o Senhor libertar vocês, mais façam também por onde bairro santa Inês.
Uso a rima pra falá da salvação, que é Jesus Cristo bairro são Sebastião.
Bairro leite, santo Antônio, Jesus leva para o céu, Robert Zeferino paz morro do borel.
Espero que vocês parem pra refletir, à paz é Jesus Cristo altos-pi.
Por: Robert Zeferino
O Guardião do Coração
Em uma pequena cidade cercada por montanhas e rios, vivia Lucas Leli, um homem de coração nobre e sensível. Sua casa era um refúgio para os animais necessitados, e entre eles, destacava-se o Bruxinho, um gato cinza com listras pretas e peito branco, nascido da Esperança, sua gata querida.
Desde o primeiro olhar, Lucas soube que o Bruxinho era especial. Ele cresceu ao lado dele, tornando-se seu confidente e companheiro inseparável. Juntos, enfrentaram tempestades e momentos de alegria. O Bruxinho era o guardião do coração de Lucas, limpando energias negativas e trazendo paz.
Quando as cachorrinhas Amor e Paz partiram, o Bruxinho confortou Lucas com seus olhos brilhantes e carícias suaves. Mais tarde, quando o Damião chegou, o Bruxinho o acolheu e o protegeu, ensinando-o a ser um "homem".
Mas o destino tem seus planos. Um dia, o Bruxinho sumiu. Lucas procurou por todos os cantos, chamando seu nome, mas apenas o silêncio respondeu. A casa parecia vazia sem seu mágico. O Damião, agora seu companheiro fiel, tentava preencher o vazio.
Lucas sentiu um vazio imenso, como se uma parte de seu coração tivesse sido arrancada. Ele sabia que o Bruxinho estava em perigo, talvez perdido ou doente. A angústia o consumia.
Dias se passaram, e Lucas não conseguia dormir. Ele saía à noite, procurando pelo Bruxinho, chamando seu nome até o amanhecer. A cidade inteira conhecia sua história e se solidarizava com sua dor.
Um dia, enquanto caminhava pelo rio, Lucas encontrou um velho sábio que lhe disse: "O Bruxinho não está perdido, está cumprindo sua missão. Ele é um guardião, e seu coração é puro. Acredite nele."
Lucas encontrou forças para continuar. Ele sabia que o Bruxinho estava vivo em seu coração e que sua ligação era indestrutível.
Meses se passaram, e o Damião cresceu. Ele se tornou um fiel companheiro, mas Lucas ainda sentia a falta do Bruxinho. Ele entendia que os gatos, quando velhos ou doentes, podem se afastar para encontrar paz.
"O mundo dos vivos é um sonho, mas o sonho noturno é a realidade." Essa frase ecoava em sua mente, lembrando que a vida é passageira, mas o amor e a alma são infinitos.
Lucas Leli, um guardião da natureza, continuou cuidando dos animais e das criações de Deus. O Bruxinho, agora um anjo, vigiava seu coração, esperando o dia em que se reencontrariam.
E assim, a história do Bruxinho se tornou uma lenda, inspirando todos a amar e respeitar os animais. Lucas Leli, o homem de coração nobre, sabia que o Bruxinho sempre estaria com ele, em seu coração e em sua alma.
*"O Sonho do Coração"*
Em uma pequena cidade cercada por montanhas e rios, vivia Lucas Leli, um homem de coração nobre e sensível. Ele era um artesão talentoso que vendia suas obras de arte na feira local.
Lucas compartilhava sua vida com dois companheiros fiéis: o Bruxinho, um gato cinza com listras pretas e peito branco, e o Damião, um pinscher preto pequenininho.
O Bruxinho era o guardião do coração de Lucas, limpando energias negativas e trazendo paz. Enquanto o Damião era o "gerente" da loja de artesanato, recebendo clientes com seu latido amigável.
Juntos, Lucas, o Bruxinho e o Damião enfrentaram tempestades e momentos de alegria. Eles eram uma família.
Um dia, o Bruxinho sumiu. Lucas procurou por todos os cantos, chamando seu nome, mas apenas o silêncio respondeu.
Nesse momento de dor, Lucas recebeu um presente inesperado: a capacidade de ver o tempo como uma conta pessoal, onde cada dia vivido era registrado.
Com 33 anos, Lucas tinha uma conta que soma: 33 anos x 365 dias/anuais = 12.045 dias.
Esses dias representavam o tempo que ele passou na Terra, respirando, amando, aprendendo e crescendo.
Lucas entendeu que o tempo passa rápido e que a vida é curta. Cada dia é uma oportunidade para:
Amar e respeitar a natureza e suas criações.
Aprender com as experiências e ensinar aos outros.
Evoluir para ser auto-sustentável.
Com essa nova perspectiva, Lucas encontrou forças para continuar. Ele sabia que o Bruxinho estava vivo em seu coração e que sua ligação era indestrutível.
Meses se passaram, e o Damião cresceu. Ele se tornou um fiel companheiro, ajudando Lucas a vender suas obras de arte.
A feira local se tornou um sucesso, graças à parceria entre Lucas e o Damião.
Eles vendiam pulseiras, colares e outras joias, cada uma contendo um pedaço do coração de Lucas.
O Bruxinho, agora um anjo, vigiava o coração de Lucas, esperando o dia em que se reencontrariam.
E assim, a história do Bruxinho, Lucas e o Damião se tornou uma lenda, inspirando todos a amar e respeitar os animais.
O tempo passa, mas a memória permanece.
Viva cada dia como se fosse o primeiro.
E sonhe como se fosse o último.
Porque, no fim, o sonho da vida é a realidade que criamos.
E você é o autor dessa história.
Tempo é vida.
Viva!
Meu espírito se afastou da cidade dos homens, para que o meu coração pudesse se refugiar na paz da fortaleza de Deus!
Juazeiro da Bahia !... A Cidade Que Não Vi... Vi E Vivi...!
Não vi Juazeiro enquanto ‘distrito atrelado à cidade de Sento Sé’, Sua ‘emancipação’, nem tão pouco o achado da imagem de ‘Nossa Senhora das Grotas’, sua padroeira, acontecer...
Não vi a ‘construção da ponte’, nem quando a mesma suspendia para as embarcações por baixo dela passar... Não vi os ‘vapores’ a ornar o rio, por abastecer o comércio a perfilar no ‘cais’, ou o ‘Saldanha Marinho’ um dia nas águas do Velho Chico navegar...
Não vi o deslumbre arquitetônico do antigo ‘Mercado Municipal’ e da antiga ‘Estação Ferroviária’ um dia em Juazeiro figurar, nem mesmo a ‘banca’ surgir para a cidade em duas partes dividir...
Não vi as ‘linhas férreas’ serem instaladas, nem ao menos vi o ‘trem’ no seu vai e vem, chegando ou partindo, trazendo e levando saudades...
Não vi ‘Edésio Santos e João Gilberto’ juntos a cantarolar seus cantos, nem tão pouco vi os ‘carnavais e seus bailes de máscaras’ a fantasiar os festejos de uma época...
Mas vi e vivi ‘o carnaval das batucadas’, dos carros alegóricos e das caretas, trios e blocos, gente etiquetada com “abadá”, deixar de ser popular...
Vi e vivi os clubes ‘Apolo Juazeirense, 28 de Setembro, Artífices e Caçadores’, também o carnaval em festa festejar, e no amanhecer da quarta-feira de cinzas o
‘Bloco Carí do Batata’, envolto pelo sorriso largo do animado ‘Batata’ uma multidão alegremente arrastar...
Vi e vivi os lendários bares da ‘Primavera, Q Sabor, O Garoto e Labarca’ nos finais de semana Juazeiro brindar, e como presente presença, a carismática figura de ‘João Doido’, na sua peregrinação, uma calça a alguém pedir, sem com seu clássico pedido ninguém por isso se incomodar...
Vi e vivi a ‘banca’ já estabelecida dividir a cidade com suas rampas e pontilhões a lhe costurar, assim também como vi o belíssimo e aconchegante ‘Cine São Francisco’ às matinês de domingo animar...
Vi e vivi ‘Jason’ deixar seu nome vivo na história por muitas vidas do Velho Chico bravamente resgatar, assim também como vi o Saldanha Marinho já ‘Vaporzinho’, depois de aposentado passar a ser bar, pizzaria, ser mutilado e ser despejado do seu antigo lugar...
Vi e vivi os festivos eventos do ‘Chá das Cinco’ e seu criador ‘Naldinho’ na sua singularidade Juazeiro revolucionar, e “Mauriçola” com sua música ‘Erva Doce’ um tempo e uma geração simbolizar...
Vi e vivi a ‘feira antiga’ do bairro Santo Antônio, e no seu emaranhado de bancas e gente, um velho de enorme barba agrisalhada, chamado “Ciço”, casca de pau’ aos brados comercializar...
Vi e vivi a ‘Festa do Melão’ passar a ser ‘FENAGRI’ e a agricultura irrigada respaldada nas novas tecnologias Juazeiro transformar...
Vi e vivi uma Juazeiro que pra muita gente se fez eternizar...! Não vi... Mas, Vi e vivi... Uma cidade de ontem e de hoje, de muitas memórias, personagens, fatos e histórias a se contar...
Nella città VI - Self fragmentado
E, quando o de dentro se partiu, espelhou-se na cidade: fachadas, vitrines e poeira.
Tremem, trôpegos, nauseantes;
não sei se vivos ou passantes,
se carne ou bruma a desfilar...
certos rostos à deriva,
cada qual no não-lugar.
A luz do Sol vem chegando
Enquanto a cidade iluminada pela luz artificial
Dorme sem se dar conta de um grande espetáculo da vida
No final da madrugada a força da energia se resplandece
Do horizonte do espaço traz a esperança de um dia radiante de alegria.
Naquele tempo em uma singela casa na cidade de Nazaré, um anjo apareceu para uma Virgem, a mais linda e pura jovem, para lhe dar uma missão e dizer-lhe que Deus a abraçava e lhe acolhia para ser a mãe do Salvador. Naturalmente veio o susto, pois aquela jovem se quer tinha marido e ficou com receio no que iriam dizer dela, mas o anjo lhe disse que não tivesse medo que ela seria a mãe do Salvador. Dessa forma ela nos deu o Messias, tornou-se “a Mãe do meu Senhor” (Lc 1, 43) como a chamou Isabel. Deste dia em diante, nós a abraçamos “Mãe de Deus”, a mais alta dignidade que pode ser exaltada a criatura humana e nós carinhosamente a “adotamos” a sermos os seus filhos.
Viver é como dirigir um veículo numa grande cidade. Você pode ser prudente e bem fazer a sua parte, mas em algum momento vai precisar ter paciência e lidar com o erro alheio.
Digo de forma geral, mas também me refiro ao cidadão da pequena cidade, onde somos vizinhos da mesma realidade, sendo amigos, mas que em tempos de política selvagem, agem como se nunca tiveram alguma amizade, é triste esta realidade, pois faz parte da falta de educação e da intelectualidade...
'A VIDA QUE SONHEI...'
Não é fuga, é escolha.
A cidade, aquele emaranhado distante, um rumor confuso,
onda que quebra noutra praia que nao é a minha...
Aqui,
o canto dos pássaros, as 4h da manhã, é pontual como o sol,
notícia clara do dia que se abre [anunciando]...
O vento, esse sim, fala baixinho,
corre nos ramos e no pomar, refresca a nuca,
leva poeira que não é de asfalto...
O rio [TAPAJÓS].
Esse não pede licença nem estrada,
corta a terra como quer,
sem margem que o contenha verdadeiramente.
Água que brinca com a luz,
corre só porque existe, é esplêndido sem dono...
A sombra da Castanheira no quinta não é refúgio,
é casa.
Tetos de folhas que filtram o sol em manchas dançantes,
piso de terra macia, fresco.
Silêncio que preenche, não esvazia...
E nas mãos, o peso bom da terra:
fruta colhida no pé,
gosto que vem da raiz profunda,
açai que tinge os lábios de roxo,
cupuaçu que derrete doce-amargo na língua,
cheiro de coisas que nasceram aqui, sem pressa...
Só parece solidão
para quem não contempla o vento,
não sente o cheiro da raiz, do balançar das redes,
não conhece a paz de estar inteiro
no lugar certo do mundo, ou num pedacinho que é só seu...
--- Risomar [Sirley] Silva ---
No sítio
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