Muda que quando a Gente Muda
Já ajudei pessoas a emergir do abismo, mesmo quando eu próprio nesse momento, estava no fundo desse abismo.
Continuo
a abraçar-te
mesmo quando
tu não dás por isso.
Continuo
a beijar-te
quando a tua boca
é mar e a minha boca
é um poente.
Continuo
a olhar para ti
mesmo que tu
não me vejas.
Continuo
a ser o Outono
que se desfolha
quando tu passas.
Continuo
a amanhecer
nos teus olhos
quando abres
a janela do
teu quarto.
Continuo
a viver e a morrer
como um poema
nos teus dias de chuva.
A verdade não é aquilo que tu vês quando olhas para o espelho. A verdade é aquilo que acontece quando o espelho olha para ti.
Meu amor
quando fores caminhar
não esqueças de vestir
aquele radiante sorriso
que eu te ofereci
quando acordaste.
Adoro quando,
propositadamente,
fechas o teu olhar
para conseguires ver-me
com os olhos
do teu coração.
Quando não estou
perto de ti:
gostaria que tu
pudesses
sentir o meu
apertado abraço,
aquele que eu te dou,
quando fecho
os meus olhos.
“Enquanto os LOBOS Bufam de raiva pela exclusão da alcateia, os GATOS Resbunam quando lhe tomam a "sardinha", e os ABUTRES Grasnam com sede de carniças.
É certo que os cães acuados: Ladrão por medo, nunca por valentia".
MEU ALENTO:
Quando eu morrer,
Não me facultem alarde ou risos!
Não me chorem amargos sisos!
Eu não chorei nem sorri.
Quando eu morrer,
Se assim, o for meu querer,
Os ouvidos, guardai em potes de vidro
Pra que não possa te ouvir.
Sobre os meus olhos,
Plantai no mais alto dos outeiros
De frente pro mundo inteiro
Para eu ver, quem chora ou sorrir.
Quando eu morrer,
Só a língua deixai ao relento
Pra não calar o que sinto
E reportar o porvir.
E só quando eu morrer,
Separem do corpo o nariz
Esse aos eflúvios condiz
Guardem-no, nos florais,aos jardins.
QUANDO O DESEJO PELO PODER VIRA OBSESSÃO, O POLÍTICO PERDE A RAZÃO E DEIXA O POVO EM PATAMAR DE SUBMISSÃO
PAIXÔES:
Quando dizemos que amamos o outro.
Identificamo-nos a “afetos corretos”.
Quando dizemos que o odiamos.
Opomos-nos aos seus “invalores convencionais”.
Essencialmente, não se ama ou odeia-se!
Apenas reivindicamos o cerne da alegria.
