Muda que quando a Gente Muda
Eu parei de tentar me encaixar quando eu encontrei o feminismo e entendi que podia ser do jeito que sou.
Quando criança me ensinaram
E aprendi vários valores;
Uns deles foram:
Perante a Bandeira do Brasil impor respeito.
E, o crucial, não usar o nome de Deus em vão.
Hoje em dia, a bandeira do Brasil é pisada,
E o nome de Deus virou marketing.
Portanto! Aprendi no decorrer...
Os valores; os quais carrego comigo.
E o tempo me ensinou o principal
De todos aqui na Terra...
O Valor da Vida.
Poluir… despoluir… desmascarar…
Quando esta pandemia, em nós, passar;
Pra podermos máscara dispensar;
Vamos em nossa Terra mais pensar;
Vamos tratar do nela respirar!
Tratemos de: as empresas adaptar;
Para podermos voltar a ver tal;
Tão visto agora, num ar natural;
Por das tais, poluir; em tal não estar!
Vamos tentar lembrar, o visto agora;
Que esta nossa linda mãe natureza;
Tão teve, para a nós todos brindar!...
Pra que o limpar, qua a mesma tanto adora;
Nos possa demonstrar toda a beleza;
Que tem, sem máscara em: todo o lugar.
Com esperança;
Nós não ajudamos as pessoas porque queremos e sim, porque quando fazemos uma bondade, muitas coisas boas vêm para nós.
Mesmo quando as flores caem,
e os caminhos do outono nos levam ao inverno,
ainda assim é uma beleza sem par,
ver o mar beijando a areia
e a lua beijando o mar!
“A humanidade se perdeu quando a roupa que veste o homem passou a valer mais do que o homem que veste a roupa”
Quando te vejo
Contemplo o doce sabor,
E uma brisa suave que me envolve,
A esperança me aquece o coração,
mas este amor me enlouquece
Porque não me queres.
Quando leio um livro, parece que aquela é a vida real e, quando largo o livro, é como se eu voltasse ao sonho.
Isso é o que acontece quando você consegue o que deseja: todo esse desejo, sonho e fantasia deixa um grande vazio que só pode ser preenchido com mais desejo, sonho e fantasia.
Quando nada existia, mamãe-do-Céu me deu uma alma.
Quando precisei de abrigo, mamãe-Terra me acolheu.
Quando estive pronto, mamãe-mamãe me deu a vida.
Quando tive curiosidade, mamãe-professora me ensinou.
Quando tive medo, mamãe-sentinela me protegeu.
Quando tudo era regra, mamãe-vovó me deu liberdade.
Quando me feri, mamãe-doutora me curou.
Quando me entediei, mamãe-amiga brincou comigo.
Quando chorei, mamãe-colo me abraçou.
Quando quis amadurecer, mamãe-esposa me tornou pai.
Eu percebi que maternidade é Amor disfarçado de presente.
Todas as nossas mães, em todos os seus disfarces, entregaram-nos tudo o que há de mais importante.
Cabe-nos agora aprender que nada de relevante nos falta. Talvez o único que falte seja compartilhar esse infindável oceano de Amor que nos foi presenteado por todas elas.
A vulnerabilidade é também o berço das emoções e das experiências que almejamos. Quando estamos vulneráveis é que nascem o amor, a aceitação, a alegria, a coragem, a empatia, a criatividade, a confiança e a autenticidade.
Quando era criança, diziam-me que eu nunca seria alguém na vida, cresci, e descobri que sempre fui alguém.
O melhor momento da vida, é quando estamos dormindo. Porque dormindo. Não sentimos dor e nem tristeza. É como se não existirmos
