Muda que quando a Gente Muda

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“Quando você me toca é impossível permanecer intacto.”

Quando nada mais me resta,quando tudo que eu tinha...os pequenos sentimentos já não existem mais...
Penso em desistir...Jogar tudo para o alto e fingir que sou feliz...E quando a noite chegar vou me deitar e sonhar com você...Pois só ali nesse meu mundo particular eu posso te ter.E nada é mais bonito que o meu amor por você...Quero te ver cantar e sorrir,e pensar que não é tudo fantasia...Mais quando chegar o dia quero ainda te ter aqui...Para me abraçar e sorrir e não fingir que tu és meu.Esse meu pequenino sonho me faz acreditar que um dia quando eu acordar vou sentir você aqui...E quando nada mais eu tiver,ainda restará você,e quando meu coração não bater mais,terei certeza que eu morri.Morri de amores por ti.E nada vai mudar isso.Nem o que falem,nem o que mostrem...E muito menos o que inventem.É você e só você que eu quero!Para um dia tocar você!

Quando você nasce, cresce e começa a amadurecer dentro daquele castelo que te enclausuraram, é difícil abrir os olhos depois. Nem sempre acontece, mas, comigo aconteceu. Foi de uma hora pra outra, entre uma insônia e outra, olhando as fotos penduradas na parede da cabeceira da cama, eu percebi o quanto não vivo. Lembrei de como tudo sempre foi, de como tudo nunca muda e, depois de me olhar no espelho, perceber o modelo de filha, irmã, namorada, amiga, que criaram pra mim em algum momento da minha infância que eu não lembro, mas que eu sempre segui à risca.
O modelo que nunca segue do jeito que acha que deve seguir, que tem que estar sempre bonitinha, que não pode deixar o vento bagunçar o cabelo, que tem que agradar a todos e ser simpática com todos, que não pode chorar em público e nem deixar que percebam quando está triste. O modelo de boa menina, boa filha, boa irmã, boa namorada.
O modelo de santa, de certinha, de bonitinha, arrumadinha, educadinha, estudiosa, inteligente, motivo de orgulho pra toda a família.
Eu estava com uma caneca de chá em mãos, olhando as fotos com a luz do celular que a Denise esqueceu aqui em casa e comecei a chorar. Sem perceber, a caneca foi pesando e minha mão virando, até o chá quente cair na minha perna. Não foi nada sério além do vermelhão que ficou. Eu fiquei brava, não sabia se enxugava as lágrimas, se continuava a chorar por ter me queimado, ou se ria de tudo isso.
Eles não sabem que sou assim, desastrada. Também não sabem que já quase arranquei o queixo de alguém com o joelho porque ele estava vindo me beijar. E não sabe dos milhões de socos e tapas que dei sem querer em uma multidão de seres que cruzou meu caminho por pura distração.
Também não sabem das incontáveis vezes que derramei chá em minha roupa, e das vezes que entrei de sutiã no chuveiro e das vezes que sentava na tampa do vaso. Das milhares de vezes que machuquei pessoas pelo meu jeito impulsivo e que, na verdade, não sou tão certa assim. Sou frágil demais pra quem me vê trabalhando e brigando com o carinha da telefonia. E que sou chorona demais pra quem me vê dizendo que não quero me apaixonar, nunca mais.
E que por trás de todo esse rímel e batom rosa, existe uma criaturazinha que se derrete quando é abraçada, que se encanta fácil demais, que faz as maiores loucuras só pra fazer bem a quem gosta, e que senta várias tardes na beira-mar só para tentar escrever um poema, compor uma música, e observar as datas em que as pessoas escreveram seus nomes na árvore junto a outro nome que, provavelmente, nem esteja mais ao lado dela.
Eles não sabem da minha paixão pela lua e pelo pôr-do-sol. E também não notam os livros que ando lendo nem que, as vezes que me chamam pra jantar e eu recuso, é porque estou com a janela do quarto aberto, olhando a rua e ouvindo música. Coisas que eles nunca fizeram e não entendem o significado.
Não entendem a minha paixão por borboletas, nem pelos dias frios de chuva, nem porque meus olhos têm brilhado tanto. Não entendem que não sou o modelo que eles traçaram, que eles queriam. Que a minha profissão não é a do sonho deles, e que eu sou estranha assim.
Que eu quero acordar cedo pra estudar, almoçar correndo, ir trabalhar, ficar o dia inteiro na frente de um computador usando a minha criatividade, e quero ir de noite pro curso, e quando chegar, ir escrever poemas, encostada na janela, ouvindo as minhas músicas preferidas.
Que isso tudo sempre me fez bem e que foi o que eu sempre sonhei.
Que eu não quero namorar um modelo, como eu. Mas alguém que só queira viver intensamente. Como eu tenho tentado, ultimamente.
Que eles, algum dia, possam conhecer de verdade a pessoa que conviveu com eles todo esse tempo, e que prestem mais atenção nos simples detalhes que sempre me fizeram toda diferença.
Os detalhes que me fazem insistir no amor, na amizade, na fé. Que não me deixaram parar de remar.

A beleza se torna fútil quando buscada nas aparências.

mas sei que vou te achar, vem cá, me mostra toda a sua perfeição que eu encontrei quando te vi.. assim, eu juro, nunca vou te magoar..
eu quero o teu sorriso pra mim , quero dormir e acordar com você.. sempre, sempre.
eu quero o seu olhar só pra mim.. quero viver.. quero ter você.. pra sempre ter você!
sempre fiz falsas promessas, mas agora é pra valer..
procurava um grande amor e em você eu encontrei..
quero ter você junto de mim e isso é tão natural
vem cá, esquece o medo bobo de falar de amor..
eu sei, você nunca vai se arrepender.

mesmo você tando bem longinho de min,
sente o meu abraço, e o meu beijo!
que eu acabo de mandar pra vocêê..

Sentimento é a língua que o coração usa quando precisa mandar algum recado.

A maior decepção sofrida por alguém ocorre quando ela confia demais em si mesmo e descobre que não é o que pensa ser.

Quando as pessoas entenderem que feliz é a nação cuja a Arte é a Senhora, o país andará um século por dia.

"Quando você se decepcionar, respire forte olhe para frente e continue não pare!
Você consegue se levantar."

Quando o amigo aparece todos os dias, mesmo que só num aceno, em um pressuroso alô, sem muito o que dizer...faz-nos sentir bem acompanhados e acreditar que estamos no coração e no pensamento de alguém importante em nossas vidas. (josé valdir pereira)

Sobre Fé e Reencarnação

Quando a “roupa” que usamos já não nos é confortável,
É imprescindível que a deixemos de usá-la!
Assim encaro a morte do corpo, pois o espírito...
Ah, este é uma “centelha divina” inextinguível!
Assim como minha fé nisto é inabalável!

De vez em quando me pego planejando futuros tão absurdos..

O sarcasmo me consome quando ouço algo repugnante.

"e quando a tristeza chegar, faça caretas e comece a cantar"

felicidade nao se acha nos lixos e, nem nas ruas das cidades...
A felicidade só acha quando gosta de alguem de
verdade.

Quando os homens estão lutando cegos... É melhor você ficar longe deles.

Amar é fazer de um pequeno istante um grande momento, é por isso que quando estou um pequeno istante do teu lado transformo-o em um grande momento em minha vida te amo.

Não devia ser tão complicado se é tão comum. Nesses tempos de facilidades, estranho é quando nós nos deparamos com coisas que nem os séculos conseguiram facilitar.
Mas, afinal somos bons amigos. Certo?
Porque a gente fala de qualquer coisa e um pouco mais. Porque a gente faz três piadas por segundo. E a gente concorda que coisas loucas é que nos mantêm sãos. E que a guitarra é melhor que a festa de formatura.
Porque a gente não sente a hora passar. Porque a gente sonha junto. Porque a gente fala de qualquer assunto. Porque a gente se entende.
Porque a gente ouve a mesma música, a gente usa o mesmo tênis. A gente é parecido e totalmente diferente.
Porque eu gosto do jeito envergonhado que ele faz com o canto da boca. Porque a voz dele me dá arrepio. Porque gosto de como ele mexe no cabelo, e gosto do jeito que ele tranca a risada.
Porque eu odeio quando ele me corrige. Porque eu odeio quando ele está de mau humor. Porque eu tenho raiva dele - muita raiva. Até ele contar uma piada.
Porque eu fico feliz sem motivo, fico louca, fico confusa; e caio de novo em desespero bom. E eu preciso. E penso. E sonho.
Porque eu sinto aquela vontade de sair de bicicleta por aí, de inventar uma música. Porque eu sinto aquela agonia inexplicável, porque eu quero gritar bem alto.
Por que então? Por que eu duvido de mim? Por que travo este jogo comigo mesma? Por que eu amo? Ou não amo?
Por que? Seria eu mesma desconhecida de mim mesma? Quem é essa que escreve afinal? Pois aquela outra de outros anos não precisava amar. Ou não conhecia o amor.
E se o amo...e se realmente o amar? O que faço? Bom ou ruim? Certo ou errado? Somos bons demais em ser amigos, mas desconhecidos de ser amantes.
Porque a gente vive em um mundo a parte. E a gente se provoca, e a gente discute e a gente não vive sem. E é tudo o que eu preciso. Ou preciso de algo a mais? E ele...será que precisa?
Mas foi sempre assim.
Porque eu dependo dele, e ele de mim. Porque eu amo o que temos. Porque às vezes o odeio. Porque não quero que acabe. E não quero que continue.
E eu odeio, adoro, preciso, respeito, admiro, amo. Sim, está bem, eu amo. Ou acho amar, porque o amar dito pelos outros parece conter este mesmo sofrimento, essa mesma euforia.
Pois se for isso amar, então amo mais que tudo, amo sem ter como explicar, sem palavras bastantes para isso. Amo demais, amo doentio, amo louco.
Amo porque amar me inspira. Amo porque só penso em amar. Amo porque amo. Amo, e só.

Mãos dadas

Quando nossas mãos se tocam
Ao caminhar na beira-mar, vem
Logo um gosto de casa, de calor
Das coisas feitas com amor...
Quando nossas mãos se encontram
Há luz no caminho que percorremos
Céu e mar ganham tons de rosa
E o coração fica em paz....
Quando nossas mãos se entrelaçam
O universo conspira em silêncio
Protegendo-nos de todo o mal,
Guardando este amor para sempre...
De mãos dadas você é meu guia,
É uma alma que abraça outra alma,
Para amar e ser amada,
É tarde cinza de inverno
Que se ilumina na beira mar....

O sofrimento, a dor, o desprezo...nada disso tem importância quando queremos chegar a vitória!