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Motociclista Fazendo Aniversário

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“Nada supera viver sem que ninguém saiba o que você está fazendo.”

"Quando vocé não entender o que Deus está fazendo, só descansa no que Ele fala, e tudo dará certo."


@Suédna Santos

O tempo voa como um pássaro quando estamos fazendo aquilo que gostamos.

"Não arrume confusão com Deus quando você não entender o que Ele está fazendo. Até porque aquilo que o coração não entende hoje, amanhã o tempo explica. Portanto, não se precipite diante do que você não entende. Há coisas que só ganham sentido, quando você descansa e
deixa Deus trabalhar."

A hora de mudar não chega fazendo alarde. Ela não quebra nada, não grita, não cria caos. Ela chega em silêncio, com educação, quase pedindo licença. A hora de mudar começa quando o lugar onde você está ainda funciona, ainda entrega, ainda é reconhecido — mas já não conversa com quem você se tornou. Não é só quando tudo dói.

Mudar não nasce do desespero, nasce da lucidez. É quando o conforto começa a anestesiar, quando a repetição passa a parecer competência, mas por dentro já virou desistência. É perceber que, muitas vezes, seguimos fiéis a versões antigas por lealdade, não por verdade.

Mudar não é fugir, é alinhar. Não é romper por impulso, é sustentar uma coerência interna que já cresceu demais para o cenário atual. Quem muda não abandona tudo; abandona apenas o que deixa de honrar o próprio nome.

Toda mudança legítima carrega um luto discreto, mas também uma excitação limpa — aquela que não vem do risco pelo risco, mas da sensação íntima de estar, finalmente, no próprio eixo.

A hora de mudar é reconhecer que permanecer exige que você se diminua. E eu aprendi cedo, e desejo que isto também ecoe em ti: não nascemos para nos fazer caber.

Primeiro desate todos os nós,
depois recomece fazendo novos laços.

"Há tantas pessoas fazendo de tudo para ir para o inferno que dá a ilusão de ser um lugar agradável."

Te conto uma coisa que às vezes me pega no meio do dia, quando estou fazendo algo banal como mexer numa xícara ou olhando a janela sem motivo nenhum. Eu paro e penso que já não reconheço mais aquela pessoa indecisa que eu era. Parece até estranho falar assim, como se eu estivesse descrevendo uma conhecida distante, alguém que já dividiu a mesma casa comigo dentro da cabeça, mas que hoje mora em outro endereço emocional. E não foi uma mudança organizada, dessas que a gente planeja numa agenda bonita. Foi no meio do caos mesmo, naquele período meio insano da existência em que tudo parecia acontecer ao mesmo tempo, como se o universo tivesse resolvido testar a resistência da minha alma numa maratona que eu nem sabia que estava inscrita.

Houve dores que eu não tinha vocabulário para explicar. Aquelas que não cabem em frases simples, que fazem o corpo cansar antes mesmo do dia começar. E houve acontecimentos imprevisíveis, daqueles que chegam sem pedir licença, quase arrancando o fôlego da vida, como se o ar ficasse curto por dentro. Eu lembro de pensar, em alguns momentos, que talvez eu estivesse atravessando uma daquelas fases em que o mundo fica meio opaco, meio silencioso demais, e a gente começa a sentir a fragilidade dos dias como quem segura um copo de vidro muito fino. Qualquer movimento parece arriscado.

E tem algo que pouca gente fala com calma. Quando a doença passa perto da gente, ou quando o corpo decide lembrar que é limitado, os dias ficam diferentes. Existe uma melancolia leve pairando no ar, uma espécie de reflexão constante que chega sem ser convidada. O relógio parece ter outra lógica. O tempo ganha peso. Eu comecei a observar coisas que antes passavam despercebidas, como o valor de simplesmente respirar fundo e perceber que ainda estou aqui, ainda existindo nesse caos organizado que chamamos de vida.

Só que, curiosamente, foi exatamente ali, naquele cenário meio turbulento, que eu comecei a me encontrar. É quase paradoxal. Enquanto tudo parecia instável, alguma coisa dentro de mim começou a ficar mais firme. Como se a vida estivesse dizendo, com aquele tom filosófico que às vezes ela usa sem avisar, que viver não é um caminho reto e confortável. Viver é esse conjunto de provas inesperadas, dessas experiências que nos desmontam um pouco para depois nos reorganizar de um jeito mais verdadeiro.

Hoje, quando penso naquela versão indecisa de mim, eu não sinto vergonha nem vontade de negar que ela existiu. Eu olho com certa ternura, na verdade. Aquela pessoa estava tentando sobreviver com as ferramentas que tinha na época. E agora eu percebo que tudo aquilo, até as dores e os momentos em que eu quase perdi o fôlego emocional, foram parte do processo de me tornar mais humana. Mais consciente, talvez. Mais real.

Porque ser humana não é ser forte o tempo todo. É atravessar fases frágeis, sentir a melancolia de alguns dias, aprender com o próprio corpo e com as surpresas da vida. E mesmo assim continuar caminhando. Não perfeita, não invencível, mas mais inteira do que antes. Às vezes eu até sorrio sozinha pensando nisso, como quem descobre que a própria história, apesar de bagunçada, faz um sentido bonito no final das contas.


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“Eu nunca vou ganhar dinheiro fazendo fretes, as pessoas que eu conheço não mudam.”

Pelo sim ou pelo não, vou fazendo um zigue zague com uma cordinha chamada “talvez” e nessa linha imaginária e pueril ela fica flutuante como pipa conforme o vento sopra…
Onde?
- No meu coração!

Eeeeeuu sei que
amanhã você vai
continuar fazendo
tudo igual...

Continue fazendo o bem, mesmo cansado — isso volta multiplicado.

Não confunda o meu cansaço com estagnação; eu estou fazendo de tudo enquanto vocês apenas perdem tempo me ofendendo. O meu movimento é para o topo, enquanto o de vocês é apenas para o lodo da maldade.

"Não queremos encheção de saco" é o que pensam enquanto fingem que estão fazendo um favor ao cidadão.

"Que Deus abençoe grandemente o Isaque Ramon, fazendo dele um homem de fé, coragem e grandes conquistas."

"Eu não estou aqui para convencer ninguém, estou fazendo uma filtragem seletiva para encontrar pessoas que realmente tenham visão de futuro."

Contribuímos para todos os resultados — fazendo algo ou não.

Tem saudade que não chega fazendo barulho…
ela vem no silêncio, e fica.


Hoje eu só queria ter tido mais tempo de amizade com meu pai. Não só de pai… de amigo mesmo.
Daqueles que a gente chama pra ir à praia sem motivo, só pra sentar na areia e olhar o horizonte em silêncio, como se o mar dissesse o que a gente nunca soube falar.


Queria ter dividido mais momentos simples… uma pescaria qualquer, uma conversa jogada fora, um riso sem pressa.
Queria ter criado mais memórias leves, dessas que hoje fariam companhia nesse vazio.


Agora ele está ali… no hospital…
e o que mais dói não é só a distância, é o silêncio.
É não conseguir ouvir a voz dele. Nem aquelas palavras duras… que hoje fazem falta.


Tenso como a vida é…
até a arrogância dele, que antes pesava, hoje revela quem ele sempre foi forte.
O jeito inquebrável dele… era armadura. Era defesa de quem aprendeu a viver sem poder ser fraco.


E eu aqui… sentindo falta de tudo.
Do que foi bom, do que foi difícil… do que eu não entendi na época.


Porque no fim…
o amor entre pai e filho nem sempre vem em forma de carinho.
Às vezes vem em silêncio, em cobrança, em dureza…
mas ainda assim… é amor.


Mas dessa vez… eu não quero só lembrar.
Eu quero uma nova chance.


Quero que ele se recupere.
Quero poder olhar pra ele de novo… com outros olhos, com mais entendimento, com mais presença.
Quero viver o que ficou pra depois… sem deixar pra depois outra vez.


Se Deus permitir… ainda vamos à praia.
Ainda vamos sentar lado a lado, em silêncio… e dessa vez eu vou entender.
Ainda vamos numa pescaria qualquer… e eu vou valorizar cada segundo, cada palavra… até as duras.


Porque agora eu sei…
o tempo não espera, mas ele também pode dar uma segunda chance.


E se essa chance vier…
eu não vou perder.


Hoje, o que fica é a saudade…
mas junto dela, fica também a fé.


Fé de que isso ainda não acabou.
Fé de que ainda vamos escrever mais capítulos…
dessa vez, como pai…
e como amigos.

Eu fico fazendo os cálculos da distância,
Quando as pessoas precisam
de mim,
E quando precisei delas.

"A liberdade é extensa ao horizonte
Cortando um rio de lágrimas e fazendo o
vento soprar a vela da esperança
de dias melhores para o amanhã"