Motociclista Fazendo Aniversário

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⁠No carnaval ninguém tem desculpa pra só pode está chuveiro fazendo sol ou até doente milhões de pessoas vão todo mundo vai mais para ir pra casa de Deus só basta uma mínima dor na unha do pé. E depôs hora do aperto só chamar por Jesus"

Quer ter resultados concretos e satisfatórios?
Comece fazendo uma autoanálise, comece verificando se você tem se dedicado 100% aos seus objetivos. Verifique se realmente tem feito o melhor que pode no momento. É que quando há comprometimento verdadeiro, máximo, o resultado é certo!
Do contrário, quando não há um fiel comprometimento, não há muito o que esperar, é com se você plantasse limões esperando colher maçãs. Ou seja, o resultado das suas colheitas vai depender sempre do que está sendo semeando. Se deseja resultados extraordinários, dedique-se extraordinariamente ao seu sonho/objetivo.

Que tal começar o dia fazendo uma pequena análise dos comportamentos que influenciam diretamente no seu bem estar diário?
Que tal analisar se você está focando mais nos erros do que nos acertos? Que tal verificar se você anda se importando mais com o que os outros pensam, do que com o que você realmente é e faz? Será que você anda ressaltando muito mais os seus problemas do que suas conquistas?
Reflita sobre isso...
Escreva sobre isso...
Compreenda que, não importa o quão difícil uma situação possa parecer, ela também tem um lado positivo e compete a você percebe-lo! Escreva sobre isso, sobre as coisas positivas e negativas que ocorreram e, ao fim do dia leia tudo que escreveu, assim, você terá uma boa noção do que tem te impulsionado ultimamente(para trás ou para frente).
Independente do resultado de sua auto-análise, busque ressaltar as bençãos que recebe, dar amplitude as conquistas diárias e, sobretudo, ser grato!
Começar o dia agradecendo e buscando o lado positivo das situações faz com que haja uma boa probabilidade de seu dia ser magnífico.

Quer ter um futuro surpreendente? Comece fazendo com que o dia de hoje seja extraordinário. Faça as melhores escolhas que puder, dê o seu melhor sorriso, empenhe-se com muita garra, entregue-se ao seu sonho de maneira que a realização dele seja apenas uma questão tempo. No fim das contas, é a soma da sua dedicação diária que faz com que os resultados almejados se tornem realidade.
E, lembre-se, "os outros" podem até desejar que você tenha um bom dia, uma boa semana, uma boa vida, mas SOMENTE VOCÊ é capaz de fazer com que a realização de todas as coisas cheguem até você.
De minha parte, te desejo um excelente dia, agora, vai lá e faça acontecer!

E dizem que amar machuca
Na eterna luta de tentar viver
Fazendo o possível e o impossível
Sem temer a dor que o amor
Nos faz sentir aqui

"A sua raiva me mostra que estou fazendo algo que te incomoda. A minha persistência te mostra que não vou parar."

Que a nossa presença traga paz, respeito e acolhimento, fazendo com que os outros sintam o abraço de Deus através de nós.

Pais que fazem dos filhos o centro da própria vida acabam fazendo da própria vida o centro dos filhos. E quem nunca aprendeu que o mundo lhe deve nada cresce acreditando que todos lhe devem tudo. A superproteção não cria herdeiros; cria credores da existência.

O que somos NÓS???? Somos o acúmulo de coisas que fomos vivendo, escolhas que fomos fazendo, valores que fomos mantendo, pessoas que fomos conhecendo,detalhes que fomos aprendendo. Somos o ontem melhorado ,o hoje em transformação e o amanhã que ainda não ...conhecemos. Somos os sonhos que carregamos, o AMOR que distribuimos, a generosidade que semeamos, as causas que defendemos, os fragmentos de coisas que fomos compreendendo. Somos o medo ja vivido, as barreiras ja enfrentadas, o orgulho esquecido, o perdão dado, as mãos que estendemos e também as que agarramos. Somos a aceitação do hoje, a interrogação do amanhã e o questionamento do agora. E cada dia é um RECOMEÇAR ..é uma nova chance..é a oportunidade de melhorar e evoluir..de repensar em nós e no mundo...é a hora de fazer diferente..é o momento de agradecer por tudo de bom e ruim que lhe foi dado, tirado e compartilhado. Gosto muito dessa frase:"Perder com CLASSE e vencer com ousadia..Pq a vida pertence a quem se atreve".. Nada mais somos que a descoberta de nossa pequenez, a aceitação de nossas falhas, a coragem de seguir enfrente, a tentativa no hoje, a humildade em reconhecer que toda e qualquer pessoa sempre pode nos ensinar algo...e a mágica sensação de que a cada momento podemos ser Maiores não como profissionais, como acadêmicos, muito menos financeiramente ,mas sim como SERES HUMANOS! E SERES HUMANOS são todos que se permitem cair ,levantar,ter medo, pedir perdão, rever valores, enfrentar barreiras,derramar lágrimas, espalhar sorrisos,assumir responsabilidades, aguentar consequências não como um heroí e sim como um ETERNO APRENDIZ!

⁠As rosas são amor e carinho, os espinhos são a dor a espetar no no nosso caminho, e fazendo a gente chorar, viva a cantar, poque a vida é pequena, e ela só vale a pena se viver pra amar.

Enquanto o mundo discute se almas gêmeas existem, meu coração resolveu o mistério: mesmo fazendo de tudo para te apagar, o seu rosto e a sua voz viraram leis fixas na minha memória.

A religião atinge seu ápice de controle quando transforma as correntes em adornos, fazendo o cativo acreditar que sua submissão é, na verdade, um ato de devoção.

⁠ Nem vítima nem vilã, apenas fazendo o que me dar vontade.

Ele, me disse para escrever sobre meus sentimentos...


Estou fazendo isso agora, faz parte da minha história.

Te conto uma coisa que às vezes me pega no meio do dia, quando estou fazendo algo banal como mexer numa xícara ou olhando a janela sem motivo nenhum. Eu paro e penso que já não reconheço mais aquela pessoa indecisa que eu era. Parece até estranho falar assim, como se eu estivesse descrevendo uma conhecida distante, alguém que já dividiu a mesma casa comigo dentro da cabeça, mas que hoje mora em outro endereço emocional. E não foi uma mudança organizada, dessas que a gente planeja numa agenda bonita. Foi no meio do caos mesmo, naquele período meio insano da existência em que tudo parecia acontecer ao mesmo tempo, como se o universo tivesse resolvido testar a resistência da minha alma numa maratona que eu nem sabia que estava inscrita.

Houve dores que eu não tinha vocabulário para explicar. Aquelas que não cabem em frases simples, que fazem o corpo cansar antes mesmo do dia começar. E houve acontecimentos imprevisíveis, daqueles que chegam sem pedir licença, quase arrancando o fôlego da vida, como se o ar ficasse curto por dentro. Eu lembro de pensar, em alguns momentos, que talvez eu estivesse atravessando uma daquelas fases em que o mundo fica meio opaco, meio silencioso demais, e a gente começa a sentir a fragilidade dos dias como quem segura um copo de vidro muito fino. Qualquer movimento parece arriscado.

E tem algo que pouca gente fala com calma. Quando a doença passa perto da gente, ou quando o corpo decide lembrar que é limitado, os dias ficam diferentes. Existe uma melancolia leve pairando no ar, uma espécie de reflexão constante que chega sem ser convidada. O relógio parece ter outra lógica. O tempo ganha peso. Eu comecei a observar coisas que antes passavam despercebidas, como o valor de simplesmente respirar fundo e perceber que ainda estou aqui, ainda existindo nesse caos organizado que chamamos de vida.

Só que, curiosamente, foi exatamente ali, naquele cenário meio turbulento, que eu comecei a me encontrar. É quase paradoxal. Enquanto tudo parecia instável, alguma coisa dentro de mim começou a ficar mais firme. Como se a vida estivesse dizendo, com aquele tom filosófico que às vezes ela usa sem avisar, que viver não é um caminho reto e confortável. Viver é esse conjunto de provas inesperadas, dessas experiências que nos desmontam um pouco para depois nos reorganizar de um jeito mais verdadeiro.

Hoje, quando penso naquela versão indecisa de mim, eu não sinto vergonha nem vontade de negar que ela existiu. Eu olho com certa ternura, na verdade. Aquela pessoa estava tentando sobreviver com as ferramentas que tinha na época. E agora eu percebo que tudo aquilo, até as dores e os momentos em que eu quase perdi o fôlego emocional, foram parte do processo de me tornar mais humana. Mais consciente, talvez. Mais real.

Porque ser humana não é ser forte o tempo todo. É atravessar fases frágeis, sentir a melancolia de alguns dias, aprender com o próprio corpo e com as surpresas da vida. E mesmo assim continuar caminhando. Não perfeita, não invencível, mas mais inteira do que antes. Às vezes eu até sorrio sozinha pensando nisso, como quem descobre que a própria história, apesar de bagunçada, faz um sentido bonito no final das contas.


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No fim das contas, o tal do extraordinário não chega fazendo barulho. Ele não entra pela porta com trilha sonora, nem traz um roteiro pronto digno de cinema. O extraordinário, esse danado, tem uma mania irritante de chegar quando ninguém mais está prestando atenção. Porque no começo é tudo espetáculo. É conversa até de madrugada, risada fácil, promessa que parece contrato vitalício assinado com caneta de glitter. É bonito, claro que é. Mas também é fácil. Fácil demais.


Difícil mesmo é quando o silêncio começa a aparecer sem pedir licença. Quando a rotina bate na porta e não traz flores, só boleto emocional pra pagar. Quando a pessoa já não é novidade, já não é mistério, já não vem com manual de encantamento automático. É aí que a coisa fica interessante. Ou melhor, é aí que a coisa fica verdadeira.


Porque veja só, ficar quando tudo ainda é bonito não exige coragem nenhuma. Qualquer um fica quando o amor ainda está em fase de trailer. Quero ver é permanecer quando o filme já passou da metade, quando você já sabe os defeitos de cor, o tom de voz, o jeito que irrita sem esforço. Quero ver olhar pra aquilo tudo e ainda assim pensar, tá, não é perfeito, mas é aqui que eu quero estar.


E tem uma rebeldia silenciosa nisso. Uma teimosia quase poética. Num mundo que ensina a trocar tudo na primeira dificuldade, escolher ficar é praticamente um ato revolucionário. É dizer pro universo, olha, eu sei que seria mais fácil começar do zero, fingir que nada aconteceu, investir em alguém novo com aquele brilho de novidade... mas eu não quero fácil, eu quero real.


Porque substituir virou hábito. Construir virou raridade.


E construir, minha querida, dá trabalho. Dá preguiça às vezes. Dá vontade de largar tudo e sair correndo feito personagem dramática de novela das nove. Só que aí vem aquela lucidez incômoda, quase uma voz interna meio sarcástica, dizendo: você acha mesmo que lá fora vai ser diferente? Spoiler emocional: não vai.


Todo mundo decepciona. Todo mundo falha. Todo mundo, em algum momento, vai ser exatamente o contrário da expectativa que você criou. A diferença não está em evitar isso, porque isso é impossível. A diferença está em decidir com quem você topa atravessar essa bagunça chamada realidade.


E quando eu fico, não é por falta de opção. Não é por medo. Não é por comodismo. Eu fico porque eu escolho. Porque eu entendi que o extraordinário não mora no auge, mora na constância. Mora naquele café meio sem graça de manhã, na conversa que não é épica mas é honesta, no gesto pequeno que ninguém posta, mas que sustenta tudo.


O extraordinário é olhar pra mesma pessoa, depois de tudo, e ainda reconhecer ali um lugar possível de ficar.


E isso, sinceramente, não tem nada de marketing. Isso é quase um milagre cotidiano disfarçado de rotina.

Se o mundo parece violento, a pergunta mais importante não é o que os outros estão fazendo. A pergunta é: estou me tornando parte do problema ou da solução?

“Não podemos tirar conclusões apenas pelo que vivemos. Compreender fazendo uso da razão nos traz domínio da situação.”

O tempo voa como um pássaro quando estamos fazendo aquilo que gostamos.

⁠"As vezes me pego fazendo as mesmas coisas que disse que faria mais, geralmente coisas que me feriram ou de alguma forma tiraram minha paz, mas observo muito que é mais sobre pessoas e não sobre mim, então fico chateado mas volto a me posicionar em minha cabeça onde penso "o erro não é você" e sigo enfrente, quando o silêncio entra não é aceitação e sim a forma de dizer: Eu me importei demais por que achei que seria diferente e que entenderia o que me dói, mas a minha dor só cabe a mim! Ninguém se importa com o que te magoa, então vou embora! Não por que não estou feliz, mas sim porque minha paz é prioridade!"