Motociclista Fazendo Aniversário

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A Canção do Amor


O amor não chega fazendo barulho,
ele vem como brisa leve ao amanhecer,
tocando a alma sem pedir licença,
e quando a gente percebe…
já é parte do ser.


Ele mora nos detalhes mais simples,
no olhar que fala sem dizer palavra,
no silêncio que abraça por dentro,
e na paz que o coração guardava.


É chama que aquece sem queimar,
é verso que nasce sem pensar,
um encontro de destinos improváveis
que o tempo não consegue apagar.


E quando o amor vira canção,
não há dor que faça esquecer,
pois quem aprende a amar de verdade
descobre o sentido de viver.

Quando o mundo te chamar de louco, agradeça; é um elogio que tão te fazendo; os "loucos" do passado são considerados sábios hoje.

Quando trabalhar e viver for a mesma coisa, você estará fazendo o que ama.

Essa é a diferença:
Viver fazendo o que ama: Trabalho;
Trabalhando no que não gosta para sobreviver: Escravidão.

Viva fazendo o que o mundo espera de você, e talvez seja premiado, elogiado, privilegiado, bem tratado, respeitado e até popular, mas no fim, pode morrer infeliz.


Viva para o seu coração, seguindo o que realmente acredita e sente, e talvez seja desprezado, debochado, ridicularizado, rejeitado, maltratado, ignorado, mas no final, morrerá em paz, satisfeito com a própria escolha.

Parado esperando ou fazendo tentando, o tempo passa; então eu faço.

Entre errar fazendo a minha vontade ou acertar fazendo a vontade alheia, prefiro errar.

Fazendo o bem ou o mal, sentindo-se bem ou mal, vai morrer de qualquer jeito, VIVA.

"Pegue um resíduo do chão e jogue-o no lixo. Fazendo isso, certamente você se sentirá ainda mais útil e feliz."
— Anderson Silva

⁠ Nem vítima nem vilã, apenas fazendo o que me dar vontade.

Às vezes eu fico te olhando enquanto você tá distraída, fazendo qualquer coisa comum mexendo no celular ou reclamando de alguma merda que eu fiz... E eu fico pensando...caramba, como é que essa pessoa virou tudo pra mim?. É que o amor não tá nos filmes, né? Ele tá no jeito que você lembra de me perguntar se eu cheguei bem, ou na forma como você sabe exatamente quando eu não tô legal, mesmo quando eu digo que tá tudo bem. É na simplicidade que você me ganha todo santo dia.


DeBrunoParaCarla

A solidão nunca chega fazendo barulho, ela espera, observa cada decepção arrancar um pedaço de quem eu sou, espera o último abraço partir, o último sorriso desaparecer, a última esperança se apagar, então entra sem pedir licença e faz do vazio a sua morada, passei a vida tentando ser o melhor para todos, tentando proteger quem eu amava, carregar dores que não eram minhas, impedir que as pessoas se machucassem, mesmo que, para isso, eu precisasse me despedaçar em silêncio, acreditei que suportar todo o peso sozinho era uma forma de amor, mas cada tentativa de salvar alguém me afundava um pouco mais, até que um dia percebi que havia me tornado exatamente aquilo que mais temia, aquilo que prometi nunca ser, um erro, um peso, uma cicatriz viva, uma lembrança amarga, uma ausência que machuca mais do que qualquer presença, os adeuses vieram um após o outro, e cada despedida levou consigo um pedaço da minha alma, restaram apenas o silêncio, a culpa e uma dor que o tempo nunca conseguiu apagar, descobri que a escuridão não é apenas a falta de luz, ela é um lugar onde meus arrependimentos respiram, onde minhas lembranças sangram e onde a minha culpa aprende a chamar o meu nome, quando a noite cai e o mundo inteiro se cala, eu sinto aquela presença voltar, o ar fica pesado, o frio atravessa a minha pele como se alcançasse a minha própria alma, então uma mão gelada toca o meu rosto com uma delicadeza cruel, como quem reencontra alguém que nunca deixou de esperar, não existe ódio naquele toque, não existe violência, apenas uma ternura inquietante, como se a própria escuridão estivesse me acolhendo em seus braços, ela se aproxima do meu ouvido e sussurra com uma calma que me assusta, eu sabia que você voltaria, você tentou fugir de mim, tentou salvar todos, menos a si mesmo, carregou culpas que não eram suas, destruiu a si mesmo tentando impedir que os outros sofressem, lutou para ser alguém melhor, mas acabou se tornando tudo aquilo que mais temia, agora pare de lutar, pare de fugir, ninguém mais vai carregar essa dor com você, ninguém mais vai voltar para buscá-lo, eu sou a única que permaneceu, eu nunca fui embora, apenas esperei você se cansar, eu voltei para você, e desta vez não vou abandoná-lo, porque, no fim de toda culpa, de toda dor, de toda despedida, quando todos se vão e até a esperança desiste de você, restamos apenas eu e a escuridão, caminhando lado a lado, como se sempre tivéssemos pertencido um ao outro

Não esta chovendo e nem fazendo sol , mais parece, que estou no final do arco íris , porque, em você , achei o meu pote de tesouros.

Tanto a mulher quanto o homem, fazendo coisas erradas contra sua moral, reputação ou fidelidade, se arma de desculpas falsas e mentirosas.

Recomece o seu dia, acreditando e fazendo o melhor que puder para recompensar mais tarde os seus esforços com novas expectativas e experiências.

Errar é normal; o anormal é continuar fazendo as mesmas coisas erradas.

Termino o meu dia fazendo um agradecimento a Deus por ter estado comigo em cada segundo e vencido cada batalha. Que a noite seja linda, belos sonhos, muita paz e descanso renovador para o amanhã de muitas bênçãos que está sendo preparado para mim. Que meus familiares e amigos também sintam-se acalentados nessa noite e o Seu amor reine em cada coração.
Boa noite!

⁠Nos bons e velhos tempos em que muitos Moleques queriam ser Homens, não havia tantos homens fazendo papel de moleques.

Ele, me disse para escrever sobre meus sentimentos...


Estou fazendo isso agora, faz parte da minha história.

Te conto uma coisa que às vezes me pega no meio do dia, quando estou fazendo algo banal como mexer numa xícara ou olhando a janela sem motivo nenhum. Eu paro e penso que já não reconheço mais aquela pessoa indecisa que eu era. Parece até estranho falar assim, como se eu estivesse descrevendo uma conhecida distante, alguém que já dividiu a mesma casa comigo dentro da cabeça, mas que hoje mora em outro endereço emocional. E não foi uma mudança organizada, dessas que a gente planeja numa agenda bonita. Foi no meio do caos mesmo, naquele período meio insano da existência em que tudo parecia acontecer ao mesmo tempo, como se o universo tivesse resolvido testar a resistência da minha alma numa maratona que eu nem sabia que estava inscrita.

Houve dores que eu não tinha vocabulário para explicar. Aquelas que não cabem em frases simples, que fazem o corpo cansar antes mesmo do dia começar. E houve acontecimentos imprevisíveis, daqueles que chegam sem pedir licença, quase arrancando o fôlego da vida, como se o ar ficasse curto por dentro. Eu lembro de pensar, em alguns momentos, que talvez eu estivesse atravessando uma daquelas fases em que o mundo fica meio opaco, meio silencioso demais, e a gente começa a sentir a fragilidade dos dias como quem segura um copo de vidro muito fino. Qualquer movimento parece arriscado.

E tem algo que pouca gente fala com calma. Quando a doença passa perto da gente, ou quando o corpo decide lembrar que é limitado, os dias ficam diferentes. Existe uma melancolia leve pairando no ar, uma espécie de reflexão constante que chega sem ser convidada. O relógio parece ter outra lógica. O tempo ganha peso. Eu comecei a observar coisas que antes passavam despercebidas, como o valor de simplesmente respirar fundo e perceber que ainda estou aqui, ainda existindo nesse caos organizado que chamamos de vida.

Só que, curiosamente, foi exatamente ali, naquele cenário meio turbulento, que eu comecei a me encontrar. É quase paradoxal. Enquanto tudo parecia instável, alguma coisa dentro de mim começou a ficar mais firme. Como se a vida estivesse dizendo, com aquele tom filosófico que às vezes ela usa sem avisar, que viver não é um caminho reto e confortável. Viver é esse conjunto de provas inesperadas, dessas experiências que nos desmontam um pouco para depois nos reorganizar de um jeito mais verdadeiro.

Hoje, quando penso naquela versão indecisa de mim, eu não sinto vergonha nem vontade de negar que ela existiu. Eu olho com certa ternura, na verdade. Aquela pessoa estava tentando sobreviver com as ferramentas que tinha na época. E agora eu percebo que tudo aquilo, até as dores e os momentos em que eu quase perdi o fôlego emocional, foram parte do processo de me tornar mais humana. Mais consciente, talvez. Mais real.

Porque ser humana não é ser forte o tempo todo. É atravessar fases frágeis, sentir a melancolia de alguns dias, aprender com o próprio corpo e com as surpresas da vida. E mesmo assim continuar caminhando. Não perfeita, não invencível, mas mais inteira do que antes. Às vezes eu até sorrio sozinha pensando nisso, como quem descobre que a própria história, apesar de bagunçada, faz um sentido bonito no final das contas.


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