Motivos de Amar uma Mulher

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Vi no horizonte brotar uma rosa, na mansidão da aurora, onde brotou o sol.

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Todos possuem uma dor, algo para se preocupar dessa nostalgia, e uma das nossas dores humanas é não ser amigo e ainda ter utopicamente tudo para reclamar, até poesia.

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O canto angorento das aves bordou o horizonte do universo em uma saudação melancólica que prenunciava a vida em sua predileção assombrosa e apocalíptica do fim, cortado pelo arco íris que limita o belo e o triste, ainda há de se ouvir o canto do carão festejando o inverno, sob o olhar penetrante da coruja que bisbilhota os quatro cantos do mundo no recôndito da ilusão, a vida é um sonho.

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e se contenhas com uma flor, seu perfume e sua delicadeza, sua fragilidade e beleza, então, se contenhas com uma flor, enquanto não floresce o meu amor...

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O fim é o sereno de uma noite calada e abandonada; É o ontem que se torna o presente em um imaginário saudosista;

O fim são enamorados que perde o seu amor e que guarda na profundeza de seus corações.

O fim é também o amanhecer, onde as flores desabrocham e exalam um velho perfume conhecido;

São aves douradas que ganham o céu ensolarado sem saber onde chegar mas que voam, voam e voam.

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... e pelos caminhos iluminados de sol, vê-se a noite de uma lua rodeada de estrelas e de amores disfarçados de aurora que adornam o amanhecer de um dia ensolarado que não anoitece... nesse amor adormecido cortejei meu único farol... lacrimejado das desoras que amei.

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As flores sem você outra vez, apequena a imensidão de um jardim na escuridão de uma madrugada, essa noite fria e calada estende manso itinerante de um amor sem dimensão e mais nada.

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Uma estrela cintilava o mistério da fé,
Na estala nascia Jesus de Nazaré.

O natal faz renascer o sentido encantador,
de viver a vida na complacência do amor.

Os pequeninos e esquecidos se revestirão de beleza,
Em um denso e azulado véu de estrelas.

Feliz Natal

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O amor é a loucura do divino, um grito apavorado, uma oração, o silêncio, a honradez sacerdotal e profana do homem...

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Eu sou uma palha, benta no domingo de ramos, que desatina as tempestades dos desencantos e acena para o começo de uma nova era, refazendo os caminhos trilhados em busca da felicidade, onde o vento sopra em desencontros, mas sou palha benta e tenho um canto em cada canto das ruínas e paraísos da existência.

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O sabor da solidão é como de uma criança sem vizinhos para brincar e depois de uma chuva saí na rua e no horizonte ver um arco-íris que aos poucos vai sumindo de sua visão mas as cores cintilantes permanecem em seu coração.

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Enquanto uma presença era o 'tudo' que qualquer pessoa buscaria, eu ia perdendo e não sabia, perdendo aos poucos aquela companhia que completava o meu ser sob os cuidados exaustivos de meus olhos e de minha intuição mediante as inúmeras evidências.

E hoje meus olhos se fechou, minha intuição se acabou, e não sei mais o que faz, para onde olha e quem facilmente beija, não sei mais onde está o meu amor.

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Não se reler poesias, se reescreve uma nova vida...

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⁠O beija-flor adornou
O refolho de minha alma
Na luz do sol cravejou
Uma saudade desprezada.
O beija-flor enfeitou
As cinzas de meu jardim
Meu amor acenou
E ninguém acenou pra mim.
O beija-flor cintilou
O feio, o trágico e o obsceno
Num jardim virginal e ingênuo
De onde horrorizou-se o amor.

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A vida é simples
De uma ternura requintada
No brilhantismo da estrela d'alva
Serenando o horizonte da madrugada.

A vida é requintada
Pelo sabor das iguarias da dona de casa
Na poesia do boiador que invade
Os campos poetizados de saudades

A vida é abençoada
No terço desbulhado de piedade
No "Deus me livre" do pecador inocentado
Nos benditos das beatas do rosário

A vida é uma fascinação
No melaço das abelhas sem ferrão
Dá água gelada em alumínio ariado
No beijo acerteiro dos enamorados.

A vida não é ilusão
Nas mãos que arrancam legumes do chão
Na bravura de Maria queimando o carvão
No suor de meio dia esperançando o trovão.

A vida seu caba é o hoje de um agora mais não.

Geraldo Neto

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⁠A obrigação de esquecer é uma imposição da natureza e da cultura, esquecer, talvez, não por nós mesmo, afinal, amar é perder e ser feliz é perder-se.

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⁠Dia empós dia: ⁠⁠Na vida, tudo se ajusta, pedir uma panqueca na lanchonete e o garçom trazer-lhe lasanha; comer dois pães com ovo e café amargo; pedir pastel de queijo e trazerem de frango; Ah! é um drama prazeroso, pois no final vê-se a barriga cheia e um sorriso – irônico, mas um sorriso.

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⁠E canto a nostalgia de uma vez
inebriado por teu olhar em fantasia
que timidamente ousava, talvez
O brio insano dos olhares em demasia.

E o teu corpo salpicado de ilusões
que os meus sonhos salteavam
Poetizando mil corações
que ao redor do seu se despedaçavam.

E do teu olhar, daqueles breves olhares
que o tempo cintilava junto aos meus
Se vai as visões inebriadas e desesperadas,
Do meu olhar procurando o seu.

E eu canto a poesia das invenções
que encenou as suas melhores versões
De um amor que meu amor viveu

E já dizia as vagabundas desalmadas,
Que saíam gritando pelas ruas abandonadas:
- as estrelas brilham, ainda brilham,
ainda brilham essas ruas desoladas,

Aos céus elevo o meu canto
ao encanto dos anjos, oferenda a Zeus,
De um amor que meu amor viveu.

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⁠E o sol entardeceu de repente,
No céu amarelado de uma aurora que se vai.

As estrelas luzindo a noite docemente,
E o aceno de quem não volta mais.

A manhã se dilui no orvalho,
As flores caídas adornam causalidades.

As águas se vão lapidando o cascalho,
E a alma se nostalgia na sau-da-de.

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⁠Ofereço-te uma xícara!


As tardes espreitam a noite e a noite me relembra a madrugada e um céu sem estrelas e sem lua, ruas vazias e mais nada.

A brisa suave do horizonte traz-me a felicidade dos deuses do prazer, a sensação vadia de que perdi você.

O amor tem um sabor de existência e esse gosto vem do doce de um beijo ou do encanto de um sorriso e até mesmo do silêncio do entreolhar.

A gente se entreolha, isso é um máximo, os olhares não dizem nada pois escondem por trás da timidez a voracidade de corpos sedentos e de almas com aparência inocente pois o amor é inocente, ensina as trilhas do prazer desnudo.

Ofereço-te uma xícara, esbanje suas lágrimas para que seja o meu café das tardes miseráveis onde desejava o teu corpo e o teu beijo, a essência de mil loucuras e de minhas ternuras obsessivas, o aroma de meus dias ansiosos e o café de minhas tardes solitárias onde eu bordava novas paisagens de amor enquanto você galanteava confidências no leito quase perfeito da glória.

E nessa rotina entre o tudo e o nada, sem saber o que é o amor, nada mais importa - um sorriso a toa, a saudade sem passado e um desprezo, desprezo?

- Que beba água de pote, só entendo de amor e é de amor o que me adorna.

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