Motivação
Me diga: quem te constituiu juiz sobre a vida de alguém?
Por que acreditas que podes abrir tua boca e proferir qualquer julgamento sobre o outro?
De longe és a pessoa mais imperfeita. A começar por se importar tanto com a vida alheia que esquece da sua.
Muitas vezes, passamos tanto tempo presos a uma situação, a um relacionamento, a um trabalho... Passamos tanto tempo vivendo uma rotina que já não nos vemos mais sem ela, não nos reconhecemos mais se não estivermos ligados a ela. Simplesmente decidimos não ir adiante e tiramos a liberdade do outro de ir. Aprisionamos, acorrentamos e fazemos mal (principalmente a nós mesmos). Talvez, essa necessidade insana de permanecer, seja apenas medo de enfrentar o novo ou, quem sabe, medo de deixar o “velho” e não se reconhecer mais, de perceber que você mudou a tal ponto que, nem nos mínimos detalhes se reconhece mais. Talvez, seja medo de descobrir que o vazio que acreditava ter preenchido nesse relacionamento, ainda continua aí, dentro de você.
Vale mesmo a pena, continuar nisso por pura teimosia? Vale mesmo a pena, seguir atrelado a isso, se nem a sua paz te acompanha mais? Vale mesmo a pena, fechar as portas para novas oportunidades que verdadeiramente te farão feliz? Vale mesmo a pena, se desgastar tanto, simplesmente para não ser o primeiro a compreender que acabou?
Qualquer pessoa é suficientemente inteligente para perceber quando uma relação chega ao fim, que qualquer situação só pode ser levada a diante se for capaz de ser saudável, se for leve, se for agregadora.
Tudo o que te tirar o equilíbrio, a paz, o ânimo; que tirar o brilho do seu olhar, que manchar o seu sorriso e/ou lhe tirar o prazer e a leveza, SIMPLESMENTE NÃO VALE A PENA!
Decidir sair de uma situação assim não é sinal de fraqueza. Não significa que você fracassou!Significa apenas que você é maduro o suficiente para compreender que deu certo e durou apenas o tempo necessário (nem menos, nem mais) e que chegou a hora de investir em novos sonhos, novas conquistas.
Liberte-se! Deixe ir e vá buscar a felicidade que lhe espera logo ali.
Motivar para a liberdade, felicidade, proatividade, esperança, harmonia, compreensão, doação e amor é um mérito até celestial, quando quem motiva está órfão de todas estas bondades. Contudo, como possível bonificação do Criador, está com saúde.
Incrivelmente não precisei subir à montanha ao anunciar meu grande amor, todas as conquistas tornaram-se pequenas diante da grandiosidade daquilo que de forma benfazeja me transformou
Vivemos em um mundo que as pessoas amam falar das suas conquistas, dos seus bens materiais, dos projetos, da casa, do carro, falam até do vizinho, mas, esquecem de proferir aquele que é o autor da vida, que nos deu a oportunidade de tudo isso viver.
Deveríamos falar pouco daquilo que não importa e falar mais do que realmente importa.
Jesus é o caminho, a verdade e a vida.
Ascenda às mais altas conquistas, mas mantenha a alma serena e humilde, pois é a humildade que confere grandeza às vitórias.
Sou independente, sei me valorizar. Sou bem resolvida, decisões eu sei tomar. E acredite, meu bem, não preciso de ninguém pra me legitimar.
E pra explicar mulher bem resolvida pra mim:
É aquela que deseja ser valorizada, seja num trabalho fora ou em casa;
É aquela que se valoriza;
que corre atrás dos seus objetivos;
É aquela que faz o que gosta, sem medo do que vier.
É isso...
A vida nos apresenta dois objetivos essenciais: o primeiro é conquistar o que desejamos; o segundo é aprender a desfrutar dessas conquistas. Lembre-se de que os mais sábios são aqueles que não apenas alcançam seus desejos, mas também valorizam cada momento vivido. Que você encontre tempo para apreciar suas realizações, pois é na gratidão que reside a verdadeira felicidade.
As pessoas mudam... sim, acredito que as pessoas podem mudar. Eu mesma mudei em relação a acreditar que as pessoas mudam... então, estou aqui a falar com conhecimento de causa.
Eu acreditava piamente na impossibilidade de as pessoas mudarem e agora acredito que tudo é possível no que diz respeito às pessoas. Eu acreditava que todo ser humano é de um jeito... e, conforme o tempo passa... e a vida vai se fazendo vida na vida de cada um, cada ser humano ia ficando mesmo mais parecido consigo mesmo... sim mais igual a si mesmo... e não diferente de si mesmo. Hoje acredito que se alguém é de um jeito - errado, torto, estragado, quebrado, desarrumado, desqualificado - e decide querer mudar... esse alguém consegue mudar
Ninguém precisa ficar quebrado pra sempre. E, agora, escrevendo sobre isso, me dou conta da grande bobagem em que eu acreditava: que o tempo passa e as pessoas vão se tornando cada vez mais elas... me dou conta da minha incoerrência: eu acredito totalmente (um pleonasmo intencional aí, blz?) que Jesus pode mudar a vida de uma pessoa - afinal Ele mudou a minha... então estou a falar com conhecimento de causa -, e ficava defendendo que uma pessoa não muda... apenas se torna mais parecida com ela mesma.
Muita repetição de palavras... muita repetição da mesma ideia... estou eu aqui querendo convencer você de que as pessoas podem mudar? Talvez.... ou talvez esteja apenas tentando convencer a mim mesma de que eu mudei...
pensando aqui com meus botões: isso de convencer a si próprio é meio difícil. Formar uma opinião não é algo fácil... é preciso esforço mental enormíssimo para formar uma opinião... colocar tijolinho sobre tijolinho e construir uma convicção forte leva tempo e esforço, e mudar a forma de pensar é mais - é como mudar pedras enormíssimas de lugar, pedras que estão a atravancar nossa lucidez e tirar do lugar o que não faz a pensar preconceituosamente, indevidamente erradamente. Antes disso até, acho que é necessário humildade pra admitir que se está errado - e poucos somos humildades, você há de comigo concordar..
Antes que este post se torne extenso demais... vou parar... mas não sem antes lhe falar o seguinte: você sabe do jeito que é, você sabe o que faz de errado (e se não sabe, peça a Deus pra lhe mostrar), você sabe que titudes suas estão a lhe incomodar, você sabe se o céu vai ganhar...
... se não sabe nada disso, está na hora de mudar seu jeito de essa sua vida levar... chega de travesseiro, lençol e lágrimas... chega de tudo azul não estar...
Você pode mudar... graças a Deus, você pode mudar... vai precisar de um forcinha aí, of course, mas o importante é que em outra vida, na outra vida, você vai estar... e mesmo nesta vida tudo pode mudar se você de uma vez por todas deixar por Jesus se encontrar.
"Eis que bato à porta...' quase O ouço a gritar.... você vai se fazer de surdo? não vai mesmo mudar? ai...aiaiai...aiai.
"Reflexão, Motivação"
Tem coisas que morrem não por falta de Deus. Mas por falta de lutar.
@Suednaa-Santos
O homem, não importa em que mundo viva, vive para conquistar, vencer o inimigo, vencer a si mesmo...
Dirigente Espírita: Formação de Trabalhadores, Desafios Atuais e Crescimento Sustentável do Centro Espírita. PARTE 3.
A FUNÇÃO SILENCIOSA DO DIRIGENTE ESPÍRITA COMO ARQUITETO DE CONSCIÊNCIAS E FORMADOR DE ALMAS ATIVAS.
A análise dos desafios contemporâneos do dirigente espírita não pode limitar-se a um inventário circunstancial de dificuldades sociais ou administrativas. Impõe-se uma abordagem mais profunda, de natureza ontológica e pedagógica, na qual o dirigente deixa de ser compreendido apenas como gestor institucional e passa a ser reconhecido como verdadeiro catalisador de consciências em processo de aperfeiçoamento.
Desde a aurora da Doutrina Espírita, formalizada em 1857 com a publicação de “O Livro dos Espíritos” por Allan Kardec, observa-se que a condução das atividades espirituais jamais esteve dissociada do sacrifício pessoal, da disciplina intelectual e da renúncia silenciosa. O Codificador, ao enfrentar resistências dogmáticas, limitações tecnológicas e desgaste físico, estabeleceu um paradigma de liderança que não se impõe pelo poder, mas se legitima pela coerência moral e pelo trabalho persistente.
Na atualidade, todavia, o cenário apresenta novas complexidades. A sociedade fragmentada, a aceleração das relações humanas e a superficialização do conhecimento exigem do dirigente uma postura ainda mais refinada, caracterizada por lucidez doutrinária e sensibilidade pedagógica. Entretanto, há um ponto nevrálgico frequentemente negligenciado e que se revela como base vital para a sustentabilidade das Casas Espíritas. Trata-se da formação contínua e qualificada de trabalhadores em potencial.
O dirigente verdadeiramente consciente de sua função não centraliza, não monopoliza e não se perpetua em todas as frentes de atuação. Ao contrário, compreende que sua missão primordial é multiplicar competências, despertar vocações e criar condições estruturais para que novos colaboradores floresçam com segurança doutrinária e maturidade moral. Essa postura exige desapego do protagonismo e uma visão estratégica de longo alcance.
A formação de trabalhadores não se realiza por improvisação. Ela demanda método, acompanhamento e, sobretudo, exemplo. A pedagogia espírita, conforme se depreende das obras fundamentais da Codificação, baseia-se na tríade estudo, prática e vivência moral. Assim, o dirigente que investe na capacitação de sua equipe não apenas transmite conteúdos, mas forma caracteres, orienta condutas e promove o desenvolvimento integral do indivíduo.
Nesse contexto, a discrição torna-se um atributo essencial. O verdadeiro dirigente não busca reconhecimento externo nem aplauso institucional. Sua atuação é silenciosa, quase imperceptível aos olhos menos atentos, porém profundamente eficaz. Ele observa, identifica potenciais, oferece oportunidades gradativas e acompanha o crescimento de seus colaboradores com paciência e rigor fraterno.
A ausência dessa dinâmica formativa gera consequências graves. Casas Espíritas que não renovam seus quadros tornam-se estruturas estagnadas, dependentes de poucos indivíduos e vulneráveis ao esvaziamento progressivo. Além disso, a falta de preparo dos trabalhadores pode comprometer a qualidade das atividades doutrinárias, abrindo espaço para distorções conceituais e práticas inadequadas.
Outro aspecto relevante reside na necessidade de harmonizar tradição e adaptação. Formar novos trabalhadores não significa diluir os princípios doutrinários, mas sim transmiti-los com fidelidade e clareza, utilizando recursos pedagógicos adequados à realidade contemporânea. A juventude, por exemplo, não deve ser apenas acolhida, mas integrada de forma ativa e responsável, participando do processo construtivo da instituição.
No que concerne à coerência doutrinária, cabe ao dirigente assegurar que toda formação esteja rigorosamente alinhada aos fundamentos da Codificação. A introdução de ideias estranhas, modismos espirituais ou interpretações personalistas fragiliza a estrutura filosófica do Espiritismo e compromete sua credibilidade. Portanto, formar trabalhadores é também preservar a pureza doutrinária.
A realidade pós pandemia evidenciou ainda mais essa necessidade. Muitos centros perderam vínculos presenciais e enfrentam dificuldades para reconstituir suas equipes. Nesse cenário, o dirigente que investe na formação sistemática de novos colaboradores estabelece um diferencial decisivo, garantindo continuidade, vitalidade e relevância às atividades espirituais.
Por fim, é imprescindível compreender que a liderança espírita não se mede pela quantidade de tarefas executadas, mas pela capacidade de gerar continuidade no bem. O dirigente que tudo faz sozinho, ainda que bem intencionado, limita o alcance da obra. Já aquele que forma, orienta e multiplica trabalhadores constrói uma base sólida, capaz de sustentar a instituição ao longo do tempo.
Assim, a verdadeira grandeza do dirigente espírita não reside na visibilidade de sua atuação, mas na profundidade de sua influência silenciosa. Ele é o semeador que trabalha na obscuridade do solo humano, preparando consciências para que, no momento oportuno, floresçam em serviço, responsabilidade e fidelidade à verdade.
E é nesse labor discreto, constante e metodicamente orientado que se ergue a força invisível que sustenta a Casa Espírita, transformando-a não apenas em um espaço de reunião, mas em um organismo vivo de educação espiritual, onde cada trabalhador formado representa uma nova luz acesa no caminho coletivo da elevação moral.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
Não importa se você está sendo coadjuvante, o importante é a qualidade do trabalho que você esteja realizando, seja pertinente e eficaz em tudo.
"Equilíbrio não é frieza; é ordem."
"Motivação não é exaltação; é fidelidade perseverante ao dever."
“Entre todas as conquistas humanas, poucas são tão nobres quanto encontrar uma alma que compreenda nossos silêncios.”
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