Motivação
O amor se tornou algo tão banal no século XXI, que você só conquista uma pessoa se puder resumir seus sentimentos. E é onde você percebe que só conquistou um alguém vazio.
Deus subiu ao monte e de lá observou o seu rebanho;
Tinha gente que estava lá porque acreditavam no senhor e em sua existência;
Outros estavam lá porque estavam curiosos para conhecer aquele que chamavam Senhor;
Alguns foram porque pensavam na viabilidade lucrativa de estar próximo aquele que supostamente diziam ser o senhor;
Foram também que queriam zombar e fazer criticas ao senhor;
Jesus do monte viu sua gente tumultuada e descontente
Porque já não tinham mais amor em plenitude, somente desespero e egoísmo.
Havia esperança aqueles que nunca deixaram de amar ao Senhor;
Aos demais que ali estavam cobravam do senhor, porém nunca houve labuta em prol do pai;
Sedentos queriam festa, vinho, mulheres, milagres e muita abundância dos céus...
Avarentos brigavam por tesouros, riquezas e pelo ouro.
Então Deus disse a quem clamava em silencio e em oração, em cada ouvido:
Filhos do Pai são aqueles que me ouvem agora, a vocês toda riqueza e toda glória serão bem vindos a casa do Pai, pois a fé é a única chave que abrira as portas de meu reino..
Aqueles que possuem as riquezas do mundo insano e inclemente, não podem simplesmente limparem os pés e quererem ascenderem a casa do Pai...seu reino será sempre aqui na terra, porém aos justos ainda haverá um lugar reservado em meu reino ...
Nene Policia
No que posso acreditar, e no que devo acreditar
Posso acreditar no amor, e devo acreditar em Deus.
O amor é a minha fonte inspiradora, e o meu combustível para suportar e enfrentar
a tudo e todos... a tudo o que me persegue e a todos que me desejam o mal.
Deus é amor, preciso me aliar cada dia mais com Deus, e assim fortalecer o meu coração, para que eu possa aprender a cada dia mais amar e amar somente.
Amando sei que posso ser amado, meus valares e a minha riqueza estão no tamanho da minha paciência, na minha compreensão, no meu perdão, na minha caridade e principalmente na minha fé. Fé de que amando serei sempre amado...
Deus eu te amo, preciso ser cada dia melhor me ensina amar mesmo que eu não seja amado tanto o quanto poderei amar a tudo e a todos...
nene policia
Então, prepare-se para aquilo que você realmente deseja. Abra os braços, porque as suas conquistas serão inteiramente suas. Os seus sonhos se materializarão. Não permita que ninguém roube os seus sonhos — muito menos você mesmo. Afinal, foi você quem pediu, quem imaginou e quem provocou essa grande mudança na sua vida.
Confesso que um dia em meu passado já fui ateu, não por minha vontade, acredito que Deus me fez assim, para que eu pudesse conhecer e diferenciar os valores da vida e da verdade, os quais não são nada sem Jesus Cristo em nosso coração. Busquei o conhecimento, me formei recentemente em Teologia, não para ser pastor ou algo que me faça melhor que os outros, mas sim para mudar a minha concepção de vida a qual desconhecia, e finalmente pude aprender que a vida é para ser vivida de forma intensa e com Deus em nossas vidas... Dinheiro, egoísmo, individualidade, soberba, corrupção, avareza, etc... isso não nos leva à nada... são freios e obstáculos em nossas vidas, que nos fazem cegos postados como vegetais ou vermes! Aquele que se deixa amolestar pela ambição, certamente a vida lhe passara pelo seu "nariz", e quando der-se ao desfrute das coisas boas dessa vida, verás que seu tempo acabou... não viveu, vegetou...
O muito pouco que julgamos ter, é o muito de muitos que nada tem e sonham em conquistar!
nenepolicia
Você não tem que conquistar a confiança de uma pessoa que não te quer mais, o que você precisa recuperar é sua autoestima.
Não resisto a pessoas que sabem me conquistar. Por isso, para alguns eu ligo, mando mensagens, procuro, grudo. Por que é de pessoas que sabem me ter e que eu preciso no meu mundinho.
Passar certas datas trabalhando não faz diferença para quem é presente e é "presente" na vida de quem ama.
Viva cada dia como se fosse uma data especial ao lado dos seus.
Eu acredito que a reciprocidade é a porta aberta entre duas pessoas iguais e é a justiça entre dois seres que se respeitam.
Assim. Eu acredito no amor de dois tipos, o incondicional e o da admiração.
Sendo o incondicional o mais louco e o que mais faz sofrer, conforme o tempo vai passando, quem ama desse jeito acaba se submetendo a quase tudo, caso o outro não seja uma boa pessoa, quem ama sofre e se humilha muito.
Já o amor da admiração é um amor de respeito próprio, é um amor inteligente, você ama a pessoa pelo que ela é, pelo caráter e pelo seu valor.
Ambos são amor, mas para dar certo, a pessoa amada deve ser muito madura e boa pessoa.
A gente vai tentando, lutando e suporta até conseguir, não por acreditar apenas no nosso esforço ou na nossa parte, a gente acredita em Deus que fez os céus e a terra. Acredita na bondade e no amor dele.
`Anderson Souza`
Niilismo é a negação da vida. Os niilistas criticam a existência, acreditando que tudo é falso e artificial. Portanto, desistir da verdade é um sintoma de indiferença à vida, um sintoma de doença mental niilista.
O conceito de verdade é essencial quando as pessoas só acreditam no que convém não é possível manter uma democracia e nem uma sociedade livre. Um mundo governado por mentiras é um sistema autoritário. As notícias são criadas apenas para manipular a sociedade e controlar o povo evitando assim resistência ao governo. Como lidar com a inesperada falta de valores causados pela "pós-verdade", "notícias falsas" e perda de identidade através de multiculturalismo?
"Édito que mesmo com juízo eu sou prejuízo no pós juízo,
medito e acredito no meu veredito e até depois do juízo final já disse, eu edito."
Café com Leite
Por Diane Leite.
Por muito tempo, acreditei que felicidade era ter muitos rostos ao redor, muitas vozes preenchendo os vazios da minha existência. Eu buscava pertencimento como quem busca abrigo em dia de tempestade — desesperada por calor, por acolhimento, por uma certeza de que eu fazia parte de algo.
Mas eu não fazia.
Lembro-me do incômodo sutil ao estar entre minhas primas. Elas riam, brincavam e se entendiam como se falassem um idioma ao qual eu nunca tive acesso. Eu sorria por educação, mas havia um silêncio interno em mim que não se dissipava. Talvez fosse a falta de espontaneidade, talvez fosse algo maior — um desencontro entre quem eu era e o que o mundo esperava de mim.
Então veio Ana Cecília.
Nos conhecemos no pré-escola, e, sem precisar de palavras, soubemos que éramos iguais. Ela era uma das poucas meninas afrodescendentes da escola; eu, uma criança que sempre sentia que não se encaixava. Não fomos unidas pelo acaso, mas pelo instinto de sobrevivência. De alguma forma, sabíamos que estar juntas tornava a solidão menos afiada.
Sob a sombra generosa de um pé de manga, criamos nosso refúgio. Choramos as dores que ainda não sabíamos nomear e sonhamos mundos que ainda não existiam. Quando alguém ria de nós, nos olhávamos em cumplicidade e repetíamos nosso mantra secreto: "Café com leite." Um apelido que nasceu de uma piada alheia, mas que transformamos em escudo. Se éramos diferentes do resto, que assim fosse.
Ana era minha fortaleza; eu era sua guardiã.
Eu não permitia que ninguém a ferisse. Defendia sua honra como quem defende o próprio coração, porque era isso que ela se tornou para mim: um pedaço do meu mundo que ninguém tinha o direito de tocar.
E havia Camila — popular, cercada de gente, luz e barulho. Ela me estendeu a mão, me incluiu em um mundo onde pertencimento parecia fácil. Mas aprendi, com o tempo, que amizade não se mede em números. Camila era festa; Ana era lar. Com Camila, eu ria. Com Ana, eu existia.
A vida seguiu. Cada uma tomou seu caminho, como as folhas que caem da mesma árvore, mas voam para direções opostas. Ainda assim, o que criamos sob aquele pé de manga nunca nos abandonou.
Hoje, aos 40 anos, sei que pertencimento não é sobre caber. É sobre encontrar alguém que te veja por inteiro e ainda assim escolha ficar. Ana me ensinou que laços verdadeiros não precisam de multidões, nem de aprovações externas — só de dois corações que se reconhecem.
Eu não trocaria nossas tardes de manga com sal por nenhuma festa lotada.
Se pudesse dizer algo à criança que fui, diria: não tente caber onde sua luz é diminuída para que os outros brilhem. Amor não é barganha, pertencimento não é concessão. As pessoas certas não preenchem vazios — elas lembram que você já era inteira o tempo todo.
E Ana, em algum lugar, sabe disso. Assim como eu.
O Peso Invisível
✍ Por Diane Leite
Dizem que o home office foi a grande revolução do trabalho. Dizem que agora podemos conciliar tudo – carreira, filhos, casa, sonhos, ambições. Dizem que podemos trabalhar no conforto do lar, produzir enquanto assistimos ao crescimento dos nossos filhos. Dizem tantas coisas…
Mas ninguém diz a verdade.
Ninguém fala sobre as palavras interrompidas, sobre o cursor piscando na tela enquanto uma voz infantil chama sem parar: “Mamãe, mamãe, mamãe…” Ninguém menciona o caos mental de tentar responder um e-mail enquanto alguém puxa sua blusa pedindo atenção. Ninguém fala sobre a raiva silenciosa de tentar construir um futuro enquanto mãos pequenas tentam te puxar para o passado – para aquele tempo em que você era apenas mãe, apenas colo, apenas entrega.
O mundo aplaude pais que trabalham de casa, admirando sua dedicação e equilíbrio. Mas quando é a mãe que tenta, o que ela encontra? Um labirinto sem saída.
Ela tenta negociar, tenta explicar.
"Filho, me dá só mais meia hora e depois a gente brinca."
"Mamãe está ocupada agora, mas depois vamos ver seu desenho favorito juntos."
"Por favor, me deixa terminar isso, é importante."
Mas as crianças não entendem tempo. Elas entendem presença. E quando percebem que a mãe está ali, mas não está, insistem, persistem, exigem. Querem tudo. Querem agora.
E a mãe?
A mãe não está frustrada porque não ama o filho. Não está frustrada porque não quer estar ali. Ela está frustrada porque precisa pagar as contas. Porque precisa trabalhar para sustentar o filho que, ironicamente, é quem a impede de trabalhar.
E o pior: a criança não entende.
Ela não sabe que aquela mãe exausta que pede “só mais um minutinho” está tentando garantir um futuro para ela. Não sabe que, enquanto brinca distraída, aquela mãe está planejando, negociando, buscando um jeito de fazer tudo funcionar.
A mãe engole a raiva. Engole o cansaço. Engole o grito que quer sair.
Porque o mundo já a ensinou que mães não devem sentir raiva dos próprios filhos.
Porque o mundo já a convenceu de que esse é o seu papel e que reclamar é ingratidão.
Mas lá dentro, um vulcão silencioso se forma.
Não é culpa.
Não é medo.
É frustração.
Porque enquanto o pai seguiu sua vida, ela parou. Enquanto ele construiu, ela segurou tudo sozinha. Enquanto ele dormiu tranquilo, ela ficou noites em claro, estudando terapias, pesquisando tratamentos, garantindo que aquele ser pequeno e frágil tivesse um futuro.
Agora que o filho cresceu e que ela finalmente tenta respirar, tudo parece puxá-la de volta para aquele tempo de doação total. O tempo que parecia ter ficado para trás, mas ainda vive dentro dela.
Ela sente raiva porque percebe que ninguém vai dar esse espaço a ela. Ela terá que tomar esse espaço.
Mas ninguém ensina como.
E então ela segue, tentando negociar, tentando encontrar um pedaço de tempo entre as exigências do dia.
O cursor ainda pisca na tela.
Os e-mails ainda esperam.
Os sonhos ainda querem nascer.
Mas há um peso invisível sobre seus ombros.
O peso de ser mãe e ser mulher ao mesmo tempo.
O peso de carregar tudo enquanto o mundo finge que não vê.
Mas ela vê.
Ela sente.
E um dia, de algum jeito, ela vai conseguir respirar de verdade.
E não pedirá mais desculpas por isso.
Diane Leite
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