Motivação
Num país em que só não se desautoriza ou invalida o trabalho dos coveiros, se os “bons da boca” não se digladiassem entre si e não se eliminassem, ele jamais os suportaria.
O mais trágico da Manipulação é o manipulador alugar as cabeças vazias e ainda acreditar que o mérito é todo dele.
Há algo de profundamente irônico nesse processo tão medonho.
Quem manipula costuma enxergar a si mesmo como alguém muito inteligente, estratégico, sagaz e capaz de mover pessoas como peças em um tabuleiro.
No entanto, muito raramente percebe que sua suposta força depende justamente da fragilidade alheia.
Sem a credulidade, o medo, a carência ou a falta de criticidade dos outros, sua influência teria alcance muito ínfimo.
O manipulador se alimenta da ilusão de controle.
Confunde obediência com admiração, silêncio com concordância e dependência com lealdade.
Quando suas ideias são repetidas por muitas vozes, acredita ter construído uma verdade, quando, na realidade, apenas espalhou uma narrativa conveniente.
O aplauso que recebe nem sempre é fruto de respeito; muitas vezes é resultado de pressão, conveniência ou pura e simples incapacidade de questionar.
Mas existe uma tragédia ainda muito maior: a de quem entrega a própria consciência para que outros pensem por ela e continua acreditando que pensa por conta própria.
Toda vez que alguém abdica do pensamento crítico, abre espaço para que interesses externos ocupem o lugar de suas convicções.
E uma mente ocupada pela vontade alheia dificilmente consegue reconhecer as correntes que a prendem.
Por isso, a manipulação não é apenas um problema de quem exerce poder, mas também de quem renuncia à responsabilidade de refletir.
Onde faltam perguntas, sobram certezas impostas.
E onde falta discernimento, prosperam os discursos que prometem respostas fáceis para questões complexas.
No fim, o manipulador pode até acreditar que venceu.
Pode contar seguidores, influenciar decisões e colher benefícios imediatos.
Mas seu poder é tão sólido quanto a ignorância que o sustenta.
E a história mostra que nenhuma construção erguida sobre a ausência de consciência permanece de pé para sempre.
A verdadeira força não está em controlar mentes, mas em despertar pensamentos.
Porque quem aprende a pensar por si mesmo deixa de ser propriedade das narrativas alheias e passa a ser autor da própria história.
Sempre acreditei que recomeços existem enquanto estamos respirando.
E, aqui estou eu, renascendo em todas as nuances da minha vida.
Às vezes, o sucesso está a uma linha de uma frase escrita com a alma.
Sonhei que eu trabalhava em um escritório, como assistente, para uma antiga patroa do meu ex marido, havia algumas meninas trabalhando junto de mim e eu senti fome e resolvi sair pra comprar algum lanche, passei em dois lugares e não comprei por achar o valor muito alto, olhei em minha carteira e havia muito dinheiro, mas eu pensei em outras necessidades maiores e voltei para o trabalho sem comprar nada. Quando cheguei na minha mesa, alguém havia escrito em uma folha "saiu e não avisou" eu fiquei muito chateada, porque as letras estavam tomando todo o espaço de uma folha A4 e me senti muito triste, com alguém que tentava me prejudicar. Desconfiei de uma garota que trabalhava lá há muito tempo, olhei pra ela e ela me olhava também, ela estava meio gordinha e grávida.
Julho de 2023
Todos os dias você constrói histórias. Mesmo quando acha que está parado. Mesmo quando acredita que nada relevante está acontecendo. Cada gesto, cada omissão, cada escolha repetida vira um traço daquilo que você chama de vida. Você deixa marcas. Algumas profundas, outras quase invisíveis. Você chama isso de legado, como se fosse algo grandioso, sólido, permanente. Mas vale perguntar com honestidade. Legado para quem?
Deus teria deixado um manual. A Bíblia. Não como um livro de frases motivacionais ou promessas fáceis, mas como um mapa de funcionamento da condição humana. Um texto que expõe padrões, consequências, limites. Um manual que muita gente carrega sem ler e muita gente lê sem aplicar. E, segundo essa lógica, Deus ainda teria feito algo mais radical. Entrou no próprio jogo. Vestiu um corpo humano. Experimentou fome, cansaço, rejeição, medo. E jogou diante de todos. Esse humano foi Jesus.
Isso muda a leitura da existência. Porque se o próprio criador entrou no jogo e também teve um fim, então o fim não é falha do sistema. É parte dele. O problema não é morrer. O problema é viver como se não fosse morrer. O problema é adiar decisões essenciais achando que haverá tempo. O problema é gastar energia tentando construir uma imagem eterna dentro de um corpo provisório.
Você, homem ou mulher, não escapa dessa matemática. Não importa o quanto produza, o quanto acumule, o quanto seja amado ou odiado. O seu tempo aqui é finito. E isso não deveria gerar desespero, mas foco. A clareza de que cada dia é uma página que não volta a ficar em branco. Você escreve com ação ou com ausência. Ambos contam.
Quando você entende que ninguém além de um círculo muito restrito lembrará de você, algo interessante acontece. A necessidade de provar valor para o mundo começa a perder força. A pergunta muda. Deixa de ser como serei lembrado e passa a ser como estou vivendo agora. Não para aplauso futuro, mas para coerência presente.
Jesus não construiu legado no sentido comum. Ele não trabalhou para ser lembrado. Ele viveu aquilo que acreditava ser verdadeiro, mesmo sabendo que isso o levaria ao fim. E talvez seja aí que esteja o ponto mais desconfortável da história. A ideia de que o sentido não está em durar, mas em alinhar. Não está em permanecer, mas em atravessar com integridade.
Você vive em uma época obcecada por visibilidade. Likes, registros, arquivos, perfis. Tudo precisa ser documentado, compartilhado, validado. Como se o esquecimento fosse a maior tragédia possível. Mas o esquecimento é o destino padrão. O esforço para ser lembrado muitas vezes serve apenas para evitar a pergunta mais incômoda. Estou vivendo de acordo com aquilo que digo acreditar?
O fim chega para todos. Para o anônimo e para o reverenciado. Para o justo e para o injusto. Para quem construiu impérios e para quem mal conseguiu sobreviver. A diferença não está no fim, mas no percurso. E não no percurso externo, mas no interno. No modo como você lida com o tempo que recebeu.
Se Deus criou o jogo, o manual não promete vitória fácil. Promete sentido. Promete direção. Promete que viver com consciência custa, mas viver sem ela custa mais. Jesus não escapou do fim. Ele atravessou o fim. E isso redefine o valor da sua própria travessia.
Você não controla quanto tempo tem. Controla apenas como ocupa o tempo que passa. E isso não exige heroísmo histórico. Exige lucidez cotidiana. Exige parar de viver como se tudo fosse ensaio. Não é. É ato único. Sem replay.
Quando você entende que até o perfeito teve um final, você para de exigir eternidade de si mesmo. Para de adiar vida em nome de uma promessa futura que talvez nunca chegue. Começa a viver com mais presença, menos ilusão, menos teatro.
O fim chega para todos. E justamente por isso, cada escolha importa mais do que parece.
Porque substituir dá menos trabalho. É quase um reflexo condicionado da modernidade. Travou? Troca. Cansou? Troca. Não brilhou hoje? Troca também, porque aparentemente tudo precisa performar como se fosse final de campeonato todo santo dia. E eu fico olhando isso com um certo espanto, meio rindo, meio cansada, pensando em quando foi que a gente começou a tratar pessoas como se fossem aplicativos com bug.
Construir, por outro lado, é um negócio meio antipático à pressa. Construir exige tempo, exige silêncio, exige aquele desconforto chato de ter que conversar quando o orgulho queria fazer greve. Construir é olhar pra alguém num dia completamente sem graça e ainda assim escolher ficar. E vamos combinar, dias sem graça são a maioria. A vida não é feita de trilha sonora emocionante, é mais aquele barulho de panela, notificação e boleto vencendo.
Substituir virou hábito porque dá a falsa sensação de controle. A gente acredita que, escolhendo outra pessoa, vai finalmente encontrar a versão sem defeitos, sem falhas, sem dias ruins. Spoiler que ninguém gosta de ouvir, mas eu falo mesmo assim: não vai. Você só muda o roteiro, mas o gênero do filme continua o mesmo. Sempre vai ter conflito, sempre vai ter frustração, sempre vai ter aquele momento em que você pensa “será que era melhor ter ficado sozinha vendo série?”. E às vezes era mesmo, mas isso não invalida o resto.
Construir é quase um ato de teimosia elegante. É tipo dizer “eu sei que seria mais fácil sair correndo, mas eu vou ficar aqui mais um pouco e ver no que dá”. E não, isso não tem nada a ver com aceitar qualquer coisa. Tem a ver com entender que profundidade não nasce de facilidade. Relações rasas são muito educadas, muito leves, muito fáceis de abandonar. Relações profundas dão trabalho, mas também dão raiz. E raiz, minha querida, segura até quando o vento resolve testar sua sanidade emocional.
A gente desaprendeu a permanecer porque permanecer não dá like imediato. Não rende história bonita todo dia. Não tem aquele brilho instantâneo que faz o coração disparar e a dopamina fazer festa. Mas tem uma coisa que o instantâneo nunca vai ter: consistência. E consistência é silenciosa, quase invisível, mas é ela que sustenta tudo quando o encanto dá uma cochilada.
Eu olho pra esse mundo que troca tudo o tempo inteiro e penso que talvez o verdadeiro luxo hoje seja ficar. Ficar com consciência, ficar com vontade, ficar sabendo exatamente onde está pisando. Não é sobre insistir no que machuca, é sobre não fugir na primeira rachadura. Porque se você sai toda vez que algo quebra, você nunca descobre o que poderia ser reconstruído.
No fim das contas, substituir é rápido, mas construir é o que fica. E eu, sinceramente, ando preferindo o que fica. Mesmo que dê trabalho. Principalmente porque dá trabalho.
Agora me conta, você é do time que troca ou do time que constrói?
Tem gente que ainda acredita que o sofrimento tem CEP e conta bancária. Como se a dor fosse uma funcionária pública que só atende bairro pobre, senha limitada, horário comercial. Mas a vida não respeita esse tipo de organização. A vida entra em qualquer casa, seja ela de tijolo cru ou com portão eletrônico que abre sozinha, e senta no sofá como visita inconveniente que não vai embora nunca.
Eu já pensei que dinheiro fosse uma espécie de vacina emocional. Tipo assim, tomou a dose, pronto, imunizada contra angústia, insegurança, insônia e aqueles pensamentos que aparecem às três da manhã sem pedir licença. Só que não. O dinheiro compra silêncio, mas não compra paz. Compra espaço, mas não compra leveza. E, às vezes, compra até mais barulho, porque quanto mais você tem, mais gente opina, mais gente quer, mais gente observa. É uma vitrine que nunca apaga a luz.
Tem gente sofrendo dentro de casa grande, com quarto sobrando e abraço faltando. Família que parece propaganda de comercial, mas por dentro é um campo minado de mágoas antigas, palavras engolidas, expectativas que viraram cobrança. E aí não adianta o tamanho da mesa se ninguém se olha de verdade enquanto janta. Não adianta o carro importado se o coração vive andando a pé, cansado, sem destino.
E tem também o peso de ser visto demais. A pessoa vira alvo, vira assunto, vira comparação. É como se cada passo fosse monitorado por uma plateia invisível, pronta pra aplaudir ou apedrejar dependendo do humor do dia. A falta de segurança não é só física, é emocional. É não saber em quem confiar, é duvidar até do elogio, é se perguntar se gostam de mim ou do que eu tenho. Isso cansa num nível que nenhum spa resolve.
No fim, a dor não pede extrato bancário. Ela chega do mesmo jeito, senta do mesmo jeito, aperta do mesmo jeito. Só muda o cenário, mas o roteiro é parecido. Porque sofrimento não é sobre o que falta fora, é sobre o que transborda dentro. E tem coisa que dinheiro nenhum consegue organizar.
Eu olho pra tudo isso e penso que talvez a maior riqueza seja conseguir deitar a cabeça no travesseiro e não travar uma guerra interna antes de dormir. Conseguir confiar, rir sem desconfiança, existir sem sentir que está sempre devendo algo pra alguém. Isso sim é luxo. O resto é acessório.
Desde a escola, aprendemos sobre guerras, conquistas, impérios, invasões, traições e disputas por poder. Decoramos nomes de reis, generais e governantes que mudaram o rumo da história através da força, do medo ou da dominação. Mas pare para pensar: quantas aulas foram dedicadas às pessoas comuns que salvaram vidas em silêncio? Quantas vezes nos ensinaram sobre aqueles que dividiram o pouco que tinham, que escolheram a honestidade quando a corrupção parecia mais fácil, que construíram pontes enquanto outros levantavam muros?
Existem histórias que as pessoas escutam e têm dificuldade de acreditar. Não porque sejam impossíveis, mas porque ninguém deveria precisar viver algo assim.
Parte da minha história começou antes mesmo de eu ter idade para formar lembranças. Minha mãe me contou que, quando eu ainda era um bebê, fui amarrada e submetida a maus-tratos durante horas pelo homem que deveria ter me protegido. Ela dizia que assistiu a tudo tomada pelo medo. Ao longo dos anos, ela me contou diversos episódios da minha infância que eu jamais poderia recordar sozinha, mas que ajudaram a explicar muitas marcas que carrego até hoje.
As primeiras lembranças que tenho são de medo.
Lembro de acordar muito pequena, com cerca de três anos de idade, ouvindo uma briga dentro de casa. Havia gritos, desespero e violência. Em meio àquela confusão, fui puxada de um lado para outro enquanto minha mãe tentava escapar. Naquele momento, senti um medo que uma criança não deveria conhecer.
Curiosamente, a única coisa que me lembro de ter pensado foi uma frase que eu ouvia minha mãe repetir quando passava por situações difíceis:
"Deus, me ajuda."
Eu nem compreendia completamente o significado daquelas palavras. Apenas as repeti dentro de mim.
Essa lembrança me acompanha até hoje porque foi uma das primeiras vezes em que senti que precisava me agarrar a algo maior do que eu para continuar.
Anos depois, já com oito anos de idade, vivi outro episódio que jamais esqueci. Eu costumava levar uma menina menor para a escola. Certo dia, almocei na casa dela e acabei chegando mais tarde em casa. Lembro de sentar em uma cadeira depois de voltar. O que aconteceu em seguida desapareceu da minha memória. O próximo momento de que me recordo foi despertar assustada em meio a uma situação de agressão e punição.
Foi uma das primeiras vezes em que percebi como o medo podia surgir sem aviso e transformar um dia comum em um dia inesquecível.
Também me recordo de outra situação envolvendo meu tio, que tinha idade parecida com a minha. Nós éramos apenas crianças. Havíamos sido encarregados de uma tarefa, mas acabamos nos distraindo brincando. O resultado foi uma punição extremamente severa.
Naquela época, eu não entendia por que crianças eram responsabilizadas daquela forma por comportamentos que eram próprios da infância.
O que ficou em mim não foi apenas a dor daquele momento, mas a sensação de injustiça. Eu era apenas uma menina tentando viver a infância que toda criança merece viver.
Outra lembrança marcante aconteceu quando cheguei da escola e encontrei meus irmãos reunidos em um ambiente tomado pelo medo. Recordo do clima de tensão, das palavras assustadoras, das ameaças e da sensação de impotência. Naquela noite, quase não consegui descansar. O medo parecia ocupar todos os espaços da casa.
Durante muitos anos, essa foi a realidade que conhecemos.
Minha mãe fugia.
Depois voltava.
Nós fugíamos.
Depois éramos levados de volta.
O ciclo parecia não ter fim.
Uma das lembranças mais fortes que guardo aconteceu durante a adolescência. Eu já trabalhava como estagiária e havia recebido meu primeiro salário. Cheguei em casa feliz, trazendo comida para a família e entregando parte do dinheiro para minha mãe.
Eu queria ajudar.
Queria construir algo melhor.
Mas aquela noite se transformou em mais um capítulo de sofrimento.
Foi a partir daquele momento que compreendi que, se eu quisesse sobreviver emocionalmente, precisaria partir.
Saí levando apenas o essencial. Algumas peças de roupa, minha coragem e a esperança de construir uma vida diferente.
Eu tinha apenas dezesseis anos.
Mesmo sendo tão jovem, sentia que precisava tentar salvar não apenas a mim mesma, mas também meus irmãos.
Conseguimos sair juntos. Encontramos um lugar para recomeçar. Durante alguns dias, acreditei que finalmente estávamos livres.
Mas, pouco tempo depois, minha mãe decidiu retornar para aquele ambiente.
Foi nesse momento que compreendi uma das lições mais difíceis da minha vida: nem sempre conseguimos salvar quem não está preparado para romper com aquilo que o machuca.
Hoje, quando olho para trás, percebo que muitas lembranças se perderam no tempo. Existem acontecimentos que já não consigo recordar com clareza. Existem cicatrizes cujo momento exato de origem desapareceu da minha memória.
Mas as marcas permaneceram.
E, de certa forma, elas contam uma história.
Não apenas a história da dor.
Mas a história da sobrevivência.
Porque apesar de tudo o que vivi, eu continuei caminhando.
Apesar do medo, continuei acreditando.
Apesar das feridas, continuei amando.
Apesar de todas as tentativas de me destruir, construí minha própria liberdade.
E talvez essa seja a maior vitória de todas.
Eles marcaram partes da minha história.
Mas não conseguiram definir quem eu me tornaria.
Hoje, eu não sou a criança assustada que vivia esperando a próxima tragédia.
Sou a mulher que sobreviveu a ela.
Todo trabalho é digno e honroso
Mas poucos são bem remunerados
Então se prepare para o mundo do trabalho e não fique parado
Falar de Deus, acreditar em Deus, é fácil. Começou Perdiz, agora viver com Deus o tempo todo, caminhar com Deus pelos jardins do tempo, e obedecer a Deus a todo momento, a ponto de não se deixar cair na tentação de comer do fruto proibido, isso é difícil. Aliás, muitos diriam que é quase impossível.
Eu mesmo me recordo de inúmeras tentações que não consegui resistir, a tentação do alcoolismo, da infidelidade no casamento, da luxúria por consequência, da tentação irresistível de assistir àquele vídeo pornográfico que me enviavam pelo watzap.
Depois da conversão em Cristo, eu acreditava que estava tomando consciência espiritual das coisas e fui me libertando de muitas tentações, mas estava livre delas? Não!
Perdiz continua... Agora eu usava roupas mais discretas e sempre tinha uma bíblia comigo, aliás tinha várias...no carro, na mesa do escritório, no quarto, na sala bem à vista das visitas. E...então percebi que estava alimentando uma tentação que se não for a maior está entre as maiores de todas. Que é a tentação do orgulho, simmmm. Eu passei a me achar melhor que as outras pessoas, passei a julgá-las e criticá-las por fazerem tudo aquilo que eu fazia antes de escolher a vida Cristã. E hoje, perante todos vocês e do Nosso Senhor Jesus Cristo eu quero pedir perdão por ter caído nessas tentações e ter me esquecido das suas palavras que determina: "Ame a Deus sobre todas as coisas e o Próximo como eu vos Amei"
Amém???
Na vida eu passei por problemas
Algumas soluções vieram apenas
Outras eu conquistei a duras penas
A seu tempo todos os problemas passaram
E só as saudades dela ficaram
Gabiróba, o sapinho mochileiro acreditava que a amizade era uma rocha que se projetava no mar de magias do antigo reino sapo. Ele ria dessa ideia e dizia que se tivesse o poder de impedir as ondas desse mar de partir para o oceano de dúvidas impediria. Pois com elas o medo avançava ano a ano sobre a terra fértil da sua limitada mente sapo desde que chegara nessa estrada sem fim que é a vida de quem é ansioso como um noivo espera que encontre o sentido, e que ele seja bom e generoso.
Gabiroba via a terra, a boa terra da esperança se desmanchar no atrito das ondas do mar de dúvidas, via os longos braços de areia áspera e alcalina que segurava na praia a fúria do oceano de raivas. Quando o brilho do sol partia na tarde vermelhada ele contemplava a paisagem brilhante dourada do futuro e se animava a fazer uma caminhada para alcança-lo. O céu iluminado pela lua brilhava nas águas salgadas e refletia toda sua história de pérolas e jóias de uma vida predestinada a ser um simples sapo mochileiro nesse universo de sapaiadas, desde o dia em que sua mãe sapa anunciou: "Estou grávida". Assim nascia Gabiroba, o sapinho mochileiro trazendo em seus pensamentos um universo mágico de valiosas jóias que jamais seriam usada, seus olhos eram como pedras estreladas refletidas pelo brilho do céu escurecido da noite calma, mas acordou na chuva e eles pareciam opacos sem brilho, desde que as dúvidas começaram a percorrer o seu caminho.
Acredito que tudo é possível, e tenho certeza de que eu tô no caminho certo , sem atrasar a vida de ninguém para adiantar a minha 🚀🇧🇷
“Planeje seu trabalho antes de construir sua vida.”
3. “Primeiro a base, depois a casa.”
4. “Organize-se, depois aproveite.”
5. “Plante primeiro, colha depois.” 🌱
- Relacionados
- Frases de motivação: palavras para encontrar o incentivo que você precisa
- 57 frases motivacionais para agradecer por cada etapa da jornada
- 153 frases de reflexão para ampliar os seus horizontes
- Textos de motivação para vencer desafios e superar obstáculos
- Frases de otimismo para manter a fé no que vem pela frente
- Frases de impacto que inspiram, motivam e transformam
- Frases para Conquistar
