Motivação
Acredite em si mesmo e na sua essência.
E não dê explicações para aqueles...
Que já optaram por te julgar!
Eles não sabem do seu esforço.
Rita Simões
Assim caminha a amizade
espalhando... paz, gentileza, amor...
e conquistando os mais lindos sorrisos!
Há quem acorde às seis da manhã disposto a trabalhar, sem imaginar que o verdadeiro desafio do dia não estará nas tarefas, mas na imprevisível cartografia das limitações humanas que dividem o mesmo espaço e, ainda assim, tornam a convivência alheia mais desmotivante pela própria vaidade.
A ATITUDE é o reflexo de uma pessoa.
Nós moldamos nossas próprias vidas.
Acredite em si mesmo!
Espere sucesso, você terá sucesso!
Torne-se primeiro aquilo que você vai alcançar!…
IPE AMARELO
Na calçada, manhã fresca.
O sol manhoso espreitava mais um dia de trabalho na prefeitura.
E os ipês amarelos, frondosos,
faziam fila na calçada, como quem aplaude a vida.
Então veio um "bom dia, moço!"
Pequeno, suave, sonoro, inteiro.
Da boca de uma menininha
que caminhava com a mãe na calçada.
E aquele bom dia
foi nota de canção em meus ouvidos.
Acorde que me encontrou,
afinou o peito e tocou minha alma.
Disse ao amigo do lado, Ivan:
"Ganhei não só o dia, amigo.
Acho que ganhei o ano todo."
Porque tem gentileza
que dura 365 dias.
Você se reconhece neste circo espiritual? IV
O trabalhador da luz / titular da grade
Estas são as versões “anciãs” da categoria anterior, e são obviamente as escolhidas.
A lightworker/grid holder tem mais de 50 anos, ela é vidente e pode iniciá-lo em qualquer modalidade de cura, remotamente.
Ela vê números de anjos em todos os lugares e está sempre ocupada mantendo a rede unida.
Em seu tempo livre, ela ficará feliz em recrutá-lo para seu círculo de dinheiro de esquema de pirâmide.
O trabalhador da luz/portador da grade só fala de escadas espirituais, aquelas em que ela se coloca no topo.
Palavras usadas com frequência: Ativação da Luz, atualização do DNA, ascensão, consciência crística, Madalena.
O Ayaspiritual também conhecido como o povo da medicina.
Mais sagrado do que tu, os curandeiros nunca admitem seu vício em remédios, pois cada ação sua é um ritual. Eles adoram jejuar e podem ter explosões de raiva inesperadas devido a níveis de açúcar no sangue fora de controle.
Com razão, o pessoal da medicina é altamente superior à pessoa espiritual comum, pois eles se sentaram com Aya mais vezes do que você pode contar. Afinal, quem pode discutir com a avó? (continua)
Você se reconhece neste circo espiritual? V
A criança do LSD
A criança LSD acredita que ele é o filho preferido do universo. Ele não sabe como ganhar dinheiro e passa a maior parte de sua vida cósmica no festival.
A criança LSD está disposta a ingerir qualquer substância, desde que seja natural (LSD em uma exceção). Ele acha que qualquer coisa da mamãe terra é saudável e bom para você, aparentemente ele nunca ouviu falar de veneno.
Os autoproclamados ativistas do teclado / teóricos da conspiração estão tão acordados que não conseguem nem falar com o decibel médio da fala humana, gritam e usam letras maiúsculas para acordar as ovelhas. É mais eficiente.
Eles sofrem de grande grandiosidade e seu líder escolhido são os “Trunph´s da vida”.
Eles costumam beber chá, jogadores de quarto, pois ganham seu “dinheiro” com o comércio de criptomoedas ou assim farão um dia.
Eles começam a maioria das postagens com um “alerta de gatilho” e sofrem de paranoia aguda, seus pronomes usados com frequência são “eles” e “eles” e adoram usar a palavra “soberano”.
O Espiritual Não Espiritual
Esses são os zangados. Para eles, a transcendência é um desvio espiritual e a auto responsabilidade é a vergonha da vítima.
O Espiritual não Espiritual foi desiludido por um Guru em um ashram na Índia quando confundiram o ensinamento com o professor. O espiritual não-espiritual não suporta a visão de uma alegria e confunde rabugice com firmeza.
Posso ou não ter mergulhado o dedo do pé em um desses arquétipos. Tudo bem brincar de esconde-esconde com a gente sob a roupagem desses personagens, desde que não nos identifiquemos com nossos pontos de vista e ideias, desde que saibamos que é um circo e que somos apenas palhaços.
Desde que não nos esqueçamos de rir.
“O mais esperto de todos é o homem que se diz tolo pelo menos uma vez por mês.” (fim)
Houve um tempo em que ele acreditava que pisaria num foguete. Não porque gostasse de ciência. Porque toda criança precisa inventar um céu onde a vida pareça valer a pena. O foguete nunca foi um veículo. Era uma mentira bonita. Daquelas que se contam para não perceber cedo demais que o mundo costuma distribuir mais boletos do que milagres.
Depois vieram os quarenta.
A idade em que o espelho deixa de fazer gentilezas.
Ali ficou claro que nenhum foguete pisaria o quintal daquela casa. Restou o café frio, os bares de luz amarela, algumas mulheres que passaram como chuva de verão e amigos que aprenderam a sorrir para fotografias enquanto enterravam silenciosamente a própria fome de existir. Ele ainda procurava alguma coisa. Não sabia o nome. Chamava de sentido porque qualquer palavra menor pareceria covardia.
Agora vieram os sessenta e dois.
A essa altura, não dói apenas o corpo. Doem as expectativas que sobreviveram tempo demais.
Os dias se parecem com copos vazios esperando por uma bebida que nunca chega. Não é exatamente tristeza. É um cansaço antigo. Um animal velho dormindo no peito.
Às vezes, observa uma folha cair da árvore.
E sente um impulso ridículo de colocá-la de volta no galho.
Como quem pudesse devolver um casamento ao começo, uma amizade ao primeiro abraço, um pai à juventude, um amor ao instante em que ainda não conhecia a despedida.
Mas folhas não voltam.
Nem pessoas.
Nem o tempo.
Todo mundo merece um dia melhor, pensa ele. O problema é que ninguém ensina o caminho. Ensinam a produzir, competir, acumular, parecer feliz. Nunca a existir.
Durante muitos anos procurou sua rainha da beleza.
Não a mulher das revistas.
Essa morre quando a maquiagem encontra a primeira lágrima.
A rainha que procurava tinha outra anatomia. Beleza sentimental. Inteligência que abraça sem tocar. Capacidade de permanecer em silêncio sem transformar o silêncio em distância. Uma mulher cuja alma não estivesse à venda por curtidas, status ou conveniências.
Ainda procura.
Talvez ela também esteja perdida em algum balcão de bar, fingindo que o gelo do copo basta para resfriar a solidão.
Olha para antigos amigos.
Todos parecem brilhar.
Casas maiores.
Carros melhores.
Viagens.
Sorrisos impecáveis.
Mas ele já não acredita tanto na luz.
Aprendeu que existe um sol artificial iluminando a terra da normalização.
Lá, o verbo ser foi lentamente assassinado pelo verbo ter.
As pessoas compram identidades em prestações.
Vendem a própria autenticidade em troca de aprovação.
Sorriem como quem cumpre expediente.
Abraçam como quem assina um contrato.
A empatia virou artigo de luxo.
A delicadeza, uma excentricidade.
A verdade, inconveniente.
Talvez seja por isso que se sinta preso numa bolha.
De um lado, o mundo do faz de conta.
Do outro, um mundo real que quase ninguém parece querer habitar.
Nesse lugar antigo, os valores ainda tinham peso. A palavra ainda valia mais que uma assinatura. O afeto não precisava produzir conteúdo. A dor podia existir sem virar espetáculo.
Talvez o erro nunca tenha sido do mundo.
Talvez tenha sido nascer acreditando que honestidade seria suficiente.
Ainda assim, todas as manhãs ele acende um cigarro imaginário para conversar com as próprias ruínas. Serve um copo como quem brinda aos mortos, aos amores que não vieram, aos sonhos que explodiram antes da decolagem.
E continua vivo.
Não porque espere um foguete.
Nem porque a felicidade esteja logo ali na esquina.
Continua vivo porque existe uma estranha dignidade em permanecer inteiro quando tudo ao redor insiste em ensinar a arte de apodrecer por dentro.
Talvez seja isso envelhecer.
Descobrir que o mundo nunca prometeu salvação.
E, mesmo assim, recusar-se a chamar de vida essa enorme coleção de sorrisos emprestados
A INDIFERENÇA TAMBÉM DEIXA MARCAS
A chuva fazia aquele trabalho sujo de sempre: cair sobre todo mundo sem perguntar quem merecia.
Eu estava no bar, diante da vidraça embaçada, com um copo que já tinha perdido a graça fazia algum tempo.
O bar estava cheio.
Gente falando alto, rindo de coisas que provavelmente não teriam graça no dia seguinte. Gente reclamando do preço da cerveja, do governo, do chefe, da vida, do casamento, do trânsito.
A vida humana em seu estado mais sofisticado: reclamar de pequenas merdas enquanto outras pessoas desaparecem a poucos metros.
Foi então que eu o vi.
Caminhava devagar.
Muito devagar.
Como se cada passo precisasse ser negociado com o corpo.
Um bastão em uma das mãos.
Uma trouxa enorme pendurada nas costas.
Aquele tipo de bagagem que não parece carregar roupas.
Parece carregar anos.
Ele levou a mão ao rosto.
Não sei se chorava.
Talvez estivesse apenas cansado.
Talvez tivesse vergonha.
Talvez estivesse protegendo os olhos da chuva.
Ou talvez estivesse tentando esconder de si mesmo o espetáculo miserável de continuar vivo.
E ninguém parou.
Ninguém.
Alguns passaram por ele com aquela pressa característica de quem tem compromissos importantes.
Um homem esbarrou em seu ombro.
Nem olhou para trás.
Uma mulher desviou como se tivesse encontrado uma poça.
Outro simplesmente continuou andando.
A cidade possui uma técnica admirável para isso.
Ela transforma pessoas em obstáculos.
Depois transforma obstáculos em paisagem.
E, finalmente, transforma paisagem em nada.
Fiquei olhando.
E comecei a me perguntar quando foi que aprendemos a não nos importar.
Talvez tenha começado cedo.
Quando descobrimos que sentir demais dói.
Então construímos pequenas paredes.
Depois paredes maiores.
Depois uma casa inteira dentro da cabeça.
Chamamos aquilo de maturidade.
Chamamos de experiência.
Chamamos de inteligência emocional.
Na verdade, muitas vezes é apenas medo com uma boa roupa.
A gente aprende a olhar sem ver.
A ouvir sem escutar.
A passar por alguém sofrendo e dizer:
Não é problema meu.
É uma frase eficiente.
Curta.
Prática.
Quase elegante.
Serve para tudo.
Para o mendigo.
Para o velho.
Para o vizinho.
Para a criança.
Para o amigo.
Para o planeta.
Para a própria consciência.
Não é problema meu.
E assim vamos ficando especialistas em não pertencer a nada.
A tragédia é que ninguém nos avisou que, quando você se separa suficientemente dos outros, começa também a se separar de si mesmo.
Porque aquele homem ali não era somente aquele homem.
Era uma possibilidade.
Uma versão futura.
Uma lembrança de alguma coisa que poderíamos ter sido.
Ou simplesmente alguém que teve menos sorte.
E essa é a parte que incomoda.
Porque é fácil desprezar aquilo que acreditamos estar muito distante.
Mas e se não estiver?
E se a diferença entre aquele homem e o sujeito sentado aqui no bar for apenas uma sequência de acidentes?
Uma doença.
Um abandono.
Uma dívida.
Uma perda.
Uma velhice que chegou sem pedir licença.
Uma mão que ninguém segurou quando ainda havia tempo.
É aí que a coisa fica desagradável.
Porque começa a desaparecer a confortável fronteira entre eu e ele.
Nós gostamos de acreditar que somos indivíduos separados.
Eu tenho minha vida.
Ele tem a dele.
Eu tenho meus problemas.
Ele tem os dele.
Uma pequena matemática moral para justificar nossa covardia.
Mas existe uma coisa incômoda chamada humanidade.
E ela não respeita nossos muros.
Ela passa por dentro deles.
O homem continuava caminhando.
A chuva continuava caindo.
A motocicleta continuava estacionada.
As pessoas continuavam indo para algum lugar.
E eu continuava atrás do vidro.
Isso também me incomodava.
Porque observar o sofrimento não nos torna melhores.
Às vezes apenas nos torna espectadores mais sofisticados.
Você pode escrever sobre a fome e continuar jantando tranquilamente.
Pode falar sobre compaixão e não oferecer um minuto a ninguém.
Pode publicar frases bonitas sobre humanidade enquanto passa por uma pessoa caída na calçada olhando para o celular.
A consciência é uma coisa estranha.
Ela permite que você se sinta culpado sem precisar mudar absolutamente nada.
Talvez essa seja uma das maiores fraudes que inventamos.
Sentir não basta.
Pensar não basta.
Indignar-se não basta.
A compaixão que não atravessa o corpo e chega às mãos é apenas uma emoção bem-comportada.
E talvez seja disso que este homem esteja nos lembrando.
Não com palavras.
Não com discursos.
Não com nenhuma bandeira.
Apenas com aquele corpo cansado.
Aquele bastão.
Aquela trouxa.
Aquela mão cobrindo o rosto.
Ele não precisa saber que está nos ensinando alguma coisa.
Talvez nem queira.
Talvez só queira chegar a algum lugar.
E existe uma brutalidade nisso.
Ele está tentando chegar.
Nós também.
A diferença é que alguns carregam uma mochila.
Outros carregam apartamentos, carros, diplomas, investimentos, fotografias de família, rancores, traumas, vaidades, fracassos e uma quantidade absurda de medo.
Todos carregamos alguma coisa.
A questão é o que fazemos quando percebemos que outra pessoa não consegue mais carregar a dela.
Viramos o rosto?
Aceleramos o passo?
Ou paramos?
Talvez seja esse o ensaio mais simples para recuperar alguma coisa que perdemos.
Parar.
Olhar.
Reconhecer.
Cuidar.
Não porque somos santos.
Não porque precisamos salvar o mundo.
Mas porque, antes de todas essas teorias sobre sucesso, liberdade, mérito e individualidade, existe uma coisa muito mais antiga dentro de nós.
A necessidade de cuidar.
Ela está lá.
Debaixo do cinismo.
Debaixo do orgulho.
Debaixo das cicatrizes.
Debaixo dessa couraça ridícula que construímos para não sofrer.
Você foi feito para cuidar.
E eu sei que isso soa ingênuo.
Num mundo que transforma gentileza em fraqueza, parece até uma piada.
Mas talvez a verdadeira fraqueza seja justamente o contrário.
Passar por alguém quebrado e precisar fingir que não viu.
Porque para não sentir a dor dos outros você precisa amputar alguma coisa dentro de si.
E amputações emocionais também deixam cicatrizes.
O homem desapareceu na chuva.
O bar continuou cheio.
Pedi outra cerveja.
Não porque tivesse esquecido o que vi.
Mas porque ainda não sabia o que fazer com aquilo.
Talvez começar seja exatamente isso:
não esquecer.
Não deixar que aquela imagem vire apenas mais uma fotografia entre milhares.
Não permitir que a dor de alguém se torne paisagem.
Talvez a mudança comece antes da ação.
Comece no instante em que você se recusa a olhar para o outro como um estranho.
Porque, no fim, somos todos passageiros da mesma coisa.
E a cidade continuará esbarrando em nós.
A chuva continuará caindo.
Os bares continuarão cheios.
As pessoas continuarão com pressa.
E algum homem continuará caminhando devagar, carregando nas costas tudo aquilo que ninguém quis carregar com ele.
A pergunta não é se podemos salvar aquele homem.
Talvez não possamos.
A pergunta é outra.
O que ainda existe dentro de nós quando vemos alguém sofrendo e escolhemos não nos importar?
Talvez seja aí que a humanidade comece.
Ou termine.
Depende do que você fizer depois de olhar.
Meu amor foi tão sincero
que nem ela acreditou,
e ao som de um bolero,
em devaneios fraquejou.
O ciúme é uma tormenta
tempestade em alto mar,
represa que arrebenta,
e o sentimento pode afogar.
Quero a paz da madrugada
chega de aturar ingratidão,
nessa noite tão estrelada,
tenho de volta meu coração.
Agora vou dar um tempo
em sonhos e fantasia,
até o total esquecimento,
do que restou dessa agonia.
Vou viajar na poesia
chega de contestação,
falar de amor e alegria,
desejo e muita paixão.
Em minhas horas vadias
em bares vou encontrar,
violão, mulheres e boemia
para a saudade matar.
Vou ver decotes ousados
e lábios cor de carmim,
voltar aos anos dourados,
que por amor esqueci.
Beijar na boca fogosa
de quem só pensa em viver,
querendo ser uma rosa,
para quem queira colher.
Cantando a mesma canção
que tanto te encantou,
vou despertar a emoção,
que teu ciúme apagou.
Em belos motéis coloridos
vou passar de mão em mão,
ouvindo falsos gemidos,
embriagando-me de ilusão.
Então quando a loucura findar
regressando a realidade,
irei desesperado te procurar,
quase morto de saudade.
Sob a luz do teu lindo olhar,
temendo que digas não,
teu perdão irei rogar,
porque és minha paixão.
Te darei uma bela rosa,
em teus braços irei jurar,
que na vida caprichosa,
para sempre irei te amar.
E da lição que o mundo
tristemente me ensinou,
não esquecerei um segundo,
que nada substitui teu amor.
De meus sonhos a única realidade é que te amo de verdade.
~~A MARCA DA VERDADEIRA EMOÇÃO~~
Não existe dia certo para acreditar que cada realidade vivida, sentida, sempre é o recomeço de grandes momentos onde somos capazes de nos entregar, esquecer o tempo, esquecer os problemas do mundo e sentir no coração o ritmo que nos enlouquece, o frio que sobe no peito e aos poucos vai esquentando, aquecendo todo aquele momento.
Nós somos capazes de nos permitir acreditar o quanto é bom viver.
O calor dos seus braços me envolvem e me fazem sentir que carrego dentro do peito muito amor, capaz de envolvê-lo com eterna ternura onde todas as emoções não são apenas vividas
mas também sentidas da forma mais límpida e sincera.
A cada reencontro nossos olhares se encontram e são capazes de dizer muito mais que palavras, porque o beijo simboliza a comunicação de viver intensamente novos momentos, novas emoções, marcando com muita ternura uma cumplicidade eterna.
A Marca da Verdadeira Emoção
~~EDEMILSON RIBAS~~
Para viver um grande amor
conquistei o meu coração!
Para decidir essa questão
enfrentei
as pressões de todas as minhas
rejeições...
Me perdi em idas e vindas
encabulada!
Esperava a grande lição!
Frente à frente...
precisamente como devia ser!
Não conseguia
tocar o coração da minha amada
sem antes tocar
o meu coração amante!
Serenamente eu me entreguei ....
Agora estou desarmado!
O que fiz para me convencer...?
Apenas foi preciso sofrer!
Tudo aceitei!
Perdoei ...
Todas as dores
desejei morrer ...
A solução caiu nas minhas mãos ...
Um dia apenas para aprender!
Só um coração sem rumo
conhece o quanto nosso eu
é profundo!
Descobrimos juntos o caminho do meio ....
Restauramos todas as ilusões perdidas!
Isto significa
saber viver!
~~ANJO ARREBATADOR~~
"É muita ingenuidade acreditar que quem mente para conseguir um voto passará a falar a verdade depois de conquistar o cargo. A única diferença é que, com a caneta na mão, a mentira ganha orçamento e poder de destruição."
Trem da vida
Linha trabalho hoje desembarcar 3 passageiros o trem segue no seu trilho quem sabe ele volta nessa estação quem ou talvez essas pessoas consigam entrar novamente, futuramente em outro ciclo do trem, o vagão fica vazio mas na próxima estação entrará novos passageiros com desafios diferentes seguimos...
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