Motivação

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Enquanto existir pessoas de bem terei esperanças e acreditarei em anjos.

Acreditei que eu era especial, mas percebi que eu era apenas a única opção..

Escala Humana


Demétrio Sena - Magé


O amor à família faz querer descanso;
trabalhar feito gente; não burro de carga;
quem amarga jornadas de morrer em vida
quer avanço nos campos da dignidade...
Mas alguns temem atos da fúria dos ricos,
outros acham melhor continuar escravos,
ficam bravos com outros que ficam felizes
pelo tempo maior que terão com os seus...
Os patrões ameaçam quem aprove a ideia
e políticos porcos constroem notícias
pra plateias que nunca souberam pensar...
Ser humano trabalha, mas cultiva o sonho
do programa e do sono sem despertador,
pra sentir o sabor de ser alguém no mundo...
... ... ...


Respeite autorias. É lei

O sorriso não é uma máscara de otimismo ingênuo, mas uma tecnologia ancestral de sobrevivência que altera a química do caos; ele atua como um bálsamo que estanca as hemorragias invisíveis da alma e desinflama o corpo fustigado pelo tempo. É na fricção da convivência com os amigos verdadeiros — aqueles que sustentam o nosso olhar sem julgamentos — que erguemos uma barreira biológica e psíquica contra a entropia da vida moderna. Manter-se próximo a esses poucos eleitos é um ato de resistência filosófica: é garantir que a mente não se perca em solilóquios amargos, permitindo que a sanidade e o vigor físico se estendam como o reflexo de um pertencimento real e inegociável.

⁠"Tudo é possível, aos olhos daqueles que acreditam"
Salvador Velez

O sucesso torna-se consequência quando o trabalho é colocado a serviço da Vida

Persiga seus sonhos discretamente e compartilhe suas conquistas sem alarde. Barulho em excesso causa distração e irritação.🕊

Para conquistar o que deseja, duas coisas são fundamentais: fazer sua parte com excelência e contar sempre com Deus.

Onde você trabalha você tem amigos ou colegas de trabalho? Eu entendo que pode haver muita concorrência, geralmente as pessoas colocam seus anseios profissionais antes da amizade, mentira daquele que diz que tem amigos no trabalho, mais na primeira oportunidade passa o outro para traz, faz fofoca, usa das armas que julga necessário para ascensão profissional.
Claro que não podemos ser injustos com aqueles que realmente querem ser mais que simplesmente colega de trabalho, que ajuda, que se envolve mais que o necessário e cria outros vínculos, mais é raro, eu particularmente tenho poucos colegas de trabalho que viraram amigos. Que tipo de pessoa você é dentro da empresa que trabalha, colega ou amigo? Pense e reflita ,pois passamos a maior parte do tempo de nossos dias dentro do nosso emprego!

Trabalho fracassa quando buscamos nele o reconhecimento que não tivemos dos pais

⁠Não é o salário que motiva o policial e sim a satisfação em ser o primeiro passo para à justiça. Não há como se pagar o preço justo pra quem arrisca sua própria vida em serviço.

⁠Não desanime em seus propósitos. Tome como meta seus sonhos. Acredite, eles podem se tornar realidade.

⁠Quando uma pessoa por mais importante que seja o cargo dela , em qualquer área na vida, não acredite apenas em suas palavras, somente pela influência que essa pessoa têm, seja humano e procure conhecer os dois lados da história, melhor ! ore a Deus e não se envolva em um problema que não é seu, pois no final o errado sempre será você, (duplamente) 1° por te comprado uma briga que não é sua, 2° Os protagonista da briga sempre voltam a ser falar, já você perde a amizade dos dois lados; e ainda sai como se fosse o pivô da briga.🍁🍁🍁

A vida é um falso livre-arbítrio.
A gente cresce acreditando que escolhemos... mas, na verdade, nada está em nossas mãos.
Não há escolhas ao nascer, nem ao partir.
Não escolhemos nossas dores, nossas perdas que ficam, tudo é um teatro onde os papéis já foram escritos. A realidade é dura, fria, crua.
As marcas ficam, e são elas que nos moldam.
Entre a vida e a morte, o único poder real que temos, é o que fazemos com as cicatrizes que carregamos.

⁠Acredito que Deus exista. O que não entendo é porque ele não se importa com esse mundo.

Acreditamos na permanência mesmo sabendo que somos transitórios.


— Jess.

Somos feitos de instantes frágeis e ansiosos, que ainda assim escolhe acreditar que somos capazes de constância, confiança e espera.


— Jess.

Não carrego bandeiras partidárias. Acredito que a transformação social exige coragem, posicionamento ético e o uso responsável da voz na defesa e proteção de todos os nossos direitos especialmente dos direitos das mulheres, no enfrentamento à violência e na proteção de crianças e adolescentes. Nenhuma voz é pequena demais quando se compromete a fazer a diferença.

A falta que sentimos do que ainda não vivemos…

Em muitos momentos da vida, acreditamos estar sentindo falta de alguém.
Mas, se formos honestos e silenciosos o suficiente para observar, perceberemos que não é exatamente da pessoa que sentimos falta.

Sentimos falta da história que começamos a escrever com ela.

Não é ausência.
É interrupção.

A mente humana tem uma capacidade extraordinária de projetar futuros. Antes mesmo que algo exista de fato, o cérebro já ensaiou diálogos, construiu rotinas, imaginou casas, viagens, pertencimento. Criou uma narrativa inteira — sem que nada disso tenha acontecido no mundo real.

A neurociência chama isso de simulação prospectiva.
O cérebro antecipa experiências para se preparar para elas.
Mas, emocionalmente, ele não diferencia tão bem o que foi vivido do que foi apenas imaginado com intensidade.

Por isso, quando algo não se concretiza, não sofremos apenas pela perda de alguém.
Sofremos pela perda de um caminho inteiro que já havia sido aceito internamente como destino.

É o luto do que não aconteceu.

E esse luto é silencioso, porque não há memórias suficientes para justificar a dor.
Há apenas expectativas que não encontraram lugar na realidade.

Mas existe uma segunda camada, ainda mais sutil.

Quando aquilo que imaginamos não se realiza — principalmente quando depende do outro — o cérebro muda de estado. Ele sai do campo do vínculo e entra no campo da conquista.

O que antes era afeto passa a ser desafio.

Isso acontece porque o sistema de recompensa do cérebro, regulado principalmente pela dopamina, não responde apenas ao prazer de ter algo. Ele responde, sobretudo, à possibilidade de obter algo que ainda não foi alcançado.

A ciência chama isso de erro de previsão de recompensa.

Nós nos tornamos mais motivados quando:
• quase conseguimos,
• quando há incerteza,
• quando não está garantido.

O desejo cresce na ausência.
Não porque aquilo seja mais valioso, mas porque ainda não foi resolvido.

Assim, o que parecia amor, às vezes era ativação.

Não era a pessoa que nos prendia.
Era o estado interno de busca.

Quando conquistamos, o cérebro reduz esse impulso — porque aquilo já não exige esforço, já não representa novidade, já não carrega tensão.
E então confundimos estabilidade com perda de interesse.

Na verdade, são sistemas diferentes operando:

O da conquista busca intensidade.
O do vínculo busca continuidade.

Um produz excitação.
O outro produz construção.

Se não soubermos distinguir, passamos a vida tentando reviver o primeiro, incapazes de permanecer no segundo.

Por isso, muitas vezes, queremos mais aquilo que não temos do que aquilo que já está presente.
Não porque seja melhor.
Mas porque o cérebro foi desenhado para perseguir, não para repousar.

E é aqui que mora o equívoco.

Relacionamentos não são metas a serem atingidas.
São realidades a serem habitadas.

Metas terminam quando são alcançadas.
Vínculos começam exatamente aí.

Quando entendemos isso, algo muda.

Percebemos que não estamos tentando esquecer alguém.
Estamos apenas ensinando o cérebro a encerrar uma simulação que continuava rodando sozinha.

Não precisamos lutar contra o sentimento.
Precisamos retirar a energia da projeção.

O que não aconteceu não precisa ser resolvido.
Precisa apenas deixar de ser continuado dentro de nós.

E, pouco a pouco, o desejo deixa de ser urgência.
A ausência deixa de ser falta.
E a mente, que antes insistia em terminar uma história imaginada, aprende a voltar para aquilo que está vivo — agora, concreto, imperfeito, mas real.

Porque maturidade emocional talvez seja exatamente isso:

Parar de confundir intensidade com verdade.
E escolher, conscientemente, aquilo que cresce com o tempo — não aquilo que apenas nos acende por um instante.

"Tem gente que só vai acreditar no mundo espiritual ou levá-lo a sério depois que morrer."


- Anderson Silva