Mostrar a Verdadeira Face

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Quando se descobre a sua verdadeira
identidade,logo aperece em si sua verdadeira
face em plena a humanidade.

A ética tem tirado a essência de cada um, ocultado a sua face verdadeira. Com tanta definição de certo e errado as pessoas não se assumem, praticam o cinismo e vivem na hipocrisia.
Eu amo a liberdade, mas não sou livre, estou presa aos meus princípios.

Detesto subestimação tanto quanto superestimação.
Tenho exercitado a atividade de observar, é bem mais eficiente do que qualquer julgamento antecipado.

A aparência sempre foi uma barreira que, nos impede de enxergar a verdadeira face do ser.

Já, há muito tempo, o Ser Humano da Terra deixou de exibir a sua verdadeira face, pois ele enterrou-a em si mesmo, e perdeu-a com o início das falsas doutrinas dos cultos religiosos.
Assim, portanto, ele só usa apenas uma colorida máscara para exibir que, porém, é insípida, monótona e é estoicamente indiferente, e se parece à mesma, e é usada por todos em grandes massas.
Muitas pessoas se transformaram em Bestas ou em “insípidos” Robôs das falsas doutrinas e dos falsos ensinamentos dos cultos religiosos.
Em sua forma de inteligência são “Insípidas”, perversas, e sem honra, elas passam os seus dias, os meses, e os anos de suas vidas na Terra ignorantes das mínimas formas da verdade espiritual, viciosos e desonestos pensando apenas nas suas ambições pelo poder, na ganância, na cobiça, no materialismo, e no ódio contra os seus semelhantes e contra si próprias.
Elas ordenam e organizam todas as coisas do mundo com a sua compreensão e juízo, por meio das quais elas põem tudo sob a sua submissão, e apenas esta sujeição lhes valem todos os seus esforços, pensamentos e sentidos.
O dinheiro e a aparência lhes são mais valiosos do que a Verdade do Ser.
Faltam-lhe os mais básicos fundamentos da Eterna Verdade do Espírito e da CRIAÇÃO e bem cedo se apegam aos falsos, errôneos, e irreais ensinamentos das religiões.
Seus Falsos e Escravizantes Ensinamentos e seu Autoengano o põe próximo, ou o faz ainda, muito mais superior do que todas as Leis e Recomendações da CRIAÇÃO em toda a sua Verdade e Sabedoria.
De sua Absolutamente Miserável e Aberrante filosofia de vida religiosa culto deísta-teísta, e pelo seu total desprezo pelas Verdadeiras Leis e Recomendações da CRIAÇÃO por meio das leis e determinações criadas pelo homem a humanidade está em Uníssono uivando com as religiões irreais e ela acredita que será melhor, ou que seguirá para um futuro melhor com possibilidades de uma vida melhor.
Por lhes faltar conhecimento sobre a Natureza da Existência da CRIAÇÃO na humanidade eles são forçados a viver dos meios materiais e dos falsos e heréticos ensinamentos religiosos.
Por esses meios eles cativam TODA a massa da humanidade através de falsas promessas e, portanto, de falsos ideais e de ídolos de lata, de pedra, de gesso, e madeira, em combinação com os “ensinamentos” falsos, ilógicos e absurdos das religiões e, logo, se utilizam desses meios para que possam perversamente escravizar a Liberdade de Consciência dos Seres Humanos para a EXPLORAÇÃO, A COBIÇA, O ÓDIO, E O LUCRO FINANCEIRO.
Onde quer que ainda reste uma única gotícula de confiança ela é rápida e continuamente transformada em perversa suspeita e em Ódio Mortal.

O ser humano usa tantas máscaras que já esqueceu sua face verdadeira!

Finalmente vejo com clareza, a verdadeira face da humanidade, finalmente me deparo com a cruel realidade, encontro pessoas sem rosto e sem vozes, que somem no horizonte sem vestígios de suas passagens, e aquelas que jaziam na memória se perdem no esquecimento, e a esperança como um cigarro se esvai a cada tragada, e leva consigo um pedaço de mim, tal realidade me tornou incapaz de reconhecer esse que vejo em meu espelho, essa realidade como fumaça, turva minha visão a cada dia.
Mas tal realidade, como a vela, uma vez acesa, por certo irá se apagar.

A vida nos ensina o verdadeiro valor de algumas pessoas, e ao mesmo tempo, a verdadeira face de outras.

⁠Dê poder ao homem e verás sua verdadeira face, tire-o e verás através de tua alma.

⁠Nem sempre a máscara esconde, às vezes, é ela que revela a verdadeira face do Homem.

⁠⁠"Aponte uma seta a um andarilho e verás a verdadeira face do mercador"

Para enxergar a verdadeira face de uma mulher, você precisa analisar racion⁠almente.

Amor Distante, Alma Presente


Foi em ti que percebi a verdadeira face do amor. Apaixonar-se é a brisa leve, o impulso fácil. Amar, contudo, é a magia complexa de uma orquestra bem ensaiada: a mais difícil, a mais sublime sinfonia da existência.
É árduo sustentar a melodia a distância, passar os dias na ausência do teu saber. No entanto, o verdadeiro sentimento nos confronta e nos faz entregar a alma, ignorando as circunstâncias. Essa entrega é fácil, porque em ti encontro uma alma que vale cada espera, cada verso. Eu só anseio ser a razão do teu riso mais puro, o sol que afasta qualquer sombra de lágrima.
O amor me dá a força para enxugar cada pranto teu. Eu te amo e te sinto, com a intensidade de quem está ao teu lado, pois a distância é só um detalhe físico quando te encontro em cada sonho. Mas a verdade é que não me contento com a melodia que a memória toca. Minha maior ambição é reger essa orquestra ao teu lado, sem telas ou saudades. Me diz quando podemos marcar o nosso ensaio de perto.

Para quem escolheu errar comigo: "Hoje, conheço sua verdadeira face".

A VERDADEIRA FACE DOS MEUS GENITORES QUE NINGUÉM CONHECE


Alinny de Mello




Sejam muito bem-vindos a este espaço de anatomia comportamental. Antes de darmos início à dissecação das memórias que dão corpo a este texto, convido todos vocês a conhecerem a minha página no Pinterest, o espaço onde organizo meticulosamente os meus e-books e centralizo as nossas reflexões estruturais. Recomendo que acompanhem os lançamentos semanalmente, pois cada nova obra busca clarear os padrões que a sociedade insiste em camuflar.
A verdade oculta nas fendas de uma dinâmica familiar disfuncional raramente emerge de forma linear. Costuma-se fantasiar a maternidade e a paternidade como instintos absolutos de preservação, mas a realidade factual frequentemente nos esfregar na cara o oposto, revelando que os laços de sangue podem ser o cenário perfeito para o exercício da tirania mais refinada e, simultaneamente, mais grotesca.
Antes mesmo que a minha existência física fosse consolidada, o ambiente já estava saturado por uma violência que cobrava o seu preço em vidas. Cresci ouvindo a narrativa fantasiosa de que a filha que minha mãe carregou antes de mim havia nascido morta e em decomposição devido a um desejo não realizado de comer manga. A mitologia popular adora criar bodes expiatórios biológicos para mascarar a barbárie humana. Aos quatorze anos, aproveitando a ausência da minha mãe, confrontei a minha avó paterna sobre a impossibilidade anatômica daquela história. A resposta foi o desabamento da mentira, a revelação de que a minha irmã passara três dias sem vida no útero materno após uma sessão de espancamento que culminou com um chute violento no ventre da minha mãe. O silêncio que se seguiu àquela revelação foi o meu primeiro aprendizado sobre o poder das verdades sufocadas.
Quando finalmente nasci, a recepção do meu genitor não foi a da celebração, mas a da rejeição simbólica. Ele verbalizou que eu não era sua descendente e me entregou ritualisticamente ao demônio, determinando que a entidade me levasse. Essa rejeição precoce ecoou na minha infância através de pesadelos recorrentes de perseguição, um reflexo psicológico previsível do terror que habitava o mundo desperto. Anos mais tarde, ao questioná-lo sobre essa afirmação, recebi a negação automática que todo opressor utiliza quando confrontado com a própria baixeza. Ele negava tudo, enquanto mantinha a engrenagem do controle absoluto funcionando vinte e quatro horas por dia.
O controle exercido naquele lar não conhecia limites banais. Se o meu irmão do meio ousava quebrar a barreira do isolamento para brincar com os vizinhos e não escutava o chamado de retorno, o preço era o espancamento com cabos de vassoura ou qualquer objeto ao alcance da mão. Aos meus treze anos, assisti do quarto ao horror do meu genitor quebrando um pedaço de madeira de um berço na cabeça do meu irmão, prometendo mandá-lo para o inferno, enquanto minha mãe assistia em absoluta inércia. A tragédia fatal só foi evitada porque o meu irmão mais velho teve a presença de espírito de gritar pelos vizinhos. O comportamento do agressor seguia um padrão clássico de oscilação neurótica, minutos depois do quase homicídio, ele chorava pedindo desculpas, apenas para reiniciar o ciclo logo em seguida.
A vida sob aquela tutela era um exercício de vigilância constante. Fomos privados do direito de conversar, de assistir à televisão e até de brincar. Arrastar os chinelos pela casa era motivo para agressão física. Instituiu-se a obrigação de bater palmas ao entrar na residência para que ele soubesse da nossa aproximação, sob pena de punição imediata. O olfato também era regulado, o uso de sabonetes perfumados ou perfumes era terminantemente proibido. Paralelamente à tirania, o homem manifestava um comportamento de acumulação compulsiva, transformando a casa em um depósito de detritos que ele recolhia pelas ruas.
A opressão estética também se direcionou a mim na adolescência. Ele exigia que eu me vestisse com trajes longos que ocultassem completamente o meu corpo, embora nunca tenha investido um único centavo para me comprar uma peça de roupa ou um calçado. Eu sobrevivia de doações. Quando a minha tia me presenteou com uma saia branca na altura dos joelhos, a reação dele foi a promessa de retalhar o tecido com um facão caso eu não a tirasse imediatamente. O ambiente doméstico era uma vitrine de humilhações, onde ele exibia comportamentos asquerosos, forçando a intimidade conjugal diante dos filhos como forma de demarcação de poder sobre a minha mãe.
O sadismo do meu genitor alimentava-se de memórias de morte. Ele se vangloriava de ter assassinado um primo aos quatorze anos na beira de uma lagoa, utilizando um estilingue para derrubar o garoto por trás de uma árvore sem que a vítima soubesse o que a atingira, um crime que permaneceu impune e oculto da sociedade. O terror habitacional atingiu o ápice quando ele cavou um buraco monumental que ocupava toda a extensão da nossa sala, verbalizando que o propósito daquela cratera era nos queimar ali dentro.
As tentativas de fuga eram tratadas como alta traição. Em uma madrugada, às três horas da manhã, após termos escapado para a casa da tia dele, ele nos localizou. Fui arrancada de debaixo da cama pelos cabelos enquanto ele empunhava um facão de dois gumes no pescoço. A ameaça era explícita, se eu emitisse um único som, ele me decapitaria ali mesmo. De volta ao cativeiro, trancada no quarto após horas de jejum forçado, ouvi as promessas de que ele cortaria as orelhas, os lábios, os cabelos e as pernas da minha mãe, estendendo o mesmo destino a mim. Naquela noite, a lâmina do facão deixou uma marca física profunda, uma ferida em carne viva que se estendia das minhas nádegas aos joelhos, complementada por uma lapada violenta na cabeça que fez o meu crânio vibrar.
O aspecto mais intrigante e definitivo dessa equação destrutiva reside na figura da minha mãe. Nem mesmo o infanticídio da primeira filha ou as décadas de suplício físico a fizeram romper o cordão umbilical com o agressor. A mente humana possui limites de elasticidade e, após mais de trinta anos de abuso contínuo, ela adoeceu mentalmente, transitando por diversas instituições psiquiátricas. Quando assumimos a responsabilidade de cuidar dela na velhice, o retorno foi a perfídia. Acolhida na casa do meu irmão, ela formulou uma conspiração financeira junto ao meu genitor, movida pela crença delirante de que ele possuía grandes somas de dinheiro guardadas. Ela registrou um boletim de ocorrência falso por roubo e chegou a acionar criminosos de aluguel para executá-lo. A trama só não se concretizou porque consegui interceptar e descobrir a fraude antes que o pior acontecesse.
A decisão de romper definitivamente o contato com ambos não foi um ato de crueldade, mas o exercício final da legítima defesa e da autonomia racional. O ciclo de cumplicidade entre a vítima histórica e o seu carrasco transformou-os em um organismo único, onde ambos se alimentam do mesmo veneno e se merecem na mesma medida.
Como podemos compreender a mente que escolhe a lealdade ao próprio opressor em detrimento da segurança dos próprios filhos? Até que ponto a loucura serve de justificativa para a deliberate maldade e a traição de quem recebeu apenas cuidado?

O sprectro da máxima valia,
O engano é comum.
A verdadeira face é oculta mesmo Poliformismo os espaços de meias verdade são maniouladas e expostas para tenha vantagem.
Por isso a educação virtual é importante.
Pois ética nos moldes da base da humanidade importante para prósperar com moralidade.
Mesmo haja vista da existência social tem ser absorvida.
Para não tenha manipulação.
A escolha seja por planos consciente e corretos.
Se disser politicamente correto já se encontra mais valia.
Tudo que está acontecendo ou acontecerá é um plano de interesse.

Alguns pessoas te instiguem e te chamam atenção, não por serem bonitas e sim pela verdadeira face que ela tem por dentro.

Inserida por ingridribeiro

É pelas costas que se revela a verdadeira face das pessoas!

Inserida por pastoreinaldoribeiro

Há um tempo no qual você começa a mudar, a perceber a verdadeira face das coisas e pessoas, isso pode te deixar mal, por descobrir que algumas você considerava tanto, sentia-se totalmente necessitado e hoje vê que foi uma grande perda de tempo. Certas amizades não valem a pena derramar uma gota de lágrima e nem ao mesmo demonstrar o seu tão precioso sorriso. A máscara um dia cai e para mim a sua caiu, cansei, sinceramente… eu cansei de você. Não quero discutir, não sou do tipo de pessoas que cria textos e posta no facebook para falar dos outros, mas considere isso aqui um ponto final. O fato de me preocupar com você, gostar de você, da pessoa que és, torna a situação mais difícil, mas as coisas são como tem que ser, se acabou é porque nunca existiu e se existiu, não era verdadeiro (pelo menos da sua parte). Essa sou eu, aceite, sou imperfeita, mas acho que essa minha imperfeição é o que agrada tanto os meus amigos, ou melhor, dizendo, as pessoas que estão comigo. E olhe, viu? Podem até serem poucos, mas são aqueles que eu abro a minha boca para dizer que são para sempre. Não acho legal está falando das minhas qualidades e defeitos, até porque, todos possuímos pelo menos um. Que fique bem claro que não estou citando nomes aqui nesse texto, peço também que se achares que foi uma indireta, não foi. Não costumo fazer feito você(s), se tenho algo para falar, eu falo na cara. Interprete como quiser!

Inserida por BrunaCavalcanti

O meu sorriso esconde uma face verdadeira onde todas as lagrimas correm despercebidas

Inserida por taayFS

As nossas cognições são uma máscara que usamos para esconder a nossa verdadeira face que são os instintos.

Inserida por Apio7