Morto
A depressão arrasa, devasta, transforma vidas em desertos áridos ou campos de batalha cheio de mortos para enterrar. Aprendi que devemos sepultar a nós mesmos dentro desse processo e aprender a recomeçar todos os dias!
Vamos repensar?
Nietzsche — “Deus está morto.”
“O maior perigo não é a morte de Deus, mas a morte da capacidade humana de buscar sentido. Uma sociedade sem valores superiores não se torna livre; pode apenas se tornar perdida.”
Carlos Eduardo Balcarse
Um peso morto
O frio da madrugada gela meu corpo.
Inerte estou à beira do mar...
Minha mente a divagar...
Como um barquinho perdido sem rumo pelas ondas a rodar.
Abandonada emocionalmente
Tento colocar minhas coisas num melhor lugar...
No meio de uma bagunça que não é pouca... tenho a impressão de que vou ficar... louca...
Do mar espero que venha o conforto
Entro nele devagar... o corpo mais frio começa a ficar...
Boio mansamente nas águas salgadas meu corpo s salgar...
Deixo a onda me levar...
A boiar... a boiar...
O sol nasce no horizonte.
O calor de volta traz.
Volto pra areia silenciosamente...
Minha dor no fundo do mar...
Novo dia.
Esperança.
Alegrias?
Deixará meu caminho de ser torto?
Deixarei eu de ser pro mundo um peso morto?
Deixarei de ser um peso morto...
renascerei em brisa leve, um novo alento,
a sombra se dissolverá em luz,
e o silêncio cantará promessas novas,
nascerá uma força das profundezas de mim que me erguerá e libertará,
vivendo eu, enfim, solto, em paz e vento?
Eis aí um pensamento que me traz na brisa um alento...
A Bíblia não se oferece como um livro morto. Ela se comporta como um organismo simbólico. Suas histórias parecem simples à primeira vista, mas operam em camadas. Narrativas de pastores, reis, guerras, quedas, promessas, traições e redenções. Mas por trás da superfície histórica existe uma arquitetura psicológica e espiritual que continua se repetindo dentro de você e dentro de mim. Porque o jogo humano não mudou tanto quanto você gosta de imaginar. Mudaram as roupas, as ferramentas, os nomes. A estrutura interna permanece.
Quando você lê sobre o deserto, você não está lendo apenas sobre areia e calor. Você está lendo sobre períodos de escassez interna, sobre travessias sem garantias, sobre caminhar sem saber exatamente onde vai chegar. Quando você lê sobre o dilúvio, não é apenas água. É excesso. É saturação. É o colapso de um sistema interno que não se sustenta mais. Quando você lê sobre a cruz, não é só dor física. É confronto com limites, com escolhas irreversíveis, com o custo real de sustentar uma verdade até o fim.
E é aqui que o enigma começa a se aprofundar. Duas pessoas leem o mesmo trecho. Uma sente consolo. A outra sente confronto. Uma encontra esperança. A outra encontra acusação. Isso não acontece porque o texto é confuso no sentido vulgar da palavra. Acontece porque o texto funciona como um campo simbólico que ativa conteúdos internos diferentes em cada leitor e leitora. Ele não entrega respostas prontas. Ele provoca perguntas certas. E perguntas certas quase sempre incomodam mais do que respostas fáceis.
"Dizem que o escorpião se faz de morto e só morre no próprio veneno. Certas pragas se autodestroem. Nem perca o seu tempo com elas."
Sal cloreto de sódio
Mar Morto foi a grande fonte desse mineral .
Chegou a ser reconhecido como moeda de troca
Pagava_se divida com o sal, isso se denota !
Por causa dele surgiu a palavra" salário".
jesus, fez referência a esse mineral.
Comparou o homem com o sal.
_"Tu és sal da Terra"isso é valor!
Sal dá sabor ao tempero.
Tempere a vida coloque sabor!
Há uma doença que anda entre os humanos, até se descrebrir o autor poderia estar morto, ou já ter morrido por esta doença. Consegues ver qual é?
O Cordeiro foi morto antes da fundação do mundo! A graça é o alfa e o Ômega da viagem humana na Terra.
Abel não fez nada para Caim e foi morto. Davi tocava harpa para aliviar Saul e foi perseguido. Daniel era excelente na administração do reino e foi lançado na cova dos leões. Jesus curava os enfermos, multiplicava os pães, amava o povo, mas ouviu do mesmo povo: crucifica-o, crucifica-o. Somente o Evangelho de mentira é que faz homens e mulheres te carregarem no colo, te bajularem, te darem tapinhas nas costas. O Evangelho do Reino confronta, incomoda, desafia, tira o sono, nos arranca da zona de conforto, diz aquilo que não queremos ouvir: que somos pecadores! Que não há nada de bom em nós! Que nossas obras são trapo de imundícia! Que depois que fizermos tudo, ainda somos servos inúteis! Se você for pregar esse evangelho, eles vão te matar, vão te perseguir, vão te lançar em covas e vão te crucificar. Leia Hebreus 11.36-40. Voltemos ao Evangelho da graça.
"Coração morto não sangra.
Se tá doendo, é porque tá vivo.
Se decepcionou, é porque acreditou.
Se chorou, é porque sentiu de verdade.
Van Escher
O eu lírico está morto...
Suas frases se foram feita as pétalas murchas...
As velas consumidas pelo fogo em lágrimas se acabou...
Ironia torna-se evidência dos fatos mortos.
Ninguém ousa falar pois silêncio grita.
O CORPO DO CORVO
Morto ser porquê foste diante meu ser...
Parado num túmulo de contradições sois a replubica que reluzente nas asas da democracia.
Larvas surgem em seu corpo tão igual euforismo político funcional...
Geopolítica a estatua corroida pelas correntes de retóricas golpista.
O que sois no cranio ja vivo incompatível desejo de ser como as chamas que deformam com tempo.
As vestis sao mortalhas fúnebres
Pois a ignorância faz o monstro da corrupção.
QUEREM O PSICOPATA AMERICANO MORTO!
Após funeral de Khamenei, líder supremo do Irã diz que vingança é exigência que vai acontecer!
"Mulher que não acredita em você não é parceira, é peso morto. Amor que desanima não é amor, é prisão."
A ESTÓRIA DO PÁSSARO VIVO OU MORTO DENTRO DA MÃO.
Marcelo Caetano Monteiro.
A história do "pássaro vivo ou morto" é uma famosa parábola sobre sabedoria, responsabilidade pessoal e livre-arbítrio. Ela narra o encontro entre um jovem astuto e um sábio idoso.
A História
O Desafio: Um jovem, querendo desmoralizar um sábio conhecido por nunca errar, captura um pequeno pássaro vivo e o esconde entre as mãos.
O Enigma: O jovem aproxima-se do sábio e pergunta: "Mestre, o pássaro que tenho na mão está vivo ou morto?".
A Armadilha: O rapaz planejou a resposta: se o sábio dissesse "vivo", ele apertaria o pássaro para matá-lo; se dissesse "morto", ele o libertaria. Em ambos os casos, o sábio erraria.
A Resposta Sábia: O sábio, com serenidade, olha para o jovem e responde: "O pássaro está como você quiser que ele esteja. O destino dele está nas suas mãos".
Moral da História
Responsabilidade Pessoal: A história ilustra que o nosso futuro, ou a vida de um projeto/sonho (o "pássaro"), depende das escolhas que fazemos, e não da sorte ou de terceiros.
Livre-Arbítrio: Temos o poder de escolher cuidar e dar vida (abrir a mão) ou destruir (apertar a mão).
Sabedoria: A verdadeira sabedoria não é apenas saber a resposta, mas compreender as consequências e a responsabilidade das ações.
Essa fábula é frequentemente utilizada para ensinar que somos autores de nossa própria vida.
O Livro dos Espíritos » Parte Terceira - Das leis morais » Capítulo X - 9. Lei de liberdade » Livre-arbítrio
843. Tem o homem o livre-arbítrio de seus atos?
“Pois que tem a liberdade de pensar, tem igualmente a de agir. Sem o livre-arbítrio, o homem seria máquina.”
844. Do livre-arbítrio goza o homem desde o seu nascimento?
“Há liberdade de agir, desde que haja vontade de fazê-lo. Nas primeiras fases da vida, quase nula é a liberdade, que se desenvolve e muda de objeto com o desenvolvimento das faculdades. Estando seus pensamentos em concordância com o que a sua idade reclama, a criança aplica o seu livre-arbítrio àquilo que lhe é necessário.”
Digno é o Cordeiro Jesus Cristo, que foi morto, de receber o poder, e riquezas, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e ações de graças.
