Morte de um Bebe

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⁠"Viver é o tesouro silencioso que carregamos sem notar... só quando a morte se insinua é que enfim enxergamos o milagre que sempre foi existir"

Inserida por SimoneCarvalhoSantos

Exceto a morte, não há o que não se resolva pelo diálogo!

Inserida por Mallmith

Quem poderia prever que um ladrão condenado à morte, carregado de transgressões, receberia a promessa divina de estar com Jesus no paraíso? Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso (Lucas 23:43). Esta passagem nos revela a imensidão do amor de Deus, que transcende todas as barreiras. Portanto, devemos zelar por nossas próprias vidas e amar nosso próximo incondicionalmente, conscientes de que, ao final, estaremos diante de Deus, o justo Juiz, que proferirá o veredicto definitivo.⁠

Inserida por Sarahkoelho

⁠A morte e a miséria são a maldição daqueles que escolheram amar e abraçar o terrorismo.

Inserida por eltoncunha13

⁠Busco a perfeição como quem persegue um horizonte inatingível, a cada pôr do sol, uma morte; a cada amanhecer, um renascimento voraz, onde meu espírito se refaz na urgência de superar o que fui, como se a eternidade coubesse em cada dia vivido ao limite.

Inserida por OLLIBER

Para a morte não existe seletividade, quando ela quer levar alguém, ela não escolhe pessoa ruins ou boas, pobre ou rico. Simplesmente ela carrega sem ao menos pedir licença.

Inserida por joaoeudesdeana

⁠Eu vi.
Vi a morte, o fim.

Ela se parecia com algo que não se pode tocar.
Com algo que não se pode amar, mais.
Com alguém que não pode mais estar.
Eu procurei e achei a morte na dor e no sofrimento.
e na morte, encontrei... paz.

Inserida por digerido

⁠O maior preço que se paga pela vida, é a morte, não a sua própria mas daqueles que você ama.

Inserida por digerido

A corrupção é a pena de morte contra os cidadãos de bem, para erradicar essa praga somente pena capital!#ToninhoCarlos

⁠A morte é uma ciência exata e no decorrer da nossa trajetória ela apresenta quatro operações matemáticas: Adiciona, divide, multiplica e ao final da vida nos subtrai.

Eu carrego a morte de alguém comigo. Não como lembrança distante, mas como algo vivo, pulsando dentro do meu peito. Ela respira comigo, anda comigo, dorme ao meu lado quando fecho os olhos. Não importa onde eu esteja, aquele momento sempre chega antes de mim.


As pessoas dizem que não foi culpa minha. Que foi um erro, um acidente, uma consequência inevitável. Elas falam isso com facilidade, como quem descreve o clima. Mas eu estava lá. Eu vi os olhos perderem o foco. Eu ouvi o último suspiro falhar no meio do caminho. Eu senti o peso da vida se tornando apenas… carne.


Eu lembro do som. Sempre lembro. O impacto não foi alto, foi seco, errado. Um som que não deveria existir. Houve um segundo de silêncio absoluto, e nesse segundo eu soube. Antes mesmo de olhar, eu soube que tinha acabado com tudo. Quando meus olhos desceram, o corpo já não respondia. Peso morto. Calor indo embora rápido demais.


Minhas mãos tremeram, mas não largaram. Tinham sangue nelas, muito mais do que eu esperava. Grosso, escuro, quente. Escorreu pelos pulsos como se quisesse me marcar, como se quisesse garantir que eu nunca esquecesse quem eu era naquele instante. Eu fiquei ali parado, incapaz de agir, esperando um milagre que não veio.


Desde então, nada em mim funciona direito.


A culpa não é um pensamento, é uma sensação física. Ela aperta minha garganta até doer engolir saliva. Ela faz meu estômago revirar, como se algo estivesse apodrecendo por dentro. Às vezes eu acordo com vontade de vomitar, outras vezes com vontade de gritar, mas nunca faço nenhum dos dois. Eu engulo. Sempre engulo.


Já lavei minhas mãos até a pele rachar. Até arder. Até sangrar de novo. Mas o vermelho nunca some de verdade. Ele volta quando fecho os olhos. Volta quando o silêncio fica alto demais. Volta quando alguém confia em mim, porque eu sei exatamente o que sou capaz de destruir.


Eu não me perdoo. Não porque não tentaram me convencer, mas porque eu não mereço. O perdão exige que o erro fique no passado, e o que eu fiz não ficou. Ele se espalhou. Moldou tudo o que eu me tornei depois.


Em batalha, eu avanço sem medo. Parte de mim espera ser atingida. Não por coragem, mas por cansaço. Cada dor nova é pequena comparada àquela que nunca para. Cada ferida aberta é um lembrete de que ainda estou aqui… quando talvez não devesse.


Eu sigo em frente não por esperança, mas por punição. Viver é a sentença. Lembrar é a tortura. E carregar essa culpa é a única coisa que me mantém honesto sobre quem eu realmente sou.


Eu não esqueci.
Eu nunca vou esquecer.


E isso é o que mais dói.


— Cyrox

Inserida por Cyrox

⁠Um serviço a Deus que não te transmite vida, espiritual, transmite morte aos outros.

Inserida por sjanuario10

⁠O mundo é um tirano que sem piedade vai ensinando a gente até a morte.

Inserida por sjanuario10

A morte sempre vence.

Inserida por daianearere

A morte é uma forma de silêncio meditativo que ainda não conhecemos.

Inserida por daianearere

⁠Porque reclama da vida e diz que é exaustiva? Porque teme a morte se ela lhe tira o peso da vida? Viva no agora o seu infinito sem medo.

Inserida por daianearere

Somos infinitos, vida e morte são apenas passagens aqui na Terra.⁠

Inserida por daianearere

⁠Vida e morte caminham juntas, mas quem se apega à vida teme a morte.

Inserida por salzano_william

⁠A morte não é o ato de dissipar ou encontrar a iluminação, uma vez que toda forma de vida provém da luz.⁠

Inserida por salzano_william

⁠Igualar o visível ao invisível é não temer as vicissitudes da vida e da morte.

Inserida por salzano_william