Morte de um Amigo

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⁠LUTO


O amor dói.
O amor dói na vida e estraçalha o coração na morte.
Mas se não doesse, seria amor?
O bom de amar, talvez seja o fato de que a dor cruel que sentimos é a maior prova de que tudo valeu a pena!
Ao partir um ente querido, um pedaço de nós parte com ele mas é a parte de nossa alma que pertencia a essa pessoa e, se dói quando arrancada, é porque realmente, como dito acima, valeu a pena!!!
O luto talvez não seja pra nos acostumarmos com a falta de quem foi embora, mas pra nos habituarmos a viver sem o pedaço de nós que foi junto. E, sabemos, não nos pertenceu. Por isso valeu a pena!
Amar alguém é entregar parte de nós a esta pessoa e, mesmo na morte e principalmente nela, sabermos que não temos direito a esta parte que entregamos por amor.
Por amar sofremos e somente por amar, é que vivemos.

Infelizmente a conexão entre a vida e a morte, a Luz e as Trevas, entre relacionamentos e amizades, não raro, é uma mera linha tênue. Apegue-se a vida, ao amor e não aos pregadores do seu oposto.

A morte encerra o tempo das escolhas, mas inaugura o tempo das consequências.

Seguro de morte!
Compramos uma apólice, pagando um prêmio que garante uma indenização no caso de falecermos! Isso é sinistro!

Os senhores da guerra buscam ostentar o título de guardiães de Paz! Os EUA fabricam a morte, alugam a vida, vendem a paz e compram a verdade!

A angústia de morte, na maioria dos casos clínicos, não é medo do fim biológico: é a antecipação tardia de uma vida que foi ensaiada, mas não habitada. O que aterroriza não é a cessação — é a suspeita, que se impõe com força crescente, de que não houve começo verdadeiro; que o sujeito passou a existência inteira num modo de adiamento que se disfarçou de prudência. Quando essa percepção se consolida, o silêncio que se instala não é vazio: é a recusa da linguagem diante daquilo que excede a elaboração, daquilo que, ao emergir, já não cabe em palavras porque nunca foi vivido em atos.

MADRUGADA DE NATAL


Ouve -se ao longe gemidos
O silêncio no corredor impera
A vida, a morte em atritos
Mas é o bem que se espera.


Noto pessoas, famílias, fatos
Cada um com seu problema
Somos complexos mas fracos
A soberba: nosso maior dilema.


Do maior ao dito desprezível
Desejamos a mesma sorte
Aqui não existe status nem nível
Toda máscara cai diante da morte.


Levy Cosmo Silva

Àqueles que desprezam a vida, apostando na morte, investindo no ódio e violência gratuita, fiquem preparados porque receberão o cashback!

Carrego o luto de um amor que vive em mim, mesmo após a morte da esperança de retorno.

A morte de Jesus não foi simbólica, tampouco aparente; foi um evento real, verificável e público.

A vida é a insónia mais longa da morte.

Na morte de um pai,
a memória insiste em
reconstruí-lo em detalhes,
as palavras, o sorriso,
o olhar, os gestos
— só para depois
deixá-lo partir outra vez.

A vida,
a morte —
um fio tênue
a conectá-las.
Os segundos,
os minutos,
as horas,
tríade que molda
e move
a existência
de simplesmente
viver.

Nenhum homem é capaz de derrotar aquele, que em sua infinita dor e solidão, desejou a morte, mas continuou lutando

QUEM PARARÁ O IMPÉRIO DA MORTE?
Os EUA, de forma criminosa e covarde, explodem mais uma embarcação!

A morte é solidão!

O reconhecimento, portanto, é postergado para além da existência. A morte atua como um filtro purificador: ela remove a ameaça prática da ação e transforma o indivíduo incômodo em um símbolo estático. Somente quando o herói deixa de ser uma força viva e imprevisível é que a sociedade se sente segura para ritualizar sua memória. Santifica-se o morto para silenciar o impacto que ele causava quando vivo, convertendo o tributo tardio em uma tentativa de reconciliação com a própria covardia moral do tempo presente.— Roseli Ribeiro, 2026

Ei, já parou pra pensar que a vida e a morte não são inimigas, mas parceiras de dança? A gente vive correndo atrás de eternidade – academia, dieta, apps de meditação –, como se pudéssemos enganar o relógio. Mas olha só: sem a sombra da morte, a vida perde o brilho. É ela que dá urgência aos nossos amores, faz a gente rir alto num pôr do sol no Arpoador, ou escrever aquela poesia que queima no peito. A morte não é o fim cruel; é o que torna cada respiração preciosa. Argumento assim: se fôssemos imortais, procrastinaríamos pra sempre, desperdiçando o agora. Epicuro já dizia que a morte não nos diz respeito, porque enquanto existimos, ela não está aqui. Então, por que temer? Viva intensamente, abrace o efêmero. A vida ganha sentido justamente porque acaba.

"A ressurreição de Cristo é a certeza da vitória da vida sobre a morte,do amor sobre o ódio, e do bem sobre o mal."

⁠quando a certeza era só morte, a Cruz virou passaporte !