Morreu e esta em um lugar Melhor
Querida mamãe!!
Sei que nenhuma palavra pode preencher o vazio que você está sentindo agora. A dor de perder um filho, mesmo antes de tê-lo nos braços, é imensurável. É uma dor que só o coração de uma mãe conhece porque desde o primeiro instante, ele já era amado, desejado, parte de você.
Seu amor foi real, assim como o vínculo que vocês construíram em silêncio, batida por batida, sonho por sonho. E mesmo que ele não tenha ficado neste mundo, ele existiu. E continuará existindo, eternamente, dentro do seu coração.
Permita-se chorar, sentir, viver esse luto. Não há tempo certo para a dor passar, mas ela aos poucos se transforma. E mesmo em meio à tristeza, nunca se esqueça: você é mãe. Sempre será. E esse amor nunca será apagado.
Com carinho e respeito, Mary Helen Escala
Não teve despedida, não teve abraço, pq? Não faz mais sentido pensar q vc não está mais aqui, era tudo tão simples pq teve q ser tão difícil, pq?
Pq vc teve que morrer?
Deus está acima de qualquer debate — para quem crê, isso não é objeto de opinião, mas uma convicção inabalável. Tal afirmação não nasce do dogmatismo irracional, mas de uma percepção refinada da realidade. Assim como o artista sente a arte no mais íntimo do seu ser, e o cientista compreende a harmonia nas leis naturais, só reconhece a presença de Deus quem desenvolveu sensibilidade espiritual. A fé não é ausência de razão; ao contrário, é percepção aguçada, visão que transcende o imediato. Como afirmou C.S. Lewis: “Acredito no cristianismo como creio que o sol nasceu: não apenas porque o vejo, mas porque vejo tudo à sua luz.” Esse tipo de fé não é fantasia, é fundamento.
A existência de Deus e a encarnação em Jesus de Nazaré não se restringem ao campo simbólico ou mitológico. São verdades documentadas por registros históricos confiáveis, que atravessaram os séculos e desafiaram as críticas mais severas. Autores romanos como Tácito, Suetônio e Plínio, o Jovem, assim como o judeu Flávio Josefo e registros do Talmude, fazem referência à figura de Jesus, confirmando que ele viveu, foi crucificado sob Pôncio Pilatos e impactou profundamente sua geração. Como afirmou o filósofo francês Jean Guitton, “a figura de Cristo é tão grande que só há duas atitudes possíveis: ou Ele é o Filho de Deus, ou foi o maior impostor que já existiu.” O Evangelho de João, de forma poética e profunda, nos lembra que “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (João 1:1), e que “o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória” (João 1:14). Não estamos diante de alegorias fantasiosas, mas da afirmação de um fato que alterou o curso da história.
Reconhecer a atuação da Igreja em uma sociedade democrática e justa é reconhecer também sua função civilizadora, muitas vezes ignorada ou subestimada. Ao longo dos séculos, as igrejas cristãs fundaram universidades, hospitais, orfanatos, e participaram ativamente de lutas sociais, reformas e movimentos abolicionistas. Mais recentemente, continuam atuando como verdadeiros agentes de transformação nos rincões esquecidos do país, preenchendo lacunas deixadas pelo Estado. A Pontifícia Academia de Ciências, por exemplo, é composta por diversos ganhadores do Prêmio Nobel, provando que fé e razão não se excluem, mas se alimentam mutuamente. E mesmo aquela igreja considerada incômoda pelo som que emite aos domingos pode ter sido o espaço onde um ex-detento foi acolhido, ressocializado e reintegrado à sociedade — algo que o Estado muitas vezes negligencia.
Contudo, é necessário refletir também sobre a fé em tempos de hiperinformação e banalização da verdade. Vivemos uma era em que o sagrado é reduzido a conteúdo viral, e a Bíblia é frequentemente interpretada sem critério, contexto ou reverência. Em meio à profusão de vozes digitais, muitos são conduzidos por discursos que manipulam, distorcem e promovem escândalos — resultando não em conversões genuínas, mas no esfriamento de corações. Jesus já alertava: “Por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos se esfriará” (Mateus 24:12). Diante desse cenário, urge recuperar a postura dos crentes de Beréia, descritos em Atos 17:11, que não aceitavam qualquer ensinamento sem antes confrontá-lo com as Escrituras. A fé cristã, portanto, não é fideísmo cego. É racional, histórica e profundamente ética. Desde Agostinho e Tomás de Aquino até Pascal, Kierkegaard e Chesterton, vemos que o cristianismo verdadeiro nunca teve medo do pensamento, da filosofia ou da dúvida honesta. O Evangelho não é produto para consumo — é chamado à vida transformada.
E nós, que atuamos no campo do direito penal, sabemos com clareza que justiça não se constrói apenas com códigos e tribunais. Ela nasce da dignidade reconhecida, da restauração possível, da esperança cultivada. É nesse sentido que o papel das igrejas se mostra indispensável: elas reabilitam onde o sistema apenas pune, acolhem onde o Estado abandona, oferecem amor onde só havia rejeição. Defender a liberdade religiosa, portanto, é defender um dos pilares da democracia, dos direitos humanos e da justiça social.
Por isso, reafirmamos com firmeza: Deus existe — e isso muda tudo. Como disse Dostoiévski, “se Deus não existe, tudo é permitido.” Mas Ele existe, e por isso tudo tem sentido. Reconhecer sua presença, respeitar as instituições que o servem com verdade, e exercer uma fé crítica e fundamentada são atos não apenas de devoção, mas de responsabilidade histórica e ética.
Não espere por grandes conquistas para se sentir feliz hoje, às vezes, a nossa felicidade está numa caixinha de bombom.
A diferença entre o vencedor e o perdedor está em como ele reage em cada circunstância.
É a persistência e a crença de que você pode fazer a diferença que determinarão se você será um vencedor ou não.
Agora, imagine não conseguir… e ter a consciência de que poderia ter feito mais.
Existe um momento — e ele é agora — de reconhecer, repensar e se perguntar:
O que realmente faz seus olhos brilharem?
O que te move a ir além?
E você? Ainda tem brilho nos olhos?
O segredo na magia não está em quem impõe mais força, mas em quem sustenta a jornada, mesmo no silêncio, mesmo na sombra.
08/05/2025
Hoje
Hoje, a fé que me guiava
Está contra mim,
E tudo ao meu lado me convence que sim:
Tudo acabou.
Vejo a solidão estropiar a mente,
Vejo mentiras mais certas que a gente
Faça mudar.
Quase... As quatro paredes vão escutar,
E as palavras me fazem andar.
E, de tanto ver essas pessoas...
Que coisa feia: todos lutam contra si.
O mundo não pode acabar assim.
Mude mais, desta vez.
Veja o céu escuro se clarear,
Vejo grandes prédios guerrear,
Vejo mutirões atentar a si mesmos.
Irmão contra irmão... e nada mais.
Nada mais pode entregar a paz.
Alguém sentado, assistindo...
Outra vez.
Sempre que pensar no futuro, pense também no que o presente está te levando, pois ele fará com que seu futuro seja pensável.
Bom dia! Esta dica que vou falar é para aqueles que agradecem a Deus e nunca levantam do seu conforto para lutar por seus objetivos, pois conheço muitas pessoas assim. Elas têm fé, sim, mas lhes falta coragem para enfrentar o desconhecido e os desafios da vida, pois com fé e sem disposição são apenas pessoas sem objetivos de vida.
A força de uma escolha não está em sua facilidade, mas na firmeza com que é sustentada. O que é difícil testa não apenas nosso desejo, mas a integridade do nosso ser. Escolher, quando tudo em nós hesita, é afirmar: sou senhor do meu caminho, mesmo quando ele dói.
Ninguém está nem aí para ninguém.
A preocupação do outro para com você não é porque de fato você não está bem e sim, o que o seu estado físico e emocional vai transferir para ele, a preocupação dele é apenas em o que vai deixar de ganhar, seja atenção carinho ou qualquer tipo de afeto ou algo parecido. Porque a dor dele sempre será maior, a necessidade dele de ser visto, reconhecido, alimentado e cuidado sempre será maior que qualquer coisa.
Tem gente que só vai “mudar” até ganhar o que quer. Pois nunca foi sobre “Nós” e sim sobre ele.
Suas dores serão subjugadas.
Nunca foi sobre você e é nítido, observe a sua volta, o tal detalhe que ele tanto quer que você repare, a atenção não cobrada porque precisa ser adivinhada, o quanto tudo isso tem sido reciproco? Quando foi que ele olhou para sua dor de uma maneira verdadeira e mudou? Estou falando de dor faladas, gritadas... Nunca. Dói ouvir isso, porém essa é a grande verdade.
Ninguém quer consertar nada, querem apenas ser alimentados, querem que seja oferecido o que o outro não tem e nem ele mesmo tem pra si.
E de uma tamanha hipocrisia absurda.
Aceite o que não pode mudar e aprimore com carinho o que está em suas mãos. Cresça sendo gentil consigo mesma.
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