Morreu e esta em um lugar Melhor
O mundo não está para brincadeiras, por isso o encaro com minha verdadeira essência, que incomoda justamente por ser autêntica.
" DUVIDAS "
Eu sei que tu duvidas! Mas, no entanto
o que é verdade está posto na mesa
e, se ainda existe dor, mágoa e tristeza
é hora de secar, de vez, o pranto!
Existe, neste história, amor, beleza,
momentos pra se recordar (e quanto)
e se houve, algum momento, o desencanto
não lhe roubou o ardor, tenho certeza!
Pra sempre é para sempre! Nunca acaba…
Se um dia uma paixão se vai, desaba,
eu sei que ainda lhe resta a própria história…
No entanto, tu duvidas! Veja! Aceite…
O que te foi, um dia, por deleite
pra sempre há de ficar em tua memória!
@poetaesoneto - @s.juniorpaulo
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O problema não está na fé, mas na covardia revestida de espiritualidade. Porque fé de verdade exige coragem: de pensar, de agir, de contrariar, de assumir a responsabilidade pela própria existência
Querida mamãe!!
Sei que nenhuma palavra pode preencher o vazio que você está sentindo agora. A dor de perder um filho, mesmo antes de tê-lo nos braços, é imensurável. É uma dor que só o coração de uma mãe conhece porque desde o primeiro instante, ele já era amado, desejado, parte de você.
Seu amor foi real, assim como o vínculo que vocês construíram em silêncio, batida por batida, sonho por sonho. E mesmo que ele não tenha ficado neste mundo, ele existiu. E continuará existindo, eternamente, dentro do seu coração.
Permita-se chorar, sentir, viver esse luto. Não há tempo certo para a dor passar, mas ela aos poucos se transforma. E mesmo em meio à tristeza, nunca se esqueça: você é mãe. Sempre será. E esse amor nunca será apagado.
Com carinho e respeito, Mary Helen Escala
Não teve despedida, não teve abraço, pq? Não faz mais sentido pensar q vc não está mais aqui, era tudo tão simples pq teve q ser tão difícil, pq?
Pq vc teve que morrer?
Deus está acima de qualquer debate — para quem crê, isso não é objeto de opinião, mas uma convicção inabalável. Tal afirmação não nasce do dogmatismo irracional, mas de uma percepção refinada da realidade. Assim como o artista sente a arte no mais íntimo do seu ser, e o cientista compreende a harmonia nas leis naturais, só reconhece a presença de Deus quem desenvolveu sensibilidade espiritual. A fé não é ausência de razão; ao contrário, é percepção aguçada, visão que transcende o imediato. Como afirmou C.S. Lewis: “Acredito no cristianismo como creio que o sol nasceu: não apenas porque o vejo, mas porque vejo tudo à sua luz.” Esse tipo de fé não é fantasia, é fundamento.
A existência de Deus e a encarnação em Jesus de Nazaré não se restringem ao campo simbólico ou mitológico. São verdades documentadas por registros históricos confiáveis, que atravessaram os séculos e desafiaram as críticas mais severas. Autores romanos como Tácito, Suetônio e Plínio, o Jovem, assim como o judeu Flávio Josefo e registros do Talmude, fazem referência à figura de Jesus, confirmando que ele viveu, foi crucificado sob Pôncio Pilatos e impactou profundamente sua geração. Como afirmou o filósofo francês Jean Guitton, “a figura de Cristo é tão grande que só há duas atitudes possíveis: ou Ele é o Filho de Deus, ou foi o maior impostor que já existiu.” O Evangelho de João, de forma poética e profunda, nos lembra que “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (João 1:1), e que “o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória” (João 1:14). Não estamos diante de alegorias fantasiosas, mas da afirmação de um fato que alterou o curso da história.
Reconhecer a atuação da Igreja em uma sociedade democrática e justa é reconhecer também sua função civilizadora, muitas vezes ignorada ou subestimada. Ao longo dos séculos, as igrejas cristãs fundaram universidades, hospitais, orfanatos, e participaram ativamente de lutas sociais, reformas e movimentos abolicionistas. Mais recentemente, continuam atuando como verdadeiros agentes de transformação nos rincões esquecidos do país, preenchendo lacunas deixadas pelo Estado. A Pontifícia Academia de Ciências, por exemplo, é composta por diversos ganhadores do Prêmio Nobel, provando que fé e razão não se excluem, mas se alimentam mutuamente. E mesmo aquela igreja considerada incômoda pelo som que emite aos domingos pode ter sido o espaço onde um ex-detento foi acolhido, ressocializado e reintegrado à sociedade — algo que o Estado muitas vezes negligencia.
Contudo, é necessário refletir também sobre a fé em tempos de hiperinformação e banalização da verdade. Vivemos uma era em que o sagrado é reduzido a conteúdo viral, e a Bíblia é frequentemente interpretada sem critério, contexto ou reverência. Em meio à profusão de vozes digitais, muitos são conduzidos por discursos que manipulam, distorcem e promovem escândalos — resultando não em conversões genuínas, mas no esfriamento de corações. Jesus já alertava: “Por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos se esfriará” (Mateus 24:12). Diante desse cenário, urge recuperar a postura dos crentes de Beréia, descritos em Atos 17:11, que não aceitavam qualquer ensinamento sem antes confrontá-lo com as Escrituras. A fé cristã, portanto, não é fideísmo cego. É racional, histórica e profundamente ética. Desde Agostinho e Tomás de Aquino até Pascal, Kierkegaard e Chesterton, vemos que o cristianismo verdadeiro nunca teve medo do pensamento, da filosofia ou da dúvida honesta. O Evangelho não é produto para consumo — é chamado à vida transformada.
E nós, que atuamos no campo do direito penal, sabemos com clareza que justiça não se constrói apenas com códigos e tribunais. Ela nasce da dignidade reconhecida, da restauração possível, da esperança cultivada. É nesse sentido que o papel das igrejas se mostra indispensável: elas reabilitam onde o sistema apenas pune, acolhem onde o Estado abandona, oferecem amor onde só havia rejeição. Defender a liberdade religiosa, portanto, é defender um dos pilares da democracia, dos direitos humanos e da justiça social.
Por isso, reafirmamos com firmeza: Deus existe — e isso muda tudo. Como disse Dostoiévski, “se Deus não existe, tudo é permitido.” Mas Ele existe, e por isso tudo tem sentido. Reconhecer sua presença, respeitar as instituições que o servem com verdade, e exercer uma fé crítica e fundamentada são atos não apenas de devoção, mas de responsabilidade histórica e ética.
Não espere por grandes conquistas para se sentir feliz hoje, às vezes, a nossa felicidade está numa caixinha de bombom.
A diferença entre o vencedor e o perdedor está em como ele reage em cada circunstância.
É a persistência e a crença de que você pode fazer a diferença que determinarão se você será um vencedor ou não.
Agora, imagine não conseguir… e ter a consciência de que poderia ter feito mais.
Existe um momento — e ele é agora — de reconhecer, repensar e se perguntar:
O que realmente faz seus olhos brilharem?
O que te move a ir além?
E você? Ainda tem brilho nos olhos?
O segredo na magia não está em quem impõe mais força, mas em quem sustenta a jornada, mesmo no silêncio, mesmo na sombra.
08/05/2025
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