Morreu e esta em um lugar Melhor

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EU NÃO SEI MAIS NADA DE NINGUÉM. ÀS VEZES QUERO SABER, MAS É BEM MELHOR TAMBÉM QUE NINGUÉM SAIBA NADA SOBRE MIM, HOJE.

Salmos 63:3

O teu amor leal é melhor do que a vida! Por isso, os meus lábios te exaltarão.

“Antes perder tudo nesta vida do que viver sem o amor de Deus!”

EU NÃO PRECISO PARECER. EU SEI QUEM SOU.


Não me acho melhor do que ninguém. Gosto da simplicidade, da verdade e da paz de não precisar provar nada a ninguém.


Não sou amigo de todos, porque não confundo educação com intimidade, nem distribuo sentimentos por conveniência. Quando digo que gosto de alguém, é porque sinto de verdade.


Não uso pessoas para alcançar objetivos, nem aceito ser usado para satisfazer interesses. Para mim, relações sem sinceridade são apenas aproximações disfarçadas de afeto.


Aprendi que palavras podem convencer, sorrisos podem esconder e promessas podem iludir. Por isso, hoje, presto menos atenção ao que as pessoas dizem e muito mais ao que suas atitudes revelam.


Não preciso de muitos ao meu lado. Prefiro poucos, mas verdadeiros. Não exijo perfeição, apenas caráter, lealdade e reciprocidade.


O tempo me ensinou que nem todo mundo que se aproxima gosta de você, nem todo mundo que elogia deseja o seu bem e nem todo mundo que permanece é leal.


Não faço questão de agradar a todos, conquistar aplausos ou caber onde não pertenço. Minha maior riqueza é poder olhar para mim mesmo e saber que não precisei fingir, usar ninguém ou trair meus princípios para ser aceito.


Prefiro perder pessoas por ser verdadeiro a perder a mim mesmo para mantê-las por perto. Porque, no fim, de nada vale ter o mundo ao seu lado se, para isso, você precisar abandonar a própria essência.

EU NÃO PRECISO PARECER, PRECISO SER.

Não sou uma pessoa que se acha melhor do que ninguém. Gosto da simplicidade, da sinceridade e das relações verdadeiras.

Não sou amigo de todos, porque não confundo educação com intimidade, nem digo que gosto de alguém quando não é de verdade.

Não gosto de usar as pessoas e valorizo profundamente quem também não me usa. Acredito que as relações devem ser construídas com respeito, reciprocidade e verdade, nunca por interesse ou conveniência.

Com o tempo, aprendi a olhar além das palavras. Afinal, falar bonito é fácil; difícil é demonstrar caráter nas atitudes, lealdade nas ausências e sinceridade quando não há nada a ganhar.

Não espero perfeição de ninguém, apenas verdade. Não preciso de muitos ao meu lado, mas faço questão de que os que estejam sejam de verdade.

Porque, no fim, não é a quantidade de pessoas que passa pela nossa vida que importa, mas a sinceridade de quem escolhe permanecer nela.

A fluidez da interrogação


"Se souberes perguntar, terás a melhor resposta
para a tua dúvida. Não o fazendo, terás mais uma
dúvida somada à já existente —
uma questão de mérito."


Marcondes

INSPIRAÇÃO


QUANDO EU PENSO
EM VOCÊ
É A MELHOR HISTÓRIA.

VIDA
É RETIRAR DAS PEQUENAS EMOÇÕES O MELHOR.

FRASE DE ESPERANÇA


VÁ PELO MELHOR
CAMINHO QUE PUDER.

O AMOR TE FARÁ MELHOR
É SEMPRE ISSO QUE DIZEM.
E O SENTIMENTO
MAIS BONITO QUE EXISTE.
PENSE NISSO.

No louco, melhor pôr camisa de força... se cometer a loucura de dizer com lucidez o que a sanidade prefere ignorar...
𝓙𝓾𝓻𝓾𝓷𝓪j

No mesmo mundo, no mesmo chão, no mesmo plano.
Nem menor, nem melhor e muito menos maior...
apenas vejo as coisas de um jeito diferente.
Eu olho como poeta,
penso como um filósofo
e escrevo como um louco.
Por quê?
Simples. Porque justo o que me faz semelhante,
também me torna ÚNICO...
𝓙𝓾𝓻𝓾𝓷𝓪j.

Meu país... Nas suas cores, muitas dores. O que se divide não pode subsistir. Melhor ser dois do que um... Se um tropeça, o outro ampara e caminham juntos... Como um só... Povo. Como um, todos.
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⁠É muito Feno para tão pouco sal...


Talvez seja melhor temperar com uma boa pá de cal.


Haja sal para a quantidade assustadora de Feno necessário...


Quando a desproporção chega a esse ponto, já não se trata mais de tempero, mas de engano.


Talvez seja mesmo melhor recorrer a uma pá de cal, não para enterrar expectativas, mas para sepultar de vez as ilusões que insistimos em alimentar.


Porque certas mesas, por mais que pareçam fartas, só servem palha; e certos banquetes, por mais barulho que façam, não sustentam ninguém.


No fim, a verdadeira sabedoria está em abandonar o que só ocupa espaço e buscar o que, ainda que pouco, de fato, nos alimente.

⁠Às vezes, a melhor festa na laje é aquela em que a convidada de honra só faz barulho para lavar nosso dia.


Noutros tempos, só pensávamos em churrasco na laje, agora, só pensamos em chuva na laje.


Agora as melhores festas na laje são aquelas em que a convidada de honra não traz música alta, nem risadas forçadas, nem fumaça de churrasco.…


Ela chega silenciosa na intenção, mas barulhenta na presença: a chuva.


E faz festa não para entreter, mas para lavar — o dia, a alma, o cansaço acumulado nos cantos que a gente já não alcança.


Noutros tempos, a laje era sinônimo de encontro, carne na brasa, conversa atravessada pelo riso fácil.


Hoje, ela se tornou mirante da espera.


Espera por nuvens carregadas, por um céu que se compadeça do pó, do calor excessivo, da exaustão que já não se resolve só com celebração.


Mudamos o cardápio: trocamos o excesso pelo alívio.


A chuva na laje não exige anfitrião, nem lista de convidados.


Ela chega quando pode, fica o tempo que quer e, ao partir, deixa tudo diferente — não necessariamente resolvido, mas respirável.


É uma festa sem fotinhos, sem brindes, sem sobras…


Só o som da água lembrando que nem todo barulho é invasão; alguns são cuidados.


Talvez o tempo tenha nos ensinado isso: há dias em que não queremos comemorar, apenas lavar.


E, nesses dias, a laje continua sendo lugar de encontro — não com os outros, mas com aquilo que sabe nos escutar e ainda nos permite recomeçar.

⁠⁠A gente só para de flertar com a m0rte todos os dias quando descobre que o melhor dia para se viver é hoje.


Há uma espécie de suicídi0 muito silencioso que pouca gente se atreve a nomear como tal.


Ele não acontece apenas nos gestos extremos, nas decisões finais ou nas manchetes trágicas.


Às vezes, ele se instala gradualmente, no adiamento crônico da vida, na rotina de empurrar para amanhã aquilo que já pede coragem no agora, na mania de sobreviver sem realmente habitar a própria existência.


Muita gente não quer m0rrer — quer apenas descansar da exaustão de existir sem sentido.


E é justamente aí que mora o flerte cotidiano com a m0rte: quando se abandona a urgência de viver.


Viver, porém, não é apenas respirar, cumprir tarefas, pagar contas e colecionar ausências disfarçadas de compromissos.


Viver é reconhecer que o tempo não faz promessas.


O amanhã é uma hipótese muito elegante, mas continua sendo hipótese.


O hoje, com todas as suas imperfeições, é a única matéria concreta que temos nas mãos.


E talvez amadurecer seja justamente isso: perceber que a vida não começa “quando tudo se ajeitar”, “quando a dor passar”, “quando houver mais dinheiro”, “quando a paz finalmente chegar”.


A vida está acontecendo agora — inclusive no caos, inclusive nas faltas, inclusive enquanto ainda estamos tentando entender quem somos.


Há quem flerte com a m0rte não por desejar o fim, mas por tratar a vida com permanente negligência.


Negligencia os afetos, as pausas, a própria saúde, os pedidos de socorro da alma, os sinais do corpo, os vínculos que importam, as palavras que deveriam ser ditas enquanto ainda há quem possa ouvi-las.


Age como se viver fosse um ensaio infinito, como se sempre houvesse tempo para recomeçar, pedir perdão, recalcular a rota, amar melhor, ou simplesmente descansar.


Mas nem todo adiamento é prudência; às vezes, é desistência parcelada.


Descobrir que o melhor dia para viver é hoje não é um clichê otimista — é uma revelação muito dura.


Porque obriga a gente a encarar a própria covardia, os próprios álibis e a confortável ilusão de controle.


Nos obriga a admitir que há muita m0rte disfarçada de rotina eficiente, muita apatia travestida de maturidade, muito medo chamado de prudência.


E, ao mesmo tempo, essa descoberta também liberta: porque devolve ao presente a dignidade que o imediatismo e a ansiedade roubaram.


Faz a gente entender que viver bem não é ter a vida perfeita, mas parar de oferecer o próprio tempo em sacrifício a tudo aquilo que nos afasta de nós mesmos.


Talvez a grande virada aconteça quando deixamos de esperar uma razão extraordinária para viver e passamos a reconhecer a grandeza escondida no ordinário: no abraço ainda possível, na conversa adiada que enfim acontece, no descanso sem medo e sem culpa, na lágrima que finalmente se deixa rolar, no riso que interrompe o peso do mundo — ainda que por alguns segundos.


O hoje não precisa ser grandioso para ser valioso.


Ele só precisa ser vivido com presença — e não desperdiçado como se fosse descartável.


No fim, flertar com a m0rte todos os dias talvez tenha menos a ver com desejar partir e mais com não se permitir ficar por inteiro.


E viver, em sua forma mais honesta, começa quando a gente decide parar de se ausentar da própria história.


Porque o melhor dia para viver não é o dia ideal, nem o dia fácil ou o prometido.


É este.


O único que realmente chegou — o agora.

⁠Talvez o que torne as Gestantes o melhor dos Colírios seja a personificação do Berço do Milagre.


Há algo nelas que reorganiza maravilhosa e silenciosamente o olhar humano.


Como se, diante de uma mulher que carrega uma vida, nossos olhos fossem obrigados a lembrar que a existência ainda sabe florescer, mesmo em meio ao caos.


A gestação não é apenas biologia; é anúncio.


É o corpo dizendo ao mundo que ainda vale a pena continuar.


Enquanto tantas coisas morrem todos os dias — esperanças, vínculos, inocências, versões de nós mesmos —, uma gestante caminha como quem contradiz a desesperança sem precisar dizer palavra alguma.


Talvez seja por isso que elas nos comovam tanto.


Porque nelas habita a mais antiga das linguagens: a Promessa.


Cada ventre é um horizonte arredondado de futuro.


Um lembrete de que a vida ainda insiste.


De que o amor, às vezes, começa invisível, em silêncio, antes mesmo de receber um nome.


E há uma beleza quase sagrada nisso tudo.


Não a beleza fabricada das vitrines, mas a beleza essencial das coisas que cooperam com o grande mistério: o princípio da vida.


Uma gestante carrega mais do que um filho; carrega tempo, continuidade, possibilidades.


Ela se torna ponte entre o que fomos e aquilo que ainda nem imaginamos ser.


Talvez os olhos encontrem repouso nelas porque, inconscientemente, reconhecem um abrigo.


Como se o simples ato de vê-las despertasse em nós uma memória esquecida: todos nós já fomos esperança habitando alguém.


E, no fim, talvez seja exatamente isso o milagre — perceber que a vida nunca chega ao mundo sozinha.


Ela sempre vem acompanhada de muita coragem.


A todas as mamães — biológicas ou não —, o nosso eterno carinho e gratidão!

Jamais baixe a cabeça pra alguém.
Você não sabe...mas você é melhor que ela.

Inserida por Nielycosta

Você tem o melhor de mim com a verdade, seja ela qual for, e tem o pior de mim com a mentira, seja ela qual for.

Inserida por AnaDantas

Fuja das encrencas e dos encrenqueiros
Quem não é o melhor não precisa ser o pior.
Esteja sempre atento a indícios de mau-caratismo.
Algumas pessoas até se recuperam, mas a índole animal pode persistir camuflada.
Não há tempo para errar e alguns erros são irreparáveis, podendo atingir pessoas queridas.
Fuja de encrenca e dos encrenqueiros, esse é o melhor remédio.

Inserida por marinhoguzman

Quem melhor entende as coisas, dignifica a sua capacidade cognitiva.

Inserida por Deusdedithh