Morreu e esta em um lugar Melhor
Eu tenho vontade de jogar meu celular numa parede qualquer.E me libertar dessa vontade de ler um sms seu, esses quem nem chegam mais,me libertar dessa vontade de ouvir sua voz.
"Ela é linda. Eu sei que disso você sabe. Ela tem
um sorriso lindo também, e que fica mais lindo
ainda quando ela fica envergonhada. Não sei se
ela te contou, mas ela adora surpresas, adora
quando acontecem coisas inesperadas. Nunca diga
o que ela te pediu para falar, diga apenas o que
ela quer ouvir, mesmo que você não saiba o que é.
Ah, a leve para ver o por do sol, ela ama isso. O
cabelo dela acorda todo bagunçado, eu sempre ria
disso só para deixar ela brava, mas em seguida
dizia que ela era linda de qualquer jeito. Mas não
faça isso, porque nem todos os dias ela leva isso
na brincadeira, então apenas ignore o fato dela
ficar muito engraçada quando acorda. Ela ama
sorvete, os que você achar mais estranho, sim, são
esses que ela vai comprar e vai dizer que adora.
Se você disser que vai levar ela para um jantar
romântico, ela vai adorar, mas não é realmente
isso que ela vai querer, porque ela adora quando
fazem o seu jantar, mesmo que depois vocês
precisem pedir comida porque o que você fez
ficou muito ruim e com uma cara péssima. Ela
prefere refrigerante, coca-cola na verdade, do
que vinho. Não tente agradá-la com muito luxo,
porque ela prefere o simples. Quando brigarem,
por favor, não a deixe sozinha, mesmo que ela te
mande ir embora, te xingue ou diga que acabou..
insista mais um pouco. Diga que vai ficar e que
não vai deixá-la de forma alguma. Foi assim que
eu a perdi. Ela é perfeita, totalmente perfeita,
mas não como você pensa, e sim, da forma dela.
E cara, por favor, não a faça chorar de forma
alguma, faça de tudo para vê-la sorrir,
independente da situação. Porque eu nunca fiz
ela chorar, até o momento em que eu fui embora.
Não a decepcione, não levante a voz pra ela…
cuide dela, porque acredite, ela merece tudo de
melhor que você puder dar a ela."
"Imagine sua cidade sem luz, mô tédio né? Você olha pro alto, e ver um céu sem estrelas, se aproximando uma tempestade, uma imensa escuridão. Mas aí quando você olha fixamente pra fora da sua janela, consegue contemplar uma beleza natural antes desapercebida, um incrível jogo de cores como o pisca-pisca dos verdes dos vaga-lumes, e os rabiscos no céu de branco, de raios e trovões, e percebe-se que nem tudo que é lindo vai te fazer bem ao te tocar."
Admitir o amor não é renegar a agonia de viver, é sim atestar que temos um remédio homeopático para todo esse caos!
Como eu gostaria de ter um amor,
Mas um amor forte, amor sem pudor.
Bem la de dentro com toda forca.
Nao quero uma amor comum, mas um amor
verdadeiro e diferente
aquele que arde no fundo da alma
aquele amor que voce nao quer saber nem mesmo de ti
Mas so de amar e amor
Talvez um amor louco,mas o louco amor nao faz sentido
sabes, mas este e o o amor que quero
aquele amor vivo e que me faca viver
este e o amor que quero!
Espelho
Dia 1
Aqui hoje na frente de um espelho
Vendo os errors do passado, pelo menos tentado.
Principalmente aqueles que afetam diretamente o meu presente, e tentar corrigi los.
Este Presente que eu ainda não o vi como um presente, mas como um karma que me aprofunda em um lugar de dor e murmúrio
Não tem como colocar isto na vida como uma vida de momentos feliz se não de amargura
E sempre retorno para me olhar no espelho, pois ainda acho que em um momento eu verei o meu passado de erros lá no fundo. E assim terei uma solução para está infelicidade e assim faz lá ir adiante.
E assim sempre que passo por um espelho, tento ver se a uma mensagem para que possa desvendar
Mas nunca e como eu quero, mas sim como o contador desta minha história quer. E vou me levando como eterno passageiro das mensagens mal escrita. Como vou fazer para poder descrever um sentimento que nem eu mesmo sei dizer ou interpretar. Vou para o próximo parágrafo sem saber o que fiz em meu passado, e se fiz nem eu mesmo sei o que foi feito pôr mim. Será que todo ser tem uma história no passado que marca desta maneira?!
Dia 2
Depois não me entender de forma nenhuma, agora vou mergulhar nesta nuvem de ansiedade que busca quanto menos espero e me leva de novo pra uma viagem de nada. Nada sim, e o que espero de mim!!! Só tenho que ter coragem e dizer um basta e por um fim nisto que me deixa sem palavras e sem sonhos. Cada vez que tento procurar a solução e aí que fica mais complicado. Voltei a frente do espelho e não pude observar nada diferente de outro dia, está lá mudo como sempre e ainda me olhado como se estivesse me perguntando o que eu queria?
Como posso eu achar que um espelho poderia me mostrar o meu passado e me dizer se foi mal ou bom!
Só eu mesmo!!
Dia 3
Ainda com muita vontade de mudar minhas vontades, como se eu tivesse este tal poder.
Eu achava que tudo isto era mudado quando bem queríamos, mas não bem assim … só podemos viver e pensamos que somos livre para tudo. Cheguei a conclusão que este livre arbítrio tem exceções e cabe somente a alguns. Tenho passado por situações que olhando de fora é fácil de se converter tudo a sua volta com um estalar de dedo!! Haha, venha fazer esta viagem comigo e veja como luto para mudar o meu curso de vida.
Eu sei que não mudarei tudo de um dia para outro, mas tenho que lutar e acreditar que é possível e provavelmente se eu não acreditasse talvez estaria pior. Eu estou pedindo socorro agora, já não sei o que fazer para tudo isto desaparecer, como já disse, quanto mais eu quero mais ela fica aqui comigo e me castiga com este medo de ficar só e de muita tristeza. Medo de perder tudo que conquistei e de tudo que sou, e tristeza de não poder fazer nada quanto a isto.
Dia 4
Eu aqui refletindo no eu ouvi pela manhã, e tentando absorver cada para que disse e ouvi.
Nada de mais, mas é muito preocupante porque se eu foi ou sou egoista, por que só fui descobrir isto agora? Porque eu não havia notado antes? Será que pisei na cabeça de alguém para chegar onde estou?
Mas olhando o meu passado eu ainda não consigo ver onde está este egoísmo, sabe não ainda me vejo desta forma. Tenho quase certeza que pensei mais em outros que em mim mesmo. Assim eu acho.
Está palavra, ela é muito forte e eu não a tenho em minhas atitudes. Será que depois de ouvir algumas pessoas e eu só por sentir que minha dor e menor que a de outro e me confortar com a situação, quero dizer com o meu problema porque isto que se passa em minha vida e uma problema que me guia dentro de fatos e fatores que me desgoverna de tudo que é real. Como pode ser? Fico pensando em cada momento que passei em minha vida, será que sou realmente um egoista??
Canto assombrado
Certo dia dois amigos, saindo de um bar a caminho de casa lá pelas altas da madruga.
E começaram a falar de assombração.
Um deles pergunta ao outro?
Genivaldo, você acredita em assombração?
Ele olhou para o amigo e disse: Porque está pergunta agora Astrubal?
Estamos num caminho que nem luz tem e você vem com uma pergunta sem pé e nem cabeça sô!
Disse Genivaldo.
Sei lá porque disse Astrubal. Estár aqui andando com cê e me veio isto na cabeça como se tivesse me soprando nos ouvido uma voz.
Genivaldo foi logo falando, para com esta conversa que não acredito em nada disto! Estás coisa só existe na cabeça da gente, assombração e uma imaginação do nosso subconsciente.
E Astrubal, começou a falar: sabe eu ouvi minha mãe e meu pai contar cada história e que era uma verdade verdadeira so!
Eles me contaram que morava em uma casa muito antiga no interior de minas, e eles tinha um restaurante que fazia comida para as pessoas que trabalhavam nas estradas. E era muita coisa pra fazer depois do espidiente, que era muitos pratos e copos pra lavar. Mas como o consaço falava mais forte, eles dormiam e de manhã eles lavavam toda prataria e os copos. Mas uma certa noite, minha mãe acordou com um certo barulho lá na cozinha e uma falazada que parecia que estava em uma festa. Minha mãe que tem um sono leve, abriu os olhos e passou a mão pra ver se meu pai estava deitado ainda. E não era mesmo que meu estava estava lá juntinho dela. Ela se levantou e foi olhar que estava lá embaixo lavando as louças, abriu a porta de vagarim e não viu e nem ouviu as vozes mais!
E Ginivaldo com olhos arregalados disse: para com está bobagem, fantasmas não existe. Vai vê que sua mãe e seu pai contava estas histórias só pra deixar você com medo so!
Mas Astrubal disse,não pra que eles ia dizer isto pra mim?
E aí continua história:
Aí minha mãe chamou o pai e disse que tem gente lavando as louças pra nois!
Como meu pai não ouviu nada e disse pra mãe: volta a dormir que isto é o cansaço que subiu na sua cabeça e fez que você ouvisse coisas.
Aí ela se acomodou na cama e voltou a dormir.
Mas tarde, foi o meu pai que acordou com a barulheira lá na cozinha, e ele fez a mesma coisa e passou a mão na cama pra ver se era minha mãe que estava lá em baixo lavando as louças.
Aí ele viu que minha mãe está deitada ainda e foi na porta do quarto e abriu uma cretazinha pra ver se via alguém… e não viu não nada!! Trancou a porta e chamou minha mãe e disse que ouviu e viu um homem grande lá embaixo na cozinha. Se abraçaram e ficaram ali mesmo quietos até o amanhecer.
Genivaldo já com um pouco de medo, pergunta. Porque contar uma história sem sentido desta! Assombração e só na nossa cabeça homem, quem morrer nunca volta. E já andando nas estrada de roça e escura, Genivaldo, disse vamos falar de outra coisa que desvia nosso pensamento desta história, vamos contar piada sô!
De repente um barulho assustador perto dele e Genivaldo saiu correndo feito um louco e gritava que não foi ele que começou a mexe com o demo e que não tinha nada a ver com a história!
E Astrubal, correu atrás dele e disse: Mas você disse que assombração e nossa imaginação e que vem de nossa cabeça. porque você saiu correndo feito louco?
Respondeu Genivaldo; nem sempre a gente espera pra saber se realmente existe ou se está em nossa cabeça.
Mas o meu subconsciente pediu pra mim correr !!!!
CONTO DE UMA MULA
Depois de passar um tempo fora do Brasil, voltei para minha cidade que tanto gosto. Chegando, fui ver o que havia mudado e saber as novidades. De “tão grande” que é, em poucas horas, consegui me atualizar sobre tudo.
Terminando o passeio, perguntei ao meu irmão onde poderia conhecer as meninas bonitas da cidade pois, pelo que me lembrava, era nas feirinhas de artesanato na praça principal, mas muita coisa mudou...
- Mas quero conhecer as meninas que têm uma beleza compatível com a minha! – exclamei em um tom bem sarcástico.
A procura não demorou dois dias. Não sei o que meu irmão fez, mas conseguiu me apresentar uma linda garota. Muito linda mesmo, só vendo para acreditar. Marcamos de sair algumas vezes para conversar e nos conhecer melhor. Quantas coisas conversamos... E eu ficava cada dia mais apaixonado.
Vinte dias depois estávamos namorando.
Ela falava de mim para as suas irmãs. Falava tanto que até ganhei um fã clube na casa dela. Toda a família, até o pai era meu fã sem nem mesmo me conhecer, pode isso?
Marcamos um dia para que pudesse visitá-los e enfim conhecê-los. Chamei um amigo, Frederico, e sua namorada, que era amiga da minha futura esposa, para irem juntos. Sim... Eu já estava pensando em casamento!
O grande dia chegou, a aventura estava apenas começando, iria conhecer a família dela no alto do São Francisco – e não pense que o rio, São Francisco é o nome da fazendo do meu futuro sogro e eu estava me achando por isso.
E lá fomos nós!
Saímos na madrugada de um sábado, em uma Brasília. Chovia tanto, até certo ponto estava tudo bem, isso enquanto estávamos em uma estrada de asfalto, mas depois... Aquele depois de mineiro sabe? Tudo tinha barro, as estradas, os meus amigos e a minha futura esposa, mas eu continuava me achando.
Os morros eram tão altos que pareciam que estavam nos levando para o céu. Cheguei a pensar em desistir, mas pensei bem e tudo parecia ser uma prova de amor onde eu estava sendo testado (mudança de posição – melhor adequação de leitura) e se eu falasse que queria desistir da viagem iria parecer má vontade minha de conhecer a família dela e todo fã clube criado para mim.
Levei uma prosa com meu amigo Frederico e com meu motorista que garantiy que nada iria nos impedir de chegar lá:
- Já dirigi em condições piores que essa, meu rapaz! E já estamos quase chegando.
O “quase chegando” demorou a manhã toda. Eu já não sentia minhas pernas, elas estavam dormentes, pois no banco de trás não tinha muito espaço para esticá-las.
E finalmente chegamos! Eu estava feliz em poder esticar minhas pernas e minha futura esposa em rever seus familiares. Todos estavam esperando no alpendre (nas fazendas é assim que são chamadas as varandas, né?), foi muto legal. O pai dela nos esperava bem na porta e, assim que chegamos ao alpendre, ele despachou as mulheres para a cozinha ficando lá apenas Frederico, ele e eu. Eu estava morrendo de vontade de ir ao banheiro, mas a vergonha de pedir falou mais alto.
Se me perguntarem sobre o que conversamos, não saberei porque meu foco estava todo na minha bexiga – prestes a estourar – e que a cada minuto a minha vontade de ir ao banheiro aumentava. Lembro apenas que ficamos um bom tempo lá.
Foi minha futura esposa quem me resgatou. Certo momento ela apareceu para avisar que o café estava pronto e para acompanhar tinha broa de milho e queijo “fresquim”. Aproveitei a deixa e fui ao banheiro – QUE SENSAÇÃO MARAVILHOSA! O único problema é que a descarga era aquela de caixa que tem que esperar encher para poder usar e eu tive que ficar esperando para conseguir dar a segunda descarga. A demora foi tanta que na hora que cheguei para tomar o café, a broa já estava um pouco fria.
Conversa vai, conversa vem... Fui percebendo que já tinha conquistado meu sogro. Pensei que estava tudo bem e na paz até que ele me chama para dar uma volta pela fazenda e conhecer a cabeceira dela. Não pensei duas vezes e respondi:
- Vamos sim, vou adorar o passeio! Essa fazenda me lembra a do meu avô.
Meu erro foi imaginar que iríamos de carro. Todo o passeio foi feito a pé (nossa que sofrimento!). Nunca tinha visto e subido um morro tão íngreme. A sensação que tive foi que estava subindo deitado e acho que tudo que comi assim que chegamos foi queimado no “exercício” que eu fiz. Fizemos uma parada em um lugar lindo e a vista de lá de cima era tão bonita. Ficamos um pouquinho por lá e meu futuro sogro já começou a andar novamente.
- Achei que nosso passeio acabava aqui. – disse a ele meio assustado
Ele riu e respondeu:
- Não chegamos ainda não, menino!
Andamos mais uns 20 minutos – detalhe: era só subida – para aí sim chegarmos à tal cabeceira da fazenda. Graças a Deus! Se tivesse que andar mais um pouco meu sogro iria ter que descer comigo nas costas, eu não tinha mais força nas pernas para dar um passo sequer.
A vista da cabeceira era muito bonita e a caminhada por lá não era tão ruim assim. Meu futuro sogro me levou a uma parte que era mata bem fechada, assim que chegamos lá ele começou a contar sobre cobras que viviam ali e não era qualquer tipo de cobra, não... Era uma tal de “jararacuçu”, se o nome já é difícil de ser escrito, imagina o quão pavoroso esse bicho deve ser (só de pensar eu morro de medo).
Onde estávamos era tão alto que o nome da fazenda (Ato de São Francisco) começou a fazer sentido. Lá eu realmente me sentia bem perto do céu e de São Francisco.
Começou a escurecer, minha apreensão de estar lá em cima começou a aumentar. Perguntei para meu futuro sogro se não já estava na hora de voltarmos. Ele percebeu meu medo e retomou a conversa sobre as tais cobras e seus perigos antes de começarmos a descida de volta.
Durante a descida ele me falava que elas, as cobras, cruzavam sempre esse caminho que estávamos fazendo para chegar ao ninho delas que era ali bem perto. Não esperei uma só palavra a mais dele e corri feito um corisco, chegando primeiro que ele em sua casa.
Depois dessa “fuga” eu só pensava: “Putz! Minha apresentação está indo de mal a pior. ”. Mas não terminou por aí não! No dia seguinte levantei bem cedo para tomar café e mais uma grande aventura me esperava. Imaginam o que era? Andar a cavalo! Dessa vez não iria desapontar minha digníssima futura esposa. Eu adoro andar a cavalo, vocês nem fazem ideia! Ele é meu animal preferido.
Então lá fomos nós, meu futuro cunhado trouxe os cavalos e logo me deu as rédeas de um bem pequeno, parecido com uma mula. Parecia que já estavam adivinhando que eu não me daria muito bem. Sim, eu disse que adoro andar a cavalo, mas a verdade é que eu não entendendo muito bem desse animal e as vezes que andei foi com meu pai.
E lá estava eu sentado na garupa dele.
Uma coisa que dizem sobre os cavalos que é verdade, é que eles têm uma percepção muito aguçada sobre quem está montando, se a pessoa tem ou não experiência ou até mesmo convivência com eles.
Bom, estava na cara que eu não tinha nenhuma experiência com cavalos. Assim que montei, o cavalo saiu em disparada em direção à porteira e eu não conseguia fazê-lo parar. Quem me salvou de passar uma vergonha ainda maior foi minha futura cunhada que foi ao meu encontro e conseguiu nos parar. Logo que todos montaram, começamos a nos movimentar e mais uma vez a minha mula saiu na frente em disparada. E, para piorar (mudança para ficar mais harmônica a leitura), eu não sabia como pará-la e muito menos onde era o freio do animal. Ela só parou porque fomos de encontro com uma porteira e todos estavam gritando ao fundo, mas assim que consegui abrir a porteira ela saiu em disparada novamente como se estivéssemos em uma corrida e, com isso tudo acabei batendo meus joelhos na porteira e indo parar no chão enquanto a mula corria pasto a fora. De longe essa foi a pior parte da minha apresentação aos pais da minha futura esposa.
Depois que eles garantiram que eu não tinha me machucado seriamente, as risadas começaram e tudo por causa de uma mula que não entendeu meus comandos e não me respeitou. No fim da história quem se saiu como super star foi a mula!
Estava envergonhado por todas as más impressões que causei, mas no fundo, e apesar de tudo, todos gostaram de mim e eu conquistei minha amada e sua família, mesmo com as mancadas.
"Seja uma pessoa boa. Ajude no que for possível, seja um (a) amigo (a) leal."
Agora...
"O que os outros farão com isso, é problema deles."
"Esforça-se tanto para cultivar a máscara da bondade, onde, na verdade, oculta-se um narcisista manipulador."
Hahh! A autenticidade...
Essa, passou longe. Muito longe!
Um dos maiores fatores que comprovam a limitação na inteligência humana é a incapacidade de identificar uma simples ironia.
O tempo que você gasta pensando sobre um projeto dá mais trabalho que executar ele, mas fazer um trabalho sem planejamento gera péssimos resultados que dá o dobro de trabalho para consertar os erros.
A inveja nasce de um frustrado(a) que precisa diminuir o sucesso dos outros por ser incapaz de vencer.
A história é um diário com as crônicas de homens que foram considerados grandes, por não serem mortos antes de se tornarem conhecidos.
Um passo, por menor que seja, são quilômetros de evolução na vida de quem ficou por muitos anos estagnado.
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