Morre Lentamente Marta Medeiros
Entre um homem e uma mulher, o que nasce primeiro o amor ou a amizade? E qual morre primeiro? Qual, pelo menos, dura mais?
Sabes, o que aprendi, com a tua ausência? Que ninguém morre, por sofrer, por amor. Pelo menos, não, no sentido literal, da palavra.
“Se a esperança é e será a última que morre,
tenho plena certeza de que morrerá
comigo, salve-se quem puder
e me desculpem por hoje
estar sem
fé”
O sentimento de amizade é o que importa, seja em vida ou seja em morte!
Amizade verdadeira nunca morre, mesmo que a vida não seja mais igual aquela que estávamos acostumados a viver...
Se a esperança é a última que morre,
como pode ser esperança?
A esperança quando é esperança de verdade,
aguarda com paciência, até acontecer.
Agora não confundamos esperança com utopia.
Trecho do livro Despertar, Renovar e Seguir: "Morre aos poucos aqueles que aceitam tudo do jeito que está. Vive quem se permite transformar para transformar-se."
Tudo que foi vivido tudo que foi dito, tudo que foi um dia algo bom, agora só são lembranças e pensamentos, juro que eu tento esquecer ou até fingir, mas quando eu deito meu corpo cansa e não consigo controlar os pensamentos, a pior dor e quando o amor morre ou apenas seja orgulho da parte dela, mas você ser ignorado ou simplesmente esquecido é a pior parte, é uma dor forte, eu prefiro tatuagem, se é o fim na história eu não sei mas que cicatrizes sempre ficam expostas e não importa ela estará ali!, e desinteresse gera desinteresse, temos que continuar nossa vida e caminhar, não podemos parar, apenas venho aqui em forma de desabafo poesia, dizer que ame hoje e não importa o que os outros digam ou pensem, seja apenas você, eu vou continuar bem fisicamente mas que isso machucou meu coração para futuros amores por enquanto, não foi a primeira nem última dor mas sei que um dia ainda voltarei a sorrir por que só dependemos de nós para superar as barreiras que a vida coloca na nossa vida, eu apenas vou conhecer copos gelados com corpos gelados até quando!?
O mal não morre. Nunca morre. Ele apenas adota um novo rosto, um novo nome. Só porque nós fomos tocadas por ele uma vez, não significa que estamos imunes a sermos feridas de novo. Um raio pode cair duas vezes no mesmo lugar.
Luta-se e morre-se por um ideal. (...) mas não se deixam morrer, matar, assim, animalmente, pelos ideais alheios.
Dizem a esperança é a última que morre, devido esta se esvair apenas depois que o possível indicar ser o contrário. Interessante é saber que esse possível, almejado esperançosamente, têm sentido de realização depositado mais nos outros que em nós mesmos. Por em prática o que depende de si mesmo, já é motivo de orgulho próprio na realização de objetivos.
Dentre todas as coisas que poderia ter feito, orgulhava-se de poder dizer que havia amado. Indo contra tudo que imaginava, havia tido a felicidade de sentir o prazer do que é o amor de verdade, amara-o com todas as forças e de todas as formas, abrira-se sem receios e sem mascaras. Tinha sido completamente de alguém e tido alguém. Se pudesse reviver algo, seria a primeira vez que ouviu ele rir ou talvez a primeira vez que viu seus olhos brilharem ao contar algo, não, escolheria a primeira vez que ele lhe envolveu em seus braços, sentir ele tão perto e lhe abraçando com tanta intensidade tinha sido como voar, era uma mistura de alegria e paz que não dava para descrever. Adquirira o habito de admira-lo enquanto ele dormia. Ver a serenidade que tomava seu rosto lhe trazia paz e nada se igualava a felicidade pelo fato dele estar ali. Já havia passado por tanta coisa, mas nada dava tanto sentido a sua vida quanto ter ele nela, quanto o fato dele ter escolhido ficar com ela apesar de poder ter o mundo inteiro, mas era ela e ela tinha a inexplicável capacidade de destruir as coisas e assim fora com ele, com eles. Mesmo querendo mais que tudo fazer ele feliz, falhara. Ela havia perdido ele e como isso perdeu a ela mesma, perdera os motivos para seguir. Havia tido dores físicas e emocionais aos baldes, mas nada a prepara para a dor de ficar sem ele. Sempre achara que ninguém morria de amor, mas descobriu que é de amor que mais se morre.
