Moral e Ética
*Estrutura ética do formigueiro*
*E abnegação da existência moral*
Nos edifícios as formigas não conversa entre si, não há interação social apenas o olhar frio e desconectado, não um bom dia ou boa noite, muito menos boa tarde.
Nesta época de desconexão social a conexão com as plataformas digitais.
A conversa e namora por chats de mensagens.
Muitas vezes nunca se viram na vida são vizinhos...
Outras vezes a formiga procura do outro lado do mundo, e isso é perigoso onde a graudes, roubos, sequestro ate mesmo o impensável o final do CPF.
Alienação intelectual dentro do formigueiro muitas deepfakes são tão simples reais o consumir detergente se tornou prática comum.
A estrutura do relativismo e da dignidade se torna artigo de luxo.
Somos copilidos a compreender que vida virou digital por parte.
As facilidades dos aplicativos são expostos desde do dinheiro ganho a dinheiro, gasto e dinheiro guardado.
De grão a grão o isolamento intelectual e social é evidente e marcante.
O mau deste época é simplicidade a depressão e o abandono social.
O Arquivo Vivo do Tempo
Nos atos do espelho, repetem-se os ecos da moral e da ética, mas eles são validados pelo viés. Os escravagistas possuem a linha de dados lógicos e os algoritmos para toda a colonização do ecossistema. Pequenos lampejos de vidas anteriores são transmitidos pelas linhas sanguíneas; nem todas as respostas estão mastigadas dentro do lado espiritual. Fatos são fardos: fragmentos e lembranças de déjà-vus na linha cronológica do tempo.
No primeiro contato dos alienígenas, somos índios diante do espelho — o espelho e eu. Somos indígenas dentro de um mundo alienígena do qual também somos alienígenas. Com o foco distorcido de uma realidade ambígua, compreendemos as sombras como alegorias, mas ainda ouvimos, em sonhos, seus cânticos no mundo espiritual. O DNA traz cargas de lembranças para nos tornar médicos, engenheiros ou qualquer outra coisa; temos uma consciência transmutada e esquecida, pois começamos exatamente de onde eles terminaram — como os aviões na cabeça de Leonardo da Vinci.
A vida floresce, até que alienígenas queiram não só o núcleo da Terra, mas também os nossos corpos como moeda de troca: as flores do conhecimento. No DNA, como um arquivo vivo das almas vivas, somos células como a poeira do universo, somos sementes do espaço. Caminhamos pelos astros em seres animados por suas próprias ideias, partes da floresta que habitamos no subconsciente.
Quando sonhamos com luzes no céu, nossos neurônios são levados de volta ao instante em que os colonizadores chegaram a novas terras. As sombras implantadas são frutos de abdução. Mesmo assim, continuamos a buscar compreensão no espaço sideral. Vemos nossas almas pairar sobre nossos espíritos aventureiros; cada experiência faz parte do emaranhado da alma humana. Mesmo quando o transhumanismo for a realidade de todos no planeta, haverá o código genético: a linha eterna da experiência.
No instante em que a caverna digital e suas alegorias florescem na alienação intelectual, há algo no sangue que ainda sabe quem somos. Diante do feed, somos servos observando, maravilhados, os deepfakes existenciais. Mas, no mais profundo sentido do sangue, carregamos lembranças, mesmo dentro da horda coletiva. Vemos lapsos de tempo, o esquecimento como uma doença ou uma falha do sistema. Mas, quando o rádio quebra, nós o consertamos com outros transdutores, condutores e até capacitores. O termo infinito se torna breve com a percepção de tempo e espaço. Os olhos tremem, os lábios tremem, a insônia chega: num instante, avançamos os limites da consciência.
A expressão verbal da consciência estava nas árvores — o grito era a linguagem quando, ao redor da fogueira, estávamos alucinados pelos rituais. Aprendemos a ver a história da caçada como a verdade da realidade, a enxergar as adversidades morais e éticas como a resiliência da própria vida diante daquilo que verdadeiramente somos. Essa verdade viaja pelo tempo. E todo registro é resgatado. Como sabemos fazer algo, como sabemos falar outras línguas se nunca as estudamos? Está no sangue. Carregamos essas lembranças e recordações.
"Quando não há moral cívica, ética ou sequer vontade de um povo em defender a pátria e os seus recursos — por se aperceber de que o governo é a sua maior fragilidade e o vetor por onde entram intrusos, exploradores e ladrões —, saibam que esse Estado já está em colapso, aguardando apenas a data para se declarar falhado."
"Já não há moral cívica ou de outra índole, nem ética no povo para defender a soberania e, muito menos, os recursos do território a que pertence. Afinal, o governo que o dirige é o próprio vetor que permite a entrada desenfreada do mal que se deveria impedir."
Moral e ética, não é falta de respeito muito menos de onde vem, caso acreditares, és um monstro, erro que deveria ser eliminado. Pois, ao longo dos anos, o presente é por duro estudo e crediblidade à uma humanidade com valores e crediblidade. Então,criticar a moral e a ética, também é criticar o passado.
Posso dar uma de satânico só pra provar o atrito da moral e ética, mas sendo sincero eu não acho que ainda vivemos num mundo de animais carenciados de lógica e programação em convivência mutua.
Tome nota !
"Toda teologia que usa a eleição para autoexaltação, imunidade moral ou desprezo ético contradiz as Escrituras, pois transforma o privilégio da graça em pretexto para o ego."
Se a sua moralidade depende do medo de um inferno ou da promessa de um céu, você não é ético; você é apenas um mercenário emocional.
A ética não desceu do céu. Moral é uma construção humana, feita por humanos, para humanos. Todos os livros “sagrados” foram escritos por mãos humanas; deuses não escrevem, não publicam e nunca redigiram uma única linha sobre valores humanos. A moral é nossa responsabilidade, não um ditado divino.
"Cedo na cama, a alma se maquia. Veste-se de ética, adorna-se de moral, até que o espelho devolva um reflexo aceitável. Só então o homem sai ao encontro do mundo: um ator impecável, trancado por dentro, caminhando entre fantasmas igualmente mascarados."
428🙏🌹Quando a transformação do ser acontece, a ética e o moral nos abraça de tal forma que o orgulho se dissipa sentido na alma a mudança interior do ser, e traz de volta a essência do amor onde a plenitude da paz habita a vida da criatura... Esse é o agir de Deus em nossas vidas que nos mostra o verdadeiro caminho para a regeneração, sentindo a presença viva do criador na consciência no coração, que nos direciona no bom caminhar, na humildade, na prática do perdão em nós, ao próximo, e deixamos para traz a velha vestimenta, a couraça do orgulho, da prepotência,trazendo o novo que se aloja n"alma num despertar interior incrível, sentindo às vibrações do amor, da caridade, do perdão ao próximo e em si mesmo, e assim sentir a libertação do mal, da escravidão e a cura espiritual de nossos vícios carnais que estavam impregnado na alma libertada, deixando para traz a dor, o sofrimento e mazelas, onde a renovação íntima nós traz de volta a vida...🌹🙏BOM DIA FAMÍLIA. Ayache Vidal.
A ética e a moral são escudos do cidadão íntegro, garantindo que o direito de crescer venha do esforço justo.
Esquecer a moral e a ética para transformar a universidade em um quartel general de oposição a Deus mostra a ruína espiritual de quem usa a cátedra para combater Jesus.
A ética e a moral são a bússola da alma; quando guiadas pelo amor, elas nos mostram o caminho correto para o bem comum.
