Moral e Ética
Se a sua moralidade depende do medo de um inferno ou da promessa de um céu, você não é ético; você é apenas um mercenário emocional.
A ética não desceu do céu. Moral é uma construção humana, feita por humanos, para humanos. Todos os livros “sagrados” foram escritos por mãos humanas; deuses não escrevem, não publicam e nunca redigiram uma única linha sobre valores humanos. A moral é nossa responsabilidade, não um ditado divino.
O questionar da etica e a moral.
Navio cheio de gente rica e navio contaminado.
Se esse navio fosse de Cuba cheio de refugiados seria acolhido ou afundado.
*Estrutura ética do formigueiro*
*E abnegação da existência moral*
Nos edifícios as formigas não conversa entre si, não há interação social apenas o olhar frio e desconectado, não um bom dia ou boa noite, muito menos boa tarde.
Nesta época de desconexão social a conexão com as plataformas digitais.
A conversa e namora por chats de mensagens.
Muitas vezes nunca se viram na vida são vizinhos...
Outras vezes a formiga procura do outro lado do mundo, e isso é perigoso onde a graudes, roubos, sequestro ate mesmo o impensável o final do CPF.
Alienação intelectual dentro do formigueiro muitas deepfakes são tão simples reais o consumir detergente se tornou prática comum.
A estrutura do relativismo e da dignidade se torna artigo de luxo.
Somos copilidos a compreender que vida virou digital por parte.
As facilidades dos aplicativos são expostos desde do dinheiro ganho a dinheiro, gasto e dinheiro guardado.
De grão a grão o isolamento intelectual e social é evidente e marcante.
O mau deste época é simplicidade a depressão e o abandono social.
O Arquivo Vivo do Tempo
Nos atos do espelho, repetem-se os ecos da moral e da ética, mas eles são validados pelo viés. Os escravagistas possuem a linha de dados lógicos e os algoritmos para toda a colonização do ecossistema. Pequenos lampejos de vidas anteriores são transmitidos pelas linhas sanguíneas; nem todas as respostas estão mastigadas dentro do lado espiritual. Fatos são fardos: fragmentos e lembranças de déjà-vus na linha cronológica do tempo.
No primeiro contato dos alienígenas, somos índios diante do espelho — o espelho e eu. Somos indígenas dentro de um mundo alienígena do qual também somos alienígenas. Com o foco distorcido de uma realidade ambígua, compreendemos as sombras como alegorias, mas ainda ouvimos, em sonhos, seus cânticos no mundo espiritual. O DNA traz cargas de lembranças para nos tornar médicos, engenheiros ou qualquer outra coisa; temos uma consciência transmutada e esquecida, pois começamos exatamente de onde eles terminaram — como os aviões na cabeça de Leonardo da Vinci.
A vida floresce, até que alienígenas queiram não só o núcleo da Terra, mas também os nossos corpos como moeda de troca: as flores do conhecimento. No DNA, como um arquivo vivo das almas vivas, somos células como a poeira do universo, somos sementes do espaço. Caminhamos pelos astros em seres animados por suas próprias ideias, partes da floresta que habitamos no subconsciente.
Quando sonhamos com luzes no céu, nossos neurônios são levados de volta ao instante em que os colonizadores chegaram a novas terras. As sombras implantadas são frutos de abdução. Mesmo assim, continuamos a buscar compreensão no espaço sideral. Vemos nossas almas pairar sobre nossos espíritos aventureiros; cada experiência faz parte do emaranhado da alma humana. Mesmo quando o transhumanismo for a realidade de todos no planeta, haverá o código genético: a linha eterna da experiência.
No instante em que a caverna digital e suas alegorias florescem na alienação intelectual, há algo no sangue que ainda sabe quem somos. Diante do feed, somos servos observando, maravilhados, os deepfakes existenciais. Mas, no mais profundo sentido do sangue, carregamos lembranças, mesmo dentro da horda coletiva. Vemos lapsos de tempo, o esquecimento como uma doença ou uma falha do sistema. Mas, quando o rádio quebra, nós o consertamos com outros transdutores, condutores e até capacitores. O termo infinito se torna breve com a percepção de tempo e espaço. Os olhos tremem, os lábios tremem, a insônia chega: num instante, avançamos os limites da consciência.
A expressão verbal da consciência estava nas árvores — o grito era a linguagem quando, ao redor da fogueira, estávamos alucinados pelos rituais. Aprendemos a ver a história da caçada como a verdade da realidade, a enxergar as adversidades morais e éticas como a resiliência da própria vida diante daquilo que verdadeiramente somos. Essa verdade viaja pelo tempo. E todo registro é resgatado. Como sabemos fazer algo, como sabemos falar outras línguas se nunca as estudamos? Está no sangue. Carregamos essas lembranças e recordações.
A ética e a moral são escudos do cidadão íntegro, garantindo que o direito de crescer venha do esforço justo.
Esquecer a moral e a ética para transformar a universidade em um quartel general de oposição a Deus mostra a ruína espiritual de quem usa a cátedra para combater Jesus.
"Toda teologia que usa a eleição para autoexaltação, imunidade moral ou desprezo ético contradiz as Escrituras, pois transforma o privilégio da graça em pretexto para o ego."
Não acredito em gente que quer me pregar santidade, mas não tem a mínima ética ou seja falso moralista, mal-educado com os outros ou desumano com as pessoas e seus sentimentos.
Tô começando a ficar assustado com a palavra santidade por causa disso!
Politica, religião, ética e moral não se discutem.
Grande resultado: Uma sociedade ignorante, fraca, sem liberdade de expressão, atrasada, oprimida, incapaz de pensar por conta própria, sem compaixão, fanática, sem decência, pervertida, fútil, materialista, dogmática, supersticiosa, com governadores corruptos e gananciosos, que vivem as custas do dinheiro do povo, e absurdamente incapaz de fazer valer os seus direitos. Presa em uma cadeia sistêmica de uma realidade moldada onde te empregam o que você deve crer e seguir e você aceita. Com uma mente acostumada a ser alienada, manipulada e impotente, sem forças para mudar isso, onde tudo acaba ficando como sempre esta.
A ética e a moral devem ser a defesa radical da sociedade e transparência no trato do dinheiro público, bem como a defesa incondicional dos interesses da maioria excluída.
"A moralidade do dominado é apenas autopiedade. Sua ética é apenas um clamor em prol de suas necessidades".
E a evolução é gradativa tanto no terreno ético, espiritual, moral, profissional, educacional, afetivo, volitivo e familiar. Isso depende dos fins, mais do que dos meios.
Não tenhas medo da vida, tenhas medo de não viver da forma que o seu eu imagina ser moral, ético e justo. Reinaldo Vasconcelos
