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Moradores de Rua

Cerca de 3234 frases e pensamentos: Moradores de Rua

Bopp foi lá no meu ateliê, na rua Barão de Piracicaba, assustou-se também. Oswald disse: 'Isso é como se fosse um selvagem, uma coisa do mato' e Bopp concordou. Eu quis dar um nome selvagem também ao quadro e dei Abaporu, palavras que encontrei no dicionário de Montóia, da língua dos índios. Quer dizer antropófago.

Tarsila do Amaral

Nota: Em referência ao seu quadro famoso "Abaporu", símbolo do modernismo brasileiro

Lá vou eu pela a rua abaixo a pensar,
e digo qual destes temas será bom para rimar.
Os anos vão passando e eu amando esta cultura,
nesta estrada longa sem apoio e sem ajuda.

Agradeça se acaso houver, alguém que você gostaria que estivesse sempre com você, na rua, na chuva, na fazenda, ou numa casinha de sapê.

Que saudade da época de criança, de brincar na rua, de pular e saltar na grama verde do quintal; saudade daquela felicidade de criança em brincar na chuva com nossos amigos, sem ver o tempo passar!

Vou caminhando pela rua
Sozinha pela estrada
A lua é minha amiga
Única e fiel companheira
Que observa serenamente
Cada passo e direção
Pena só poder contemplar
Mas tu me inspiras
Me conta seus segredos
Nas mais cálidas noites e frias
Despertando no meu profundo ser
Dores e agonias
Prazeres e desejos
Porém, continuo sozinha
No meu caminho
Tendo você
Oh, bela lua,
Como única companheira.

Na rua ha de tudo, principalmente gente esquisita.

Bah, saio pra rua e só vejo tu, guria
nos meus pensamentos a prenda linda e o guapo matreiro
vem pra perto de mim onde é teu lugar
pra deixar o coração deste gaúcho faceiro

O dono de um pequeno comércio,amigo do grande poeta Olavo Bilac,abordou-o na rua:Sr.Bilac,estou precisando vender o meu sítio,que o sr. tão bem conhece.Poderá redigir o anúncio para o jornal ?Olavo Bilac apanhou o papel e escreveu:"Vende-se encantadora propriedade,onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo,cortada por cristalinas águas de um ribeirão.A casa banhada pelo sol nascente,oferece a sombra tranquila das tardes na varanda." Meses depois encontra o poeta com o homem e pergunta-lhe se havia vendido o sítio."Nem pensei mais nisso" disse o homem."Quando li o anúncio é que percebi a maravilha que tinha."

🎹 Aldoar Trap Tuga 🇵🇹


Porto na veia, flow tá na rua,
História pesada gravada na lua.


Na calçada rimo facts, não preciso inventar,
Boom bap no coração, ninguém vai apagar,
City que me fez, respeita a raiz,
De Aldoar até a Ribeira, só quero o que é meu, não o que diz.


[Refrão]


Do Porto pro topo, não vou parar,
Trap na batida, pronto pra viral,
Boom bap na alma, só rima real,
Se abro a boca a city vai vibrar.


Drip na Baixa, money na mente,
Estúdio a ferver, futuro presente,
No YouTube a escalar, clipe tá quente,
Porto no mapa, eu sigo na frente.


[Refrão]


Do Porto pro topo, não vou parar,
Trap na batida, pronto pra viral,
Boom bap na alma, só rima real,
Se abro a boca a city vai vibrar.


-

Nunca me deixes sozinho, à deriva dos meus medos e eus, na esquina da Rua Augusta com a Avenida Paulista. Quando retornares, podes não encontrar a mesma pessoa que deixaste!

Hoje te vi passar por mim na rua, com o mesmo sorriso, com o mesmo cabelo, só havia uma diferença, você não era mais minha.

Na rua o abandono
Dois casais namorando
Na Sete Portas em céu aberto.

⁠O Sol
(Poeta e Filósofo Brasileiro Sidarta Martins)

Sempre a olhar
A chuva a molhar
A rua que encalha
A vida que malha
O homem que falha...
O homem que vive
No fio da navalha
Se molda e se talha
Ao pé da fornalha
Aquece e escurece
A calha, que falha
Co’a chuva que encalha
A vida sofrida
Dos homens!
Dos homens sem nome
Que buscam, rebuscam
Enganam e se enganam
Ofuscam-se ao sol
Ao sol que olha
A chuva
Que molha
A rua que encalha
Encalha e atrapalha
A vida dos homens
Dos homens sem nomes
Que buscam, rebuscam
Que sofrem e talham
Ao fio da navalha
A labuta diária
E a própria mortalha.

Não adianta você ir para rua como um LEÃO, se você continuar votando como um JUMENTO !

Eu vi você Ontem Com seus amigos Andando A rua Acenei para você Mas não é? O mesmo olhar

Tenho a leve impressão que não ando na rua. Definitivamente eu flutuo sobre nuvens de algodão-doce, sou meramente o paradigma que se faz sol, brisa e ventania. E se quer saber eu não me limito. Não existe nada que possa me parar. Eu apenas floresço em dias de chuva e noutros também

Que linda beleza é a tua elegância,
na rua, tua passarela, teu andar é dança.
Teu charme arrasta olhares, provoca suspiros,
uma fonte de desejos, assombros e delírios.
Bruxa meiga, de voz doce e educada,
devastadora sensual, de alma encantada.
Aeroporto do amor, onde os sonhos pousam,
charmosa, simpática, pecadora que alforria as almas.
Acalantas os desejos mais devassos,
feiticeira linda, manjar dos abraços.
Tua presença é feitiço, tua beleza, furacão,
és poesia viva no palco da sedução.

Descendente do mato, do índio, do preto, do branco, do mulato, da rua, da mistura, do pardo, do amarelo, da miscegenação, do pobre, da roça, da mata, do colono, do retirante da seca, do abuso, da exploração, do europeu. Do café, do açúcar, da feijoada, da mulata, da festa, da seresta, da fé, da graça, do coração, do futebol, da poesia, da música, do cordel, da arte, das cores, da força, do Brasil.

Amanheceu no interior. O sol destaca o verde da vegetação. A rua tranquila favorece a paz no espírito!

Me perdi no céu das suas pintas
Me encontrei no céu da tua boca
Tu é labirinto, rua sem saída
Me rendi a tua alma nua, vem cá