Monologo sobre Relacionamento
Elias era um homem que construiu sua identidade sobre a negação. Para ele, a fé era uma muleta e o nome de Cristo, um insulto à razão. Ele não apenas não acreditava; ele combatia. Em rodas de amigos, ridicularizava as Escrituras; em sua vida privada, mergulhava em um egoísmo que desprezava qualquer rastro de bondade. Ele vivia conforme o seu próprio coração, esquecendo-se de que "o coração é enganoso acima de todas as coisas e desesperadamente corrupto" (Jeremias 17:9). Elias acreditava que, se Deus existisse, já teria desistido dele — pois ele mesmo já havia desistido de si.
O que Elias não compreendia era que sua rebeldia não era nova. Séculos antes, um homem chamado Saulo de Tarso agia com uma fúria ainda maior. Saulo não apenas negava a Cristo; ele perseguia, prendia e consentia na morte daqueles que seguiam o Caminho. Ele achava que estava servindo a Deus ao destruir o nome de Jesus, mas estava apenas lutando contra o próprio Criador.
Contudo, a obra de Cristo é perfeita porque Ele nos ama primeiro, independentemente de nossos méritos. Como diz a Escritura: "Nós amamos porque ele nos amou primeiro" (1 João 4:19). No caminho para Damasco, uma luz mais brilhante que o sol cercou Saulo. Ele caiu ao chão, perdendo sua postura de orgulho e sua visão física para que pudesse, finalmente, enxergar a verdade. Ao ouvir a voz do Mestre dizendo: "Saulo, Saulo, por que me persegues?" (Atos 9:4), ele entendeu que, enquanto odiava, era amado; enquanto perseguia, era buscado. Saulo tornou-se Paulo, transformado por uma graça que ele nunca mereceu, provando que "onde abundou o pecado, superabundou a graça" (Romanos 5:20).
Elias, ao ler sobre Paulo e ao ver o reflexo desse mesmo amor na vida de cristãos pacientes que o cercavam, sentiu o mesmo impacto. Ele percebeu que Cristo nunca foi seu inimigo, mas seu perseguidor amoroso. O fato de que "Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores" (Romanos 5:8) o constrangeu. Não foi o medo que o mudou, mas a Graça. O amor do Criador quebrou seu coração de pedra, e o rapaz que antes renegava tudo o que era sagrado, passou a andar com Cristo, maravilhado por ter sido alcançado.
Essa transformação nos lembra que somos chamados a ser mensageiros de Cristo. Devemos anunciar o Evangelho com nossas palavras, pregando a verdade com ousadia, mas também com as nossas vidas, sendo testemunhas vivas desse amor.
Entretanto, devemos ter humildade e descanso: o papel de convencer o homem do seu pecado, da justiça e do juízo é do Espírito Santo, conforme prometido por Jesus: "Quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo" (João 16:8). A nós, cabe o privilégio de levar a semente e ser o reflexo da mensagem. Somos os instrumentos, mas a melodia da conversão é tocada por Deus. Se você deseja estudar receber esse amor de Cristo, ore nesse momento e clame por ele, pois, Ele te ouvirá e de seus olhos enxugará todas as suas lágrimas.
Quando "Jesus Cristo voltar", para acreditarem, ele deverá caminhar sobre as águas e assim será crucificado imediatamente.
O mundo evoluiu e encheu de mini Jesus em silêncio por ai, que não estão na igreja, pois já o encontraram em si.
Enquanto o meu conhecimento for firme sobre a minha conduta, a opinião dos outros não me interessa.
Sou de direita, mas não compactuo com mentiras para atacar a esquerda. A própria verdade sobre eles já é suficiente para expô-los.
Em diversos temas sobre as belezas da vida,
a criança de 4 anos adiciona sempre o mesmo.
Então utiliza-se pedagogicamente esse mesmo, para contar das belezas da vida.
Eu era criança
quando via imagens
quando escutava fatos
sobre o nazismo...
e perplexa
me perguntava
que ser humano
seria capaz
de apoiar tamanha
monstruosidade...
Cresci
e o tempo respondeu
sem piedade
mostrando-me
os rostos
as vozes
as mãos
que repetem
a mesma crueldade
com novos nomes
com velhas violências
com a mesma frieza
disfarçada de discurso...
E assim compreendi
que os monstros
não ficaram no passado
eles caminham entre nós...
✍©️ @MiriamDaCosta
* Sobre a Honestidade Intelectual *
A honestidade intelectual
é uma condição necessária
ou uma necessidade condicionada?!...
Talvez seja as duas...
Porque há quem nasça
com o ímpeto de ser lúcido,
e há quem só ouse sê-lo
quando o ambiente permite,
ou quando o peso da própria mentira
se torna insuportável...
Ser intelectualmente honesto
é caminhar descalço
sobre o chão áspero da verdade...
É resistir à tentação das certezas confortáveis
e à sedução da máscara que agrada...
É desnudar o pensamento,
deixando o orgulho em ruínas,
para encarar o espelho sem adornos,
onde só o que é verdadeiro permanece de pé...
E por que é tão difícil?!
Porque a honestidade intelectual
exige coragem ,
a coragem de contrariar o próprio ego,
de rever o que se acreditava inabalável,
de não se curvar ao aplauso
nem ao consenso...
Poucos suportam
o silêncio que ela impõe,
e menos ainda,
o isolamento que ela provoca...
Mas os que a praticam,
ainda que sangrem por dentro,
sabem que é melhor doer na verdade
do que viver anestesiado na mentira...
✍©️@MiriamDaCosta
Sobre o assalto ao Museu do Louvre
Até mesmo um recém nascido...
perceberia, na sua inocência à 360° ,
que teve a "mão amiga"
dentro do Museu do Louvre...
"Elementar, Meu caro Watson!"
É Natal!
Evito falar sobre essa data e o seu real significado (ou seja, a comemoração do nascimento de Jesus Cristo).
E, mais ainda, evito ficar repetindo para todos: "Feliz Natal!".
Vejo tanta hipocrisia e falsidade nesse ritual linguístico de fim de ano.
Sim… é Natal.
E o que eu penso e escrevo a respeito
traz uma lucidez que dói em mim e pode ferir os outros, como quase tudo o que é cruamente honesto, e que costuma golpear algumas pessoas.
O “Feliz Natal” virou um mantra automático,
esvaziado de real presença e de sentimento,
repetido por bocas que não se dispõem
ao mínimo gesto natalino de verdade:
sentimento, empatia, escuta, coerência e humanidade.
Celebra-se uma data que deveria simbolizar
a ruptura com a lógica da violência,
do acúmulo e da exclusão, mas…pratica-se exatamente o oposto, embrulhado em luzes, comilanças, consumo e frases prontas.
E há algo muito coerente no meu evitar esse ritual, quando ele se torna falso.
O meu silêncio, nesse caso, é mais ético que a saudação mecânica.
Jesus, se tomado verdadeiramente a sério,
seria profundamente incômodo hoje.
Ele não caberia nos shoppings lotados,
nos discursos moralistas, nem nas felicitações ( na maioria das vezes) vazias enviadas por obrigação familiar e social
Meu incômodo com essa data não é rejeição ao sagrado. É, ao contrário, respeito.
Respeito por não banalizar o que deveria ser vivido com sentimento e reflexão, e não repetido automaticamente.
Talvez o meu Natal seja esse:
não o da frase dita, mas o da consciência
que se recusa a fingir.
E esse fato, mesmo sem “Feliz Natal”,
é profundamente verdadeiro.
Quantas “Marias” (mulheres solteiras, grávidas
e destinadas à fuga) ainda existem?
Quantos “Jesus” ainda nascem em situações precárias por causa do preconceito e da desumanidade?
Quantos “Josés”, no mundo de hoje,
acolhem uma “Maria” (solteira e grávida) e reconhecem o bebê como um pai?
São tantas as perguntas…
mas prefiro terminar por aqui.
Saúde e serenidade a todos.
Fiquem em paz 🕊
Sejam paz 🕊
✍©️@MiriamDaCosta
Os versos dos poetas
são unguentos sagrados
derramados em silêncio
sobre corações cansados
de atravessar o tempo.
Tocam onde as palavras comuns
não alcançam,
curam fendas invisíveis,
acendem pequenas luzes
nos templos da memória.
Ah! As palavras poéticas
das almas aladas
( sacerdotes do indizível )
são sopros de eternidade
emprestados às almas humanas
que ainda creem
no milagre do sentir.
✍©️@MiriamDaCosta
A visão e a indignação seletivas dizem muito menos sobre o mundo
e muito mais sobre quem olha para ele.
Pensar isso é reconhecer que, muitas vezes,
a indignação não nasce da injustiça em si,
mas da conveniência.
Indigna-se quando dói no próprio território,
silencia-se quando o dano beneficia, protege ou confirma crenças.
A visão seletiva é uma forma sofisticada
de cegueira:
olha, mas não vê;
vê, mas escolhe esquecer.
E o que dizer?
Que a indignação seletiva não é ética,
é estratégia.
Não é consciência,
é cálculo moral.
Não é empatia,
é espelho.
Ela grita contra certos absurdos
enquanto cochicha cumplicidades
diante de outros.
Aponta o dedo com uma mão
e tapa os próprios olhos com a outra.
Talvez a frase mais honesta seja esta:
Quem escolhe quando se indignar
já escolheu de que lado não está.
✍©️@MiriamDaCosta
Lealdade não é sobre nunca sair e curiar lá fora, mas é sobre voltar com o coração inteiro e decidido em ficar.
Se eu fosse um poeta, escreveria versos infinitos sobre a sua beleza. Se eu fosse um pintor, criaria obras de arte inspiradas em seus traços perfeitos. Mas como sou apenas alguém admirador, digo com sinceridade: você é a mais bela princesa que Deus já criou.
Nunca foi sobre oferecer flores.
No Dia Internacional das Mulheres, sempre foi sobre não oferecer espinhos nos outros 364 dias do ano.
Pessoas com quem se possa conversar sobre absolutamente qualquer coisa _ do assunto mais sério ao mais “bobo” _ sem ter que pisar em ovos, são impagáveis.
Cada parte do cérebro foi programada para dar resposta a cada tipo de conflito que ameaça à sobrevivência do ser humano.
A sabedoria não se resume a um curso sobre como acumular riqueza, mas a não perder o juízo diante da complexidade da vida.
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