Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia

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O que é plantado no oculto não permanece escondido para sempre. A vida tem uma forma silenciosa de trazer à luz aquilo que o coração tentou encobrir. Por isso, mais do que temer a exposição, é sábio cuidar da intenção, do caráter e das escolhas quando ninguém está olhando.
A ruína não começa quando algo é revelado, começa no momento em que se decide plantar no escuro aquilo que não se teria coragem de cultivar na luz.

Se você sabe que tem um potencial de ser leão mas está viver como um rato, sai do esgoto pra selva.

Existem ideias que não podem ser compartilhadas com quem não tem visão para compreendê-las.


Nem todos estão preparados para certas verdades, certos planos, certos sonhos.
Já calei minha voz quando precisava falar não por esperteza, mas porque entendi que algumas mentes ainda não estavam prontas para a grandeza do que eu enxergava.


Não é loucura.
É discernimento.


Aprendi que não se entrega joias a quem só valoriza bijuterias.


Nos negócios, nas amizades e nos relacionamentos, nunca entrego tudo de imediato.
Porque um dia entreguei… e recebi uma rasteira.
E a dor daquele tombo virou sabedoria.


Hoje eu sei
não é qualquer um que atravessa a minha porta,
nem é em qualquer mesa que eu me sento.


Porque quem já sentiu falta d’água aprende a valorizar cada gota.


Evans Araújo

O advogado é um porta-voz de quem não tem conhecimento jurídico.

⁠Não importa quanto tempo tem , importa o quanto ele bate e dói!

Folhas Secas

A vida tem quatro partes:
Pequena: como a dor
Grande: como o amor
Simples: como eu
Importante: como você
Eu sou só um você
Que você não quis
E querer é coisa tão pequena
Que só não sou você por um triz
Ela se vestia de silêncio, não
Porque desconhecia os sons, mas
A voz dos seus sentimentos ficou
Presa no imenso nó que havia em
Sua garganta.
Todas as coisas que dizes
Afinal não são verdade.
Mas, se nos fazem felizes,
Isso é a felicidade.
Eu amo tudo o que foi
Tudo o que já não é
A dor que já me não dói
A antiga e errônea fé
O ontem que a dor deixou,
O que deixou alegria
Só porque foi, e voou
E hoje já outro dia.
Foi nessa idade que a poesia me veio buscar
Não sei de onde veio
Do inverno, de um rio
Não sei como nem quando
Não, não eram vozes
Não eram palavras
Nem silêncio
Mas da rua fui convocado
Dos galhos da noite
Abruptamente entre outros
Entre fogos violentos
Voltando sozinho
Lá estava eu sem rosto
E fui tocado.

⁠Dostoievski, Tolstoi, Tchekhov, Bulgakov, Turgueniev, Puschkin, Soljenitsin... O que tem na água dos russos?

- Meu amor tem personalidade: não
implora, não força , mas quando é
recíproco... transborda.

"A vida não exige regras, mas tudo tem seu tempo e nada é por acaso."

Bom dia!


Tem dias em que a gente acorda carregando silêncios que ninguém vê.
Mas, ainda assim, levanta. Respira. Recomeça.
E talvez seja isso que importa hoje,
não ter tudo resolvido,
não ter todas as respostas,
mas ter coragem suficiente para abrir os olhos
e seguir… mesmo com o coração ainda em processo.
Que o seu dia não seja perfeito,
mas seja gentil com você.
Que tenha pausas,
um pouco de calma,
e aquele sopro leve de esperança
que chega sem fazer barulho…
mas muda tudo por dentro.
E se puder, vá com fé.
Mesmo pequena. Mesmo quietinha.
Porque, às vezes, é ela que sustenta tudo
quando a gente quase desiste.


— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

Bom dia!


Tem recomeços que chegam sem aviso,
quietinhos, quase imperceptíveis…
e ainda assim, mudam tudo por dentro.


Hoje não precisa ser grandioso.
Basta ser verdadeiro.
Um passo com calma,
um pensamento mais leve,
um cuidado gentil com você.


A vida também floresce nas pausas,
nos dias simples,
nos instantes em que a gente decide não desistir.


Que o seu dia te acolha…
e que você se permita caminhar com fé,
mesmo sem ver todo o caminho.


Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

A criatividade é um caminho que tem como destino a lógica.

Quando lutar não desista, jamais crie expectativa da ondem não tem amor.
Amizades verdadeira acalenta não destroem. O amor não e tudo, mas a vontade de estar com seu amado e maior que as intrigas de outros.
Mas se não for suficiente, não é amor você só gosta.
E gostar não é amar é se acostumar. lute pelo seu amor não desistas e se perder a balha você venceu a guerra.
Só um vencedor luta por amor.

Tem um momento na vida em que a gente para de ensaiar discurso no espelho e simplesmente envia. Sem revisão, sem filtro, sem aquela esperança secreta de que a outra pessoa vai ler e, num surto de lucidez romântica, mudar o roteiro inteiro. Eu fiz isso. Abri a alma, empacotei tudo que era sentimento acumulado, memória inflada, expectativa maquiada… e enviei. E curiosamente, não foi a resposta que me libertou. Foi o ato de parar de esconder de mim mesma o que eu já sabia.


Porque a grande virada não acontece quando o outro entende. Acontece quando eu entendo. E entender que a dor não estava na perda, mas no apego à ilusão, foi quase um tapa elegante da realidade. Daqueles que não deixam marca no rosto, mas reorganizam o cérebro inteiro. Eu não estava sofrendo por alguém que se foi. Eu estava sofrendo por uma história que eu não queria admitir que nunca existiu do jeito que eu contei para mim mesma.


E aí vem essa imagem perfeita, quase cruel de tão precisa. Um palco vazio. Luz acesa. Eu no centro, decorando falas, me entregando, esperando aplausos… de alguém que já tinha ido embora há muito tempo. E o mais impressionante é que eu sabia disso. Mas a gente insiste. Porque enquanto eu continuo atuando, eu não preciso encarar o silêncio da plateia vazia. E o silêncio, minha amiga… ele exige maturidade.


Quando ele disse que não me amaria, que já tinha alguém no coração, aquilo doeu, claro que doeu. Não existe dignidade emocional que impeça esse tipo de impacto. Mas junto com a dor veio uma coisa rara: liberdade. Porque ali não tinha mais espaço para dúvida, para interpretação criativa, para esperança teimosa. Era um não. Simples, direto, quase gentil dentro da brutalidade que um “não te amo” carrega. E foi exatamente isso que me soltou.


Agora, vamos rir um pouco da ironia da vida, porque ela merece. Tempos depois, outro homem me solta praticamente o mesmo discurso… que nunca amou ninguém. E hoje, olha só, me chama de primeiro amor. Eu fico entre lisonjeada e levemente desconfiada, pensando se o amor não é também uma construção que a gente vai entendendo melhor com o tempo. Porque no auge da minha ousadia juvenil, eu realmente achei que poderia conquistar qualquer coração. Que bastava insistência, charme, presença estratégica… quase uma espada lendária emocional, pronta para ser cravada no peito alheio. Olha a audácia. Eu, achando que amor era território conquistável.


Mas não é. E ainda bem que não é.


Porque se fosse, não teria valor nenhum. Amor não é sobre vencer alguém, é sobre encontrar alguém disposto a construir junto. E isso muda tudo. Eu não me arrependo de ter feito alguém me amar profundamente, porque ali também teve verdade. Mas hoje eu entendo que o que sustenta não é o encantamento inicial, é a construção diária, silenciosa, imperfeita e real.


E quanto ao primeiro… eu guardo com carinho. Não como quem ainda espera, mas como quem reconhece. Ele foi importante, foi intenso, foi necessário. Mas não foi definitivo. E tudo bem. Porque a vida não é sobre quem chega primeiro, é sobre quem permanece com verdade.


No fim, eu não perdi nada. Eu amadureci. Eu parei de tentar transformar ilusão em destino e comecei a viver o que é concreto, presente, possível. E isso, minha querida, vale muito mais do que qualquer história bonita que só existia na minha cabeça.


Se você também já tentou conquistar o impossível, já atuou em palco vazio ou já acreditou que amor era questão de estratégia… respira. A gente aprende. E aprende vivendo, errando, sentindo e, principalmente, aceitando.

Tem dias em que eu paro e penso que amar é quase um esporte radical, daqueles que a gente entra achando que é caminhada leve e, de repente, já está pendurada num penhasco emocional, sem equipamento, só com fé e um pouco de teimosia. E eu amei… amei de um jeito que não cabe em explicação bonita, dessas que ficam bem em legenda de foto. Foi um amor que existiu, que teve voz, que teve troca, que teve vida em algum canto do mundo. Não foi invenção da minha cabeça, não. Foi real. E talvez justamente por isso tenha doído tanto.


E aí vem a vida, com aquela elegância duvidosa dela, e me coloca dentro de outro amor. Um amor que não nasceu perfeito, que não veio embalado em promessas cinematográficas, mas que foi sendo construído no meio dos cacos. Porque é isso que ninguém conta, a gente não constrói amor só com flores, a gente constrói com restos também. Com pedaços que sobraram de histórias antigas, com silêncios desconfortáveis, com verdades que poderiam muito bem ter sido escondidas, mas não foram.


Eu poderia ter guardado esse amor antigo como um segredo bonito, desses que a gente esconde numa gaveta interna e visita de vez em quando, em silêncio. Mas não. Eu escolhi abrir. Escolhi colocar na mesa, olhar de frente, dividir. E isso… isso não é simples. Não é leve. Não é coisa de gente fraca. É coisa de quem decidiu não viver pela metade.


E ele ficou. Olhou para tudo isso e não saiu correndo. Pelo contrário, teve a coragem de me perguntar por que eu não escrevo sobre isso. Como se, no meio de toda essa bagunça emocional, ele ainda enxergasse arte. Como se ele dissesse, sem dizer exatamente: transforma essa confusão em algo bonito.


E eu fico pensando… que tipo de amor é esse que não exige perfeição, mas presença? Que não pede um passado limpo, mas um presente honesto? Porque, vamos combinar, talvez muita gente não suportasse. Talvez muita gente preferisse a versão editada da história, aquela sem capítulos difíceis, sem sentimentos atravessados. Mas a gente… a gente escolheu ficar.


E não foi porque era fácil. Foi porque, de algum jeito meio torto e muito humano, ainda existia vontade. Vontade de tentar, de reconstruir, de olhar para os degraus quebrados e, ao invés de desistir da escada, começar a consertar um por um.


Eu não sei se isso é o tipo de amor que vira conto de fadas. Provavelmente não. Mas talvez seja o tipo que vira verdade. E no fim das contas, verdade sustenta muito mais do que qualquer ilusão bem contada.


Então eu escrevo. Escrevo porque viver isso tudo e ficar em silêncio seria quase um desperdício emocional. Escrevo porque, no meio de tanta coisa que poderia ter nos separado, a gente decidiu, de forma quase teimosa, continuar.


E se isso não é uma forma bonita de amor… eu sinceramente não sei o que é.

Se você tem um sentimento bom, você carrega algo divino em seu peito. E quem brinca com o que é divino, cedo ou tarde, recebe seu castigo.

Tem gente que não foi feita pra ficar,
foi feita pra ensinar
o quanto a gente aceita menos do que merece.

Quando se é criança, tem-se o medo de monstros serem reais;


Quando se é adulto, tem-se o medo de monstros não serem reais.


Proceder mesmo diante deste medo é o que se chama empatia.

CONHECIMENTO


Os seres humanos têm o hábito de acumular coisas, sejam elas
bens materiais ou sentimentos. Curiosamente, parece ser mais fácil acumular ressentimentos do que expressar boas emoções. Mas acredito
que o verdadeiro foco da vida seja acumular conhecimento.
Desde criança, fui ensinado pelos meus pais que a única coisa que ninguém poderia tirar de mim seria o meu conhecimento. Através
dos meus estudos e das minhas experiências de vida, aprendi que nenhuma herança material supera o valor de uma boa educação, boas
companhias e a sabedoria adquirida com o tempo.
No entanto, muitas vezes nos cobramos excessivamente. Pensamos demais, queremos saber tudo, como se o conhecimento fosse a chave
para o controle absoluto da vida. Mas será que é? As coisas mais simples, às vezes, exigem um pouco de ignorância — não no
sentido de falta de aprendizado, mas de saber relevar, de deixar acontecer sem a necessidade de entender ou antecipar tudo.
A vida não segue exatamente os planos que traçamos, e isso pode
ser assustador. O conhecimento nos transforma de formas inesperadas.Uma criança que sonha em ser doutor pode, ao entrar na faculdade,
perceber que nunca quis realmente aquilo. Saber mais não significa ter todas as respostas, mas sim estar disposto a mudar de caminho
quando necessário.
Talvez o conhecimento mais importante não seja aquele que adquirimos nos livros, mas o que nos ajuda a compreender quem
realmente somos. Aprender sobre nós mesmos nos dá a chance de evoluir constantemente, de conhecer nosso corpo, nossas vontades,
nossa essência.
A cada descoberta sobre quem sou, sinto que me conecto melhor como os outros. Sem medo de me expor, sem receio da opinião alheia,
apenas sendo eu. Tudo o que aprendi me fez quem sou, e no fim da minha vida, o que levarei não serão bens materiais, mas minha
trajetória de reflexões, descobertas, lutas e autoconhecimento.

Se o seu pai ou a sua mãe tem saudades de quando você era mais novo só quando perde uma discussão, é porque eles têm saudade da época que você era burro e controlável.