Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
Por onde andas?
Para aonde vais?
Por que não para?
Para!
Para e vive
Para e sonha
Para e dura
Para e Olha.
Olha!
Olha o lado, o amigo
e também o inimigo.
Olha a mãe, o pai
e também o desconhecido.
Olha e Vive.
Vive!
Vive a vida
Vive a morte
Vive a luz, as trevas.
Vive o preciso e o impreciso.
Se desliga
Para… Olha… Vive…
Porto onde nunca cheguei
Parti no horizonte de um sonho
Rascunhos tortos de um navegar vasto
Permanece maresias e suas maravilhas
A aventura sempre é boa
Empolga o sentido da vida sem destino para parar.
Houve um tempo onde era necessário deletar para só então escrever sob a mesma linha. Uma época onde era necessário desaprender para só então aprender novamente. Uma época de muito sofrimento, lágrimas e evolução lenta. Mas esse tempo desvairou-se, hoje, é necessário nascer de novo, renascer várias vezes em uma mesma vida, em uma mesma semana. Aprender e reaprender, sofrer e adquirir experiência, a vida voa e para quem tem receio de mudar, adaptar e viver intensamente se perde nas estações da vida enquanto o trem lança-se sob os trilhos sem hora para voltar à estação.
Essa imagem me faz relembrar minhas raízes. Me leva novamente aqueles tempos onde as cercas faziam parte dos cenários de minha vida, onde cada lado delas algo diferente acontecia, e por elas a nossa rotina passava. Me faz lembrar das manhãs geladas, da geada que a tudo deixava branco. As pedras e o pó da estrada de chão, por onde meus passos mesmo ainda sem direção passavam. Dos sonhos que aos ventos eu falava. Do contato com a natureza, das maravilhas que eu encontrava do lado de lá da cerca. Daquela casinha de janelas de madeira, do chuveiro de lata, da água gelada que do poço vinha, do leite quentinho que eu bebia logo apos mamãe ter fervido, os banhos proibidos nos açudes, a água fria da cachoeira, o canto dos pássaros pela manhã inteira, do morango tirado do pé... Ah aqueles tempos no interior da minha querida Caçador/SC, em que eu era tão ingênio, e ser assim era tão bom, eu sonhava com o mundo além daqueles palanques de madeira e dos arames enfarpados, mal sabia das decepções que aqui me aguardavam...
(Crônicas em Caçador/SC) - Em homenagem aos seus 79 anos.
Hum! Quer dizer que você não acredita em Deus!? Conte-me então como é viver uma vida sem sentido, sem saber de onde veio, para onde vai e o que faz aqui!?
Mama Africa
Cores, pessoas, animais
Não sei onde estou, mas sei que é fugaz
Sons, ruídos, choros
Parece estranho, mas me acostumo aos poucos.
Dor, Sofrimento?
De onde vem esse tormento?
Quero poder ajudar
Mas não sei por onde começar
Escuto então uma canção
Quem diria vem dessa nação!
Nação sorriso nação esperança
Vejo isso nos olhos daquela criança
Penso então no porquê de tanta dificuldade?
Será porque não se tem igualdade?
Matar pra quê?
Se o melhor da vida é viver!
Se recuperando aos poucos percebo
Que toda esperança vence o medo
Essa nação que tanto amo
Mama África eu a chamo.
Viver é ir onde tudo se desfaz, amar é chegar onde tudo começa. Viver como se fosse cedo perante a vida, amar como se não houvesse alvorecer, refletir como se estivéssemos atrasados e sentir como se jamais tivéssemos sentido um carinho. Nada posso exigir, mas posso dar todos os motivos para receber.
Já completou um ano
Que a gente não se fala
Mas eu continuo te seguindo
Querendo saber como você está...
Vejo tuas fotos da manhã
Com a cara tão cansada
Mas já tem até outra namorada
Tem um ano que observo
Você parece estar perdida
Os vídeos das noites
Chapada com a namorada e as amigas
Cadê aquele amor inocente
Aquela amizade que era pra ser pra sempre
Onde foi parar
A menina dos seus olhos
Onde foi que ela se perdeu??
O mais importante é saber onde está, para ter condições de definir métricas e traçar estratégias para alcancar onde se quer chegar!
"Saber quem somos,onde queremos chegar e o preço que estamos dispostos a pagar são perguntas essenciais que precisamos nos responder antes de qualquer ação"
Onde estão seus olhos quando não olhas pra mim.?.... onde esta seu coração, quando ele não pulsa meu nome.?.... Onde esta você que não embaixo dos meus lençois e na noite fria chamo você. Com que te distrais, em que pensas, que cheiros sentes a não ser o do meu corpo, onde está você....................
A vida como um quebra cabeça na inserteza
Algum motivo ou razão na inserteza ou indecisão
Indecisão embaça minha visão
Ninguém escuta ou senti o coração
Porque eu estou em algum lugar entre
Meu amor e minha razão dispersos em momentos e sentimentos
Aonde
Por onde andará agora aquela em que
pensamos,
e que de nós se apartou, só saudades
deixando.
Saudades que não vai embora.
Será longa a sua ausência?
Será que ela demora?
O coração se apequena e não vê o momento,
que o telefone toque, que um pequeno recado
até ele chegue.
Poucas palavras, algo com muito afeto que
atinja o coração direto, dando-lhe a paz
que precisa.
Paz que seria tudo, se eu tivesse a tua
presença, em vez desta tua ausência,
que como uma névoa encobre um céu repleto de
estrelas.
Névoa que o torna cinzento e triste.
Volta, fica, para juntos podermos vê-las.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
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