Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
A dor é minha
Tentei fugir dos meus medos e acabei chorando os meus erros.
Suportei os meus pesos
e vivi os meus piores dias.
Por muito o que mais queria era sorrisos, amor e alegria.
Quase morri, sofri. Minhas dores eu sentir.
Não como espinho espetando o dedo mais como um punhal encravando o coração.
Quase morei na solidão.
As minhas dores...
Só eu sei o que senti.
O mais importante de tudo foi que ...
Eu sobrevivi e venci
Carpe diem, quero o prazer de cada dia
A vida é fulgaz
Julgue-me quem for capaz,
Tanto faz
A dor é minha
amor_in_versus
eu queria tirar onda e decidir sobre minha vida e "superar" à Deus, não é isso que tentou fazer o "portador da luz"?
Me expressei na quinta sinfonia de Beethoven, vou gritar bem alto pra ver se Deus me ouve. Minha filosofia é a liberdade de expressão, minha poesia estanca à ferida do meu coração.
Quantos corações eu já feri com a minha verdade. Afastei todos de mim e vivi na solidão dessa cidade.
Na minha cidade hoje a preocupação é o mosquito da dengue, estão todos desesperados por atendimento de urgência para seus familiares.
Mais seus familiares não combatem o mosquito.
Seja o exemplo, tem gente demais doente querendo ajuda sem colaborar.
Em meio ao silêncio mais profundo, tua voz se faz ouvir, carregada de palavras que acariciam minha alma e alimentam o amor que nos une."
Minha psicóloga que está certa: Não sabemos nosso prazo de validade, por isso, não coloque a responsabilidade da sua vida nas mãos de outras pessoas.
Percebo todos os dias o quão indigno sou de ter o poder, mesmo que minha vontade seja genuína o meu corpo e meus instintos corrompidos me fazem tropeçar no abismo das mãos podres.
Sinto a podridão na minha lingua, meus olhos já viram muita podridão mas mesmo assim eu continuo "vivo" ao mesmo tempo que os outros, eu não sei por que eu deveria existir e não entendo o por que estou aqui.
Gosto da leveza desses dias em que a minha menice desafia a minha adultice e ambas saem por aí de mãos dadas fazendo as travessuras que a idade não me permite mais.
Ó dúvida impertinente que invade a minha mente, no vazio da alma dolente, esta se faz presente.
Entrego-me a esse movimento que você fez por um momento ou fujo e vivo num ultrajante tormento?
