Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
A visão do dono é a expressão do compromisso com o êxito, onde há o máximo de compromisso e paixão e, para tanto, é fundamental que o funcionário precisa gostar do que faz! Entretanto, se limitar a cuidar apenas da sua área de atuação não é aconselhavel, o funcionário deve buscar entender como o todo funciona e como a sua atuação impacta no resultado do trabalho da sua equipe, dos colegas dos outros setores, emfim, na organização como um todo!
O ato de avaliar possibilita oportunidades diversas, onde a teoria diz como fazer e a prática como quer.
POESIA " TONS GENIAIS SUBTERRÂNEOS "
Ponto da vida onde me
Encontro com meu estranho
Ser, causa-me espécie das formas que
Movimento meu subterrâneo poético;
Ponto da vida quando acordo me encontro.
Quero sair da vida,
Não aguento tanta pressão em mim
Pelo que sou, sinto, não minto
Apenas preciso do silêncio nas montanhas
Do campo, vitalidade.
Estou triste,
Feliz pela força que sei ter para sobreviver
Aos instantes angustiantes pelo que
Perdi de tudo quanto construí,
Vivi, não morri até sumir das frações de segundo.
Estou crescendo,
Me tornando um clássico literário,
Ego saudável que me retirou da
Mediocridade, verdade,
Me sinto evoluindo ainda
Que olhares convencionais não
enxerguem.
Enfim,
Por mim eu não estaria por aqui,
Talvez de vez em quando aproveitaria
Parceria da existência para sentir viver,
Sem problemas ter,
Poderia sobreviver ausência do prazer.
Nilo Deyson Monteiro Pessanha
Calma consigo mesmo, que no meio de tanta barulheira a paz é possível, e onde existe problemas você poderá ser feliz. Que ser feliz é isso, não é a ausências de dificuldades e problemas, mais sim a maneira como você os encara e o reconhecimento na partida que você tomou em olhar para as soluções. E não se preocupe, quando resolve-los apareceram novos desafios, pois a vida de um vencedor é assim, ele tem problemas a vida toda, mais não convive com eles, antes encontra resoluções para resolve-los e avançar e vencer. Ele também tem medos, mais os põe na doma como também suas carências e seus desejos que mais lhe causam pavores...
Em um mundo onde há tanta dor, tristeza e sofrimento creio que não seja possível existir a felicidade. É uma constante oscilação entre o ruim e o suportável, durante a jornada da vida você apenas toma "pílulas de alegria", e em umas pessoas surge efeito melhor do que em outras.
Quando tudo
Vai bem,
É fácil crer em Deus!
Por isso
Que vem
As dificuldades,
Onde você
Vai ter oportunidades
De honrar o Deus
Que você tem,
Com força da sua fé.
A maior beleza de nos mulheres está em nossas ações, e na imagem que carregamos onde quer que vamos.
Deixe sua beleza interior transparente para ser notada de longe, abra a porta do seu coração e dê espaço para as belas coisas entrarem, pois, a mais bela coisa nele reside. A verdadeira beleza está refletida na sua alma, demonstre onde quer que for sua arte de encantar por onde passar, Mulher é isso sempre Mulher onde estivermos fazermos a diferença sempre.
Não devemos normalizar a ditadura democrática,pois não há liberdade onde não é permitido pensar falar e agir diferente.
É como uma casa onde o pai não admite questionamentos nem opinião dos filhos, sendo que até o próprio casal pensa individualmente diferente.
Aqui onde tudo é paz, me envolvo, me cubro com teu
espírito de magnitude e soberania, óh presença
do onipotente Universo... éter, magia de todos
os quadrantes.
Brida di Beenergan - alma de borboleta
resp. dir. aut.
Onde a vontade de poder declina de alguma forma, há sempre uma involução fisiológica, uma décadence.
"A infância é a idade onde o conhecimento corre atrás do indivíduo, a juventude, onde o
indivíduo corre atrás do conhecimento, e a velhice onde o conhecimento é deixado p'ra trás e a sabedoria corre ansiosa para abraça-lo"
Não faça por onde tudo que faz você ser lembrada por alguém perder-se por falta de interesse demonstre um pouco de afeto, isso fará bem a ambos...
Flecha tardia
Escrevo porque existe uma área no olho, que não sei nomear, onde a lágrima se deposita antes de rolar para as faces, uma espécie de pequeno leito, uma borda.
Escrevo porque meu corpo tem um ritmo: o coração, o ventre, o estômago, o sistema nervoso, as mãos, o útero.
Escrevo porque não sou eu quem escrevo, mas as palavras a se escreverem, urgentes.
Escrevo porque sou muitas.
Escrevo porque hoje é o amanhã do ontem.
Escrevo porque não é o tempo que passa, mas nós a passarmos e é em nós que existe a duração, esse desvio subjetivo do tempo, em que as coisas perduram, o passado se transforma em presente e o futuro deixa de ser um mistério para se tornar uma vontade.
Escrevo porque morro e ressuscito.
Escrevo porque as palavras são criaturas cheias de dimensões e as coisas podem ser outras.
Escrevo porque os fatos não existem como uma coisa imponderável e fixa.
Escrevo porque acredito. Intransitivamente.
Escrevo porque a morte se insinua em cada desistência.
Escrevo porque Paul Celan, um dia, falou de uma "flecha tardia". Ele a lançou e ela, no futuro em que estou, me atingiu. Quero lançá-la mais adiante.
Escrevo porque Manuel Bandeira disse que Teresa era uma lagarta listrada.
Escrevo porque sou pedra e planta.
Escrevo porque meus pais fugiram do velho mundo, porque existem ainda pessoas fugindo de um país a outro, porque sou também fugitiva, porque a fuga é a condição primária da perda e do encontro.
Escrevo porque não entendo quase nada, porque não sei o pensamento, porque não conheço ninguém.
Escrevo porque amo David Grossman, que escreve tão melhor do que eu.
Escrevo porque escrever é errar e precisamos fugir do acerto.
Escrevo porque habito na iminência e ela habita em mim e porque, na borda do precipício, ou pulo ou contemplo a vertigem.
Escrevo porque entre as palavras existe o silêncio que elas inventam.
Escrevo porque resistir é aumentar o grau de impenetrabilidade.
Escrevo porque é difícil.
Escrevo porque tenho filhos, uma transitoriedade, uma lembrança, um salto.
Escrevo porque existe a nuance, essa nuvem que sopra sobre as coisas fixas.
Escrevo porque sou dinamite.
Escrevo porque aprendi a raiva, nariz comprimido, olhos apertados, peito contraído, potência dirigida.
Escrevo porque o amor é redondo, geodésico, porque ele planta bananeira e porque ele é a casca, o sumo e o caroço.
Escrevo porque sou pó.
Escrevo porque as etimologias me convocam para novas histórias, porque elas querem ser reveladas e porque revelar é também, de certa forma, velar de novo.
Escrevo porque li que, na índia, existe um deus cujo manto é feito de sílabas e porque essas sílabas sustentam o mundo.
Escrevo para entender o que são os metros dáctilo e trocaico.
Escrevo porque Sócrates, antes de morrer, aprendeu a tocar uma fuga na flauta e porque, ao ser perguntado sobre isso disse: quero aprender mais alguma coisa antes de morrer.
Nem sei por que escrevo. Escrevo porque nem sei.
Amor, é ele que faço questão de deixar pelos lugares onde vou, e nos corações que cativo.
Uma marca bonita, dessas que não adianta procurar por fora, pois está toda dentro.
