Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
Você é o único capaz de colocar um ponto final no parágrafo da vida onde só anda colocando reticências.
Seja onde for, o momento que for, toda vez em que fecho os meus olhos, é simplesmente para ir ao teu encontro.
Saudade é uma benção, não importa como, onde e quem, o que prevalece é a existência de algo em nossa lembrança,que nos faz senti-la.
Madrugada fria, numa casa vazia, onde a solidão é tempestade, na cama viro de um lado pra outro, difícil de adormecer, na rua um rumor descontrolado, de motores envenenado, e pessoas fazendo bagunça, sinto o cheiro de cigarro, também de gente pinguça, mas não posso me abater, tão pouco me aborrecer, pois tenho até que agradecer por ser solitário, porque do contrário, minha vida seria outra. Solidão tu me perturba, acaba comigo, me deixa arretado, mas também conformado, pois quem quer liberdade, é o preço que se paga, pra andar gauderiando na estrada da vida.
É tão difícil ser simples e humilde onde a ignorância, arrogância e a ganância prevalecem. Mas o mundo não gira em torno desta facção, sigamos o caminho de Deus e veremos que simplicidade e humildade é uma fonte poderosa que existem dentro de nós.
A fé uma dadiva de Deus faz com que possamos vencer todos os males que por ventura venham destruir nossas estruturas.
Deveremos pensar nisso, Amém.
Um indivíduo mergulhou num rio, e jamais apareceu! Onde está o sujeito?
Provavelmente morto no fundo do rio.
Muitas vezes a insônia me agride, e no meio da noite onde o silêncio impera, faço da madrugada o meu palco, o meu trono onde posso pensar sobre tudo.
Até onde irei? Não sei! Pois foi Deus quem projetou meu destino, o meu passado me importa, porque através dele eu aprendo a viver melhor no presente. Meu futuro é incerto e sem propósitos nem tenho pra onde ir e quem seguir, mas creio que posso ser mais feliz. O mais importante de tudo é a vida, independentemente de tudo eu só quero viver em Paz e Harmonia no mundo que eu escolhi.
Onde tudo começou
Com ela aprendi o que é amor
Sacrifício e dor
Em meio a simplicidade
Eu via sinceridade
Nunca serei capaz de recompensar
Os anos que a mim
Ela dedicou
Mas enquanto eu viver
Irei falar sobre o seu amor
No terraço onde a noite respira lenta,
uma luz antiga pousa nos meus ombros.
É quieta, mas exige humildade e espaço.
Descubro então que o saber não chega como rajada,
e sim como essa brisa obediente
que só atravessa portas destrancadas.
A mente, quando dobra o orgulho,
abre um corredor de silêncio onde tudo cabe:
o erro, o acerto, o possível.
E, nesse intervalo limpo,
o fluxo da sabedoria encontra passagem,
faz do vazio um campo fértil,
e repousa ali, sem pressa,
como quem sempre soube o caminho.
Curiosamente, é no lugar onde mais doeu que a centelha costuma estar enterrada. O lugar do trauma, da injustiça, da queda — ali mesmo onde desejávamos apagar a memória — é onde se esconde o início do chamado. Pois o destino não é um caminho fora de nós: ele é uma frequência que pulsa a partir da ferida.
O orgulho ergue muros onde deveriam existir espelhos. E onde há muro, não há reflexão. O universo, então, recua. Pois toda elevação construída sem humildade já é uma queda em disfarce.
Um intervalo onde a dor aprende a não fazer barulho. Onde o corpo aprende a suportar mais um pouco. Onde ninguém vence, ninguém perde — todos apenas continuam. Isso não é fracasso moral. É o retrato exato do que acontece quando a sensibilidade sobrevive tempo demais sem testemunhas.
Vivemos em uma época onde a promiscuidade é aplaudida de pé, onde o pedir em namoro virou piada e o ficar sem compromisso é moda.
Onde o casamento tem prazo de validade, onde seguidores digitais valem mais do que amigos reais, onde o celular é a terceira pessoa da relação.
Onde a busca incansável pelo dinheiro se tornou um dogma, onde a liberdade financeira e a beleza não são mais relativas, e sim um conceito de felicidade absoluta.
