Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
Existe um nível de liderança que quase ninguém te ensinou.
Um nível onde comunicação flui e resultados acontecem.
Sabe que nível é esse?
Heteroconhecimento!
O Céu também pode ser aqui.
O que é o céu para os religiosos? Um lugar lindo, onde mais nada material tem valor, um lugar de paz, um imenso jardim onde nos encontraremos com nossos afetos que se foram , onde não haverá mais dor, não haverá sofrimento, os dias ruins não existirão e onde seremos todos iguais.
Na minha visão utópica da vida, porque não podemos fazer um pouquinho desse céu aqui? Aí está a nossa maior incoerência, por que viver a espera de um lugar perfeito e não buscar isso do lado de cá também? Feliz no simples é a frase do momento. É sobre isso mesmo.
A política de hoje nos coloca em 2 lados, um vivendo a sombra do outro, mas o que realmente a gente quer como sociedade? Os extremos são chatos demais e o que gente precisa mesmo é de respeito. A guerra política numa será por nós, o poder deles é soberano e a busca é 100% material. Como nós humanos deixamos isso acontecer? É tudo tão óbvio.
A nossa maior motivação deveria ser viver o nosso conceito de céu aqui, hoje, agora, sem perder tempo. É isso que está na nossa mão, cuidar do nosso redor, viver aquilo que queremos quando partirmos.
Já pensou se a gente depositasse toda nossa felicidade em algo material, algo que a gente compra numa prateleira e de repente perdêssemos tudo ? O que sobra? Eis uma boa reflexão? o que realmente nos faz feliz na nossa essência?
Talvez eu esteja filosofando demais e cá estou mesmo.
A felicidade está no caminho e não no fim. O deserto pode também ter flores pelo caminho. o céu pode e dever ser aqui também!
Há dores que cortam mais fundo por virem de onde o coração se apoia. Ser interpretado e julgado por quem menos se espera é como uma traição sussurrada, um espinho cravado na carne da confiança. Imagine o peito aberto, vulnerável, oferecendo suas camadas mais íntimas a um amigo, um amor ou familiar – aqueles que juramos serem escudos invioláveis. E, de repente, os olhos deles se estreitam, reinterpretando palavras sinceras em veneno, ações puras em egoísmo. Não é o julgamento alheio que fere, mas o eco da decepção em quem nos conhece o suficiente para ferir com precisão.
Esse sentimento devora por dentro: uma náusea de dúvida, onde o "eu" se fragmenta em espelhos distorcidos. Por que eles, os guardiões da nossa essência, nos leem errado? Surge a solidão absoluta, o medo de se expor novamente, o peso de máscaras eternas. No entanto, nessa ferida, brota lição – a de que a verdadeira interpretação nasce do autoamor, não da validação externa. Ainda assim, a cicatriz lateja, lembrando: a maior dor é a de quem nos viu e escolheu não enxergar.
Entre o que seca
e o que germina,
há um intervalo
onde eu respiro.
Alguns dias sou raiz cansada,
outros, vento recente
Há presenças que me pedem
com os olhos de antes,
e outras que me buscam
como se eu fosse abrigo
O tempo se dobra,
e eu, estou no vinco
tentando não rasgar
para dar conta de tudo
Deixar ir nos faz descobrir o poder libertador de viver o presente e deixar o passado onde deve estar.
O invejoso se torna coadjuvante na vida alheia; onde há inveja, a vida do outro deixa de ser apenas do outro.
Não podemos estar em todos os lugares ao mesmo tempo; mas um pouco de cada lugar onde estivemos permanece em nós.
No fundo da cova que eu mesma cavei,
onde a fé já não tinha voz
e o silêncio gritava mais alto que tudo,
eu me perdi de mim.
Por muito tempo carreguei culpas como correntes,
dias sem cor,
noites sem sono.
E um vazio que eu não sabia explicar.
Eu me olhava
e não me reconhecia.
Era como existir sem estar viva,
respirar sem sentir.
E foi la, no pior de mim
que o nome de Jesus ainda vivia.
Fraco… quase apagado,
mas o suficiente pra me alcançar.
Eu não sabia pedir ajuda direito,
não soube orar bonito,
minhas palavras saíam quebradas,
assim como eu.
E mesmo assim
Ele veio.
Não esperou eu me reconstruir,
não exigiu que eu fosse forte.
Me tirou do lugar
Onde eu já tinha aceitado morrer por dentro.
Me levou do escuro
que eu já chamava de casa.
Mas não houve julgamento.
Não houve rejeição.
Somente braços abertos
pra alguém que já não se achava digna.
Me acolheu.
Não como quem sente pena,
mas como quem ama de verdade,
como quem vê além das minhas falhas.
E quando eu desabei de vez,
quando não sobrou nada em mim,
foi nos braços dEle
que eu caí.
Pela primeira vez,
não doeu.
No meio daquilo que parecia fim,
eu encontrei descanso.
Jesus não me encontrou forte.
Me encontrou quebrada…
e mesmo assim,
me quis.
@Por_tras_de_uma_mente
"Eu sou livre em mim, você é livre em você, e escolhemos criar um terceiro espaço onde as nossas liberdades se encontram para dançar".
Onde Não Há Interesse — Há Verdade
Há amizades que chegam como vento —
tocam, refrescam… e passam.
Mas a verdadeira não tem pressa:
ela escolhe ficar.
Não nasce do interesse —
nasce do encontro.
E, sem fazer alarde,
vai criando raiz onde quase ninguém vê.
Nela, não há necessidade de máscara —
o silêncio não constrange,
a palavra não precisa ser medida
como quem pisa em terreno frágil.
É presença que não cobra —
é ausência que não apaga.
O tempo não corrói o que foi feito
com verdade.
Amigo de verdade não disputa lugar —
celebra conquistas
como se fossem suas,
e segura a queda
sem anunciar que está ali.
E quando precisa falar duro, fala —
mas não para ferir,
fala como quem protege
o que não quer perder.
Não prende — acompanha.
Não exige — compreende.
Não usa — reconhece.
E assim, sem contrato, sem promessa dita,
permanece.
— Porque, no raro território da amizade verdadeira,
o outro nunca é caminho —
é destino.
— Paulo Tondella
117 histórias , experiências e sentimentos até sonhos contados e contando e as antigas onde observo onde está enumeradas quantas vezes guardou algo e vê que não está mas tão bem guardado. Isso que se tem quando ao mundo é exposto.
Leticia17
Deixar-se invadir
Quando buscar... o ponto certo.
Onde encontrar toda sabedoria.
O caminho de flores e calmaria.
Absorver o ar puro, sentir força!
Deixar-se invadir de compaixão,
dos bons anseios, e de alegria...
Tranquilidade
É deixar-se invadir... Sã e louco!
Estando presente em si mesmo,
não fugir, aceitar a sua intuição.
Para ser feliz, custa muito pouco.
Descartável amor.
Vivemos em um mundo
Onde tudo é descartável,
Pois, até o Amor Tonou se
coisa rara.
- Desculpa ter que interromper a nossa conversa, mas... eu tenho que ir...
- "Ir para onde?"
( perguntou o Tempo)
- Para o Mar!
- "Para o Mar?!
Mas está frio e chuviscando! "
- Sim, o Mar !!!
Tenho que ir para o Mar
em todas as estações
da minha vida,
lá, eu volto para mim...
Me entende?
-" Sim que entendo.
Você pode até ficar distante do Mar...
mas Ele nunca vai sair do seu âmago. "
✍©️@MiriamDaCosta
(Em "Diálogos com o Tempo")
💀☠⚰🪦O Cemitério💀☠⚰🪦
Dia de Finados
O lugar onde
a vaidade
indistintamente
repousa
e o orgulho
em cinzas
pousa.
✍©️@MiriamDaCosta
Passado...Futuro...Presente...
O passado é uma casa onde já moramos,
e que podemos visitar vez ou outra,
sem nos demorarmos nela.
O presente é a casa onde vivemos
e que precisamos cuidar com atenção.
O futuro é uma casa em construção,
da qual ainda não sabemos
se chegaremos a abrir a porta.
O passado é uma casa velha que ainda cheira a nós,
paredes impregnadas de ecos,
móveis que guardam nossos silêncios.
Visitamos, às vezes, só para lembrar
que já fomos outros
e que não podemos morar ali de novo.
O presente é a única casa habitável:
tem luz acesa, chão gasto,
plantas que precisam de água
e um telhado que pede reparos —
é viva, é urgente, é agora.
O futuro é um terreno em obras, poeira suspensa,
barulho de martelos, vento atravessando vãos.
Não sabemos se veremos essa casa pronta,
nem se haverá chave para nós,
mas seguimos sonhando a planta dela.
O passado é uma casa onde deixamos
versões antigas de nós;
às vezes voltamos, devagar,
como quem acaricia um álbum amarelado,
mas sabemos que não há cama pronta
nem lugar para ficar.
O presente é a casa que respira conosco,
com suas frestas, suas manhãs,
seus pequenos cuidados cotidianos
que sustentam o que somos.
O futuro é uma casa azul desenhada no horizonte,
em obras, em névoa, em promessa,
e caminhamos rumo a ela
sem saber se um dia
ela nos reconhecerá na porta.
✍©️@MiriamDaCosta
