Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
Onde está o nosso foco e atenção? De quê os nossos ouvidos têm se alimentado? Samuel não percebeu que a voz de Deus o chamava pelo nome. Talvez seu pensamento jovem estivesse divagando por outros lugares, situações, pessoas. Ele precisou que Eli o alertasse de que era Deus o chamando! E nestes dias, nossos ouvidos sendo invadidos por conteúdos de filmes, músicas, novelas, programas de tv, séries, imoralidades... Como vamos ouvir a Deus em meio à tanto lixo que entra pelos ouvidos e muitas vezes desce e cria raízes profundas no coração? Que os nossos ouvidos possam estar à postos na esperança de ouvir os chamados do Espírito de Deus, em nossas almas, mentes e corações!
Quem não entende o mundo onde vive, não tem fé, tem ilusão; a fé de verdade é a certeza que nasce de conhecer a realidade.
Onde o prato farto encontra o riso,
mora o que chamamos de paraíso.
Tem o pai na cabeceira, guardião do destino,
e a mãe imaculada, guiando o menino.
Tem reza de avó benzedeira pra todo mal,
fé que cura o corpo e o espiritual.
E no balanço da rede, entre um fumo e um café, o avô conta causos, mantendo o passado de pé.
Família assim é herança que o tempo não consome, é o que dá sentido ao nosso próprio sobrenome.
Quero morar no teu coração.
É a única casa onde
o meu coração sente paz,
e tem uma sublime vista para o Amor.
Todo mundo tem um lugar físico ou imaginário onde reencontra a paz, sempre que precisar fuja pra lá
Caminhar sem deixar desordem por onde passar, é mostrar que tem a sabedoria daqueles que serão sempre bem vindos ao retornarem
De onde venho tem terras coloridas,
Águas cristalinas, ventos e brisas...
Nevoeiros.
Seu trabalho nos alcança.
Nas rodas da criatividade perdes tempo com inversões, onde moras têm casa ou, lhe é, falta quem chamas de necessidades.
Como é difícil viver neste mundo de cobras, onde você tem que fingir que tudo estará bem, enquanto ninguém quer o seu bem.
Não tem como advir frutos de uma relação, onde a mesma, não fora sedimentada sob o domínio da razão.
291222
Pedras da Labuta
No palco da vida, os contrastes se entrelaçam,
Onde uns têm praias e outros, a labuta sem parar.
Choro e fome afligem os humildes,
Enquanto fama joga prata ao vento no ar.
Tempo impiedoso no ambiente ruge,
Escurecendo lembranças na memória,
O calor arde, o dragão voraz.
Partimos repentinamente,
Sem delongas, seguimos em frente,
O passado não mais nos satisfaz.
Ser feliz é sonho a alcançar,
Sorrir e cantar é a essência a buscar,
Mil invenções borbulham em nossa mente,
Mas é quando a poesia se arrebenta,
Que as pedras, enfim, revelam seu canto apaixonado.
Neste mundo diverso, desigual,
Paisagem que oscila entre luz e sombra,
A música dos destinos ecoa, sem igual.
Quem é próspero vive à beira-mar,
Mas quem labuta sem ter lar.
Quem não chora, passa fome a penar,
Mas quem tem fama, joga prata no ar.
O tempo, implacável, impõe suas marcas,
Nos desafios, construímos nossa história,
Caminhamos sem parar, em busca do lugar
Onde a felicidade vem nos abraçar.
Com sorrisos e canções a acompanhar,
Criamos o verso, a prosa, a melodia no ar,
E quando a poesia ressoa e se liberta,
São as pedras que cantam, enfim, com alma inquieta.
