Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
Antes de te conhecer
imaginava a poesia
e não sabia de mim
Quando tu chegaste
a vida tornou a sorrir
deu-me o amor sem fim
e a eterna cor para o sentir
Sim, eu tenho de ti
guardado dentro de mim
o desenho do teu sorriso
assim como a saudade tem consigo
a suave flor do eterno paraíso
É teu o amor que há em mim
É teu e de mais ninguém
Ela lia-o como um livro aberto e ele não percebia que já nada a surpreendia, porque agora ela sabia e ele não o entendia.
Ela lia todas as palavras, de uns e de outros, aqui e ali, e apenas sorria.
Ela seguia o coração, abraçava a intuição e amava-o como o menino perdido no interior do homem duro, mergulhando-o na sua compreensão, no seu carinho e no seu perdão.
Ele era a sua lareira acesa, o seu abismo infundo, o seu veneno e o seu antídoto.
Ele era verdadeiramente bom e sólido, guiando-a para a sua versão de equilíbrio e bastante inteligente para lhe conferir um sentido de perspetiva.
Ele era um ser inteiro e completo, que merecia ser amado.
E isto é o que o amor faz, quando é correto, quando está certo, e nos transforma em mais do somos e em mais do que almejamos ser.
E quanto mais eu me conheço, mais deslumbrada eu fico, ao descobrir que eu sabia mais sobre os outros do que sobre mim mesma.
No fundo do meu coração eu já sabia que isso ia acontecer....
paguei pra ver e agora estou aqui a sofrer.
Eu sabia que não devia deixa-la fazer aqueles cortes. Eu sabia que era doentio e não fazia bem à ela. Mas eu também sabia que pedir pra parar não iria funcionar. Eu juro que sempre a quis bem, melhor que qualquer outra pessoa. Eu desejo que um dia ela seja muito feliz. Mas por parte eu sabia o que ela sentia, pois eu também me sentia assim. Nós eramos como uma só alma. Ela me conhecia bem e eu também a conhecia assim. Eu sabia o por quê de tudo aquilo. E quando eu observava aqueles cortes, doía mais em mim do que nela.
Um dia uma sábia falou: "A força mais potente do universo é a fé." E eu acredito: A fé a força maior.
Salve, Madre Tereza de Calcutá!
Douglas Melo
Você, apareceu assim do nada, em um momento que eu precisava,
e parece que sabia o que fazer pra me conquistar,
não posso evitar em me sentir assim,
seu sorriso seu jeitinho já estão fazendo parte de mim,
já me entrego no meu próprio olhar,
sei lá sabe… mais eu e você pra mim parece combinar,
não quero pressionar ninguém,
não quero por palavras na boca de ninguém,
não quero fazer ninguém sofrer,
porém eu também não quero sofrer,
mais quero que saiba que eu estou aqui,
não sei por quanto tempo vou aguentar,
e se caso não der certo,
vou te guardar sempre,
e tudo o que passamos vai ficar na memória…
Quando criança, eu sabia quem eu era e não na pessoa que me tornei, isto só mostra que o destino está nas nossas mãos, nós é quem decidimos em ser bom ou mau, isto parte da consciência de cada um.
Eu estava perdido.
Mas te juro, nao sabia disso.
Fui aos quatro cantos do mundo. Procurei por anjos, mas nao achei nenhum, a nao ser voce.
Fui alem dos sonhos mas me perdir nos pesadelos.
E as luzes se ascenderam quando toquei em voce, foi voce que me iluminou, com seus olhos que tudo de mim podia absorver.
Voce viu meus medos, mas ensistiu em dizer que foi eu que vi os seus.
E ficamos assim, simplesmente sem saber.
QUANDO TE QUERIA.
Quando te queria.
Você fingia que não via
Mas sabia que queria,
Pois, percebia que me via.
Peguei meu telefone, e naquela hora não sabia se era certo, ou se tinha mesmo a necessidade de fazer aquilo. Não sei explicar, meus dedos começaram se mover descontroladamente em busca dos dígitos do seu celular, e acabaram indo de encontro com a sua voz embarcada de frieza, que faz qualquer coração gelar ao ouvir. Foi sem querer, eu juro. Não queria te ligar. É que meus dedos já percorreram tanto os seus fios de cabelo quando nos amávamos, que acabou buscando outro artifício para te lembrar de que ainda estou por aqui, vagando no poço de esperança que você insiste em jogar água, quando já estava acostumado com a seca faz tempo.
Sorriu...
Quando ninguém sabia,
Contagiou com amor,
Velhos pensamentos vazios.
Fez o coração pulsar,
Quando já não havia, esperança de vida,
Ao olhar sem desejar, tocou almas para curar.
Por fim...
A criança coloriu a casa,
Com a única coisa que possuía,
Sua alegria!
