Minha Namorada Disse que eu Sufoco ela e agora
"Saudade daquele amor que
um dia me fez tão feliz.
Ele foi embora da minha vida,
mas não foi embora de mim."
☆Haredita Angel
Minha compreensão da luz (E dos mistérios do todo)
Por Celso Roberto Nadilo.
Para mi, a existência das cores é um mistério que se revela no olhar. Os fótons, esses mensageiros que nascem do Sol, viajam pelo espaço e são acolhidos pela nossa atmosfera, que espalha e focaliza a essência de cada tom sobre cada objeto. Vejo a prova realista disso no arco-íris: quando a luz encontra a chuva, o céu se transforma em um caleidoscópio gigante, onde as gotas agem como um espelho de luz.
Mas a realidade vai além. Quando mergulhamos nos mistérios da luz, esbarramos também na relatividade e na casualidade da gravidade — forças invisíveis que moldam o próprio tecido do universo. Toda a nossa realidade pode ser transformada pelo simples mérito de aceitarmos que não compreendemos tudo. Há um poder imenso em reconhecer o mistério.
Às vezes, a humanidade se perde no ritmo acelerado das inovações e da evolução. Esquecemos de olhar ao redor. Compreender os mistérios da vida e a profundidade do nosso próprio olhar não é apenas ciência; é parte essencial da existência humana e da coletividade da natureza. Compreender o todo como o todo é perceber que a gravidade nos prende à Terra, a luz nos ilumina, e o mistério nos une. Ser é, essencialmente, ser parte do todo.
A difusão do eu no tempo contemporâneo se dá na certeza do olhar; na perspectiva do perpétuo em relação à metafísica, de maneira que somos diante do que somos: início, meio e fim. É o conhecimento denso e cru da própria consciência, coexistindo com a mesma fogueira do início das eras, onde cada nova descoberta queima com importância para a humanidade.
Não me ofende que tua opinião política seja contrária à minha. Se tens respeito, tens minha estima. Pois, se há algo de que estou plenamente convicto, é que a cortesia não pertence à esquerda nem à direita; ela é própria dos homens civilizados.
Minha melelancolia.
Vejo lapidação do meu país,
O Brasil é simplicidade e maravilhoso.
Mas, ate a terra é roubada pois é rara
É em peso do tesouro brasileiro...
O ouro já não tem mesmo valor das cores da nossa bandeira,
Nossas crianças são abusadas e colocadas a venda,
Mulheres são vista como mercadorias exposta numa exposição.
Os valores de ética e moral moram num discurso de palanque eleitoral.
Somos objetos o apenas crianças esperam o lanche da tarde,
A terra se devasta para que alguns seres fiquem felizes.
Essa felicidade é soberana.
As lágrimas de muitas mães estão distantes do fim pois um político se acha como dono da existência.
Na sombras a poesia está morta.
Seria simplório a música encanto da minha vida...
Então são metáforas de um sentimento...
Exposição da carne nua crua comida pelo corvo...
O corvo é preso pelo delito de comer...
Nas sombras o assassino se vangloria...
Seus caminhos são expostos pela lucidez..
Ar sombrio engana de madrugada...
Espinhos da rosa morta são belas...
Num suposto telema apenas olhares num estante vazio.
O glamour do pos morte na mesma palidez observa que o brilho do luar.
Sois antro perdido de alegrias e tristeza pois declínio do silêncio é o algoz do silêncio.
Tal conciliação atroz sentimento o fruto do esquecimento.
Embora seja maravilhoso o renascer do amanhecer,
Como amantes cansados espera o entardecer do dia para acordar e contemplar as trevas do anoitecer.
Doces frases que me faz morrer em teus lábios...
Doces como o mel adoça minha alma rebelde e floresce nos moldes da vida...
Num estante que mundo pujante se esconde no estado inerte...
Ventos uivando pelas nuvens do grandes momentos...
O seu ego joga maus dizeres a minha pessoa que se tornam flores no meu jardim.
Meus sentimentos e pensamentos são uma vasta floresta o sois diante do ecossistema.
Nos valores da moral e a ética ganhamos uma divisão de valores.
O psicológico do ser humano está abalado pelo stress diário e alienação social é um triunfo da tecnologia...
No isolamento da catedral sou coveiro da minha vida floresce nas molduras das estátuas e do relevo do mosaico espelhando o céus e anjos e infernos em várias realidades rebeldes o anjo caído denota o inferno sendo espelho da politica que crucifica o pobres vulneráveis, o universo conspira num mundo que corvos se alimenta da tristeza da humanidade.
No luar destino ganha traços da minha solidão marcada nas sombras da catedral as luzes mortas das velas falam sob controle social e rebanho espera a morte,
Seus lábios desejam o amor num efêmero sentido que ousam pairar pulos arcondes da alma.
Luzes mortas falam que as velas acabaram em poças de sangue e lágrimas.
O vento sopra pensamentos perdidos abandonados pela ausência...
Doce deleite nas asas do despertar lembra se que vida foi um pingo no oceano.
Carruagens de defruste marcam desejo efêmero.
Transcende ou sou coveiro da minha essência entre olhos perdidos abandonados pela imensidão.
Vago sob vassalos de minha críticos de minha fala, mortos pelo sentimento de existir.
No silêncio de meias verdades estou olhando o profundo eu no sentido do meu ser...
Meus labios tremem de frio pois a madrugada fria demonstra o luar como sua vitima voraz exclama os ares da neblina. Numa constante sou vento frio que levou suas experiências verbais ate a cova do destino.
Bem estar caindo num copo de cerveja quente pois amargo se contrasta no profundo do esplendor do amanhecer.
"Não grito para o universo existo, só crio a minha grandeza como uma onda."
Cada instante avançamos como disposição da caverna nem todos olham para fogo maravilhados com as sombras pois somos humanos criticos nem tudo copilido no foco da existência pois a fome de evolução mesmo na preguiça dos seres animados.
Por ser o que somos viajamos por nossos universos pessoais ignoramos existência a grandeza do universo que vivemos. Ainda mais não damos conta que podemos contemplar nosso crescimento diante das estrelas.
Na nebulosa fonte do conhecimento bebi água demais matei minha sede , sede continua vive dentro bo meu pensamento... beber a vida que resiste em equilíbrio... o copo cheio não é bastante para matar a sede.
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