Minha Namorada Disse que eu Sufoco ela e agora
A natureza não é uma senhora sentada esperando o tempo passar; ela dita as regras, rege nossos dias e nos dá o sustento diário.
A Igreja não é um edifício ou uma instituição; ela é o corpo vivo de Cristo, uma comunidade redimida de pecadores unidos pelo amor e pela missão de proclamar o evangelho.
A verdadeira igreja é uma realidade concreta, não uma ideologia ou um sonho. Ela existe de fato, formada por cristãos que, no seu dia a dia, vivem de maneira fiel ao verdadeiro cristianismo, refletindo a essência da fé em suas atitudes.
A salvação é um dom gratuito, mas a resposta a ela exige esforço contínuo, fidelidade e santificação, pois a graça de Deus nos chama a viver de maneira digna do sacrifício que nos resgatou.
Cristo, a Plenitude da Lei
A Lei mosaica era mais do que um código moral: ela expressava, por meio de preceitos, o caráter santo de Deus e o propósito redentivo de sua aliança com Israel. No entanto, desde o início, o mero cumprimento externo — a letra da Lei — jamais agradou a Deus quando divorciado de uma resposta interna de amor, reverência e fé. A obediência mecânica, dissociada da essência — que é a justiça, a misericórdia e a fidelidade (Mateus 23:23) — tornava-se inútil e até condenatória (Isaías 1:11-17; Amós 5:21-24).
Jesus é o único que cumpriu plenamente tanto a letra quanto a essência da Lei. Ele viveu a justiça que a Lei exigia e encarnou o amor que a Lei apontava. Por isso, Paulo declara: “Porque o fim da lei é Cristo, para justiça de todo aquele que crê” (Romanos 10:4). E também: “Para que a justiça da Lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito” (Romanos 8:4).
Cristo não apenas satisfez as exigências legais da aliança, mas também expôs sua verdadeira profundidade — não matar, por exemplo, não é apenas não tirar a vida, mas também não odiar (Mateus 5:21-22). A justiça do Reino não é uma justiça quantitativa, mas qualitativa — é superior, porque brota de um coração regenerado.
D.A. Carson resume com precisão:
“A Lei foi dada para revelar o caráter de Deus e a pecaminosidade do homem, mas somente em Cristo ela é cumprida em seu propósito final — conduzir-nos à justiça pelo Espírito, e não pela letra.”
É por isso que Paulo distingue claramente entre a antiga aliança da letra, que mata, e a nova aliança do Espírito, que vivifica (2 Coríntios 3:6). Cumprir a letra da Lei sem sua essência é repetir o erro dos fariseus: honrar a Deus com os lábios, enquanto o coração permanece distante (Marcos 7:6).
Portanto, os que estão em Cristo não são antinomistas — como se a graça fosse desculpa para o pecado —, tampouco legalistas — como se a justiça viesse da performance religiosa. São homens e mulheres habitados pelo Espírito, que vivem não segundo o rigor da letra, mas segundo a liberdade da obediência que nasce do amor.
Em Cristo, a Lei não é anulada — ela é superada, não em valor, mas em cumprimento.
O que antes era mandamento gravado em pedra, agora é impulso gravado no coração.
O que antes era imposição externa, agora é transformação interna.
Este é o escopo do Evangelho: não apenas perdoar transgressores da Lei, mas formar neles, pelo Espírito, a justiça do próprio Cristo.
"Cada ser tem uma poesia que é só sua, ela pode ser dividida, repartida, mas no universo poético ela será sempre a essência do seu ser criador"
"O grande segredo está na vantagem do aprendizado, da entrega, pois somente ela é capaz de levar a patamares maiores e melhores, onde, talvez, jamais sonhou conseguir, embora quisesse muito estar."
Esta verdade é a sua realidade. Só ela é a conexão com sua própria realidade. Quando você enxerga a verdade, vê conexão interna com a sua realidade. Mas aqui estamos falando de uma realidade pura. A realidade manifestada sem manipulações e sem falsas ideologias. E isso, é o que se faz de mais sincero e honesto para você mesmo - tornando seus pensamentos mais puros e sinceros em realidade última!
MULHER MOÇAMBICANA
Não se define apenas numa simples Musa Negra, que amarra capulana;
Ela identifica-se, através de uma Varoa caracterizada num póstumo;
Ela é sempre Astro desde que a evocamos menina, até se tornar mamana;
Desde sempre, ela viveu do Rovuma ao Maputo, do Índico ao Zumbo.
Mulher Moçambicana…
É legendária, e transporta inúmeras obras que ultrapassam todas as eras;
Numa choupana, tem a aptidão para cozer roupa e ao mesmo tempo cacana;
É guerreira, com força interior suficiente para defender os seus, das ferras;
Como Mãe e Pai, dentro do lar tem um papel múltiplo, “Swafana”.
Mulher Moçambicana…
É filha, é fruto e património de Moçambique, a Pérola do Índico;
Dona de si e dona de casa, as suas iguarias são caldeadas com piripiri sacana;
Com ou sem muçiro no rosto, pesarosa ou alegre, apresenta sempre um cariz fotogénico;
Enfim Mulher, seja sempre feliz por ser uma verdadeira Musa Moçambicana.
Dedicatória à Mulher Moçambicana.
Vivemos com saudade pois ela é parte da nossa humanidade, sem ela nossas neblinas se misturariam ao amor e não haveria como nos aproximarmos de nosso passado e nos tornarmos melhores para o nosso amanhã.
Quem tanto grita, uma hora é obrigado a conviver com a solidão!
Ela não aceita nem se quer murmúrios, choros e lágrimas, apenas te observa na imensidão do silêncio.
A corrupção não é uma teoria que se corrija com mera ilusão de óptica, ela precisa de ser corrigida no interior do corruptor e do corrompido.
A política não nos pode tornar meros robôs a troco de cargos, ela deve significar para os que a fazem a alavanca essencial, para se conquistar o progresso sócio-político e ECONÓMICO de um Estado.
A miséria quando faz parte da vida de um povo, o convívio com ela todos os dias, ainda se afigura uma novidade para os seus consumidores.
A dor da sensatez nos aniquila a todo momento, ainda que queiramos silenciar a voz da dor, ela nos acompanha em tempos menos esperados.
A felicidade nem sempre está na convergência dos nossos pensamentos, ela esconde-se entre a ilusão e o impressionismo sobre o que somos e que devemos ser.
A democracia não é sinônimo de anarquia, nem de ingovernabilidade, ela é a forma sublime e ordeira que permite ao povo de ter expressão dentro do seu próprio Estado.
O amor é uma lâmpada florescente, quando a luz está fraca ela não acende, mas, quando a luz está intensa ela brilha tão fortemente que chega a ofuscar o brilho das estrelas.🌟
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