Minha Namorada Disse que eu Sufoco ela e agora

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Eu não bebo pouco, mas tô sempre prestando atenção na minha consciência. De que forma a bebida tá me afetando. Igual quando fui uma vez em um casamento e eu tava bebendo gin. Quando eu vi que se eu continuasse eu iria ficar mal, eu voltei pra cerveja. Aí fiquei tranquilo, consciente no final. Enquanto que quem permaneceu no gin, depois ficou mal.

Inserida por danmelga

⁠Eu e minha mania de denunciar as coisas simplesmente por enxergar o que está na minha frente e ao alcance dos olhos.

Inserida por danmelga

⁠De vez em quando eu me perco perambulando dentro da minha mente.

Inserida por danmelga

⁠Minha psicóloga me perguntou quando que eu relaxo...

Inserida por danmelga

⁠Eu tentei falar, passaram várias opções na minha mente do que eu poderia ter falado, mas eu não disse nada.

Inserida por danmelga

⁠Talvez o seu lado Diaba equilibre o meu lado Diabo. E com a minha outra parte eu tente equilibrar o seu lado Deusa.

Inserida por danmelga

⁠Todas as mulheres que eu amei dividiram a história da minha vida em antes e depois.

Inserida por danmelga

O texto da Jolie (a nossa cadela) é o texto mais profundo que eu já escrevi em toda a minha vida. E é um texto direcionado pra alguém que nem sabe ler... Pois é, a vida e as suas ironias.

Inserida por danmelga

⁠Escrevi um poema pra minha mãe há mais de 3 anos, e até hoje eu choro quando leio.

Principalmente quando chego na última estrofe, que aliás foi por onde comecei a escrever o poema.

Mania maluca minha que eu tinha, na época, de começar a escrever os poemas, contos etc pelo final, e aí só depois vinha na mente a ideia do início e do meio.

Eu poderia tentar, mas admito que dificilmente outra homenagem que eu fizesse chegaria no mesmo nível.

Fato é que o escritor "limita" o próprio potencial quando ele escreve de coração

E esse é um retrato fiel.

Te amo, mãe.

Inserida por danmelga

⁠Para quase tudo que eu já vivi, existe uma poesia minha que explica.

Inserida por danmelga

⁠Para minha arte se concretizar, basta eu para acreditar.

Inserida por danmelga

⁠Eu tô preso na minha casca. Sem poder viver novas histórias. Só com as neuroses da memória.

Inserida por danmelga

⁠Tudo que eu faço é por mim e pela minha mãe, e eu não te devo nada.

Inserida por danmelga

⁠Tô tranquilo se eu tô sozinho. Tenho sempre minha mãe comigo.

Inserida por danmelga

⁠Minha mente não é tão simples assim. Alguns dias são mais difíceis. Mas onde eu não puder ir, minha arte vai chegar lá.

Inserida por danmelga

⁠Às vezes eu me sinto estranho comigo mesmo, de estar sozinho, porque eu vejo o quanto a minha alma transborda coisas, e pensamentos, e sensações, e percepções do momento, que eu imagino que são além do normal. Mas, ao mesmo tempo, estar sozinho com essas coisas transbordando é bom, porque se as coisas transbordam, eu posso pegar nelas. Como tá transbordando essas coisas, eu consigo ver e pegar, e analisar e fazer alguma coisa com aquilo ali. Eu consigo pegar, analisar, e olhar e refletir.

Inserida por danmelga

Nos últimos 25 anos da minha vida, todos os dias parecem o mesmo,menos quando eu durmo!

Inserida por DeboraCPiovesan

Eu acredito no poder do meu coração,na força das minhas palavras e na capacidade da minha fé!

Inserida por DeboraCPiovesan

Eu sempre vivi intensamente a minha vida...
na minha mente,na realidade,eu sofro as consequências!

Inserida por DeboraCPiovesan

Há um pássaro negro empoeirado na minha janela eu ouço ele chamando...
O sol queima com seus olhos flamejantes ele lê a minha alma
Espero o dia ruí... a tarde baunilha aveludada, apresado o laranjado alimenta dela derretendo o breu do céu
A noite cai de alturas impossíveis...

Os corvos voar com a escuridão... e sussurram nós te daremos Assas (liberdade)
Planta nas minhas asas sementes de uma ideia você tocará as mãos de dele...
Sobre uma manta feita de sombras tecidas sob o véu da noite
Queria voar ate o paraíso e planar
Estes anjos transformaram minhas asas em cera... com a asas tecidas pela escuridão; as asas que foram quebradas por que não deixei eles entrar...

Sinto o gosto de metal na boca o cheiro de maça verde e a relva do campo
O sol nascer sem eu querê...
Escondo minha face sobre facetas neutras as sombras ainda é minha compassar predileta
Por muito tempo havia segredos em minha mente, a escuridão cambaleando nebulosos fantasmas ate parece o medos da infância
A pressão em alta não consigo me afastar
O mar libera ondas negras lágrimas de dragão eu tinha asas que não conseguiam voar
lágrimas congeladas senti-las paredes se movendo estou sendo arrastado para longe onde o tempo ainda não existe

By Charlanes Oliveira Santos