Minha Namorada Disse que eu Sufoco ela e agora

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Ela conta o tempo com as marcas que carrega no sorriso. Uma forma que encontrou de, apesar de tudo, expressar alegria cativante sem esquecer do gosto salobro das lágrimas que lavou a sua alma. Seu coração, massacrado, ainda bate. E isso, pra ela, é uma virtude e um sinal. Sinal de que se ele, que tanto doeu, continuou batendo, porque ela haveria de parar? E aquele sorriso atraente seguiu à risca as ordens. Brilhando. Por onde ela anda, explodem rastros de superação que inspiram outras dezenas dela. Meninas, mulheres. Que se espelham tentando sobreviver a essa onda de desilusões sistemáticas. As marcas do seu sorriso é o recado para quem hoje chora o desespero do livramento daquilo que tortura o peito, nos trilhos pavorosos que carregam vagões cheios solidão. Sua resiliência ensina que ser feliz é a única e mais inteligente forma de seguir em frente. Por mais que as dores sejam intensas a ponto de fazer curva o corpo. No jogo da vida, ela diz, não perdemos nada além daquilo que não era pra ser nosso. Entendê-la é compreender que seguir em frente não basta. Que dançar na balada ao som de modões e copos cheios de álcool não é suficiente. Que beijar bocas anônimas e declamar poemas de desapego em legendas de selfis só causam ruídos na comunicação entre o que você é e aquilo que você quer acreditar que seja. Entendê-la, é perceber que o sorriso de felicidade vem após a exata compreensão da vida. E que, assim como ela, as que admiram ela também irão carregar em seus sorrisos abertos um livro de experiências, saudade e amores que não deram certo. Entendê-la é saber que um dia ela, e as que admiram ela passar, irão se olhar no espelho, respirar fundo e pensar: Ainda bem que não deu certo. Mas, um dia, dará.

Passei a infância querendo salvar o mundo. E todos me diziam: “Você não pode fazer isso, então não sacrifique a sua felicidade tentando.”

Ela teve seu coração desfiado, mas tem fome de resiliência. Não importa se esteja sangrando, ela continua passeando pela vida com seus muros, medos e pontes. Sua maior segurança é a esperança. E quando todo mundo espera lágrimas, ela chega com um sorriso iluminado no rosto. Ela tem um pertencimento próprio que ninguém invade. Ela ama, muito. E, se não a amarem, ela continua amando, mas procurando outros meios de seguir sozinha e amar de novo. Porque, pra ela, o amor sempre vence no final.

Havia nela
uma sensualidade escancarada mesmo!
Assim, meio despudorada,
sem saber.
Descarada,
inocentemente, descarada!
Coisa de bicho solto.
Sem falsos pudores
ou vergonhas descabidas!
Ela se "doava"
caridosamente.
Nada pedia em troca.
Só a própria satisfação.
E se lambuzava,
solta como abelha no mel.

Ela sonha, e como sonha! É intensa e ama com paixão. Ela faz o melhor, não acerta sempre.

Amar dói.
Amar machuca.
Amar surpreende.
Amar é bom.
Amar é se decepcionar com quem te ama.
Amar é provar tudo que sente um pelo outro.
Amar é valorizar tudo o que sente de verdade.

Uma hora, ela vai passar por você, sorrindo daquele jeito de antes, aquele sorriso encantador, mas agora de uma maneira leve e simples, como você nunca viu. Vai passar com um perfume novo, forte e inquietante. Um dia, vão lhe dar o abraço que você deixou escapar, o beijo que você cansou de dar, e a paz que você não tinha. Ela estará tão linda e feliz que te partirá o coração. E, como se não bastasse, ela não terá mágoa nenhuma sua. Pelo contrário, vai te tratar tão bem, tão bem, que você terá a mais pura certeza: ela? Ela agora ama outro alguém.

Ela tinha medo do escuro, mas não tinha medo de amar. Ela era assim: medos bobos e coragens absurdas.

Ela é um poema com pés

Pequenas coisas sobre ela.
Ela tem um sorriso encantador, um alento para quem a ama.
Ela tem um brilho de esperança no olhar, esperança de dias melhores.
Ela tem um jeito único, cativante. Ela estava feliz!
Ela sentia-se sozinha, teve medo, estava com medo.
Ela sabia que ia partir, ela tentou se despedir,
mas eu não queria dizer nunca, nem jamais um adeus.
Ela se calou, seu sorriso foi lacrado,
o seu riso foi sufocado pela fumaça da dor e do medo.
A luz de seus olhos extinguiu-se,
apenas o vazio permanece lá, no lugar que habitava sonhos, paixões e planos.
De sua vida, ela não leva nenhum pesar.
Ela viveu, amou, dançou, sorriu e chorou.
Ela não habita mais no presente do ontem,
mas viverá eternamente no futuro.
Ela soltou da minha mão,
atravessou as soleiras de sua porta.
Mas ela não se despediu.
Ela foi viver, ela renasceu,
suas esperanças foram renovadas,
mas ela segue sozinha.
O fantasma do medo não mais existe,
agora ela está bem, tudo ficará bem.

Ela não desistiu. Mesmo com tantas feridas, resolveu acreditar. Saiu em busca da sua vida, comprou novos sapatos e arrumou a bolsa – que estava uma bagunça. E bagunçou de novo. Comeu tanto, que engordou três quilos. Caminhou e correu durante outros tantos, que emagreceu cinco. Chorava com comédias e sorria com romances. Foram dias loucos. Mas, mesmo assim, ela seguiu. E está seguindo, viu? Linda, radiante e confiante. Vez ou outra ela sonha acordada com um príncipe encantado. Não por ela acreditar em contos de fadas mas, se os sapos existem aos montes, por que os príncipes não existiriam?

Ela nunca procurou a metade da laranja, a tampa da panela, o chinelo velho do pé torto, o queijo da goiabada, ela só queria ser uma laranja partida, panela sem tampa, chinelo sem pé e sem contar que não gostava de queijo e goiabada.

Esse lance de procurar o amor da vida, não era com ela. Que brega!

Provavelmente ela tropeçaria nele na rua, bateria no carro dele, furaria a fila dele no final da festa ou até derrubaria aquela bebida fedida na camisa dele, tudo sem querer.

Ela nunca foi de procurar. Ela acabava de uma forma ou de outra encontrando, sem querer, literalmente. Afinal, ela nunca procurou por ele.

Ela era uma graça, vivia tão leve, tão desprendida de crenças que causava inveja, quem tem aquele descuido todo com o mundo, com as pessoas, com os sentimentos?

Ela, ela tinha tanta coisa ao mesmo tempo, que não tinha nada. Nada de mais.

Ouviu certa vez, de um grande sábio que ela não lembra o nome, que a liberdade dela assustava. Mas e daí? Que gente medrosa!

No fundo ela acredita no amor.

⁠Ah, menina...
Tu és tão madura, não seja tão dura consigo, já tem seu castigo, seu mal é ser muito intensa, falar o que pensa e amar em exagero. Mas calma, não adianta entrar em desespero! Descansa seu corpo, relaxa sua alma, reinicia, tente recomeçar, e se tropeçar novamente, pare, sente e chore. E se tudo ainda parecer difícil, apenas dobre os joelhos e ore.

Ela é o oposto dele. Ela, o tipo de garota que quer falar sério, Ele o garoto que gosta de mostrar-se infantil. Ela uma mimada não assumida, Ele um garoto com a cabeça feita. Ela tem seus defeitos e sabe disso, Ele tem defeitos e tenta entender os dela. Ele demonstra ama-la de uma forma e Ela de outra, cada um com sua forma. Ela é dura na queda, Ele ainda mais. Ela uma garota da cidade que gosta de shopping e de psicologia, Ele um Homem fazendeiro, Estuda Direito e que ama o sertão, as músicas que lembram o sertão e do pedaço de terra que tem, simplesmente diferentes, que se amam incondicionalmente. As pessoas precisam entender que não é preciso entender; Não é necessário fazer sentido, apenas precisa sentir.

Tragam ela de volta.
Hoje ela amanheceu assim, com um vazio enorme, aquele vazio como se estivesse flutuando, apenas vagando por Ai, como se não estivesse nela mesma.
Sei que é estranho isso, mas é exatamente assim que ela se sente.
Até seu coração parece bater lento, como ela queria sentir-Se cheia, transbordante como sempre foi. Esse vazio parece aumentar a cada hora, a cada dia, a cada instante. A tristeza vai invadindo tanto seu coração que até seus olhos deixaram de brilhar, seu sorriso faz tempo que se perdeu.
Onde está aquela alegria de viver e o amor que estava presente em cada detalhe ? Tragam de volta por favor, tragam a vontade de viver que ela perde a cada dia, tragam ela de volta antes que ela esqueça quem ela era antes de você.

Ela é toda ela, menina, mulher, é apaixonada pela própria vida. Ela te encontrou por acaso, um sorriso seu e pronto. Simples e quase impossível ela se tornou apenas você. Porém, com medo de ter o coração partido, ela continua fugindo de você, fugindo do amor! Não culpe ela, ela apenas amou, ou melhor, confundiu aquele friozinho na barriga com amor e se ferrou no final. Hoje ela prefere fingir que não sente nada pra ser mais fácil quando ela se machucar. Ela não cria expectativas. Ela apenas deixa a vida passar e tem a esperança que um dia encontrará alguém que vai mostra que ela estava completamente errada e ela ora para que esse alguém seja você!

Ela é mais do que um rostinho bonito,
É ainda mais do que deixa transparecer,
Ela é incrível sem se dar conta disso,
É e sempre foi o que poucos podem ver.
Ela é a calmaria em meio a tempestade,
É encantadora como o por do Sol ao fim da tarde,
Ela é o aconchego em dias frios,
É a paz em meio a tanta confusão.
Ela é companheira e sabe ser amiga,
É aquela pessoa que não se cansa de ouvir,
Ela é tão ela, e tão cheia de coisas
É um certo jeitinho encantador de ser.
Ela é tão preocupada mais tão preocupada,
É só que às vezes esquece de se preocupar consigo mesma,
Ela tem as palavras que os outros não querem dizer,
Ela é só ela tentando ser um pouco do que todos precisam.

Sorria para a vida, que ela, gentilmente, também sorrirá para você.

Mais um ano acabando e ela só quer continuar com esse sorriso no rosto. Com essa capacidade de acreditar na vida e em algumas pessoas. Porque um dia ela já acreditou em todo mundo e a grande maioria lhe decepcionou, sabe? Então, ela se tornou mais seletiva. E os anos se tornaram mais leves.

Aos poucos, ela foi amadurecendo. Não anda mais por aí dizendo que o seu ano foi ruim e que espera o próximo pra melhorar. Ela sabe que existiram e existirão problemas, dificuldades e que chorou e vai continuar chorando algumas vezes. Só que ela compreendeu que tudo isso faz parte da vida. E que também chegarão os momentos de alegrias, paz e muito amor.

Ao olhar para o ano que passa, ela fica contente de ter chegado até aqui com a bagagem repleta de novas e boas amizades. Com o coração batendo mais forte e o olhar mais decidido.

Quando se lembra do que teve que deixar para trás, ela sente muito. Sente pelas perdas e transforma a dor do luto em saudade. Sente por quem preferiu abandonar a sua amizade para seguir com outras amizades. Do amor que acabou quando ela queria que tivesse durado só mais um pouco. Mas lembra que nas suas orações ela sempre pediu para fosse livrada de todo mal.

Então ela diz amém e vai em frente.

Aguardando o próximo ano com os braços abertos e a alma iluminada. Desejando prosperidade, saúde, dinheiro no bolso e tudo que o novo ano lhe trouxer. Sem esquecer do que aprendeu. Sem se surpreender caso o ano novo lhe tire do chão ou bagunce a mesa pra ela ter que arrumar tudo de novo.

Porque ela só quer continuar crescendo com as vitórias e aprendendo com as suas derrotas. Colhendo os frutos das sementes que ela deixa pelo caminho. Sementes que, pra ela, tem que ser do bem e para o bem.

Ela, a escuridão, o silêncio e seu quarto.

Ela via o sol se pondo e seu coração sentia um imenso alívio.
Era estranho saber que ela se encaixava tão bem na escuridão.
Talvez seja um pouco triste dizer, mas sua alma descansava feliz quando a lua brilhava em sua janela.
Ela escutava o barulho do silêncio e sorria agradecida.
Seu refúgio era essa quietude, sempre reconfortante.
Ela fechava os olhos e agora chorava desprotegida, sem medo e sem receio.
Poderia enfim se livrar de todas as lágrimas que segurou durante o dia.
Seu travesseiro era onde sua raiva fluía, depositava nele toda a sua angústia.
Sua coberta trazia segurança, era a única coisa que abraçava seu corpo calada.
Suas paredes viam todo seu sofrimento, entendiam cada detalhe de sua tristeza.
“É engraçado” ela dizia “acho que meu quarto é o homem que nunca encontrei.”