Minha Namorada Disse que eu Sufoco ela e agora
- Série O Povo Eleito de Deus -
Antes da Fundação do mundo,
Deus escolhe um povo e escreve os seus nomes no livro da vida.
2026
Bom dia amados em Cristo!!!!!
O Senhor Reina sobre o universo.
Ele controla tudo e nada pode fugir do seu contole.
__________
MARIANA!
* Você é meu bebê.
* Te amo demais.
* Você é luz na vida do tio e da tia!
Beijos ao vô Joaquim
Beijos a vó Raimunda!
O tempo é mudança, evolução, transformação
O tempo é passageiro
Ora temos tempo, ora não temos
Use bem o seu tempo
Se não com o tempo faz ficar sem tempo
Não deixe nada para depois
Aproveite o tempo e desfrute da caminhada
"Este com certeza foi o melhor ano da sua vida, pois a sua jornada te trouxe até aqui, pronto para celebrar e desejar um feliz ano-novo a quem você ama. Seja sempre grato a Deus e aprenda a receber os presentes da vida, mesmo aqueles cujo significado ainda não compreendemos.
Que o próximo ano venha repleto de alegrias! Para mim, este ciclo já termina com o maior e melhor presente que eu poderia receber: você!"
Pedro Lopes..
"Quem alcança o topo carrega consigo uma história única. Na grande maioria das vezes, são narrativas tecidas com fios de superação, dor e sacrifício. E embora a maioria se comova com o sofrimento visível, poucos compreendem a verdade mais profunda: foram exatamente esses invernos rigorosos que criaram as raízes de seu diferencial e de seu sucesso."
Pedro Lopes..
"Os gestores municipais que ainda não priorizam o esporte precisam entender o seu real valor. O esporte vai muito além do foco em atletas; ele é uma das ferramentas mais poderosas de transformação social na vida de um jovem. Valorizar o esporte e apoiar quem o faz acontecer é investir diretamente no futuro da nossa comunidade."
Pedro Lopes..
A igreja Evangélica é fraca em muitos aspectos, mas vejo um povo sem intimidade com Deus em sua casa.
O Culto começa na sua casa.
A mensagem pregada deve ser pregada para sua família primeiro.
O Mérito, a Propriedade e a Confusão dos Tempos Modernos
Há uma curiosa tendência do homem moderno de confundir conceitos distintos e depois declarar que encontrou uma contradição. Muitas vezes ele toma duas ideias diferentes, mistura-as em um mesmo recipiente e, quando o conteúdo se torna incoerente, culpa a realidade pela confusão que ele próprio produziu.
Entre essas confusões, poucas são tão frequentes quanto a que envolve mérito e propriedade.
O mérito é uma coisa. A propriedade é outra.
O mérito responde à pergunta: "Como alguém conquistou algo?"
A propriedade responde à pergunta: "De quem é esse algo?"
São perguntas diferentes, e exigir que uma responda à outra é tão absurdo quanto exigir que a certidão de nascimento substitua uma escritura de imóvel.
Quando um homem funda uma empresa, investe recursos próprios, assume riscos, trabalha durante anos sem garantia de sucesso e finalmente constrói um empreendimento próspero, existe uma justificativa meritória para sua riqueza. Seu patrimônio não surgiu do nada; foi resultado de decisões, sacrifícios e responsabilidades que outros não assumiram.
A riqueza, nesse caso, não é um acidente. É consequência.
Por isso, quando se pergunta por que o proprietário recebe mais que o funcionário, a resposta inicial é simples: porque não desempenharam o mesmo papel. Um criou a estrutura; o outro foi contratado por ela. Um assumiu o risco do fracasso; o outro aceitou um salário previamente definido. Um poderia perder tudo; o outro não.
Não há ofensa alguma nessa diferença. Pelo contrário, seria estranho se não existisse.
O homem que construiu uma ponte não é recompensado da mesma forma que aquele que apenas a atravessa.
Entretanto, surge um segundo problema. Após reconhecer o mérito do fundador, muitos passam a questionar a continuidade de sua propriedade. Perguntam por que ele continua recebendo lucros anos depois. Perguntam por que seus filhos podem herdar seus bens. Perguntam por que alguém pode controlar uma empresa mesmo sem participar de todas as suas operações diárias.
É aqui que ocorre a confusão.
Essas perguntas já não pertencem ao campo do mérito.
Pertencem ao campo da propriedade.
Uma vez que um bem foi legitimamente adquirido, a questão deixa de ser quanto mérito ele exigiu para ser conquistado. A questão passa a ser quem possui autoridade legítima sobre ele.
Um homem não deixa de ser dono de sua casa porque está viajando. Não deixa de ser dono de seu carro porque outra pessoa o dirige. Não deixa de ser dono de sua empresa porque contratou administradores.
A propriedade não é um salário. É um direito.
O proprietário não precisa justificar diariamente sua posse por meio de novas demonstrações de mérito. Se assim fosse, ninguém possuiria coisa alguma por muito tempo. O agricultor teria de provar todos os dias que merece sua terra. O escritor teria de provar continuamente que merece seus livros. O pai teria de justificar incessantemente a posse de sua própria residência.
A sociedade tornar-se-ia um tribunal permanente.
A objeção frequentemente retorna sob outra forma. Diz-se que o trabalhador produz valor e, portanto, deveria participar da propriedade da empresa.
Mas o trabalhador já participa da relação econômica segundo os termos que aceitou livremente. Seu contrato especifica salário, benefícios, direitos e deveres. Não existe engano oculto nessa troca. Ele não foi contratado como proprietário. Foi contratado como empregado.
Se deseja assumir riscos empresariais, buscar participação nos lucros, abrir um negócio próprio ou trabalhar sob modelos de remuneração variável, essas possibilidades existem. O mercado oferece inúmeras formas de associação econômica.
Mas não é razoável aceitar um contrato específico e depois reclamar que ele não era outro contrato.
A liberdade contratual perde o sentido quando uma das partes exige alterar retrospectivamente os termos que aceitou.
Há ainda uma verdade frequentemente esquecida: o esforço não garante sucesso.
Um homem pode trabalhar arduamente e fracassar.
Outro pode trabalhar arduamente e prosperar.
As circunstâncias existem. O acaso existe. As crises existem.
Reconhecer isso, porém, não destrói o princípio do mérito.
Pelo contrário.
Se o sucesso fosse garantido, o mérito teria pouco valor. O mérito existe justamente porque alguém escolhe agir sem garantias.
O navegador é admirável porque o mar oferece tempestades.
O empreendedor é admirável porque o fracasso é possível.
O estudante é admirável porque a aprovação não é automática.
O mérito não promete resultados inevitáveis. Promete apenas a possibilidade de alcançá-los.
E essa possibilidade é uma das maiores forças de uma sociedade livre.
Quando um homem pobre se torna rico por meio de trabalho, estudo, disciplina ou empreendedorismo, não se prova que todos alcançarão o mesmo resultado. Prova-se algo mais importante: que a ascensão é possível.
E uma sociedade na qual a ascensão é possível é radicalmente diferente de uma sociedade na qual ela é proibida.
Por fim, toda a controvérsia parece retornar a uma única pergunta.
A propriedade privada é legítima?
Se a resposta for não, então nenhuma quantidade de esforço, risco ou sacrifício justificará sua existência.
Se a resposta for sim, então o proprietário possui o direito de conservar, administrar, vender ou transmitir aquilo que lhe pertence.
Nesse ponto, o debate deixa de ser econômico.
Torna-se moral.
E talvez esta seja a questão fundamental de toda a disputa: não se trata de decidir quem merece mais, mas de decidir se o homem tem o direito de chamar alguma coisa de sua.
Prometeram igualdade, justiça e união,
Mas entregaram controle, censura e imposição.
Disseram: "Tudo é do povo!"
Bonita declaração.
Mas quando o povo discordava,
Vinha a repressão.
Disseram: "Ninguém será patrão,
Nem viverá da exploração."
Mas surgiu um novo chefe:
O Estado e sua direção.
Falavam de liberdade,
Com firme convicção,
Mas quem criticava o sistema
Conhecia a punição.
Se tudo era de todos,
Responda sem hesitação:
Por que o povo nada possuía
Além da própria obrigação?
Se a riqueza era coletiva,
Onde estava a participação?
Por que poucos davam as ordens
E muitos só diziam "sim, senhor"?
Na teoria, igualdade.
Na prática, concentração.
Trocou-se o dono da fábrica,
Não o peso da dominação.
Mudaram nomes e bandeiras,
Mudaram a apresentação,
Mas quando o Estado domina tudo,
Quem limita sua ambição?
Prometeram um paraíso,
Uma nova civilização.
Mas toda vez que tentaram,
Cresceu o poder da administração.
E a pergunta permanece viva,
Sem perder sua razão:
Se o povo era o soberano,
Por que precisava de permissão?
Chamaram de libertação,
De progresso e revolução.
Mas quando o governo é dono de tudo,
Quem livra o povo do governo, então?
Que fúria me assalta, qual Ares em bramido,
quando os campos de Troia estremecem ao trovão;
não pela lâmina do inimigo assumido,
mas pelo beijo traidor da falsa mão.
Ó Absoluto, escuta o brado do espírito ao abismo lançado,
rompe a Cama infernal, trono do Pecado profundo;
arranca-me do sono onde meu nome é sepultado,
antes que a sombra me consuma e me apague do mundo.
Ó ABSOLUTO! Ó ALTÍSSIMO! Ó FORÇA SEM NOME QUE SUSTENTA OS ASTROS!
ESCUTA-ME!
ESCUTA O GRITO DAQUELE QUE SE AFOGA EM SI MESMO!
Pois minha voz já não é voz — é ruína, é trovão quebrado,
é o último clamor de um espírito acorrentado!
Eu clamo contra o abismo que repousa ao meu lado!
Eu clamo contra a sombra que me chama pelo nome!
Eu clamo contra a maldita criatura que sorri em silêncio,
contra o demônio sem rosto que se alimenta da minha fome!
Ó CAMA PROFANA, ó trono do torpor eterno,
ó palácio macio onde reis da vontade são mortos,
tu que vestes a face da paz mas escondes o inferno,
tu que fechas os olhos dos vivos e enterras seus sonhos tortos!
Tu não és repouso!
TU ÉS A COROA DO PECADO ADORMECIDO!
Tu és o altar onde a coragem é sacrificada,
o templo onde o amanhã é destruído!
Quantas manhãs assassinaste?
Quantos sóis viste nascer enquanto eu permanecia cativo?
Quantos chamados do mundo foram por ti esmagados,
quantos futuros deixaste perdidos e esquivos?
Ó LENÇÓIS DE ENGANO!
Ó ABRAÇO DE SERPENTE INVISÍVEL!
Por que teu conforto é tão doce
se teu fruto é tão terrível?
Eu te odeio, maldita Cama!
Eu odeio o teu silêncio profundo!
Eu odeio a forma como prometes descanso
enquanto roubas meu lugar no mundo!
Minha alma bate contra teus portões fechados!
Meu espírito ruge dentro desta prisão!
Eu sou um guerreiro sem espada,
travando uma guerra contra a própria imobilização!
Ó Absoluto, não me deixes cair outra vez!
Não permitas que eu entregue a coroa ao vazio!
Arranca de mim este veneno invisível,
rasga este véu que cobre meu brio!
Eu não peço riquezas!
Eu não peço impérios!
Eu não peço glórias gravadas em pedra!
Eu peço uma única força:
LEVANTAR-ME CONTRA ESTA TREVAS QUE ME CERCA!
Dá-me fogo quando eu for cinza!
Dá-me movimento quando eu for pedra!
Dá-me vontade quando meu corpo suplicar rendição!
Dá-me um trovão dentro do coração!
Pois a maior batalha não está no campo distante,
nem no mar onde os heróis enfrentam monstros;
está aqui — neste instante —
onde o homem enfrenta seus próprios escombros!
Ó Pecado Vivo!
Ó Demônio do Descanso Falso!
Hoje eu te encaro sem ouro, sem armadura, sem glória;
apenas com um resto de alma ferida
e um desejo feroz de vitória!
Se eu cair, que seja tentando!
Se eu tremer, que seja avançando!
Se minha voz falhar, que reste o eco dizendo:
EU NÃO NASCI PARA SERVIR AO LEITO!
EU NÃO NASCI PARA SER ESCRAVO DO SONO!
EU NÃO NASCI PARA ENTREGAR MINHA VIDA
A UM REINO DE SOMBRA E ABANDONO!
O tempo passará e nós dois partiremos, deixando para trás apenas o eco das nossas histórias. No fim, a nossa permanência no mundo depende da significância que plantamos hoje. Entre as marcas boas ou ruins que podemos deixar, que a nossa escolha seja ser saudade da melhor qualidade. Se seremos apenas memórias, que sejamos a melhor lembrança na vida de alguém.
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