Minha Namorada Disse que eu Sufoco ela e agora
No fim da contas você vai perceber que o tempo é aquele amigo que te oferece abrigo, que te conta história, e que guarda pra ti o que é bom, numa caixinha chamada memória.
Não é que ela seja só solidão... É que ela é dela, e acha tão bela sua companhia, que aproveita esses momentos pra falar com seu coração, pra crescer, amadurecer e ser um constante “ser” em evolução.
Sozinha ela faz longos passeios em meio a si mesma. Conversa, reflete, se faz mais feliz... e é assim que ela segue vivendo, crescendo e sendo eterna aprendiz.
Ah, menina... Se atreva! Escreva sua história, não vire apenas mais uma memória, seja eterna, sua própria lanterna pra iluminar o caminho à sua frente...
Porque não se trata de beleza exterior, é questão de estar junto, seja lá onde for... e poder ter certeza de que vai ter uma mão pra segurar quando o dia for ruim, e quando o tempo fechar...
Ela decidiu: vai dormir tranquila, fez andar a fila, já era... Quem perdeu foi quem não soube enxergar seu valor e lhe dar o amor merecido. Então que ele seja mais um à ser esquecido... Agora ergue a cabeça, menina, sem penitência. Lembra que seu segundo nome é Resiliência!
Ela é fã de sorrisos largos, abraços sinceros e amores eternos... E nenhum dos três têm que ser perfeito, nem pra sempre. Basta que se mensure, e que seja eterno pelo tempo que dure...
Ela tem todo tempo do mundo, e no entanto, vive cada segundo como se fosse o último. Porque ela é intensa, e sua vontade de ser feliz, é imensa...
Seu suor é sagrado, por isso ela não desperdiça nem mesmo um punhado. Vive como se hoje fosse seu último dia, com alegria e cheia de ousadia! Porque já foi o tempo em que ela vivia só pra curar seu lamento, hoje ela é radiante, coração aberto, esperto, um verdadeiro diamante. Dá valor ao que tem, mas muito mais ao que lhe faz bem!
OS CABELOS DELA
E quando ela se soltou,
Soltou também os cabelos,
E eles gritavam ao mundo.
E saltaram palavras dos cabelos dela,
Pularam flores dos cabelos dela,
E eu vi voarem borboletas dos cabelos dela,
Até que ela saiu dos próprios cabelos.
E já não era mais reprimida
ELA E O MAR
Ela e o mar
Tem uma relação de entrega.
Toda vez que vai ao mar
Ele a entrega algo.
No mar já não haviam mais ondas,
ficaram melhores nos cabelos dela.
Sua ousadia
Ela é mais poesia que mulher.
Curte violino, violão e cafuné.
Vai do rock romântico ao samba no pé.
Parece doída, mas é pura alegria depois do café.
Só tem idade, porque bem no fundo,
tem espírito de criança,
que sonha em ser amada, ser amor.
Seu santo não bate com todo mundo.
Não finge ser quem não é.
Se gosta fica, se não, nem faz questão de estacionar.
Sempre tem alguém que se assusta com tamanha intensidade.
Mas por que tanto medo?
Se até no mar se encontra um universo
coberto de estrelas.
Ela se apega fácil,
mas quando desapega, dificilmente volta atrás.
Tem suas estranhezas, mas, se tem uma coisa de melhor em si,
é pensar muito bem antes de agir.
Ela fica, até depois de partir.
Poema autoria : #Andrea_Domingues ©
Todos os direitos autorais reservados 23/04/2020 às 14:00 horas
Manter créditos de autoria original Andrea_Domingues
Imagino cada coisa
enquanto te escrevo,
que nem te conto
e nem te conto,
A cada vírgula que escrevo,
É enquanto te imagino,
O meu toque no seu corpo divino.
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