Minha Namorada Disse que eu Sufoco ela e agora
Talvez eu pareça ser frio e desacreditado, um pouco cético talvez... Isso acontece quando se vive o impensável, quando os ventos fortes da vida te abalam.
Você enxerga diferente, de um novo ângulo, uma nova perspectiva...
E aquela personalidade meio glacial se torna sinônimo de cuidado, experiência, sabedoria, amor próprio e disciplina.
Não é ser incrédulo, é acreditar nas coisas certas...
Nas linhas incertas da vida eu voo como pássaro durante o verão, procurando lugar seguro para saciar minha sede. Se encontrar abrigo, ali me alojarei. Construirei meu castelo com galhos e folhas retiradas do chão, onde das árvores caem, no outono. No inverno fugirei do frio e na primavera voarei livre outra vez.
Gênese do verso
Eu pensei em me calar,
procurei me segurar,
mas a vida logo me deu
o dom de improvisar.
Vou tentar não misturar
emoção com a razão,
pois se isso for tentado
tudo vira confusão.
É capaz de desandar
quem quiser se aventurar;
pois o que vou aqui falar
pode servir pra rimar.
O que for para ser dito,
que se fale sem frear;
que seja logo entoado,
rimado e improvisado.
Quando o mote apressar,
não corra, vai ficar feio;
procure ser mais matreiro,
não se faça de arengueiro.
O que aqui já narrei,
foi deixado no caminho;
sempre quis andar certinho
com a fé como vizinho.
Prometo sempre guardar,
esse dom que já citei;
eu me atrevo em cravar,
poeta nunca serei.
Na arte sempre há lugar
pra quem verseja com zelo;
por isso guarde com esmero
esse verso verdadeiro.
A lua daqui
Eu não vou mentir: por onde quer que eu vá, sinto que o luar nunca é igual ao de minha cidade, Apodi. Aqui não há montanhas gigantes, nem encostas que façam o luar ser único. Mas, no Calçadão da Lagoa do Apodi, na parte meridional da cidade, a lua se matiza de prata, refletindo sobre a água como se o céu tivesse derramado um bujão de gás luminoso. Ela fica tão reluzente que encanta, apaixona e já fez gente simples se tornar famosa só por morar na cidade da lua platinada.
Percebo que as grandes cidades, com suas selvas de pedra ou litorais recortados por ilhas, nem de longe produzem luas como a daqui. Nossa jaci é uma verdadeira belezura: casais se enamoram e até brigam, mas, ao perceberem o luar, desarmam-se das intrigas e voltam a se amar.
Aqui nem pensar em lobisomens. Pelo contrário, o que a lua enfeitiça são os gatos, que deixam de ser apenas gatos e ganham nomes dignos de celebridade: Nâno, Tufão, Fábio Assunção, Nega Véia, Melissa Mel, Florinda, Bob Mel, Frida Mel, Pedro de Canoanés, Ceguinha, Morcego e até Paulo Jorge. Longe de quererem se tornar feras, eles só se deixam encantar. E, assim como nossos felinos se transformam em personagens, nossa cidade carrega consigo uma rica gama de apelidos, que vão desde as crianças até os idosos, passando por todos que têm história e memória por aqui.
A lua daqui parece tornar nosso povo ainda mais hospitaleiro, e quem bebe da água de Apodi tende a não sair jamais, encantado pelo luar, pela lagoa e pelo calor silencioso da nossa gente.
Um adágio popular diz: ‘A mulher enganou até o diabo.’ Um provérbio ultramoderno que eu criei diz: ‘Foto de rede social engana todo mundo, inclusive o Satanás!
HISTÓRIA DO GIRASSOL MORENO
Bem antes de eu te conhecer, você já era importante para Deus.
E eu era apenas um caule sempre verde, que apesar de não ter ainda brotado uma flor para eu ser classificado com o mesmo nome naquele pomar, mas tinha também o meu valor para Deus.
Eu consegui agregar inúmeras colegas, mas não tinha uma amizade, namorei a filha da Margarida, fiquei até noivo com Rosa, mas ainda não tinha uma amizade naquele pomar de Deus.
Do silêncio da manhã, até o final do crepúsculo vespertino, eu tinha a impressão de ser alvo de crítica por todos os pomares, por ser o único haste que nasceu a anos atrás, mas não tinha brotado nem sequer uma flor de espinho, para poder ter uma identidade de flor.
Mas o meu dia chegou, e recebi não só uma amiga, como também um nome que perdura, e sobressai entre as mais lindas e perfumadas rosas-vermelhas, e tenho nome e sobrenome, eu sou: O GIRASSOL MORENO.
"E Foi Assim Que Nasceu O Girassol Moreno"
Onde vocês caíram
Onde vocês caíram,
eu aprendi a sangrar em silêncio.
Onde me faltaram mãos,
eu virei abrigo.
Vocês me deixaram com o vazio,
com promessas quebradas no peito,
com noites longas demais
pra um coração tão pequeno suportar.
Mas foi nesse chão frio
que eu criei raiz.
Porque quando tudo em mim pedia pra desistir,
eu ouvi vozes pequenas me chamando de lar.
E foi ali — no olhar dos meus filhos —
que eu reaprendi a ficar de pé.
Eu fui até o fim.
Mesmo cansado, mesmo ferido, mesmo só.
Fui além do que fizeram por mim,
além do que disseram que eu seria.
Vocês falharam comigo.
Mas eu não falhei com eles.
E se hoje ainda carrego cicatrizes,
é porque escolhi lutar
quando ninguém mais escolheu por mim.
"eu descobri que... nem tudo é material ou tangível, e o cientista morre sabendo que sabe, enquanto o pobre morre de fome por que o cientista nem o deu dinheiro, a vida não é algo ruim ou mal, e sim algo melancólico, cheio de fios, que queimam sub luzes de esperança irreais, sonhos e pesadelos, levando a outros planos de existência além do nosso, nada é real, mas tudo é real, com esta virtude em forma de lobo, o luar sub o céu cheio de nuvens, o olhar de um caído, que se repete ao som do fim."
Embora não seja
Eu sei que bem seria
Que na verdade deveria ser!
E quem sabe um dia será?
Confesso, desejo que seja.
Tá difícil sorrir, ou quem sabe manter o sorriso, eu sei.
Porém, não se prive do privilégio
de espalhar amor por onde andares.
O sorriso é o espelho da tua alma. Algo precioso, que para Deus é o
que mais importa.
Se eu partir
Se eu me for
Na aurora que chega
E logo passa
Serei cor,
Presença
Em sua memória.
Se eu me for
Com o dia que chega
Mas logo se vai
Serei vida,
Presença
Em sua história.
Se eu me for
Com o tempo que vem
E sem pressa se vai
Serei parte de ti,
Presença
Em seu coração
E em suas memórias.
"Seu livro na gaveta é tudo o que um dia eu sempre quis ler. Seu rascunho descartado é um pedaço da minha história que ninguém nunca me contou. Aquilo que você deixou de escrever... Me fez menos leitor..." Escreva, por favor.
Carta aos que ainda sonham em fazer livros. Por Bruno Barreto.
Como poderia eu te dar meu coração?
Se ele nunca foi meu.
Esse coração vai ao céu e sua plenitude é tão imensa que ultrapassa o espaço.
Ele voa junto com a saudade,mas para em cada estação do ano.
Ele alcança as estrelas mas não toca o chão.
Meu coração grita teu nome em cada pedido de oração, eu peço a Deus que eu te esqueça.
Mas em meus sonhos você vem deitar comigo e ao amanhecer eu acordo sorrindo.
#segredo#
Precisamos aprender a construir...
Construir o eu
Construir pessoa
Construir identidade
Construir homem, mulher
Construir um lar
Construir uma família
Construir amor
Construir vida
Ser feliz!!!
Passarinho, me perdoe se, em algum momento, eu não consegui te oferecer tudo o que sonhei para nós. Nada disso foi por falta de amor ou de vontade. Me perdoe por não ter conseguido manter nossa família unida. Nada disso foi de propósito, nem o que planejei. Nunca quis te dar menos do que merecia. Flor, que o mundo não transforme em ausência e frieza definitiva o amor que um dia brotou de verdade entre a gente. Rezo todo dia para que a vida não apague de vez o carinho e o afeto que cultivamos e que floresceram tão bonito entre nós, e que o tempo respeite com delicadeza o que compartilhamos.
Quando criança, eu sempre gostei de subir nas árvores, mesmo com medo de altura.
Eu gostava de escalar a mais alta para ter a vista mais longínqua e bonita. Hoje, percebo o perigo, o abismo: de como a queda é mais forte e o choque é imenso, a ponto de me desligar da realidade e ser obrigado a mudar de identidade. Me curar e reerguer está sendo difícil.
O mundo pleno que um dia tanto admirava se desfez. Um pedaço importante de mim se partiu junto com ela. Fui embora de mim. É uma tristeza misturada com um vazio tão profundo, difícil de suportar. Agora, até conseguir tomar um simples banho, me alimentar, dar um sorriso ou caminhar até a esquina é árduo.
Deus me perdoe! Por que fui ter coragem de amar? Esse luto que me assalta a alma é um preço muito alto.
Só sou eu mesmo acima ou abaixo de mim, na raiva ou no abatimento; em meu nível habitual, ignoro que existo.
Eu já percebo que a religião não vai acabar. Não será o despertar de uma formiga que irá derrubar o tamanduá.
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