Minha Alma tem o Peso
o amor não tem cor ,idade,etnia ou religião porque o amor é um sentimento e vai muito além de uma simples emoção o amor te guia lhe da vida motivo pra viver não importa se é rico ou pobre porque o amor é o maior tesouro que nos humanos podemos ter
O grande problema que se tem diante da vida é que se deseja que ela se defina da maneira que quer, isto é, que tudo aconteça da forma que se planeja e pensa. Como se sabe, isto é uma grande falácia, pois tudo muda rapidamente e não se controla tudo. Sempre existe algo que escapa à vigilância.
A vida de uma pessoa é maior do que ela mesma. A influência que se tem sobre os outros pode ser considerável. Na vida, o mais importante não é ficar divagando sobre questões que não oferecem respostas, apenas atordoam o espírito e turvam o entendimento. Não que a procura por respostas seja interrompida, mas é mister viver, para depois filosofar. Manter, mas também mudar. Criar, mas também refletir. Ganhar, mas também ceder.
Silenciosa é a dor
Que bate na porta e não pede linçesa pra entrar
Frágil o coração que não tem culpa de se apaixonar
Coitado dele que nem pode fazer sua propria história,
Essa história de amor e dor Sonhador
É dever do estado apaziguar conflitos e da razão a quem tem, é dever do mesmo garantir o estado de direito, mas se este não faz o seu serviço o cano do Riflei faz.
Para duas pessoas darem certo, você tem que aceitar o passado dela, estar com ela no presente e o futuro à Deus pertence.
Por: Silvia Godoi
Quando vier falar comigo traga o que você tem de melhor o que ti é mais preciso e aos meus olhos valioso traga me o teu sorriso
Não dê ouvidos às pessoas inferiores por que requer muito esforço, tem que se inclinar muito para poder ouvi-las.
Não demora muito e eu canso, procuro defeito onde não tem ou me empolgo demais. Eu meio que estrago as coisas.
AUTO DE ANUNCIAÇÃO
A vida
tem o sonho
de bastar-se
eterna
Mas prossegue finita
febril
e faltosa.
E é nessa busca
pelo que jamais haverá de ter lugar
Que vagamos exatos
por dimensões de delírio.
Me dê a mão
a mola propulsora
de todo e qualquer desejo
E eu impulsiono o mundo
para parar o tempo em nós.
Tudo teu, meu amor:
meu sonho
minha sutil arritmia
quando chegas e me tens nos olhos
na boca
por entre palavras...
Sei quando sou a escolha.
E eu escolho viver vasta
E inteira nos teus lábios
que sussurram à cada noite
a espera pelo dia seguinte.
Sim
Hei de amanhecer nos teus olhos
todo dia.
Abro a janela e contemplo
- Não a noite fria -
Mas a saudade que sopra e queima
A brisa leve que o vento já anuncia.
SILÊNCIO
Sim
Estou de luto
Mas a luta tem sido tamanha
Que me faltam pulsos
Para quedarem-me os braços.
Sim, eu soluço
Eu divago em vultos
Mas não caio de bruços
A absorver impactos
- nem brutos -
Minha fé tem mais soluções.
Mais fraco é o curso
Não toco meu barco
- Flutuo -
Apenas escuto
E desvio dos sons.
O silêncio é um culto
Ao deus dos pagãos.
POEMA SEM COMANDO
Tem um barulho doido dentro do meu ouvido. Dissonante.
Ressoando toda uma confusão de cartas outrora já marcadas.
Não sei se é o ampl de guitarra ou as minhas cordas vocais, adulteradas.
Não sei.
Aliás, saber é algo que deveria passar pelos ouvidos. Olvido. Esqueço.
Álias, lembrar é papo pra outra sessão de análise.
Estou literária
minha mente
suspensa.
tô nessa de deixar fluir no papel
abstrato
o que tratei desde a cura
há tempos
remediada.
eu medeio sem medida o tédio das distorções, em mais sílabas, acredita?
eu leio, eu laço a palavra a gerar sinônimos de desentendimento,
e você?
me entende?
sei lá
o que há
aqui
talvez o vazio
amortecido
do que já vivi
lívido
e decapitado
descrito com letras duplicas e maiúsculas.
pequena
eu.
e um mundo inteiro de esperanças
parado
no ponteiro exato
quem sabe
um dia...
amanhã?
não.
a negação presentifica o desejo de existir
paradoxal
é o nada...
nada consta
em teus olhos
só há espaços.
eis o sábio parágrafo repetido pela minha própria ignorância
em manusear a palavra com cuidado
palavra dada
gera dados
e estes,
- enfim -
demandam
fatos.
e eu
desmando
- o tal malandro -
Nem eu
nem você...
APRESSE
A lua tem gosto
Súbito
de silêncio
A propagar distâncias.
Falam-na plena
Em seu altar adjacente
Mas o teto de vidro
Quebra-se aos olhos de estampido
E ensurdece.
Aos notívagos
Serve aos mais vagos e vastos motivos
Todos eles, santos
Todos eles, tantos...
Mas a deusa da clausura
Estanca os ouvidos
E ausculta cada prece
Até corar a noite
Em dia amanhecido...
Ser poeta
É ser bicho
De nenhuma espécie.
