Minha Alma tem o Peso
Foram 25 anos da minha vida dando vida a um personagem que não era eu. Hoje em dia, com 45, digo a mim mesmo que tenho 20 anos de vida, pois há 20 anos o verdadeiro Tuca tomou posse da sua verdadeira identidade. Hoje, não exponho minha vida com a intenção de ganhar alguns likes, mas sim para mostrar a todos que nossa felicidade depende única e exclusivamente da libertação das nossas próprias amarras, através da autoaceitação.
#lgbtqia+
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Como faço minha arte? Eu olho para a realidade e recolho o que é essencial para poder reinventar a vida.
A minha arte não está em minhas mãos, está escondida na minha mente e no mármore bruto da natureza que precisa tirar os excessos.
Estrada desconhecida
Ah! Estrada que à minha frente vai.
Pra onde vai?
Tão florida... tão perfumada...
Não deixo de em ti seguir por nada.
A abóbada celeste a te cobrir.
Manto azul contigo a seguir....
Frondosas árvores há por aqui.
Pássaros cantando... tudo alegrando... felizes por contigo ir.
Tudo cintila ao raiar do sol.
Tudo fulgura no teu traçar...
É o amor pondo tudo no lugar.
Nada há de mais belo do que aqui estar.
Em vez de fugir da tempestade, decidi dançar na chuva — e cada trovão virou trilha sonora da minha superação.
Eduardo Santiago
Poesia enganosa
Temas tão tristes
teimam em minha mente aparecer...
Versos sadicamente me fazer escrever.
Uma cruel solidão assola meu coração.
Uma dor tão doente...
Embaralha minha mente demente.
Causa-me espasmos agoniantes permanentemente.
Machuca-me profundamente... essa insistência em me fazer pôr em versos
do meu coração toda a dor.
Triste e chorosa... lágrimas calmas brotam em meus olhos... caem dentro de mim.
Triste esse caminho em que a dor me faz companhia...
É minha sombra do começo ao fim.
O perfume das rosas é o que apenas desejo.
Mas elas secaram.
Um odor agro exalam.
Um cheiro de pólvora flutua no ar...
O oxigênio pouco a pouco a se acabar.
O mundo ao meu redor recita, numa lamentação acrimoniosa
poesias que soam amargamente amargas... enganosas.
Lamentos
Quanta dor...
Não queria estes versos escrever.
Minha vontade é toda dor do mundo esconder.
Mas há algo que em mim insiste.
De escrever meu coração não desiste.
Tornar palpável meu sofrimento...
Quem sabe diminui meu tormento.
Lamento.
Triste não te quero deixar não.
Não deixe esta minha dor perto de ti chegar.
Não leia esta dorida lamentação.
Vejo o tempo passar em minha frente.
Vejo o ponteiro do relogio apontar o novo tempo.
Hoje já é o ontem e amanha o hoje.
Vejo o tempo passar no meu rosto.
Que castigado pelo tempo me diz,
quanto tempo tenho.
Hoje é o meu tempo.
Amanha o tempo dos meus filho,
e o filhos dos meus filhos.
Que assim como o ponteiro do relogio,
conta o tempo de todos nós.
O parabéns de hoje vai para a minha Maria, ou seja, para aquela que me trouxe ao mundo, minha mãe. Mãe, feliz Dia das Mães!
Se honrar faz parte da minha essência, então não há como eu esquecer de te honrar. E se eu não te honro, é porque, para mim, tanto faz se você será honrado ou não.
Minha esposa é um tipo de Maria e, ao mesmo tempo, um tipo de Ester: um tipo de Maria por causa da pureza do seu coração e um tipo de Ester por causa da beleza do lado de fora do seu coração.
Deus não me presenteou apenas com uma flor, mas com um jardim. Há dias em que minha esposa desperta como uma rosa; às vezes, ela age como uma margarida, e, ocasionalmente, brilha como um lírio do campo.
