Minha Alma tem o Peso
Não importa, para mim, com ou sem dinheiro, São Paulo será sempre minha cidade amada e em segundo lugar, minha querida New York City.
Sabe o que vão dizer depois de tudo isso? - Que a culpa foi minha e que eu sempre faço tudo errado. Mas em minha defesa eu digo; não é verdade.
Todo ano nos apresenta motivos para sorrir e chorar. Em minha vida, todos os anos passados serão anos que jamais esquecerei. Muitas dores, muitos desafios, muitas provas pessoais e profissionais...anos difíceis e também felizes.
Mas, eis que o calendário nos brinda com o Natal, que renova as nossas esperanças e nos faz enxergar tudo que passamos com aquele olhar iluminado, crendo no propósito de cada dor que passamos, cada pessoa que encontramos e cada momento em que nossa fé deixou de ser a base, para ser tudo que tínhamos.
Na minha bagagem trago dores, perdas, prejuízos, desilusão, solidão, despedidas, arrependimentos. Mas trago também, amizades, família, aprendizados, reforço de valores e princípios, encontros e reencontros, autoconhecimento e FÉ!
Sou uma otimista incorrigível. E desta forma que irei para Um novo ano, crendo no melhor!
Que venha um novo ano, com o espírito de Natal agindo em nós todos os dias!
Que novinho em folha, venha com a bagagem de sorrisos e lágrimas que suportemos carregar! Nem mais, nem menos, apenas o suficiente para nos fazer melhores que ontem.
Ainda guardo sua imagem em minha memória, porque tenho esperanças de continuar as reticências da nossa história.
A tarefa mais difícil da minha vida e ficar longe de você,mas deus sabe o quanto te amo,o quanto vou lutar ,eu nunca vou desistir do nosso amor ,sabe porque.Eu sou seu ponto fraco ,e vc o meu,e nós nos completamos não foi só coisa de pele,foi amor ,e o tempo nos afastou pra nos mostrar que era necessário o tempo,porque o deus que eu sirvo vai nos unir e calar a boca de muitos que não dão nada pelo nosso retorno...preto eu te amo hoje e sempre.Como vc sempre disse o mundo da voltas e vc vai voltar pra mim...
a arquitetura é minha
há um arquiteto para cada mente
mente a arquitetura ludicamente
minto nas curvas impossíveis do objeto
objeto e loucas tardes vertiginosas.
roberto auad
Você era o meu sol
Você era a minha terra
Mas você não sabia as maneiras como eu te amava, não
Então você aproveitou a chance
E fez outros planos
Mas eu aposto que você não pensava
que iria tudo por água abaixo
Não
Você não precisa dizer o que você fez
Eu já sei, eu descobri através dele
Agora não há mais chances pra você e eu
nunca mais vai haver
E isso não te deixa triste?
Você disse que me amava
Por quê você me deixou sozinho?
Agora você me diz que precisa de mim
Quando me telefona
Garota eu recuso, você deve ter me confundido
Com outro cara
Suas pontes foram queimadas, e agora é sua vez de chorar
Não, eu não posso esquecer de amanhã
Quando eu pensar em toda a minha tristeza
Quando eu tive você mas deixei-o ir
E agora é justo apenas que eu deixe você saber
O que você deveria saber
Eu não posso viver, se viver é sem você
Eu não posso viver, eu não consigo mais
Eu não posso viver, se viver é sem você
Eu não posso viver, eu não consigo mais
Bem, eu não consigo esquecer dessa noite
E do seu rosto enquanto você estava saindo
Mas eu acho que era esse mesmo o rumo que a história tomaria
Você sempre sorrindo mas em seus olhos suas tristezas apareciam
Sim, apareciam
Eu não posso viver, se viver é sem você
Eu não posso viver, eu não consigo mais
Eu não posso viver, se viver é sem você
Eu não posso viver, eu não consigo mais
Minha face pálida em frente ao espelho, não vejo nada além de mim .
Sinto saudade do sorriso doce, trocado por um esforço cariado de mostrar felicidade.
As lembranças não me fazem bem quando são tudo o que me restam.
As cálidas palavras tornam-se lápides frias na agonia de tentar ser o que sou.
O medo condena as atitudes que não tomo.
É estupido tal falta de personalidade e amor próprio.
Não sou dona da verdade, e nem tenho essa pretensão, escrevo a partir da minha experiência e dos frutos da imaginação. Como ser humano inacabado, estou em constante mudanças, o erro é imanente à vida. Não me prendo a dogmas e me permito o direito de me contradizer, o que não me permito é parar de experienciar, pois se assim fizesse, estaria morta em vida
Este é meu tempo, esta é minha vida
Este é meu tempo, e estou tão sozinho (a)
Não sei o que eu devo pensar..
Eu me perdi bem dentro de mim só me encontrei quando descobri que não vale apena sofrer por amor..
Quando eu te vi chorando baixinho você estava lá perdido e sozinho
Parece que nunca vou sair daqui..
Eu sou o meu próprio melhor amigo, nunca estou só, só sempre comigo.
Não vou esquecer.. eu vivo por mim..
- Me diga o que há de errado contigo
Pode confiar, você está comigo
Agora não venha lembrar desta dor..
AQUI
Aqui o dia ainda passa devagar. Hoje, o passarinho que pousa diariamente na minha janela me olhou nos olhos, não entendi bem o motivo do seu interesse. “De repente, virei uma flor”, pensei, e abri as cortinas que eram erguidas a toda hora pelo vento que não parava de dançar. Encostei-me na janela e, lá fora, as folhas falavam uma com as outras, as borboletas cochichavam algo que eu ainda não podia ouvir e os raios do sol aumentavam e clareavam aos poucos as calçadas adormecidas e congeladas pela madrugada. Tudo parecia quieto, nada movia-se, nada falava comigo, nem eu mesma ultimamente falava comigo. Fui até o quarto e ele era lilás, os travesseiros traziam estampas que combinavam com as paredes. Por que tudo tem que combinar? Não sei, mas eu gostava que combinassem. Nesta manhã, estou meio perdida, me sentindo só, exceto pelo passarinho que olhou para mim; eu deveria ter perguntado o que ele queria. Será que me responderia? Ele voou para tão longe, percorreu tantos lugares nesse céu, conheceu tantos jardins. Por que veio parar na minha janela? Os olhos eram altivos, mas nem sequer me deixou tocá-lo; voou seu voo fugaz. Aqui, a tarde ainda parece distante e o horizonte está ficando vermelho, será que o céu está se apaixonando ou é o sol sangrando por falta da lua? Meus vestidos precisam ser arrumados, mas ainda não fui até o armário, tenho medo da confusão do meu guarda-roupa, ainda não sei organizar os tons. Lá dentro, tem tantas histórias, os sapatos falam entre si sobre as calçadas que pisaram e eu não quero ouvir. Acho melhor deixar as portas fechadas. Aqui, a noite vem chegando e a lua já está me olhando, pedindo explicação; fecho as portas, não quero vê-la, vou calar, assim como a noite cala nos momentos de angústias, nos momentos em que grito aos céus pedindo ajuda, e que fingem não escutar. Não tenho respostas para nada ultimamente, não sei bem onde estou, e aqui faz frio. Preciso me olhar no espelho, talvez eu enxergue o que o passarinho enxergou pela manhã e descubra o que está em meus olhos ao amanhecer. Será que eles contam meus segredos? Será que o passarinho tinha a resposta? Aqui estou eu, diante do espelho: Não sou bela, não sou fera, não sou menina, nem mulher. Aqui estou e lembro-me que já escrevi sobre o amor, fiz muitas cartas de amor. Fui fútil? Ou futilidade enfrentam aqueles que não amam? Sim, só os ridículos não amam. Afinal, quantas verdades existem numa carta de amor? Quantas vezes nos fazem rir e chorar? Aqui em mim, vejo a luta cravada para seguir, pode ser que o tempo não seja favorável, que o tudo seja improvável, mas o que seria de mim se apenas ficasse parada? Parada aqui? Não teria a chance de saber se ganhei ou perdi, não saberia se a luta foi em vão, se o preço pago foi alto, se valeu a pena riscar o chão. Diante do espelho, olho meus olhos, que perguntam a mim o que ainda estou fazendo aqui. Aqui, a madrugada chega e traz suas certezas e mistérios, e no meu Eu sei que ainda travarei muitas guerras, e quantas forem necessárias para me encontrar, e sei que ainda verei uma rosa brotar mesmo na frieza deste chão. E um dia vou saber o que viu o passarinho quando olhou intensamente nos meus olhos. E escreverei cartas de amor, pois aqui, sei que o melhor da vida é amar.
